segunda-feira, 13 de agosto de 2018

"As Chaves do Reino". Tema do Catecismo da Igreja Católica é estudado pela OCDS Camaragibe

No último sábado 11 de agosto de 2018, a Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face - OCDS Camaragibe, cumprindo mais uma etapa na Formação da Comunidade e seguindo seu Calendário-Programa, estudou os tópicos do CIC nº 551 a 556, 567 e 568, que tratam "das Chaves do Reino". Martha e Fred conduziram a formação. Efetuaram a leitura do CIC e do YouCat e expuseram seus entendimentos acerca do assunto, com participação dos demais membros presentes. O formador Gustavo acompanhou a explanação.

É importante ressaltar que o estudo do Catecismo da Igreja Católica - CIC pelas Comunidades e Grupos é recurso básico para um programa de formação. (Ratio Institutiones da Ordem Secular, nº 37)

"...Por meio do Catecismo da Igreja Católica e dos documentos eclesiais, os leigos carmelitas recebem os fundamentos teológicos necessários". (Constituições da Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares, nº 33)










domingo, 12 de agosto de 2018

A Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares da Província São José - Brasil deseja a todos um feliz dia dos pais repleto de bençãos com a intercessão de São José!


Senhor, pela intercessão de São José, pai adotivo do teu filho Jesus,
venho hoje te pedir que estendas Tuas Mãos Divinas sobre todos os pais,
abençoando-os.
Abençoa, Senhor, o pai amigo e companheiro,
o pai sempre presente, que oferece o colo e estende a mão,
mas também o pai ausente, colocando em seu coração todo o Teu Amor.
Abençoa, Senhor, o pai que hoje recebe o abraço de seus filhos,
e o pai que chora a ausência do filho que partiu para Teus braços.
Dá a este o consolo da mansa saudade e enxuga,
com Teu Divino Manto, as lágrimas que vertem de seus olhos.
Estende, Senhor, Tuas mãos de Amor sobre todos os pais,
concedendo-lhes os dons da paciência,
compreensão, tranquilidade, ternura, justiça,
fé em Deus e esperança quanto à vida e aos seus filhos.
Concede-lhes Amor, muito Amor,
para que cada filho seja, para seu pai, um pai.
E para que cada pai seja, para seu filho, um filho.
E aos filhos cujos pais estão junto a Ti,
dá a fé e o entendimento de que os pais nunca vão embora.
Eles apenas mudam de lugar.

São José, rogai por nós.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II NA CERIMÔNIA DE CANONIZAÇÃO DE EDITH STEIN


11 de Outubro de 1998

1. Quanto a mim, que eu não me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo (cf. Gl 6, 14).
As palavras de São Paulo aos Gálatas, que acabámos de escutar, adaptam-se bem à experiência humana e espiritual de Teresa Benedita da Cruz, que hoje é solenemente inscrita no álbum dos santos. Também ela pode repetir com o Apóstolo: Quanto a mim, que eu não me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.
A cruz de Cristo! No seu constante florescimento, a árvore da Cruz dá sempre renovados frutos de salvação. Por isso, os fiéis olham com confiança para a Cruz, haurindo do seu mistério de amor a coragem e o vigor para caminhar com fidelidade nas pegadas de Cristo crucificado e ressuscitado. Assim, a mensagem da Cruz entrou no coração de muitos homens e mulheres, transformando a sua existência.
Um exemplo eloquente desta extraordinária renovação interior é a vicissitude espiritual de Edith Stein. Uma jovem em busca da verdade, graças ao trabalho silencioso da graça divina, tornou-se santa e mártir: é Teresa Benedita da Cruz, que hoje repete do céu a todos nós as palavras que caracterizaram a sua existência: «Quanto a mim, que eu não me glorie, a não ser na cruz de Jesus Cristo».

2. No dia 1 de Maio de 1987, durante a minha visita pastoral na Alemanha, tive a alegria de proclamar Beata, na cidade de Colónia, esta generosa testemunha da fé. Hoje, a onze anos de distância aqui em Roma, na Praça de São Pedro, é-me dado apresentar solenemente esta eminente filha de Israel e filha fiel da Igreja como Santa perante o mundo inteiro.
Assim como nessa data, também hoje nos inclinamos diante da memória de Edith Stein, proclamando o testemunho invicto que ela deu durante a vida e sobretudo com a morte. Ao lado de Teresa de Ávila e de Teresa de Lisieux, esta outra Teresa vai colocar-se no meio da plêiade de santos e santas que honram a Ordem carmelitana.
Caríssimos Irmãos e Irmãs, que vos congregastes para esta solene celebração, dêmos glória a Deus pela obra que realizou em Edith Stein.

3. Saúdo os numerosos peregrinos vindos a Roma, com um particular pensamento para os membros da família Stein, que quiseram estar connosco nesta feliz circunstância. Uma cordial saudação dirige-se também à representação da Comunidade carmelitana, que se tornou a «segunda família» para Teresa Benedita de Cruz.
Depois, dou as minhas boas-vindas à delegação oficial da República Federal da Alemanha, chefiada pelo Chanceler Federal resignatário, Helmut Kohl, a quem saúdo com deferente cordialidade. Além disso, cumprimento os representantes das regiões de Nordrhein-Westfalen e Rheinland-Pfalz, bem como o Primeiro Presidente da Câmara Municipal de Colónia. Inclusivamente da minha Pátria veio uma delegação oficial, guiada pelo Primeiro-Ministro Jerzy Buzek.
Dirijo-lhe uma cordial saudação. Depois, quero reservar uma especial menção aos peregrinos das dioceses de Vratislávia, Colónia, Monastério, Espira, Cracóvia e Bielsko-Žywiec, presentes com os seus Bispos e sacerdotes. Eles unem-se ao numeroso grupo de fiéis vindos da Alemanha, dos Estados Unidos da América e da minha Pátria, a Polónia.

4. Dilectos Irmãos e Irmãs! Porque era judia, Edith Stein foi deportada juntamente com a irmã Rosa e muitos outros judeus dos Países Baixos para o campo de concentração de Auschwitz, onde com eles encontrou a morte nas câmaras de gás. Hoje recordamo-nos de todos com profundo respeito. Poucos dias antes da sua deportação, a quem lhe oferecia uma possibilidade de salvar a vida, a religiosa respondera: «Não o façais! Por que deveria eu ser excluída? A justiça não consiste acaso no facto de eu não obter vantagem do meu baptismo? Se não posso compartilhar a sorte dos meus irmãos e irmãs, num certo sentido a minha vida é destruída».
Doravante, ao celebrarmos a memória da nova Santa, não poderemos deixar de recordar todos os anos também o Shoah, aquele atroz plano de eliminação de um povo, que custou a vida a milhões de irmãos e irmãs judeus. O Senhor faça brilhar o seu rosto sobre eles, concedendo-lhes a paz (cf. Nm 6, 25s.).
Por amor de Deus e do homem, lanço de novo um premente brado: nunca mais se repita uma semelhante iniciativa criminosa para nenhum grupo étnico, povo e raça, em qualquer recanto da terra! É um brado que dirijo a todos os homens e mulheres de boa vontade; a todos aqueles que crêem no Deus eterno e justo; a todos aqueles que se sentem unidos em Cristo, Verbo de Deus encarnado. Aqui, todos nós devemos ser solidários: é a dignidade humana que está em jogo. Só existe uma única família humana. É isto que a nova Santa afirmou com grande insistência: «O nosso amor pelo próximo - escrevia - é a medida do nosso amor a Deus. Para os cristãos - e não só para eles - ninguém é "estrangeiro". O amor de Cristo não conhece fronteiras».

5. Estimados Irmãos e Irmãs! O amor de Cristo foi o fogo que ardeu a vida de Teresa Benedita da Cruz. Antes ainda de se dar conta, ela foi completamente arrebatada por ele. No início, o seu ideal foi a liberdade. Durante muito tempo, Edith Stein viveu a experiência da busca. A sua mente não se cansou de investigar e o seu coração de esperar. Percorreu o árduo caminho da filosofia com ardor apaixonado e no fim foi premiada: conquistou a verdade; antes, foi por ela conquistada. De facto, descobriu que a verdade tinha um nome: Jesus Cristo, e a partir daquele momento o Verbo encarnado foi tudo para ela. Olhando como Carmelita para este período da sua vida, escreveu a uma Beneditina: «Quem procura a verdade, consciente ou inconscientemente, procura a Deus».
Embora sua mãe a tenha educado na religião hebraica, aos 14 anos de idade Edith Stein, «consciente e propositadamente desacostumou-se da oração». Só queria contar consigo mesma, preocupada em afirmar a própria liberdade nas opções de vida. No fim do longo caminho, foi-lhe dado chegar a uma surpreendente conclusão: só quem se une ao amor de Cristo se torna verdadeiramente livre.
A experiência desta mulher, que enfrentou os desafios de um século atormentado como o nosso, é para nós exemplar: o mundo moderno ostenta a porta atraente do permissivismo, ignorando a porta estreita do discernimento e da renúncia. Dirijo-me especialmente a vós, jovens cristãos, em particular aos numerosos ministrantes reunidos em Roma nestes dias: evitai conceber a vossa vida como uma porta aberta a todas as opções! Escutai a voz do vosso coração! Não permaneçais na superfície, mas ide até ao fundo das coisas! E quando chegar o momento, tende a coragem de vos decidirdes! O Senhor espera que coloqueis a vossa liberdade nas suas mãos misericordiosas.

6. Santa Teresa Benedita da Cruz conseguiu compreender que o amor de Cristo e a liberdade do homem se entretecem, porque o amor e a verdade têm uma relação intrínseca. A busca da verdade e a sua tradução no amor não lhe pareciam ser contrastantes entre si; pelo contrário, compreendeu que estas se interpelam reciprocamente. No nosso tempo, a verdade é com frequência interpretada como a opinião da maioria. Além disso, é difundida a convicção de que se deve usar a verdade também contra o amor, ou vice-versa. Todavia, a verdade e o amor têm necessidade uma do outro. A Irmã Teresa Benedita é testemunha disto. «Mártir por amor», ela deu a vida pelos seus amigos e no amor não se fez superar por ninguém. Ao mesmo tempo, procurou com todo o seu ser a verdade, da qual escrevia: «Nenhuma obra espiritual vem ao mundo sem grandes sofrimentos. Ela desafia sempre o homem inteiro». A Irmã Teresa Benedita da Cruz diz a todos nós: Não aceiteis como verdade nada que seja isento de amor. E não aceiteis como amor nada que seja isento de verdade!

7. Enfim, a nova Santa ensina-nos que o amor a Cristo passa através da dor. Quem ama verdadeiramente, não se detém diante da perspectiva do sofrimento: aceita a comunhão na dor com a pessoa amada. Consciente do que comportava a sua origem judaica, Edith Stein pronunciou palavras eloquentes a este respeito: «Debaixo da cruz, compreendi a sorte do povo de Deus... Efectivamente, hoje conheço muito melhor o que significa ser a esposa do Senhor no sinal da Cruz. Mas dado que se trata de um mistério, isto jamais poderá ser compreendido somente com a razão». Pouco a pouco, o mistério da Cruz impregnou toda a sua vida, até a impelir rumo à oferta suprema. Como esposa na Cruz, a Irmã Teresa Benedita não escreveu apenas páginas profundas sobre a «ciência da cruz», mas percorreu até ao fim o caminho da escola da Cruz. Muitos dos nossos contemporâneos quereriam fazer com que a Cruz se calasse. Mas nada é mais eloquente que a Cruz que se quer silenciar! A verdadeira mensagem da dor é uma lição de amor. O amor torna o sofrimento fecundo e este aprofunda aquele. Através da experiência da Cruz, Edith Stein pôde abrir um caminho rumo a um novo encontro com o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. A fé e a cruz revelaram-se-lhe inseparáveis. Amadurecida na escola da Cruz, ela descobriu as raízes às quais estava ligada a árvore da própria vida. Compreendeu que lhe era muito importante «ser filha do povo eleito e pertencer a Cristo não só espiritualmente, mas inclusive mediante um vínculo sanguíneo».

8. «Deus é espírito e aqueles que O adoram devem adorá-Lo em espírito e verdade» (Jo 4, 24). Caríssimos Irmãos e Irmãs, com estas palavras o divino Mestre entretém-se com a Samaritana junto do poço de Jacob. Quanto Ele deu à sua ocasional mas atenta interlocutora, encontramo-lo presente também na vida de Edith Stein, na sua «subida ao Monte Carmelo ». A profundidade do mistério divino tornou-se-lhe perceptível no silêncio da contemplação. Ao longo da sua existência, enquanto amadurecia no conhecimento de Deus adorando-O em espírito e verdade, ela experimentava cada vez mais claramente a sua específica vocação de subir à cruz juntamente com Cristo, de abraçá-la com serenidade e confiança, de amá-la seguindo as pegadas do seu dilecto Esposo: hoje, Santa Teresa Benedita da Cruz é-nos indicada como modelo em que nos devemos inspirar e como protectora à qual havemos de recorrer. Dêmos graças a Deus por este dom. A nova Santa seja para nós um exemplo do nosso compromisso no serviço da liberdade e na nossa busca da verdade. O seu testemunho sirva para tornar cada vez mais sólida a ponte da recíproca compreensão entre judeus e cristãos. Santa Teresa Benedita da Cruz, ora por nós! Amém.

Fonte:http://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/homilies/1998/documents/hf_jp-ii_hom_11101998_stein.html

09/08 - Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)


TRAJETÓRIA

Edith Stein, de família judia, nasce em 1891, em Breslau (Alemanha), hoje Wroclau (Polônia). Órfã de pai aos dois anos, Edith herda da mãe a austera formação judaica e a paixão pelos estudos. Cursa filosofia em Breslau e em Gottinga na Alemanha. Em 1915, integra a Cruz Vermelha para tratar de feridos da Primeira Guerra Mundial. Os campos de guerra da Moravia lançam-lhe a semente da cruz.

Ela escreverá: “Foi um momento em que minha incredulidade abalou-se. O judaísmo obscureceu-se e Cristo levantou-se luminoso diante de meus olhos: Cristo no mistério da Cruz”. No ano seguinte, passa a ser assistente de Edmund Husserl, cujo pensamento fenomenológico a influencia profundamente. Em 1921, a leitura da Autobiografia de Teresa D’Ávila é a água que lhe faz germinar na alma a semente cristã, semeada em Moravia. É batizada no início do ano seguinte, rompendo com a família, que passou a considerá-la infiel a seus irmãos perseguidos.

Para ela, porém, a perseguição aos judeus era a perseguição à humanidade de Jesus. Imitando-o, ela via a possibilidade de vencer o mal pelo bem. Tal vitória não seria a fuga do sofrimento, mas – aceitando-o na força da cruz – a solidariedade com os que sofrem. Leciona filosofia em Speyer e em Münster até 1933, quando Hitler proíbe os judeus de lecionar. No mesmo ano, ingressa no Carmelo, em Colônia. Em 1938, faz os votos perpétuos e transfere-se para Echt, na Holanda. Os alemães ocupam a Holanda em 1940 e, no dia 2 de agosto de 1942, os judeus católicos são de lá deportados.

Com eles, seguem Edith e sua irmã Rosa, da ordem terceira do Carmelo. Na rápida passagem pelo campo de concentração de Westerbork (norte da Holanda), Edith escreve à priora: “Estou feliz por tudo. Só podemos adquirir a ciência da cruz, experimentando a cruz até o fim… repito no meu coração: ave, ó cruz, única esperança”. De lá, as irmãs são levadas, em 7 de agosto, para Auschwitz, na Polônia. Dois ou três dias depois, morrem na câmara de gás, com outros prisioneiros, cujos corpos são cremados.

A CIÊNCIA DA CRUZ


Sempre mergulhada nos livros, Edith descobre, no Carmelo, que “não é a atividade humana que pode nos salvar, mas só a paixão de Cristo. Participar da paixão do Senhor: eis o desejo”. E escreve: “O caminho da fé nos dá mais que o caminho do pensamento filosófico: nos dá Deus, tão próximo como uma pessoa que nos ama e se compadece de nós, e nos dá esta segurança que não é própria de nenhum outro conhecimento natural. Porém, o caminho da fé é obscuro”.

Seu caminho espiritual é a mística de Teresa D’Ávila e João da Cruz, o pai espiritual das Carmelitas Descalças. Não à toa, ela recebe, no Carmelo de Colônia, o nome de Teresa Benedita da Cruz. E lá surge, entre outros escritos, o seu testamento espiritual: A Ciência da Cruz – Um estudo sobre São João da Cruz, no qual explora a essência da pessoa humana: o eu, a liberdade e a pessoa, de um lado; o espírito, a fé e a contemplação, do outro.

Valem para ela as palavras com que descreve seu guia espiritual: “para aquele místico… a alma está unida a Cristo, e viverá a vida de Cristo, ao conseguir entregar-se completamente a ele, seguindo-lhe inteiramente o caminho da cruz” (A Ciência da Cruz). “Também nós, somente com santa reverência poderemos nos aproximar dos segredos divinos que se passam no íntimo da alma recolhida. Uma vez levantado o véu, não é permitido continuar em silêncio; eis diante de nós… a união beatificante da alma que terminou a via crucis”. Os últimos capítulos do livro não são escritos; são vividos no calvário de Auschwitz.

Frei Romeu Leuven, OCD, é sucinto: “Sua obra, centro de sua vida e lugar de união mística, radica em Deus o princípio e a finalidade da vida de todas as pessoas”. Edith Stein é canonizada em 10 de outubro de 1998, pelo papa João Paulo II, no Vaticano.

Publicado em “Revista Mundo e Missão“.

ORAÇÃO

Senhor, Deus de nossos pais,/
Tu conduziste a Santa Teresa Benedita
à plenitude da ciência da Cruz
ao momento de seu martírio.
Enche-nos com o mesmo conhecimento;
e, por sua intercessão,
permite-nos sempre seguir em busca de ti, que és a suprema Verdade,
e permanecer fiéis até a morte
à aliança de amor ratificada pelo sangue de teu Filho
pela salvação de todos os homens e mulheres. 
Te pedimos por nosso Senhor, Amém!

Texto enviado pela Comissão de Espiritualidade da OCDS

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Mais um formando da OCDS Camaragibe na Escola de Formação Edith Stein - EFES, em Fortaleza/CE.

Nesta quinta-feira, dia 26 de julho de 2018, deu-se início ao 4º Módulo da Escola de Formação Edith Stein - EFES, na cidade de Fortaleza, no Estado do Ceará. Representantes de vários Estados do Nordeste e Sudeste assistiram as aulas do Módulo "Dimensão Espiritual", ministrado pelo Frei Gregório (o.c.d.).
Nesse Módulo seis alunos "se formaram", ou seja, completaram os quatro módulos que compõem a carga horária atual do Curso de Formação: Fred, Milena, Erisvaldo, Juliana, Branca e Lurdes (de São Paulo).
A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu no sábado a noite, 28, com a presença do Presidente da Província São José, Luciano Dídimo e convidados da Ordem Secular.
O próximo módulo está previsto para janeiro de 2019 e espera-se que as comunidades e grupos, principalmente do Nordeste, apresentem seus membros para o curso de formação, mantendo a Escola sempre ativa.

sábado, 28 de julho de 2018

Reunião da OCDS Camaragibe no Carmelo, nesse sábado, 28. Catecismo repassado pelos membros da Comunidade.

Mais uma reunião da Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face - OCDS Camaragibe, no Carmelo da Imaculada Conceição em Camaragibe/PE, nesse sábado, 28.

A formação foi novamente conduzida pelos membros da Comunidade. Dessa vez ficaram responsáveis em repassar o conteúdo dos tópicos do Catecismo da Igreja Católica - CIC, as pessoas de Sumaya, Tiago e Célia.

No período da tarde ocorreu formação com os "novos" Edilânea, Sumaya, Stênio, Marcela, Ana Lúcia e Tiago. Gustavo, Nicole e Seu Sena conduziram a formação.





terça-feira, 24 de julho de 2018

Revista Virtual Monte Carmelo - OCDS - Nº 158 - Mai/Jun - 2018



Prezados irmãos compartilhamos com todos vocês mais uma edição de nossa Revista Virtual Monte Carmelo. 

Acesse o link

E acompanhe as matérias:
- Santo do Mês: Beata Maria Felícia de Jesus Sacramentado
- XXXVII Assembleia do Conselho Nacional do Laicato do Brasil
- 15 anos da Província São José
- Notícias das Comunidades/Grupos OCDS

Desejamos uma boa leitura!
Comissão de Comunicação da OCDS

segunda-feira, 23 de julho de 2018

"MÃE DA DIVINA GRAÇA, 
título muito caro ao Carmelo"

NA OITAVA DE NOSSA SENHORA DO CARMO
À invocamos como Mãe da Divina Graça, conforme a Ladainha. 



A celebração da oitava nas grandes festas é de inspiração bíblica,  encontramos no antigo testamento prescrito para a festa dos Tabernáculos e na festa da Dedicação do Templo, porém este costume foi transferido ao cristianismo só no século IV, onde se reservava um período de alegre retiro nas festas da Pascoa, Pentecostes, e no VIII século acrescentou-se a oitava de natal. Já na Idade Média as oitava passaram a ser celebradas nas principais festas das Igrejas particulares e das Ordens religiosas.

Sendo assim, celebramos a oitava da Solenidade de Nossa Senhora do Carmo, oito dias de alegres liturgias segundo a festa celebrada, partindo do dia 16 de Julho conta-se oito dias aí teremos o dia 23 que é dedicado a memória de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça. 
Os Carmelitas ao terminar a oitava da festa do Carmo com esta comemoração, que vem das antigas ladainhas marianas, a tem invocam com a cara devoção, sob o terno título que expressa a materna missão da Virgem Maria, a de ser Mãe da Divina Graça.
Com a reforma litúrgica do Concilio Vaticano II, as oitavas foram dedicadas apenas as festas do Natal e da Pascoa de Nosso Senhor, a festa do Carmo porém se manteve com o grau de solenidade para os dois ramos da Ordem, e memória facultativa para Igreja. O Carmelo descalço tendo em referência a antiga oitava manteve sob o grau de memória facultativa a celebração de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, o que não aparece no novo calendário observante.

Mãe da Divina Graça, rogai por nós!

#AlmaCarmelita 
#ComissãoDeEspiritualidade 




domingo, 22 de julho de 2018

Com liturgia voltada ao "Bom Pastor", Santa Missa no Carmelo de Camaragibe tem participação de membros da OCDS Camaragibe.

A Santa Missa no Carmelo Imaculada Conceição em Camaragibe, correspondente a 16º Domingo do Tempo Comum, apresentou na liturgia e no Evangelho, Jesus como verdadeiro Pastor. 

Sua paz e ensinamentos, mesmo que no deserto, se transforma em "pastagens verdejantes". Como o rebanho que escuta a voz do seu pastor, recorramos a Jesus Cristo aonde quer que vá, porque é perto dele e do seu ensinamento que nos prevenimos dos erros mundanos (Igreja em Oração, Semanário Litúrgico- catequético, 22JUL2018 - Ano B, 16º Domingo do Tempo Comum).

Fred e Sena da Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face - OCDS Camaragibe, presentes a equipe de liturgia, que também tinha Carminha e Regina Célia, leram a primeira leitura e as preces, respectivamente, sendo a Missa presidida pelo Pe Henrique.


quarta-feira, 18 de julho de 2018

O Carmelo celebra Nossa Senhora do Carmo em Caratinga






A Paróquia Nsra do Carmo celebrou com êxito a Padroeira Nossa Senhora do Carmo.
No primeiro momento uma novena muito bem participada, contando com as comunidades paroquiais e as paróquias de nossa cidade.
O tema refletido na novena foi: “Virgem do Carmo, a senhora do avental”.
A festa paroquial foi no dia 15/07 contando com a participação especial da Banda de música Santa Cecília, coral Santíssima Trindade e todo povo de Deus que se empenhou para abrilhantar a Solenidade. A mesma se estendeu ao dia 16/07 com gratidão.
Foi momento propício de graça com a experiência da espiritualidade Carmelitana em reflexão sobre a importância e atuação do leigo, a exemplo da Virgem Maria que é a senhora do avental, ou seja, do Escapulário.
Gratidão ao nosso Pároco Frei Everaldo, aos frades do convento Nsra do Carmo e também do convento São José, aos padres das paróquias de nossa cidade que concelebraram conosco. Aos aspirantes, postulantes, noviços, Ordem secular, e a cada leigo (a) que se empenhou para rezar mais e celebrar com tanto empenho a “Virgem do Carmo, a senhora do avental”.
Gratidão!!!
                                                                                                 Comunidade Sta Teresinha- OCDS






Formação na Comunidade Santa Teresinha - Caratinga.


Na última quarta-feira, dia 13/06, logo após a Celebração Eucarística das 19 horas, a Comunidade Santa Teresinha se reuniu no salão da Casa de Retiros para a formação realizada por Frei George com o tema “A humanidade de Cristo e a nossa humanidade”. 
 Temos a infelicidade de dividir resumidamente as coisas que acontecem como diabólico e divino. Esquecemo-nos que, muitas vezes, é da natureza humana o que se passa conosco ou próximo a nós. Cada vez que reconhecemos a nossa humanidade, tornamo-nos também capazes de reconhecer a humanidade do outro. Utilizaremos um pouco mais de misericórdia com as pessoas a partir do momento que experimentamos desta misericórdia em nossa própria vida. 

Há um desejo de ser sempre “borboleta” e esquecemo-nos de aceitar o processo “lagarta”. A nossa existência não se resume apenas em ser borboleta é necessário também assumir, sem culpas, o período de lagarta e suas características. Queremos ser santos! Este é o nosso desejo! Destacou a necessidade de vida de oração e direção espiritual, além da prática das virtudes, como boas pistas para alcançarmos a santidade. Porém, não podemos deixar de lado, o compromisso de cuidar do corpo físico, espiritual e psicológico. A nossa humanidade não pode ser nossa inimiga. Quanto mais humanos, maiores são as chances de nos tornarmos santos. Humanizar para santificar! 
Esta formação muito tem nos ajudado em nossa caminhada de fé. Somos convidados, como Cirineu, a ajudar os nossos irmãos e irmãs que caminham conosco. Que a Virgem Maria, modelo de santidade, abençoe e interceda por todos nós.



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