segunda-feira, 19 de setembro de 2016

"III Retiro do Silêncio”, do Grupo São José/OCDS, da Diocese de Petrópolis – RJ

Aconteceu no último dia 28 de Agosto de 2016, o “III Retiro do Silêncio”, do Grupo São José/OCDS, da Diocese de Petrópolis – RJ, com o tema: “Tudo reside em nos entregar a Ele com toda a determinação” (Santa Teresa – C 28,12), e o lema: “Orai sem cessar” (1Ts 5,17).

O retiro tem como propósitos, o crescimento espiritual dos seus membros, o estímulo às novas vocações para a OCDS - com o convite aos fiéis das paróquias da Diocese, e, serviço espiritual as mesmas. Sendo assim, neste ano, o retiro contou com a participação de cinqüenta e três pessoas, incluindo, os membros, os palestrantes e os convidados. Evento que vem acontecendo anualmente no mês vocacional, e por um período de um dia, iniciando com a Santa Missa e encerrando com a adoração ao Santíssimo Sacramento. Tendo esses dois pontos altos no retiro, o mais fica por conta da pedagogia do próprio silêncio, onde o nosso Deus faz as suas maravilhas em cada alma, como lhe aprouver, que o digam as partilhas finais.

O teor espiritual do retiro é sempre a “oração”, nosso principal carisma, porém, ele se desenvolve a partir da demanda dos momentos fortes que a Província estiver vivendo. Neste ano, o tema foi desenvolvido a partir do Catecismo, entrando obviamente, na espiritualidade de nossos doutores, e culminando com a nobre homenagem à Elisabete da Trindade, sua vida em teatro, em reflexões e na adoração ao Santíssimo Sacramento. 

Neste ano, abordamos o tema, com os seguintes sub-temas: “A Oração para experiência com Deus”; “Vida de Oração para contemplação”; “Direção Espiritual para o encontro com Deus”; Elisabete da Trindade, “Sou Isabel da Trindade, quer dizer, Isabel que se perde na Trindade” e o seu “Lauden Gloriae”. A estrutura das Palestras e Meditações foram elaboradas pela formação, desenvolvidas e dinamizadas em conjunto com os membros do Conselho do Grupo São José, bem como, as diversas atividades do retiro.

Os temas foram apresentados, respectivamente, pelos palestrantes: Seminarista de Teologia, Pablo de Freitas Oliveira, do seminário Nossa Senhora do Amor Divino, em Petrópolis; Frei Ilson Fontenele Junior, Ofm, Guardião e formador do Aspirantado e Postulantado na cidade de Petrópolis – RJ; Padre Geraldo Luiz da Costa Guarilha, Vigário Paroquial na Paróquia Imaculada Conceição de Raiz da Serra, Diocese de Petrópolis; Profº Pedro Paulo Rodrigues Santos, Bacharel e Licenciado em Filosofia –UCP, Bacharel em Teologia – pela FATIN e Licenciado em Letras – pela Estácio, Celibatário Consagrado, associado à família Monfortina. Terapeuta existencial. 

Seguem alguns testemunhos...

 
"Um dia de Retiro foi essencial e maravilhoso... Falar em silêncio e vivê-lo, são coisas contrárias ao mundo atual, porém neste retiro, posso dizer que vivi um momento especial na minha vida. Aprendi a contemplar aquilo que Deus diz pra mim nas pequenas coisas, posso dizer que agora tenho compromisso de fidelidade ao recado da Lectio Divina, "ler, escutar, reter, aprofundar, viver a Palavra de Deus”. Teresa, foi aquela que despertava no próximo o amor e desejo de estar com Deus. Assim, também eu, quero viver! Compreendi, que só com o tempo a intimidade na oração com o Amado... eu viverei totalmente Dele, como Ele e Ele será completamente Meu." (Mariana Moraes, membro da iniciação do Grupo São José)


  “Obrigada mais uma vez por tudo (...) minha alma se encontra em meio a muitas trovoadas (... do Lauden Gloriae) Não consegui pensar em um nome que poderia me apresentar diante de Deus (mas) minha alma ainda se encontra sobre o efeito do retiro, está estremecida (... do teatro) Sabe aquela paz que te inquieta? É assim que de sinto (...) Elisabete não sai do meu coração e da minha mente.” (Michele Amorim, membro da iniciação do Grupo São José)


  “Começo dizendo que era tuuudo que eu precisava nesse momento, Deus sabe o que faz. O primeiro deserto foi difícil, o segundo menos, os seguintes pareciam que eu já estava praticando há anos, rs. Vivi intensamente cada momento, e só tenho a agradecer à equipe pelo carinho de cada detalhe. É verdade que não obtive todas as respostas que queria, mas aprendi como buscá-las (...) Foi muito mais do que eu esperava. Quanto a espiritualidade carmelita, quero conhecer mais, pois o pouco que tive contato, me fez sentir íntima de vocês. Tudo me parece familiar. E me apaixono por cada coisa que aprendo. Esse método de orar, olhando pra dentro de si, parece ser a chave do caminho de paz que sempre busquei. Se me permitirem, quero acompanhar vocês e aprender mais. Muito obrigada por tudo. Que Deus abençoe!” (Gisele Medeiros – Vocacionada)


  “Retiro do Silêncio. O que falar??? Simplesmente, forte! Achei que não seria capaz de silenciar, enganei-me. Vivi cada momento com intensidade. Interiorizei-me “comigo mesma” e com “Deus”, momentos de reflexão com profundidade através de temas, palestras curtas, porém de grande valor. Com a história da vida de Elisabete da Trindade pude penetrar nesta história de vida e sentir em mim a habitação de Deus, reavivou em mim a chama ardente no silêncio do meu coração (...) uma riqueza esse “Retiro do Silêncio” (...) desejo disseminar esse Amor para meus irmãos e essa certeza mesmo no silêncio.” (Ângela Leandro – Convidada)

Agradecemos ao Bom Deus e a Santíssima Virgem Maria do Monte Carmelo, com São José e os santos e doutores do Carmelo, pelo êxito desta obra, restando-nos dizer como Elisabete da Trindade: "Quão bela é a criatura assim despojada, libertada de si própria! [...] Ela sobe, eleva-se acima dos sentidos, da natureza; ultrapassa-se a si mesma; domina toda alegria e toda tristeza, e tudo transpõe para só descansar quando tiver penetrado no interior d'Aquele que ela ama". (Elisabete da Trindade).

Por: Estela Márcia da Paz 
Formadora
Grupo São José, Petrópolis – RJ.





















domingo, 18 de setembro de 2016

Comunidades e Grupos da OCDS compartilham suas atividades nas redes sociais

Grupo São José, de Petrópolis-RJ celebra aniversário de 04 anos

Grupo Elizabeth da Trindade, de Ipatinga-MG realiza estudo sobre Elizabeth da Trindade

Comunidade Santa Teresinha, de Passos-MG faz estudo do Documento 105 da CNBB - Cristão Leigos e Leigas na
Igreja e na Sociedade - Sal da Terra e Luz do Mundo

Comunidade São João da Cruz, de Belo Horizonte-MG teve formação com Frei Allyson sobre a Regra do Carmo

Comunidade Maria, Mãe e Rainha do Carmelo, de Jabaquara (São Paulo-SP)  realiza retiro com o tema "Vocação"

Foram realizadas eleições na Comunidade   Santa Teresinha Doutora da Igreja (Niterói-RJ) no dia 17/09/2016. Para Presidente: Iris Gomes da Costa. Conselheiros: Cleusa Pinheiro, Joao Carlos de Souza Grilo e Nelia Nascimento Souza. Formador: Joao Grilo. Secretaria: Cleusa. Tesoureira: Nelia.

Encontro do Grupo São João da Cruz, de Ibiapina-CE

OCDS de Fortaleza reinaugura a Ermida São José, local onde as comunidades da OCDS se reúnem nas dependências
do Carmelo Santa Teresinha
Os membros da OCDS que desejarem entrar nos grupos de WhatsApp, podem enviar suas solicitações para Luciano Dídimo: (85) 88955966

Grupos de WhatsApp da OCDS da Província São José:
  • OCDS PROVÍNCIA SÃO JOSÉ
  • PRESIDENTES OCDS
  • ENCARREGADOS DE FORMAÇÃO
  • CARMELO JOVEM
  • CASAIS OCDS

Visite a página da OCDS - PROVÍNCIA SÃO JOSÉ no Facebook:  https://www.facebook.com/ocdsprovsaojose/

sábado, 17 de setembro de 2016

A REGRA DO CARMO PARA O CARMELITA DESCALÇO SECULAR

Neste dia de Santo Alberto, legislador de nossa Ordem, é muito importante refletirmos sobre a Regra do Carmo na vivência do carmelita secular. Essa regra, apesar de escrita há mais de 800 anos para os eremitas que foram viver no Monte Carmelo em busca de uma maior e intimidade com Deus, continua atual até hoje e nela podemos identificar os princípios que regem a vida carmelitana. Tais princípios se encontram nas Constituições da OCDS, em seu artigo 6°:

6. A Regra de Santo Alberto é a expressão original da espiritualidade do Carmelo. Foi escrita para leigos que se reuniram no Monte Carmelo para viver uma vida dedicada à meditação da Palavra de Deus sob a proteção da Virgem. Nessa Regra se encontram os princípios que orientam a vida carmelitana: a)    viver em obséquio de Jesus Cristo; b)    ser diligentes na meditação da lei do Senhor; c)    reservar tempo para a leitura espiritual; d)    participar na liturgia da Igreja, tanto na Eucaristia como na Liturgia das Horas; e)    interessar-se pelas necessidades e pelo bem dos demais na comunidade; f)     armar-se com a prática das virtudes, ao mesmo tempo que se vive uma vida intensa de fé, esperança e caridade; g)    buscar o silêncio interior e a solidão em nossa vida de oração; h)   usar prudente discrição em tudo que fazemos.

Todos esses princípios contidos na Regra serviram de base para a elaboração dos demais documentos que regem a vida do Carmelita Secular, como as Constituições e os Estatutos. Dessa forma, quando vivemos o que pede esses documentos, estamos vivendo o que nos propõe a Regra do Carmo. 

Fazer a vontade de Deus é viver em obséquio de Jesus Cristo. Para discernirmos a vontade de Deus, precisamos meditar a Palavra, ler os livros espirituais, participar da Eucaristia, rezar a liturgia das horas e fazer a oração mental. Assim, poderemos realizar a vontade de Deus, nos atentando às necessidades dos outros, praticando as virtudes e sendo discretos em  nossas ações. 
Portanto, o carmelita secular deve procurar viver no mundo moderno de hoje, no trabalho, na escola, na família, na Igreja, onde estiver, os princípios escritos por Santo Alberto, para que assim possa ser sal da terra e luz no mundo em uma sociedade perdida pelo consumismo, egoísmo, numa busca desenfreada pelo poder, pelo prazer e pelo possuir.

                                                                                         Luciano Dídimo, ocds


A Regra do Carmo não deve ser vista como um conjunto de normas para medir a perfeição da nossa observância, mas sim como uma porta que oferece um novo acesso até à fonte que é Jesus. Entrando por esta porta e seguindo por este caminho, o coração se purifica, a consciência encontra a serenidade (Rc 2) e a presença de Deus se manifesta. Vivendo a Regra, realiza-se em nós o que aconteceu com o profeta Elias no Karit: beberemos da fonte e seremos alimentados por Deus (1Rs 17,1-6). Realiza-se o que aconteceu com Maria em Nazaré: receberemos a Palavra de Deus e ela se encarnará em nossas vidas (Lc 1,38).


Carlos Mesters, Ao redor da fonte

SANTO ALBERTO DE JERUSALÉM, Bispo e Legislador de Nossa Ordem - Festa (17 de setembro).



Não é carmelita no sentido estrito, porém, é celebrado na Ordem do Carmo com toda a propriedade, como filho querido, por haver sido seu Legislador.

Nasceu no Castelo Gualtien, diocese de Reggio Emilia (Itália), em meados do século XII, da família Avogadro ou dos condes de Sabbioneta.
Em 1180 foi eleito Prior dos Cônegos Regulares de Santa Cruz de Mortara (Pávia). Em 1184 é eleito bispo de Bobbio e, no ano seguinte, de Vercelli, diocese que governou pelo espaço de vinte anos.
Durante esse tempo desempenhou, com grande acerto, delicadas missões nacionais e internacionais, encarregado por papas e imperadores. Todos acudiam a ele, sabedores de sua prudência, firmeza e independência.
Foi o que se podia chamar de “árbitro especialista” dos mais intrigados dos mais intrigados litígios que tinham relação com a Igreja.
Dadas suas qualidades e olhando o bem da Igreja Universal, o papa Inocêncio III o nomeou Patriarca de Jerusalém, ainda doendo-lhe perdê-lo, dizendo do mesmo em 17 de fevereiro de 1205: “ainda nos és muito necessário na região da Lombardia, pois confiamos plenamente em ti para que nos representes inclusive nos mais difíceis assuntos”...
Em 16 de junho de 1205 anunciava este mesmo papa aos prelados da Terra Santa que lhes enviava a Alberto, “varão provado, discreto e prudente como legado seu para a província eclesiástica de Jerusalém”.
Chegou à Palestina em princípios de 1206 e fixou sua residência em Accon (São João de Acre) porque Jerusalém estava ocupada pelos sarracenos.
Suas extraordinárias qualidades de mediador especialista, também as exercitou com fruto durante os nove anos que durou seu patriarcado.
Para nós – os carmelitas – sua obra mais benemérita foi a entrega da Regra ou Norma de Vida que leva seu nome e que ainda hoje observa o Carmelo em todas seus múltiplos ramos.
Em 14 de setembro de 1214, em Accón, enquanto participava Santo Alberto em uma procissão, foi assassinado a punhaladas por um Mestre do Hospital do Espírito Santo, ao qual havia repreendido e deposto de seu cargo por causa de sua vida má.
Sua recordação, que começou a celebrar-se na Ordem em 1504, celebramos agora em 17 de setembro com a categoria de festa.


SUA ESPIRITUALIDADE
Pelos anos 1206-1209, à petição dos eremitas que moravam no Monte Carmelo, entregou ao “irmão (Brocardo) e companheiros” uma Norma de Vida ou Regra, que chamamos “Regra de Santo Alberto”.
Alberto codificou em breves traços, ricos em citações bíblicas, a tradição monástica do Carmelo. São normas concretas e preceitos disciplinares. Insiste, sobretudo, na meditação da Palavra de Deus para melhor servir a Jesus Cristo, na oração, silêncio, mortificação e trabalho.
A entregou em um só corpo, porém hoje a temos dividida em um prólogo, dezoito capítulos e um epílogo.
Quantidade enorme de autores de dentro e de fora da Ordem tem comentado durante estes mais de sete séculos que conta de existência este maravilhoso documento legislativo-espiritual.
Muitos homens e mulheres se santificaram observando esta Regra, que foi aprovada e recomendada por vários Pontífices.
O hino do Ofício das Leituras de sua festa sintetiza sua espiritualidade
Alberto, sol refulgente, / pastor e legislador, / teus filhos hoje te celebram, / escuta sua invocação. / Da paz e a concórdia, mensageiro e confessor, / és farol que nos dás / em fé e costumes fulgor. / Pátrias fronteiras transborda / de tua virtude o cheiro; / e cheia Jerusalém / tua dignidade e tua honra. / resplandecendo na Igreja/santo e prudente reitor, dando santa Regra ao Carmelo / o guias por sendas de amor. / Faz que em nós aumentem / caridade, graça, oração; / e contigo a Deus rendamos / sempiterna adoração”. Amém.


SUA MENSAGEM
 Que amemos a Igreja até morrer por ela.
 Que nossa maravilhosa Regra seja trampolim para o Céu.
 Que gastemos nossa vida “em obséquio de Jesus Cristo”.

 Que nosso sonho e meta seja: “servir fielmente a Jesus Cristo”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Grupo Flor Carmeli presta contas do prêmio recebido pela OCDS no Concurso do Projeto Social

O Grupo Flor Carmeli, da OCDS de Bananeiras-PB, foi um dos vencedores do concurso da Ação Social promovido pelo Conselho Provincial da OCDS - Província São José. Conforme previsão constante do Estatuto Civil da nossa Associação 5% do saldo bancário no dia 31 de dezembro de cada ano será destinado a ações sociais onde haja a participação de carmelitas seculares de nossa Província.

Neste ano, o prêmio foi no valor de R$1.100,00, um valor pequeno, mas representa um sinal de partilha a nos lembrar da responsabilidade que nos é inerente como leigos, na transformação social tão urgente.

O Grupo FlosCarmeli de Bananeiras-PB apresentou projeto de capoeira para os alunos da Escola Nossa Senhora do Carmo, que funciona ao lado do Carmelo, onde vários membros da OCDS participam ativamente dos trabalhos ali desenvolvidos. 

instrumentos musicais adquiridos

alunos da Escola Nossa Senhora do Carmo

momentos de louvor

oficina de capoeira

Ofício de prestação de contas dos valores recebidos.

Beata Maria de Jesus

Memória a 12 de Setembro

A Bem-aventurada Irmã Maria de Jesus foi amiga e discipula fiel de Santa Teresa de Jesus. Nasceu em 1560, aos 4 anos de idade ficou orfã de pai, gravando no seu coração estas últimas palavras do seu pai moribundo: «Filha, Deus será o teu pai». Esta carmelita honrava-se de levar o nome da Virgem Maria, a quem tinha muita devoção e de quem parece ter ouvido dizer um dia: «Quero-te para filha». Na adolescência, foi pretendida por muitos rapazes para esposa, o que a levou a entregar-se durante muito tempo às vaidades e futilidades próprias da juventude. Um dia, pensou ouvir uma voz que lhe dizia: «Quero-te para carmelita descalça». Como não tinha ainda ouvido falar das carmelitas descalças teve que perguntar ao seu confessor, que então lhe falou da família fundada por Santa Teresa e S. João da Cruz. 
Entrou no Carmelo de Toledo, onde tomou o hábito de Nossa Senhora do Carmo. Começado o noviciado, caiu doente. Devido a esta doença, as Irmãs não lhe queriam dar a profissão, mas, Santa Teresa, que não conhecia a noviça, escreveu à comunidade para que a deixassem professar. Tomou o nome de Maria de Jesus. Quando a Santa Madre chegou a Toledo e conheceu Maria de Jesus, disse-lhe: «Muito bem falaram de si, mas agora vejo que é muito mais do que todo o bem que diziam». 
Santa Teresa dizia de Maria de Jesus que seria santa, mas que já o era e que era muito mais do que o que tinha imaginado dela. 
Segundo alguém escreveu, a Irmã Maria de Jesus padeceu os trabalhos do Céu, da terra e dos infernos, mas de todos saiu vencedora pela graça e pela força de Deus. Na sua última doença, ouviu Cristo que lhe perguntava se não queria já entrar na glória. Maria de Jesus respondeu que a prioresa a queria viva e lhe ordenava que pedisse a Deus a vida. Ao que Cristo lhe respondeu: «Pede-lhe licença para morrer e ela ta dará». Assim aconteceu. No dia 13 de Setembro de 1640, Maria de Jesus, tomando as mãos da prioresa, pediu-lhe licença para morrer. Tendo respondido a priora: «Faça-se a vontade de Deus». E assim faleceu de seguida a Irmã Maria de Jesus. 
Maria de Jesus, «o letradilho» da Santa Madre, sua amiga, discípula e confidente morreu com oitenta anos, dos quais 63 como carmelita descalça.






domingo, 11 de setembro de 2016

Comunidades e Grupos da OCDS compartilham suas atividades nas redes sociais


Encontro da Comunidade Santa Teresa de Jesus - Campinho (Rio de Janeiro-RJ) no Mosteiro São José

Reunião da Comunidade Nossa Senhora do Carmo - Tijuca (Rio de Janeiro-Rj)

Formação da Comunidade Santa Face (Tremembé-SP)

Comunidade São João da Cruz (Belo Horizonte-MG) realiza formação sobre o tema X do Livro de Formação

Formação sobre o Evangelho de São Lucas na Comunidade Flor do Carmelo de Santa Teresinha (Fortaleza-CE) 

Encontro de aprofundamento do Grupo Nossa Senhora do Sorriso (Natal-RN)

Comunidade Santa Edith Stein (Divinópolis-MG)

Comunidade Rainha do Carmelo (Fortaleza-CE) prestigiando os 65 anos de vida religiosa da Ir. Maria da Paz

Moisés Rocha, coordenador do Grupo Santa Teresinha - Alma Missionária (Quixadá-CE) e coordenador da Escola de
Formação Edith Stein apresentou trabalho sobre Edith Stein no II Congresso Português de Filosofia, na Universidade
 do Porto, com  o tema: "A mística como forma de conhecimento"

Os membros da OCDS que desejarem entrar nos grupos de WhatsApp, podem enviar suas solicitações para Luciano Dídimo: (85) 88955966

Grupos de WhatsApp da OCDS da Província São José:
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