sexta-feira, 30 de abril de 2010

EVANGELHO DO DIA - 01/05/10

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"Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!"

EVANGELHO (São João 14, 7-14)
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes’. Disse Filipe: ‘Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!’ Jesus respondeu: ‘Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: Mostra-nos o Pai ? Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei.
Palavra da Salvação.
Glória a Vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"O homem, por si mesmo, nunca verá Deus, mas Deus poderá ser visto pelos homens que Ele quiser, se o quiser, quando quiser, como quiser; porque Deus tudo pode. Foi visto outrora graças ao Espírito, segundo a profecia; foi visto graças ao Filho, nos termos da adoção; será visto no Reino dos Céus, nos termos da paternidade. Porque o Espírito prepara antecipadamente o homem para acolher o Filho de Deus, o Filho o conduz ao Pai e o Pai dá-lhe a incorruptibilidade e a vida eterna que resultam para cada um de nós da visão de Deus. Porque aqueles que vêem a luz estão na luz e participam do seu esplendor. Ora o esplendor de Deus dá a vida; aqueles que vêem Deus participam assim na Sua Vida."
(Santo Ireneu de Lião, Bispo, Teólogo e Mártir)


SÁBADO DA IV SEMANA DA PÁSCOA

IV Sábado do Saltério (in Laudes = II Salmo)

Salmo 8: Majestade de Deus e dignidade do homem.

Há uma estreita relação entre este Salmo e o relato da criação, sem que saibamos pronunciar-nos pela anterioridade e dependência concreta de um e de outro. O homem ocupa em ambos um lugar central. Neste Salmo se reúnem o que foi criado e o Criador. O homem é a letra capital e grande do poema sinfônico da criação. A grandeza provém da ação de Deus, que se lembra do homem e o visita. De Sua visita surge um ser quase divino, com coroa de glória e esplendor sobre sua cabeça. Deus lhe concede o domínio sobre todas as criaturas, simbolizado nos animais pequenos e grandes. O Salmo, no entanto, não é um canto ao homem e sim a Deus, Criador do homem. O Salmo 8 canta a glória de Deus, Rei dos Céus (vv.2-3) e o homem, coroado rei da Criação (vv. 4-9).
O universo, povoado pela imensidão dos corpos celestes, manifesta, ao mesmo tempo, a pequenez do homem, - insignificante, se comparado ao tamanho dos astros – e sua dignidade de rei da Criação.
O Nome Divino permite ao fiel, desde que saiba pronunciá-lo, participar da glória de Yahweh (cf. v. 6). Feito á imagem de Deus, o homem é, deste modo, associado à Sua Soberania.
Cristo citou este texto a propósito das crianças que aclamavam Seu triunfo no dia de Ramos. A liturgia o utiliza para celebrar os Santos Inocentes (cf. Mt 2,16; 21,16).
Da confiança na Providência



Deus, nosso Pai, São José Bento Cottolengo fez-se pobre entre os pobres. E, confiante na Divina Providência, não se apoiava na sua suficiência pessoal ou na segurança material. Com fé inabalável entregou-se de corpo e alma à tarefa de mudar a situação dos desvalidos, dos enfermos e necessitados. Pela fé, operastes mediante São José Cottolengo coisas maravilhosas, e a sua obre permanece até hoje espalhada em todo mundo, como sinal e testemunho vivio de que vós, Senhor, sois um Deus fiel.
Senhor, também nós, segundo a missão que a nós confiastes nesta terra, partilhemos a sorte de nossos irmãos necessitados e jamais lhes neguemos a nossa ajuda. É por meio de nós, vossos filhos, que agis no mundo e manifestais o vosso amor no meio dos homens.
Amém!
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SANTO DO DIA - 30/04/10

SÃO PIO V


(226º Papa e Confessor )

Miguel Ghisleri, nasceu em 17 de janeiro de 1504, em Bosco, no norte da Itália, ingressou aos 14 anos na Ordem dominicana e fez uma brilhante carreira eclesiástica, como bispo, cardeal, inquisidor-mor e por fim Papa, com o nome de Pio V, aos 62 anos. Teve um ponfificado breve, mas extremamente fecundo. Aplicou as decisões do Concílio de Trento, estabeleceu o texto oficial da Santa Missa e do Ofício Divino, foi responsável pela publicação do Catecismo Romano e ordenou o ensino da Teologia tomista nas universidades. Sua principal obra foi a convocação de uma Cruzada contra o perigo muçulmano. Conseguiu a duros esforços coordenar os interesses de potências católicas e levá-las à vitória de Lepanto, em 07 de outubro de 1571, que deu origem à festa do Rosário. Morreu em Roma, em 01 de maio de 1572. Foi Beatificado no dia 27 de Abril de 1672 e foi Canonizado no dia 22 de Maio de 1712, pelo Papa Clemente XI.

São Pio V, rogai por nós!


SANTO DO DIA - 30/04/10

SÃO JOSÉ BENTO COTTOLENGO



Nasceu em Brá, no Piemonte, Itália, no dia 3 de maio de 1786. Aos 17 anos ingressou no Seminário de Turim e aos 25 anos foi ordenado sacerdote. Fundou a Pequena Casa da Divina Providência e as Damas da Caridade ou Cottolenguinas, (vicentinas), cuja finalidade é o serviço aos pequenos, aos deficientes, aos doentes. Dizia a respeito da "Pequena Casa da Divina Providência": Chama-se "Pequena Casa" porque, em comparação com o mundo inteiro, que é igualmente Casa da Divina Providência, é, com toda certeza, pequena. Sua confiança no Deus providente era tão grande que jamais ele lhe faltou nas horas difíceis e de necessidade. Certa vez, afirmou: Quando chegar a hora do almoço, a Providência não se esquecerá de que os pobres têm que almoçar. São José Cottolengo tinha como lema "caridade e confiança": fazer todo o bem possível e confiar sempre em Deus. Morreu no dia 13 de abril de 1842, aos 56 anos de idade. Foi canonizado por Pio XI, em 1934.


São José Bento Cottolengo, rogai por nós!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

EVANGELHO DO DIA - 30/04/10

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"Jesus respondeu: 'Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim'."

EVANGELHO (São João 14, 1-6)
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós, 3e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4E para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. 5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.
Palavra da Salvação.
Glória a Vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"Durante muito tempo, perguntei a mim própria porque é que o Bom Deus tinha preferências, porque é que as almas não recebiam todas o mesmo grau de graças... Jesus dignou-Se instruir-me neste mistério: pôs em frente dos meus olhos o livro da natureza e eu percebi que todas as flores que Ele criou são belas, que o esplendor da rosa e a brancura do lírio não apagam o perfume da pequena violeta ou a simplicidade encantadora da margarida. Percebi que, se todas as florinhas quisessem ser rosas, a natureza perdia o seu ornamento primaveril, os campos já não estariam esmaltados de flores. Assim é também no mundo das almas, que é o jardim de Jesus. Ele quis criar grandes santos, que podem ser comparados aos lírios e às rosas, mas criou também santos menores, que se devem contentar em ser margaridas ou violetas, destinadas a alegrar os olhos do Bom Deus quando Ele Se debruça sobre elas; a perfeição consiste em fazer a Sua vontade, em ser o que Ele quer que sejamos. Compreendi ainda que o amor de Nosso Senhor se revela tanto na alma mais simples que não opõe nenhuma resistência à Sua graça, como na alma mais sublime. Com efeito é próprio do amor abaixar-se; se todas as almas se assemelhassem às dos Santos Doutores que iluminaram a Igreja com a clareza da sua doutrina, parece-me que o Bom Deus não Se abaixaria suficientemente vindo apenas aos seus corações; mas Ele criou a criança que não sabe nada e apenas emite fracos bramidos, criou o pobre selvagem que só tem para se conduzir a lei da natureza, e é exatamente ao seu coração que Se digna descer, estas são as Suas flores dos campos, cuja simplicidade O deleita. Abaixando-Se assim, o Bom Deus mostra a Sua grandeza infinita. Tal como o sol ilumina ao mesmo tempo os cedros e cada florinha como se ela fosse a única na terra, assim também Nosso Senhor Se ocupa particularmente de cada alma, como se não houvesse outra semelhante a ela."
(Santa Teresa do Menino Jesus-OCD)


SEXTA FEIRA DA IV SEMANA DA PÁSCOA

IV Sexta Feira do Saltério (in Laudes = II Salmo)

Salmo 147 (147 B),(vv. 12-20): Restauração de Jerusalém.

O autor deste hino viveu provavelmente nos tempos de Neemias. Nesta época reconstruíram-se as muralhas de Jerusalém, porém o povo está passando momentos de escassez e fome (cf. Age 1,1-11), de lutas com os persas, com os samaritanos e com um grupo de judeus exploradores (Esd 4,6; Nee 3,6). Nosso salmista volta os olhos, uma vez mais, a Deus, autêntica fortaleza de Israel. As comprovações de sua presença são clamorosas na criação, orientadas para a regeneração do Povo. A reunião dos dispersos, a renovação dos destruídos, a reconstrução da cidade de Deus, a ajuda salvadora aos desamparados e a paz sobre a cidade e o país não testemunham a presença de Deus? O Povo de Israel recebeu, sobretudo, a graça da palavra. Com qual povo Deus agiu assim?
Descobrir os motivos temáticos dos louvores não é tão importante quanto advertir da presença benfeitora de Deus em meio a Seu Povo. O salmista dirige-se unicamente ao poder e à bondade de Deus, Senhor absoluto da natureza e da história, celebrando Yahweh como libertador de Israel, Criador e amigo dos “pobres” e agradecendo pelo retorno dos exilados e pela reconstrução de Jerusalém.

Da luz de Deus


"Trindade eterna, vós sois um mar profundo, no qual, quanto mais procuro, mais encontro. E quanto mais encontro, mais vos procuro. Vós nos saciais de maneira completa, pois, no vosso abismo, saciais a alma de tal sorte que ela fica para sempre com fome de vós. Que poderíeis dar-me mais do que vós mesmos? Sois o Fogo que queima sempre e nunca se consome. Sois o Fogo que consome no vosso ardor todo amor-próprio da alma; sois o Fogo que tira todo frio, que ilumina todas as inteligências e, pela vossa luz, me fizestes conhecer a verdade. Dai ao olho humano luz sobrenatural em grande abundância e perfeição, e iluminais a própria luz da fé. É nessa fé que minha alma tem vida. Na luz da fé adquiro a sabedoria, na sabedoria do vosso Filho único; na luz da fé, torno-me forte e constante persevero. Na luz da fé, espero que não me deixareis sucumbir no caminho..."

Santa Catarina de Sena

SANTO DO DIA - 29/04/10

SANTA CATARINA DE SENA

(Virgem e Doutora da Igreja)

Nasceu em Sena, no dia 25 de março de 1347. Na Europa, a peste negra e as guerras semeavam o pânico e a morte. A Igreja sofria por suas divisões internas e antipapas (chegaram a existir três papas simultaneamente). Desejando seguir o caminho da perfeição, aos 15 anos Catarina ingressou na Ordem Terceira de São Domingos. Viveu um amor apaixonado e apaixonante por Deus e pelo próximo. Lutou ardorosamente pela restauração da paz política e da harmonia entre seus concidadãos. Contribuiu para a solução da crise religiosa provocada pelos antipapas, fazendo Gregório XI voltar a Roma. Embora analfabeta, ditava suas cartas endereçadas aos papas, aos reis e líderes, como também ao povo humilde. Foi, enfim, uma mulher empenhada social e politicamente e exerceu grande influência religiosa na Igreja de seu tempo. Suas atitudes não deixaram de causar perplexidade em seus contemporâneos. Adiantou-se séculos aos padrões de sua época, quando a participação da mulher na Igreja era quase nula e inexistente. Deixou-nos o Diálogo sobre a Divina Providência, uma exposição clara de suas ideias teológicas e de sua mística, o que coloca Santa Catarina de Sena entre os Doutores da Igreja. Morreu aos 33 anos de idade, no dia 29 de abril de 1380.

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

EVANGELHO DO DIA - 29/04/10

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/images/evangelho/Mt28_16-20.gif

"
Receber Aquele que Eu envio é receber-Me a Mim Próprio... E receber-Me é receber Aquele que Me enviou."

EVANGELHO (São João 13, 16-20)
Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus lhes disse: 16“Em verdade, em verdade vos digo: o servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou. 17Se sabeis isto, e o puserdes em prática, sereis felizes. 18Eu não falo de vós todos. Eu conheço aqueles que escolhi, mas é preciso que se realize o que está na Escritura: ‘Aquele que come o meu pão levantou contra mim o calcanhar’. 19Desde agora vos digo isto, antes de acontecer, a fim de que, quando acontecer, creiais que eu sou. 20Em verdade, em verdade vos digo, quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”.
Palavra da Salvação.
Glória a Vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"Ser tua esposa, ó Jesus, ser carmelita, ser, pela minha união contigo, a mãe das almas, isso deveria ser-me suficiente. Não é assim. Sem dúvida estes três privilégios – carmelita, esposa e mãe - são a minha vocação; contudo, sinto em mim outras vocações... Sinto a necessidade, o desejo de realizar para Ti, Jesus, todas as obras mais heróicas... Apesar da minha pequenez, queria iluminar as almas como os profetas, os doutores; tenho a vocação de ser apóstola. Queria percorrer a Terra, pregar o teu nome e implantar no solo infiel a tua cruz gloriosa, mas, ó meu Bem-Amado, uma única missão não me seria suficiente; queria, ao mesmo tempo, anunciar o Evangelho nos cinco cantos do mundo e até nas ilhas mais remotas. Queria ser missionária, não só durante alguns anos mas queria sê-lo desde a criação do mundo até à consumação dos séculos... Ó meu Jesus! A todas as minhas tolices, o que vais responder? Haverá alma mais pequena, mais impotente do que a minha? E contudo, mesmo por causa da minha fraqueza, quiseste, Senhor, encher os meus desejozinhos infantis, e queres agora encher outros desejos maiores que o universo... Compreendi que o Amor continha todas as vocações, que o Amor era tudo, que abraçava todos os tempos e lugares; numa palavra, que ele era a Vida Eterna... A minha vocação, descobri enfim, é o Amor."
(Santa Teresa do Menino Jesus/Santa Teresinha-OCD-Doutora da Igreja)


QUINTA FEIRA DA IV SEMANA DA PÁSCOA

IV Quinta Feira do Saltério (in Laudes = II Salmo)

Salmo 146 (147 A): Poder e bondade de Deus.

Um Salmo de louvores a Deus, que atua na história concreta de Seu Povo (vv. 2-3); que pode reconstruir o Seu Povo porque é “o Senhor dos Exércitos” (vv. 4-5); porque mostra Sua providência solícita com os homens e com os animais (vv. 7-9). É Sua presença, não a força das armas, a autêntica defesa do povo (vv. 10-11). Em poucas palavras, uma vez mais se cantam as prerrogativas do Deus de Israel: Senhor da história e da natureza. Esta síntese, frequente no Deutero-Isaias, advoga por uma composição do Salmo anterior ao século IV a C. O salmista celebra Yahweh como libertador de Israel, Criador e amigo dos “pobres”. Israel, apesar dos corações despedaçados, foi capaz de confessar o Seu Deus como o único.
Nós cristãos reconhecemos o amor que nos tem o Deus, Criador e Redentor. Nossa experiência pessoal pertence ao âmbito comunitário: quando éramos seres dispersos, fomos aqui congregados e aqui participamos, agora, da exaltação de Cristo; aqui saciamos nossa sede. Portanto, é lógico que nossos corações, lábios e todo nosso ser aclamem, em uníssono, o Senhor Todo Poderoso e cheio de bondade.

NOTA DE FALECIMENTO


Estimados Irmãos e irmãs no Carmelo: Paz!
Comunico-lhes o falecimento hoje dia 27 de abril por volta das 14:00 do fr. Sandro Grimani OCD no Hospital S. Teresinha do Rio de Janeiro.
O sepultamento será amanhã dia 28:
10:00 Missa na Basílica de S. Teresinha -
Rua Mariz e Barros, 354 - Tijuca - Rio de Janeiro RJ
Tel. (21) 25698904
e 11:30 sepultamento no Cemitério do Cajú.
Rezemos por seu descanso eterno.
Agradeço por suas orações.

Fr. Alzinir

Estimados Irmãos e irmãs no Carmelo: Paz!
Comunico-lhes o falecimento hoje dia 27 de abril por volta das 14:00 do fr. Sandro Grimani OCD no Hospital S. Teresinha do Rio de Janeiro.
O sepultamento será amanhã dia 28:
10:00 Missa na Basílica de S. Teresinha -
Rua Mariz e Barros, 354 - Tijuca - Rio de Janeiro RJ
Tel. (21) 25698904
e 11:30 sepultamento no Cemitério do Cajú.
Rezemos por seu descanso eterno.
Agradeço por suas orações.

Fr. Alzinir

Oração da Santa Gianna Beretta Molla


Maria, me coloco totalmente em tuas maternais mãos e me entrego toda a Vós.
Confio que conseguirei o que te peço.
Confio em Ti porque Vós sois minha querida Mãe.
Me confio a Vós porque tu és a Mãe de Jesus.
E nessa confiança me entrego a Vós e estou segura que em tudo vou ser escutada.
Com essa mesma confiança de coração te chamo de minha Mãe e minha Esperança.
Me consagro totalmente a Vós e peço que tenhas em conta que sou toda tua e te pertenço.
Que me conserves e cuides de mim. Minha querida e bondosa Mãe, em cada momento de minha vida apresente-me diante de seu Filho Jesus. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.


"Senhor, que seja Tua Vontade. Amamos a Cruz e temos que refletir que não a carregamos sozinhos(as), se não que é Jesus que nos ajuda a carregá-la e que Nele somos capazes de fazê-lo, já que Ele nos dá a força necessária para isso" Gianna Beretta Molla.


Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.



.

Santa Gianna Beretta

Gianna Beretta Molla,
a santa mãe de família,
que optou por morrer
a abortar sua filha.

Teve firmeza na fé
ao sustentar seus valores.
Foi protetora da vida
mesmo com todas as dores.

E nas terras do Brasil,
onde quis vir em missão,
Deus operou milagres
pela sua intercessão.

Santa Gianna, rogai
pela mãe desiludida
pela família ferida,
pelos fetos, pela vida!

Luciano Dídimo

terça-feira, 27 de abril de 2010

EVANGELHO DO DIA

“Quem crê em Mim não é em Mim que crê, mas Naquele que Me enviou."



"Quem Me vê, vê Aquele que Me enviou."

EVANGELHO (São João 12, 44-50)
Naquele tempo, 44Jesus exclamou em alta Voz: “Quem crê em Mim não é em Mim que crê, mas Naquele que Me enviou. 45Quem Me vê, vê Aquele que Me enviou. 46Eu vim ao mundo como Luz, para que todo aquele que crê em Mim não permaneça nas trevas. 47Se alguém ouvir as Minhas Palavras e não as observar, Eu não o julgo, porque Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. 48Quem Me rejeita e não aceita as Minhas Palavras já tem o seu juiz: a Palavra que Eu falei o julgará no último dia. 49Porque Eu não falei por Mim mesmo, mas o Pai, que Me enviou, Ele é quem Me ordenou o que Eu devia dizer e falar. 50Eu sei que o Seu Mandamento é Vida Eterna. Portanto, o que Eu digo, Eu o digo conforme o Pai Me falou”.
Palavra da Salvação.
Glória a Vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
Jesus é o Mestre enquanto é o Verbo, Palavra Substancial do Pai, que, por isso, contém e manifesta toda a Verdade, toda a Sabedoria, toda a Ciência que pode existir. Aliás, é Ele a própria Verdade, é a Sabedoria, o Esplendor, a Luz do Pai. Eis porque pôde Jesus dizer que é o Único Mestre... Por conseguinte, a Doutrina de Cristo é, de modo absoluto, única e infalível. Por este motivo, pôde Jesus afirmar: 'Vim como Luz ao mundo'; e mais explicitamente ainda: 'Eu Sou a Luz do mundo; quem Me segue não anda nas trevas, mas terá a Luz da Vida'. Só Jesus pode declarar-se Luz do mundo e pode comunicar 'a Luz da Vida', porque só o Verbo é Luz, é Palavra de Deus... A Doutrina de Jesus reflete a Palavra do próprio Deus: à esta Palavra, Jesus nos convida a abrir a mente e o coração."
(Frei Gabriel de Santa Maria Madalena-OCD)


SANTO DO DIA - 28/04/10


Gianna Beretta
Molla
Nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália).Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres. Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.

Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã». Casa em 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida por um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!" , então, entrega-se à Divina Providência e à oração.

Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça. Alguns dias antes do parto, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei - e isto o exijo - a criança. Salvai-a". Deu entrada, para o parto na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória "Jesus eu te amo, eu te amo" morre santamente. Tinha 39 anos.

"Meditata immolazione" (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, "uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria". É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.

O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz. Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós!

QUARTA FEIRA DA IV SEMANA DA PÁSCOA

IV Quarta Feira do Saltério (in Laudes = II Salmo)

Salmo 145(146): Felicidade dos que esperam no Senhor.

Um canto de aclamação ao Deus Poderoso, composto com intenções didáticas. O motivo da autêntica confiança unifica este poema antológico. Não se deve confiar nos homens, mesmo que sejam poderosos, porque seus planos perecem juntamente com eles. Deus, que demonstra Seu poder com doces ações dirigidas aos mais oprimidos da humanidade, é o único que suscita e merece toda nossa autêntica confiança. Se o Salmo se considera uma verdadeira aclamação ao Senhor, o verso final proclama Seu senhorio; se é uma lição em forma de oração, o Salmo se encerra com o desejo de que Deus exerça seu reinado, para que tenham vida plena todos aqueles que nEle confiam.
Formalmente se compõe de uma aclamação comunitária, ainda que se expresse no singular (vv. 1-2). A exortação que segue termina com uma bênção (vv. 3-5). Continua e finaliza com uma confissão de fé coletiva a cargo da assembléia (vv. 6-10).
Este Salmo se destaca em seu aspecto de aclamação: a confiança que pretende despertar nos demais está fundamentada nos atributos do hinário, visto que todos eles desenvolvem uma afirmação sapiencial.


Religiosos carmelitas e diocese de Roma celebram o novo beato

Padre Angelo Paoli, apóstolo dos pobres

Por Carmen Elena Villa

ROMA, segunda-feira, 26 de abril de 2010 (ZENIT.org).

– Para o cardeal Agostino Vallini, vigário-geral da diocese de Roma, “ser pastor significa estar próximo de seu rebanho, dedicar-se incansavelmente, doar-se com solicitude”, uma missão que padre Angelo Paoli cumpriu plenamente, “inflamado pela fé e iluminado pela luz do Espírito Santo”.
O purpurado presidiu a missa de beatificação do sacerdote carmelita, realizada no último domingo na Basílica de São João de Latrão.
O templo estava lotado, com milhares de fiéis provenientes de várias paróquias de Roma, e por centenas de sacerdotes, religiosos e religiosas carmelitas.
No início da cerimônia, o postulador da causa de beatificação, padre Giovanni Grosso O. carm., leu a biografia do beato. Dom Angelo Amato pronunciou em seguida, representando o Papa Bento XVI, a fórmula pela qual padre Paoli recebeu o título de beato.
Sua imagem foi então descoberta, na qual se contempla o sacerdote ancião que socorre os mais pobres, e os fiéis aplaudiram com grande entusiasmo.
Uma fama de santidade confirmada
Angelo Paoli nasceu em 1642 e ingressou ao seminário aos 18 anos. Em 1661 proferiu os votos solenes na ordem carmelita, e seis anos depois, foi ordenado sacerdote. Descobriu com o tempo seu chamado pessoal para dedicar-se aos mais pobres e doentes.
Em sua homilia, o cardeal Vallini destacou seu “ideal altíssimo de caridade pastoral”, que o levou a descobrir que “o Senhor o chamava a viver uma vocação especial: a de ser servo dos pobres na vocação sacerdotal e religiosa”.
Por ordem de seus superiores, padre Paoli foi enviado a várias cidades italianas para desempenhar diversas atividades: esteve em Florença, Corniola, Siena, Montecatini e Fivizzano. Seu último destino foi a cidade de Roma, onde atuou como professor dos noviços do convento de São Martinho nos Montes.
Desenvolveu um trabalho intenso de auxílio aos pobres, detentos e doentes, em especial com os pacientes do Hospital São João. Morreu em 1720, em Roma.
“Sua fama de santidade se espalhou por toda a cidade, de modo que presbíteros, religiosos, leigos e também nobres o seguiam, ele que estava sempre disposto a envolver a todos naquela que poderíamos chamar de ‘sinfonia do amor’”, disse o purpurado. Uma fama confirmada nesse domingo com sua elevação aos altares.
Socorro material e espiritual
O cardeal Vallini afirmou que padre Paoli se dedicou a várias tarefas: “o cuidado com o bem concreto das pessoas, o socorro a seus sofrimentos materiais e espirituais”, “amar, oferecer o abraço misericordioso de Deus”.
O purpurado disse ainda que a virtude da caridade, que “foi para nosso beato o empenho a ânsia de sua vida”, “pela qual transmitia o amor de Deus e aproximava de Deus”.
“Jamais se esqueceu do amor e do cuidado pelos pobres”.
“Como ocorre sempre com as coisas de Deus”, continuou, “não faltaram incompreensões e maus juízos mesmo por parte dos seus, mas ele os respondia sempre com humildade”.
O vigário-geral de Roma lembrou então “a atitude de confiança inabalável em Deus e de benevolência para com todos”.
“Que sua luz possa encorajar a viver com zelo segundo o Evangelho e a testemunhar com alegria e coragem a caridade de Cristo para com todos os homens, especialmente os mais pobres, concluiu o cardeal.

EVANGELHO DO DIA

"As minhas ovelhas escutam a minha Voz..."

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/images/evangelho/Jo10_22-30.gif

"Eu as conheço e elas Me seguem."

EVANGELHO (São João 10, 22-30)
22Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se Tu és o Messias, dize-nos abertamente”. 25Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que Eu faço em Nome do Meu Pai dão testemunho de Mim; 26vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha Voz, Eu as conheço e elas Me seguem. 28Eu dou-lhes a Vida Eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de Minha Mão. 29Meu Pai, que Me deu estas ovelhas, é Maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da Mão do Pai. 30Eu e o Pai Somos Um”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"No dia da festa de Santo Agostinho, acabava eu de comungar, quando compreendi, quase podia dizer que vi – não sei explicar como, sei apenas que isto se passou no meu intelecto e que foi muito rápido – de que forma as três Pessoas da Santíssima Trindade, que tenho gravadas na minha alma, são uma mesma coisa. Isto foi-me mostrado por meio de uma representação verdadeiramente extraordinária e numa luz extremamente viva. O efeito que a minha alma experimentou foi muito diferente daquele que a visão da fé produz em nós. A partir desse momento, não consigo pensar numa das três Pessoas Divinas, que não veja também que são três. Perguntava a mim mesma como era possível que, constituindo a Trindade uma unidade tão perfeita, só o Filho se tivesse feito homem. O Senhor fez-me compreender de que forma as três Pessoas, sendo uma mesma coisa, são contudo distintas. Em presença de tais maravilhas, a alma experimenta um novo desejo de escapar ao obstáculo do corpo, que a impede de delas usufruir. Embora pareçam inacessíveis à nossa baixeza, e a sua visão termine imediatamente, a alma retira delas mais proveito, sem comparação, que de longos anos de meditação, e sem saber como."
(Santa Teresa de Ávila-OCD-Doutora da Igreja)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pascoela de Belo Horizonte-MG

"Cristo Ressuscitou Aleluia! Alegremo-nos e Nele Exultemos!"

No dia 25/04, as Comunidades de Belo Horizonte OCD e OCDS, e a Comunidade OCDS de Sete Lagoas, reuniram-se para celebrar a alegria do Cristo Ressuscitado no meio de nós. A pascoela da família carmelitana.

Celebramos a Santa Eucaristia, presidida por Frei Aurilio, nosso assistente, e concelebrada por Frei Emerson, na Matriz Nossa Senhora Auxiliadora. Após a celebração nos reunimos no Convento São João da Cruz, Comunidade de Filosofia,´para a nossa confraternização. Foram momentos de muita alegria e descontração, na convivência fraterna de irmãos em Cristo e no Carmelo, filhos de São João da Cruz e de Santa Teresa.

Saímos fortalecidos para continuarmos com determinação  nossa caminhada Cristã e crescer em nossa espiritualidade carmelitana tendo como companheira Santa Teresa com seu Livro da Vida.

"Vossa sou Senhor, para Vòs Nasci, Que mandais fazer de mim?"

Izabel - Comunidade São João da Cruz - OCDS


SANTO DO DIA -27/04/10

Santa Zita

27 de Abril


Santa Zita









Com muito carinho e devoção, lembramos, neste dia, da santidade de vida de santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Nascida em Lucca, na Itália, no ano de 1218, em uma família pobre e camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da Vida em Deus.
Como simples empregada, sem estudos e cultura, Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples. O segredo da espiritualidade desta santa era muito concreto, pois consistia em se questionar se esta ou aquela atitude agradava ou não ao Senhor; desta forma abriu-se para a santificação de Deus.
Santa Zita, com vinte anos, foi trabalhar numa família nobre e lá, não deixou de participar em todas as manhãs da Santa Missa na comunidade. Ela ajudava aos pobres e visitava os doentes nos tempos de folga, desta forma conquistou a admiração dos patrões. Conquistou também muitos corações para o Senhor e, merecidamente, o Céu.

Santa Zita, rogai por nós!


TERÇA FEIRA DA IV SEMANA DA PÁSCOA

IV Terça Feira do Saltério (in Laudes = II Salmo)

Salmo 143 (144), 1-10: Oração pela vitória e pela paz.

Diz-se que este Salmo é “plagiado” e “composto”. Há certa verdade nesta afirmação, -uma vez que aqui se encontram expressões copiadas de outros Salmos (Sl 8,5; 18,3) e há uma unidade entre elas. O Salmo 143 é uma súplica que segue o seguinte processo:
• Celebração dos títulos divinos de proteção, procedentes dos campos bélicos (vv. 1-2);
• A ela se transpõe uma reflexão sobre a fragilidade do homem (vv. 3-4), cuja finalidade é persuadir para que o homem seja socorrido;
• Os versículos seguintes (vv. 5-8) descrevem o socorro que proporciona o Deus guerreiro;
• Finaliza esta parte do Salmo com uma nova celebração de Deus que dá a vitória aos reis, exemplificada em David, símbolo da proteção divina (vv. 9-10).
O Salmo 143 é um dos “Salmos Régios”, usados para glorificar o rei temporal. A honra prestada ao chefe da nação teocrática reverte para o Senhor. Com efeito, o monarca é filho adotivo de Deus e Seu herdeiro. Ungido do Senhor, este “messias” ocupa o trono à destra de Altíssimo: ele é o beneficiário da estabilidade e da perenidade do trono de David, ao mesmo tempo o “trono da Soberania do Senhor sobre Israel” (lCr 28,5).

XII ENCONTRO DE PRESIDENTES,MESTRES E CONSELHEIROS




“Como são maravilhosos e misteriosos os encontros proporcionados por Deus em nossas vidas”.

Com esta frase de Edith Stein quero sintetizar o XII Encontro de Presidentes, Mestres e Conselheiros, ocorrido nos dias 16 a 18 de abril, na Casa de Eventos Regina Coeli, no Rio de Janeiro-RJ, cujo tema foi: “APRENDENDO COM TERESA NOSSA MESTRA” e lema: “PARA VÓS NASCI”.

Em seus muitos ensinamentos Teresa nos ensina que viver a santidade é aprender a viver a humildade. Temos capacidades diferentes, o que não nos faz mais superiores ou inferiores. Todas as experiências vividas por Teresa fez com que ela se conscientizasse de tudo que Deus realizou por ela e, tendo essa consciência, ela pôde viver melhor. A oração, a fé e a religião foram pilares para seu crescimento, pois tudo isso leva a construção de um ser melhor.

Para buscar o bem eu preciso saber que bem é este. A virtude é que vai regular o caminho que devo seguir. O homem virtuoso alegra-se com as coisas boas e repugna as coisas más. A moral evangélica é uma moral de interioridade, é uma moral de coração. É no coração que está a moral da vida. Teresa adquiriu todas as virtudes através do conhecimento humano: amor fraterno, desapego e humildade. Precisamos exercitar as virtudes, pois as mesmas se dão dentro do coração e precisamos estar interiormente fortalecidos. As virtudes humanas são adquiridas e com o tempo são enraizadas. As virtudes nos realizam como pessoas humanas.

Teresa de Jesus e Jesus de Teresa. É todo um programa de vida que se aprofunda e desenvolve à medida dos anos. Cristo é o centro de sua vida e sua história a tal ponto de também nela ocorrer o que Paulo apóstolo experimenta: “não sou mais eu quem vivo, é Cristo quem vive em mim”. Deus é que nos dá os carismas na sua unidade e na sua trindade. Infinitos são os carismas, nenhum é melhor ou maior, são diferentes. Nenhum deles é completo e precisamos amar nos outros carismas o que o nosso não tem. Sua espiritualidade cristológica está profundamente enraizada nas Sagradas Escrituras, particularmente nos Evangelhos, na Liturgia (Missa e Ofício), nos Sacramentos e que se prolonga na oração pessoal. É seu AMIGO, seu LIVRO VIVO, seu CAPITÃO DE AMOR. Mesmo no ápice de sua vida espiritual, jamais abandonou as expressões populares das relações com o Senhor, como p. ex. o Jesus Menino que presidia suas fundações, o Senhor do Horto e as várias representações da paixão, etc...”

“Tenho compreendido claramente que esta é a Porta pela qual devemos entrar se pretendemos que a soberana Majestade revele grandes segredos. Não queira outro caminho, ainda que esteja no cume da contemplação. Por aqui irá seguro. É por meio deste Senhor nosso que nos vem todos os bens”. (V. 22,6. 7) Teresa é e quer ser filha da Igreja até a morte. Absolutamente nada sem a Igreja. O copiar, o falar ou está de joelho não é essencial, o essencial é levar tudo isso para a vida. A gente reza com tudo aquilo que a gente é. A oração é o grande meio da minha intimidade, da minha amizade com Deus. A oração é o meio e Deus é o fim. Teresa jamais separou Maria de Jesus, da Igreja, da oração e do Carmelo. Maria é como que o perfume que exala suavemente sempre e em toda parte. Como mãe e mestra nossa, deixa-nos o seu amoroso convite, sempre atual e necessário para nossa vida cristã e carmelitana: “Já que possuís tão boa Mãe, imitai-A e considerai a imensa grandeza dessa Senhora, bem como a vantagem de tê-La por padroeira”. (3M, 1,3)

É a fidelidade à Palavra que levou a Teresa até as “moradas divinas”, donde sua Divina Majestade a instruía, ensinava e transformava, até fazer d´Ela esta mulher que chamamos Teresa de Jesus,” Serafim do Carmelo”. Seu nome tem séculos de história, unido à oração. Teresa nunca leu integralmente as Sagrada Escrituras, o número de textos que chegaram ao seu conhecimento e que marcaram sua vida é muito pequeno. Seu desejo de conhecer a palavra se faz presente em todas as suas páginas.

Num balanço aproximativo as citações bíblicas que aparecem nas suas obras são:

Evangelho - 54; São Paulo – 7; Epístolas católicas – 4 e Antigo Testamento – 10.

A Palavra é para a vida ou, melhor, para o homem vivente. E senão é assim, deixa de ser palavra viva, comunicação de Deus.

Teresa encontra a Deus na vida, sempre e unicamente na vida. E a um Deus que se lhe afirma na vida, ou seja, na verdade. Não pode encontrar a Deus em outro lugar porque a vida é o lugar do Deus Encarnado.

Deixemos então as palavras do Senhor encarnar em nossas vidas.

Não importa os anos que contamos de comunidade, mas sim que façamos constantemente uma experiência com Deus. Um carmelita quando descansa, lava os pés do outro, cura as feridas do outro, vai ao encontro do outro. O Carmelo é a dispensa da Igreja e cabe a nós a função de servir, de ser doação , de ser serviço.

Teresa, mulher, escritora, mística..., uma cristã que viveu até o fim a vocação batismal, mestra e mãe, fundadora na igreja e na família cristã. Um modelo a ser seguido e vivido. Como Teresa, precisamos ser pessoas com qualidade de presença na vivencia do amor verdadeiro.

Aos muitos irmãos que enriqueceram o nosso encontro, a nossa gratidão. E em especial a comissão de formação, que com todo carinho prepararam o terreno, aos nossos irmãos Frei Afonso, Frei Wilson, Frei Max, Frei Cardoso, Frei Alzinir (que mesmo ausente se fez presente em suas palavras e orações), Ir. Niévis, Ana Scarabelli e Rose que lançaram as sementes e a tantos outros jardineiros que trabalharam para o êxito do XII Encontro de Presidentes, Mestres e Conselheiros.

Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine e nos fortaleza na esperança, a fim de que em meio ao mundo sigamos implantando o Reino e vivendo a comunhão fraterna no estilo carmelitano teresiano.

Andréia Virgínia da Silva, OCDS

Comunidade Santa Tersinha- SL/MG

domingo, 25 de abril de 2010

2ª feira da 4ª semana da Páscoa - 26/04/10

LITURGIA DIÁRIA


2-feira da 4a semana da Páscoa/Cor Branca
Ofício do dia de semana do TPasc.
Missa pr de semana par: Pf pascal
Leituras: At 11, 1-18
Sl 41(42), 2.3; 42(43), 3. 4 (RI. cf. Sl 41 [42],3a)
Jo 10, 1-10

Liturgia das Horas -> Laudes Pag. 689 - H.Média Pag. 690 - Vésperas Pag. 691
Oração das Horas -> Laudes Pag. 538 - H.Média Pag. 539 - Vésperas Pag. 540

"Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a Porta das ovelhas."

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/images/evangelho%5Cjo10_01_10.gif

"Quem entrar por Mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará Pastagem."

EVANGELHO (São João 10, 1-10)
Naquele tempo, disse Jesus: 1“Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2Quem entra pela porta é o Pastor das ovelhas. 3A esse o Porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua Voz; Ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua Voz. 5Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. 6Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que Ele queria dizer. 7Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a Porta das ovelhas. 8Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. 9Eu sou a Porta. Quem entrar por Mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará Pastagem. 10O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"Repetidamente o Vaticano II apresenta a Caridade do Bom Pastor como forma e modelo da Caridade Apostólica. Para ser cristãos e ainda mais Apóstolos, não nos basta o Amor baseado em simpatia humana. É indispensável a Caridade Teologal que só por causa de Deus procura levar as almas a Deus. E esta Caridade não há de ser teoria, mas algo de concreto, de vivido, baseado na experiência do Amor de Deus para com os homens. Só assim é possível amar como Cristo. O Amor de Cristo pelos homens centraliza-se perfeitamente no Pai, emana da Caridade do Pai que ninguém melhor do que Cristo conhece e possui. É, ao mesmo tempo, Amor perfeitamente humano, Jesus ama com Amor Divino mas também com verdadeiro 'Coração de homem'."
(Frei Gabriel de Santa Maria Madalena-OCD)

"'Em verdade vos declaro: Eu sou a Porta das ovelhas.' Jesus acaba de abrir a porta que nos tinha mostrado fechada. Ele mesmo é essa Porta. Reconheçamo-lo, entremos e alegramo-nos por ter entrado... 'Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida', diz Ele. Se Ele é a Verdade, os que estavam na Verdade estavam com Ele... os justos acreditaram que Ele viria, tal como nós acreditamos que Ele já veio. Os tempos mudaram, a fé é a mesma... Uma mesma fé reúne os que acreditavam que Ele devia vir e os que acreditam que Ele já veio. Vemos entrar todos, em épocas diferentes, pela única porta da fé, quer dizer, Cristo... Sim, todos os que acreditaram no passado, no tempo de Abraão, de Isaac, de Jacob, de Moisés ou dos outros Patriarcas e Profetas que, todos eles, anunciavam Cristo, todos esses eram já suas ovelhas. Neles se ouviu o próprio Cristo, não como uma voz estranha mas com a sua própria Voz.
"
( Santo Agostinho, Bispo e Doutor da Igreja )


http://www.baltimorecarmel.org/images/Stein%20Images/Edith%20Stein%201913%20Breslau.jpg

"A vida é Amor: Amor transbordante que não tem limites e que se dá livremente, Amor que se torna Misericordioso para toda necessidade; Amor que cura o doente e desperta para a vida aquilo que estava morto; Amor que protege, defende, ensina e forma; Amor que é triste com os tristes e alegre com quem está na alegria; que está pronto para o serviço em direção a qualquer um, para cumprir o desígnio desejado pelo Pai, em uma palavra: O amor do Coração Divino."
(Edith Stein)



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