sábado, 10 de abril de 2010

2° DOMINGO DA PÁSCOA - 11/04/10

LITURGIA DIÁRIA

2° DOMINGO DA PÁSCOA/Cor Branca
2a semana do Saltério
Oficio próprio da Oitava pascal.
Missa pr: Gl, Cr, Pf pascal I, na despedida ainda dois Aleluias.
Leituras: At 5,12-16
Sl 117(118),2-4.22-24.25-27 (R/.1)
Ap 1,9-1a. 12-13.17-18
Jo 20,19-31 (Tome)

Liturgia das Horas -> Laudes Pag. 574 - H.Média Pag. 575 - II Vésperas Pag. 576
Oração das Horas -> Laudes Pag. 493 - H.Média Pag. 494 - II Vésperas Pag. 494

DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

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(Meu Jesus, eu confio em Vós!)

Anotações para o Tempo Pascal

  1. Nos dias de semana, não se permitem Missas para diversas necessidades, votivas ou cotidianas para defuntos a não ser que a necessidade pastoral o exija. Permitem-se, porem, as Missas das memórias que ocorrem, ou dos santos inscritos no Martirológio em cada dia.
  2. Nas Missas se acrescenta um aleluia as antífonas da Entrada e da Comunhão, a não ser que já exista.
  1. No Ofício, o aleluia é acrescentado só onde e do modo como é indicado.
  1. No Oficio dos Santos (especialmente no Comum dos Apóstolos e dos Mártires), há partes próprias para esse tempo.
  2. Nas Missas toma-se sempre um dos Prefácios da Páscoa; a não ser que haja Prefácio próprio ou se tome uma Oração eucarística com seu Prefácio.

Nota: No Missal, as Missas dos dias de semana do TPasc se acham depois de Pentecostes, distribuídas em semanas de número par e ímpar, com coleta própria para cada dia.

    Hoje, omite-se a rnemória de Sto. Estanislau, BMt.

"Jesus disse a Tomé: “Acreditaste, porque me viste..."

http://www.ecclesia.com.br/images/icones/festas/tome1.jpg

"Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”

EVANGELHO (São João 20, 19-31)

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A Paz esteja convosco”. 20Depois dessas Palavras, mostrou-lhes as Mãos e o Lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A Paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também Eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas Mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu Lado, não acreditarei”. 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A Paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas Mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu Lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e Meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque Me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste Livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a Vida em seu Nome.
Palavra da Salvação.
Glória a Vós Senhor!

MEDITANDO O EVANGELHO DO DIA
"É muito ignificativo que no próprio dia da Ressurreição tenha Jesus infundido nos Apóstolos seu Espírito. Aparece assim o Espírito Santo como primeiro Dom de Cristo Ressuscitado à sua Igreja, no momento em que a constitui e envia a prolongar sua Missão no mundo. E com a efusão do Espírito Santo, a instituição do Sacramento da Penitência! Este, com o Batismo e a Eucaristia, é Sacramento tipicamente Pascal, sinal eficaz da Remissão dos pecados e da Reconciliação dos homens com Deus, nascidos do Sacrifício de Cristo... A Caridade de Cristo... impele a tratar com Amor, prudência e paciência os homens que estão no erro e na ignorância sobre a fé... Cumpre antes compadecer-se dos que andam por caminhos errados e envolver com orações os que padecem dúvidas na fé e os incrédulos... A bem-aventurança da fé proclamada pelo Senhor, e que deve ser a bem-aventurança dos fiéis de todos os tempos. Diante das dificuldades, do esforço para crer, cumpre lembrar as Palavras de Jesus, para Nelas encontrar o apoio da pura fé, porém segura, porque fundada na Palavra de Deus... e cumpre ainda, implorar de Deus a Graça de uma fé profunda, porque no vigor da fé está a Vitória do cristão. 'Esta é a Vitória que vence o mundo: a nossa fé'."
(Frei Gabriel de Santa Maria Madalena)

"Como sabemos, oito dias depois, Jesus aparece no meio dos seus discípulos, e desta vez Tomé está presente. E Jesus interpela-o: "Chega aqui teu dedo e vê minhas Mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu Lado; e não sejas incrédulo, mas crente!". Tomé reage com a profissão de fé mais maravilhosa de todo o Novo Testamento: "Meu Senhor e Meu Deus!". A este propósito, Santo Agostinho comenta: Tomé via e tocava o homem, mas confessava a sua fé em Deus, que não via nem tocava. Mas o que via e tocava levava-o a crer naquilo de que até àquele momento tinha duvidado", O evangelista prossegue com uma última palavra de Jesus a Tomé: "Porque me viste, acreditaste. Bem-aventurados os que, sem terem visto, acreditam"... O caso do Apóstolo Tomé é importante para nós pelo menos por três motivos: primeiro, porque nos conforta nas nossas inseguranças; segundo porque nos demonstra que qualquer dúvida pode levar a um êxito luminoso, para além de qualquer incerteza; e por fim, porque as Palavras dirigidas a ele por Jesus nos recordam o verdadeiro sentido da fé madura e nos encorajam a prosseguir, apesar das dificuldades, pelo nosso caminho de adesão a Deus."
(Papa Bento XVI)


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"A vida é Amor: Amor transbordante que não tem limites e que se dá livremente, Amor que se torna Misericordioso para toda necessidade; Amor que cura o doente e desperta para a vida aquilo que estava morto; Amor que protege, defende, ensina e forma; Amor que é triste com os tristes e alegre com quem está na alegria; que está pronto para o serviço em direção a qualquer um, para cumprir o desígnio desejado pelo Pai, em uma palavra: O Amor do Coração Divino."
(Edith Stein)


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