domingo, 4 de julho de 2010

"El amor habla todas las lenguas y culturas

Do Centro da Ordem chega este testemunho de fr. Marcos Juchen, definidor geral da Ordem, que visitou recentemente o Convento do cairo, onde está nosso
Fr. Patrício Sciadini.


O calor nesta época do ano é muito forte. A cidade do cairo conta com 22 milhões de habitantes. O tráfego flui por algumas ruas e avenidas, mas em certos momentos tudo é confuso. As estradas laterais são pequenas e cheias de lixo. Até agora não vi nenhum cão, mas muitos gatos.
Visitamos um bairro onde quase todos os habitantes são cristãos ortodoxos ou coptas, que vivem da reciclagem do lixo. Se conhecemos célebres monumentos como as pirâmides, as igrejas ou as mesquitas, podemos dizer que aqui o monumento vivo é o da pobreza, feito de pessoas. Neste lugar podem-se visitar algumas igrejas escavadas na rocha. Os edifícios, altos 4 ou 5 andares, são muito pobres e velhos. Em geral, no terraço, criam-se animais, cabras, ovelhas, galinhas e patos, alimentados com os restos de alimento encontrados pela rua.

. "A Basílica de Santa Teresinha do Cairo foi construída em 1930. é grande, em estilo bizantino moderno, com decoração ao modo oriental, árabo-egípcio. O grande convento foi edificado em 1939. Era um ponto de passagem para os missionários que iam ao oriente, em particular à Índia.
A única estação estação do Metrô que leva um nome de uma santa católica é aquela que está ao lado da Basílica, chamada "Saint Thérèse".

A visita à Basílica são contínuas, muitas em proporção ao número de cristãos, mas muitas são da parte dos muçulmanos. As mulheres muçulmanas visitam o Santuário, acompnhadas dos seus maridos, e olham com veneração a imagem de santa Teresinha que está na cripta, sob o altar. Aproximam-se, tocam o vidro de proteção, beijam repetidamente e dizem suas orações.
Dado que muitos visitam a imagem de Santa Teresinha, sugeri a Fr. patrício que seria conveniente colocar um aviso, uma espécie de pedido, perto da santa: "te agradeço pela tua visita, mas também o meu filho, Jesus, presente na eucaristia, espera uma tua visita. Obrigado!"



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Aqui no Egito os frades administram dois pequenos hospitais, um no Cairo e outro em Alexandria, mas é grande o número das pessoas atendidas: mais de 10.000 consultas ao mês e entre 500 e 600 cirurgias. É um verdadeiro milagre ver como é possível atender tanta gente. As pessoas oferecem o que podem e o governo não dá nenhuma ajuda. Os instrumentos médicos e cirúrgicos são doados pelos países europeus. Atualmente necessita-se de um novo instrumento para o raio X, visto que o atual é muito velho, mas o preço é de 500 mil dólares.





Quando fomos ao Sinai, na estrada nos serviram carne de ovelha, mas creio que eram provenientes do tempo de Davi: uma carne dura e seca.

"Jamais teria pensado que um dia subiria a montanha do Sinai e contemplaria a sarça que, segundo a tradição dos monges gregos do mosteiro de Santa Catarina de Alexandria, situados ao pé do monte, continua a mesma, desde então."(Frei Patricio)

Hoje saimos para visitar algumas feiras. Existem várias loginhas de artesanato muito bonitas e de qualidade. Comprei perfume de alabastro. Realmente é uma essência muito agradável que, mesmo depois do banho, permanecem entranhadas sobre a pele.

No dia 29 de junho, solenidade dos santos Pedro e Paulo, deu-se início ao noviciado na comunidade de Shubra, anexa ao Santuário. A comunidade é composta por 10 membros, um postulante, um noviço e um professo simples. Todos os nossos religiosos do Egito se reuniram para a circunstância, formando uma só comunidade."

OBRIGADA FREI PATRÍCIO POR NOS ENSINAR QUE O AMOR NÃO TEM BARREIRAS, NEM DISTANCIAS, NEM LIMITES PARA SER LEVADO E ANUNCIADO.

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