terça-feira, 10 de julho de 2012


 Chama de amor

(Andréia Virgínia da Silva)

Oh chama, onde escondeste
Nas noites escuras da alma te busco
Ao som de gemidos e soluços

Pequeno pirilampo
Que na noite escura se faz clarão
Abrace a minha alma
Não me deixe na solidão

Quebra as algemas
Ameniza a dor
Nos irmãos de caminhada
Construa elos de amor

Seja meu Cirineu nesta estrada
Rompe as cortinas da escuridão
Onde tantos braços me abandonaram
Conduz-me com Tuas Mãos

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