sexta-feira, 28 de junho de 2013

Carta à OCDS -Província São José


São Paulo, 28 de junho de 2013

        Aos irmãos e irmãs do Carmelo Secular da Província São José, graça e paz no Senhor Jesus!

             Como é sabido por todos, estamos nos preparando para a eleição do Presidente e do Conselho da Ordem Secular, que abrange quatro regiões do Brasil: Sudeste, Norte, Nordeste e Centro Oeste. É um momento importante, pois vamos discutir propostas, traçar novas metas para oferecer um apostolado carmelitano cada vez mais fecundo a partir de nosso carisma carmelitano-teresiano.
               Para tanto, faz-se necessário conhecer em profundidade e com clareza as normas próprias do Direito Canônico, bem como as normas próprias do Estatuto Particular da Província, sobretudo a parte que trata do processo de eleição. Tal conhecimento é fundamental para garantir a transparência e a legitimidade da escolha do Presidente e do Conselho. Lembramos que os membros de qualquer comunidade que já fizeram as promessas definitivas estão aptos a concorrer à eleição.  
Para facilitar esse processo, bem como o conhecimento das normas que regem a eleição, indicamos a leitura do nº 40 do Estatuto Particular, que contém instruções claras e objetivas a esse respeito.
Pedimos a todos a leitura atenta desse item, assim como a máxima diligência em observar criteriosamente suas disposições, pois assim teremos a garantia de que todo o processo se dará conforme a vontade de Deus, que se manifesta também através das normas e orientações da Santa Igreja.
Conforme o mesmo nº 40, letra j, do Estatuto, “é proibido a todos os membros da OCDS qualquer tipo de busca de votos direta ou indiretamente, para si ou para outros, dentro ou fora do Congresso Provincial. ‘Assim se evitará que a ambição deturpe a verdadeira índole da autoridade e prejudique o espírito de serviço na vida fraterna’” (Constituições OCD).
Pedimos a todos os envolvidos no processo eleitoral que, com consciência, cuidem de observar o que está prescrito nesta orientação a fim de não comprometer a ação de Deus, que se dá através da fidelidade e da humildade no exercício de qualquer serviço na Igreja, para o qual Ele mesmo chama e escolhe.
Nesse processo é preciso observar, sobretudo, a aptidão e a idoneidade da pessoa a ser eleita, com o intuito de que ela possa exercer digna e frutuosamente a função para a qual será eleita, evitando qualquer prejuízo que comprometa o bom e fecundo andamento das comunidades da Ordem Secular. Sendo assim, não se deve fazer campanha contra a eleição de nenhum membro da Ordem Secular que tenha os requisitos necessários para a eleição.
Tendo em vista a necessidade de escolher pessoa apta para essas funções, o mesmo nº 40, letra j, informa: “isso, porém, não impede que os eleitores possam trocar entre si pontos de vista sobre a idoneidade dos candidatos, bem como sobre quem satisfaz melhor as necessidades da OCDS”.
Essas orientações revelam a preocupação da Igreja no exercício da autoridade e do governo, dons do Espírito dados ao Corpo de Cristo para o bem de todos. Por isso, como “filhos da Igreja” que somos, queremos segui-las com humildade, tendo em vista esses dois grandes propósitos: o louvor e a glória de Deus e o bem de toda a Igreja.
Agradecemos a compreensão de todos e pedimos as orações para que tudo seja feito sob a luz e a ação do Espírito Santo!
Fraternalmente, seus irmãos em Cristo e no Carmelo!


Frei Geraldo Afonso
Superior Provincial

Frei Fabiano Alcides
Delegado Provincial
                                                                                     
Frei Wilson Gomes do Nascimento
Delegado Provincial

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