segunda-feira, 23 de julho de 2018

"MÃE DA DIVINA GRAÇA, 
título muito caro ao Carmelo"

NA OITAVA DE NOSSA SENHORA DO CARMO
À invocamos como Mãe da Divina Graça, conforme a Ladainha. 



A celebração da oitava nas grandes festas é de inspiração bíblica,  encontramos no antigo testamento prescrito para a festa dos Tabernáculos e na festa da Dedicação do Templo, porém este costume foi transferido ao cristianismo só no século IV, onde se reservava um período de alegre retiro nas festas da Pascoa, Pentecostes, e no VIII século acrescentou-se a oitava de natal. Já na Idade Média as oitava passaram a ser celebradas nas principais festas das Igrejas particulares e das Ordens religiosas.

Sendo assim, celebramos a oitava da Solenidade de Nossa Senhora do Carmo, oito dias de alegres liturgias segundo a festa celebrada, partindo do dia 16 de Julho conta-se oito dias aí teremos o dia 23 que é dedicado a memória de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça. 
Os Carmelitas ao terminar a oitava da festa do Carmo com esta comemoração, que vem das antigas ladainhas marianas, a tem invocam com a cara devoção, sob o terno título que expressa a materna missão da Virgem Maria, a de ser Mãe da Divina Graça.
Com a reforma litúrgica do Concilio Vaticano II, as oitavas foram dedicadas apenas as festas do Natal e da Pascoa de Nosso Senhor, a festa do Carmo porém se manteve com o grau de solenidade para os dois ramos da Ordem, e memória facultativa para Igreja. O Carmelo descalço tendo em referência a antiga oitava manteve sob o grau de memória facultativa a celebração de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, o que não aparece no novo calendário observante.

Mãe da Divina Graça, rogai por nós!

#AlmaCarmelita 
#ComissãoDeEspiritualidade 




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