Frei Patrício Sciadini, ocd.
Ninguém conseguirá profanar totalmente o Natal. É uma festa que nasceu no coração da Igreja e da comunidade e permanecerá para sempre como sinal da paz. O mundo pode atrever-se e tentar comercializar o Natal, mas o símbolo religioso deste acontecimento não poderá ser destruído e nem anulado. Haverá sempre necessidade de representar anjos que cantam nos céus “glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade!” Os presépios poderão até ser fabricados, vendidos por ateus, mas não poderá ser anulado e desligado da mentalidade religiosa e representativa do nascimento de Jesus.
Além de ser um grande evangelizador Francisco de Assis, quando reproduziu em Greccio o mistério do Natal ao vivo foi um grande artista, de uma sensibilidade religiosa e humana que poucas pessoas possuem. Viver os ideais mais íntimos do coração humano de paz, de unidade e de felicidade é todo o conteúdo do evangelho, que é boa nova. Quem lê o evangelho independentemente da crença e sem preconceitos, percebe que não há livro mais positivo e otimista que a palavra deixada por Jesus e transmitida a nós pelos evangelistas que, depois de séculos, continuam com a mesma força sedutora e convincente.
Para quem vive o evangelho e acredita em Jesus Cristo não tem espaço para o pessimismo, para o ódio e para o mal. O bem será vencedor. Como vencer o desejo íntimo de nós mesmos de bondade através do mal? A primavera sempre alegrará os nossos olhos e Deus faz florescer no mundo em todos os países homens e mulheres que, tocados pela graça de Deus, cantam no meio dos campos de batalha e dos novos campos de concentração o cântico da esperança e da vida.
O Natal será sempre a festa do grande silêncio. Nenhum barulho e nenhuma festividade materialista poderá apagar o desejo que está em nós de escutar a nossa consciência e perceber que o caminho da materialidade, do dinheiro, não pode dar felicidade. Não há como sufocar o grito de esperança que surge cada vez mais forte e se faz sinfonia na garganta, por tanto tempo impedida de falar pelas ditaduras e pelas escravidões. Não há como permanecer indiferente diante da coerência de Deus que vem nos visitar e se faz um de nós, fixando a sua tenda entre nós, assumindo a nossa natureza humana e partilhando conosco a sua divindade.
Não há como não sentir um calafrio quando vemos que Jesus foi reconhecido como Deus não pelos doutores, estudiosos e sabidos, mas sim pelo povo simples, por pastores que estavam cuidando dos rebanhos e esquentando-se em um fogo improvisado nas frias noite da Palestina. Eram pobres, passavam quem sabe fome e frio, mas tinham o coração aberto ao mistério e ao divino.
Qual comércio natalino terá condições de matar o espírito da infância que o Natal carrega em si mesmo? Sempre as crianças, ao lado dos vídeo games ou de computadores gostarão de ver presépios animados, onde todo o universo se faz presente. Quem poderá aniquilar em nós a memória dos cantos natalinos? Noite feliz será cantada para sempre. Ela entrou a fazer parte do DNA da humanidade. Não há natal sem papai Noel como não há Natal sem Noite Feliz, mas especialmente não há Natal sem Jesus Cristo.
É verdade que todas estas parafernálias midiáticas tentam destruir o religioso, mas não conseguirão. O ser humano, quando chega ao abismo de seu nada, volta de novo a levantar o vôo para o alto, com as suas asas quebradas, mas sempre, como diz Teresinha do Menino Jesus, “com olhos de águia fitará o sol que é Cristo”.
O Natal é de Jesus e só dele. O resto é e será sempre papel de embrulho enganador o precisamos não de papel de embrulho mas do presente de Deus à humanidade que é o seu Filho unigênito que nos é oferecido por Maria na manjedoura da vida.
Feliz Natal!
Ninguém conseguirá profanar totalmente o Natal. É uma festa que nasceu no coração da Igreja e da comunidade e permanecerá para sempre como sinal da paz. O mundo pode atrever-se e tentar comercializar o Natal, mas o símbolo religioso deste acontecimento não poderá ser destruído e nem anulado. Haverá sempre necessidade de representar anjos que cantam nos céus “glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade!” Os presépios poderão até ser fabricados, vendidos por ateus, mas não poderá ser anulado e desligado da mentalidade religiosa e representativa do nascimento de Jesus.
Além de ser um grande evangelizador Francisco de Assis, quando reproduziu em Greccio o mistério do Natal ao vivo foi um grande artista, de uma sensibilidade religiosa e humana que poucas pessoas possuem. Viver os ideais mais íntimos do coração humano de paz, de unidade e de felicidade é todo o conteúdo do evangelho, que é boa nova. Quem lê o evangelho independentemente da crença e sem preconceitos, percebe que não há livro mais positivo e otimista que a palavra deixada por Jesus e transmitida a nós pelos evangelistas que, depois de séculos, continuam com a mesma força sedutora e convincente.
Para quem vive o evangelho e acredita em Jesus Cristo não tem espaço para o pessimismo, para o ódio e para o mal. O bem será vencedor. Como vencer o desejo íntimo de nós mesmos de bondade através do mal? A primavera sempre alegrará os nossos olhos e Deus faz florescer no mundo em todos os países homens e mulheres que, tocados pela graça de Deus, cantam no meio dos campos de batalha e dos novos campos de concentração o cântico da esperança e da vida.
O Natal será sempre a festa do grande silêncio. Nenhum barulho e nenhuma festividade materialista poderá apagar o desejo que está em nós de escutar a nossa consciência e perceber que o caminho da materialidade, do dinheiro, não pode dar felicidade. Não há como sufocar o grito de esperança que surge cada vez mais forte e se faz sinfonia na garganta, por tanto tempo impedida de falar pelas ditaduras e pelas escravidões. Não há como permanecer indiferente diante da coerência de Deus que vem nos visitar e se faz um de nós, fixando a sua tenda entre nós, assumindo a nossa natureza humana e partilhando conosco a sua divindade.
Não há como não sentir um calafrio quando vemos que Jesus foi reconhecido como Deus não pelos doutores, estudiosos e sabidos, mas sim pelo povo simples, por pastores que estavam cuidando dos rebanhos e esquentando-se em um fogo improvisado nas frias noite da Palestina. Eram pobres, passavam quem sabe fome e frio, mas tinham o coração aberto ao mistério e ao divino.
Qual comércio natalino terá condições de matar o espírito da infância que o Natal carrega em si mesmo? Sempre as crianças, ao lado dos vídeo games ou de computadores gostarão de ver presépios animados, onde todo o universo se faz presente. Quem poderá aniquilar em nós a memória dos cantos natalinos? Noite feliz será cantada para sempre. Ela entrou a fazer parte do DNA da humanidade. Não há natal sem papai Noel como não há Natal sem Noite Feliz, mas especialmente não há Natal sem Jesus Cristo.
É verdade que todas estas parafernálias midiáticas tentam destruir o religioso, mas não conseguirão. O ser humano, quando chega ao abismo de seu nada, volta de novo a levantar o vôo para o alto, com as suas asas quebradas, mas sempre, como diz Teresinha do Menino Jesus, “com olhos de águia fitará o sol que é Cristo”.
O Natal é de Jesus e só dele. O resto é e será sempre papel de embrulho enganador o precisamos não de papel de embrulho mas do presente de Deus à humanidade que é o seu Filho unigênito que nos é oferecido por Maria na manjedoura da vida.
Feliz Natal!
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