Frei Patricio Sciadini
Hoje estava meditando e rezando, tive uma pergunta dentro de mim que me angustiou por um pouco e depois senti no coração uma grande paz interior. Aquela paz que vem do Alto, que é dom de Deus, que é a grande promessa de Jesus. Todos os dias antes da comunhão, na missa, dizemos a oração: “Senhor Jesus dai nos a tua paz”, aquela paz que ele prometeu que é fruto do amor. Pensei que na escola da guerra se aprende e se somos bons discípulos podemos mudar o mundo.
1. A primeira lição é o DIALOGO. A porta do dialogo nunca pode ser fechada mas sempre deve estar aberta; dialogar e escutar o outro e suas razões, encontrar juntos caminhos novos. Dialogar não é capacidade dialética e filosófica para manipular o pensamento do outro e puxar, como se diz “a brasa para a própria sardinha”. O dialogo é feito de verdade, de autenticidade e de amor. A guerra nos diz muitas vezes que o dialogo foi interrompido. Não é possível nunca dialogar com as armas nas mãos e nem com tanques de guerra, não é possível dialogar escutando o barulho de armas e os gritos de morte, o dialogo se ouvir a voz da vida.
2. Na escola da vida se aprende a AMAR A VIDA, a apreciar a vida. A vida grita sempre mais forte, somos chamados a escutar o grito das crianças que clamam pela vida e que diante da morte tem medo e ficam caladas para sempre. E o grito de milhares de mães que vêem seus filhos partir e não voltar, de esposas, de pais. É o momento de pensar que a vida é um dom tão belo e grande que sempre deve ser defendido e que nada autoriza a destrui-la. Se aprende que vida nasce da fé, do amor. A religião é sempre um caminho de unidade e de pacificação. O Papa Francisco tem dito varias vezes nestes dias em que ele reza para o Egito: fé e a violência são inconciliáveis. Precisamos amar a vida, doar a vida para que a vida possa florescer.
3. Na escola da guerra se aprende a sublime é as vezes difícil lição do PERDÃO . É somente através do perdão que podemos nos dar as mãos e caminhar juntos, construindo juntos, abraçando nos e sentindo que somos irmãos e não inimigos no caminho. Fazendo amizade é que o mundo de hoje será uma pequena aldeia mas na pequena aldeia da família humana deve sempre existir o amor e união. Somos um com coração e com a alma, para o bem de todos.
HAVERÁ SEMPRE GUERRAS? Haverá,mas serão todas vencidas se dialogarmos, se amarmos a vida e se nos perdoarmos.
Que Santa Teresinha nos envie do céu uma chuva de rosas e bençãos.

Hoje estava meditando e rezando, tive uma pergunta dentro de mim que me angustiou por um pouco e depois senti no coração uma grande paz interior. Aquela paz que vem do Alto, que é dom de Deus, que é a grande promessa de Jesus. Todos os dias antes da comunhão, na missa, dizemos a oração: “Senhor Jesus dai nos a tua paz”, aquela paz que ele prometeu que é fruto do amor. Pensei que na escola da guerra se aprende e se somos bons discípulos podemos mudar o mundo.
1. A primeira lição é o DIALOGO. A porta do dialogo nunca pode ser fechada mas sempre deve estar aberta; dialogar e escutar o outro e suas razões, encontrar juntos caminhos novos. Dialogar não é capacidade dialética e filosófica para manipular o pensamento do outro e puxar, como se diz “a brasa para a própria sardinha”. O dialogo é feito de verdade, de autenticidade e de amor. A guerra nos diz muitas vezes que o dialogo foi interrompido. Não é possível nunca dialogar com as armas nas mãos e nem com tanques de guerra, não é possível dialogar escutando o barulho de armas e os gritos de morte, o dialogo se ouvir a voz da vida.
2. Na escola da vida se aprende a AMAR A VIDA, a apreciar a vida. A vida grita sempre mais forte, somos chamados a escutar o grito das crianças que clamam pela vida e que diante da morte tem medo e ficam caladas para sempre. E o grito de milhares de mães que vêem seus filhos partir e não voltar, de esposas, de pais. É o momento de pensar que a vida é um dom tão belo e grande que sempre deve ser defendido e que nada autoriza a destrui-la. Se aprende que vida nasce da fé, do amor. A religião é sempre um caminho de unidade e de pacificação. O Papa Francisco tem dito varias vezes nestes dias em que ele reza para o Egito: fé e a violência são inconciliáveis. Precisamos amar a vida, doar a vida para que a vida possa florescer.
3. Na escola da guerra se aprende a sublime é as vezes difícil lição do PERDÃO . É somente através do perdão que podemos nos dar as mãos e caminhar juntos, construindo juntos, abraçando nos e sentindo que somos irmãos e não inimigos no caminho. Fazendo amizade é que o mundo de hoje será uma pequena aldeia mas na pequena aldeia da família humana deve sempre existir o amor e união. Somos um com coração e com a alma, para o bem de todos.
HAVERÁ SEMPRE GUERRAS? Haverá,mas serão todas vencidas se dialogarmos, se amarmos a vida e se nos perdoarmos.
Que Santa Teresinha nos envie do céu uma chuva de rosas e bençãos.
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Sinal de esperança, a Profissão de tres irmãos carmellitas descalços, no Cairo,
em meio aos horrores da guerra no Egito.
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Nosso amado frei Patrício Sciadini OCD, em meio aos horrores da guerra no Egito,
recebe os votos de um frade carmelita descalço em seu convento.
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