Frei Patrício Sciadini, ocd.
Quando chegamos ao fim do ano sentimos uma coceira na língua, nos dedos e uma vontade incontrolável de fazer um “balanço” do ano que vai e previsões para o ano que está chegando, não mais novo, mas simplesmente mais velho. Queiramos ou não estamos todos com uma certeza de que ninguém pode duvidar: com um ano a menos de vida, um ano mais velhos, com mais rugas, mais cabelos brancos, menos saúde. Quem sabe com menos dinheiro, mais dívidas mais preocupações. São certezas das quais não podemos fugir. Dizemos com muita facilidade que o ano que passou foi um ano bom, mas poderia ter sido melhor, e que o ano que vem será bem melhor. Com que garantia afirmamos isto?
No ano 2008 prevejo que deve ser um ano em que devemos redobrar a nossa atenção para assumir a nossa fé com alegria, num mundo que tenta cada dia nos afastar dos verdadeiros valores da vida. A vida dos nossos irmãos pobres, despossuídos e marginalizados, se faz cada vez mais dura, sem esperança. Cabe a nós que temos fé, e aos que têm “bens”, ter a coragem de partilhar e de questionar todas as estruturas injustas e pecaminosas porque aumentam os pobres.
O ano 2008, ano da solidariedade universal. Não devemos fechar-nos em nós mesmos, mas sim abrir o coração ao amor generoso e total, para que ninguém, como na primeira comunidade cristã, passe fome ou necessidades. Será um ano decisivo para todos nós: para crescermos na santidade ou diminuir no amor a Deus e ao próximo. A regra de ouro da vida espiritual é a seguinte: não se pode ficar parados, ou se progride ou se regride; não há terceira via.
Desde já devemos pedir ao nosso Deus, porque sem Ele nada podemos fazer, muita saúde para poder trabalhar e ter uma qualidade de vida. Não podemos esperar do governo que se preocupe da saúde pública e nem da cultura, ele tem muitas ocupações e muitas coisas para pensar, especialmente em se “propagandear” a si mesmo e preparar-se assim às eleições. Aos nossos governantes - e o temos visto – não interessa o povo, mas o bolso e só os próprios interesses. Lógico que entre todos há quem luta honestamente e com justiça, mas são moscas brancas. É necessário gritar nos telhados e através de uma “resistência pacífica” a obrigar o poder público a ver as necessidades do povo.
Necessitamos no ano 2008 ser Igreja cada vez mais missionária, comprometida com o povo e com a evangelização. Uma evangelização corpo a corpo, missionária, cada um de nós sentir-se responsável de evangelizar os que encontramos na vida de cada dia nas ida e voltas de trabalho, em todos os lugares.
2008, ano feliz se por nossa parte nos abrirmos a Deus, eu garanto que Deus, como sempre, fará a sua parte. Ele não falha, ele continua a usar de tudo para nos amar: nos envia os seus profetas, cabe a nós a resposta do nosso sim.
Feliz Ano Novo! Mangas arregaçadas, coração em Deus, tudo dará certo. “Quem nos separará do amor de Cristo?”... Nada!
Feliz Ano Novo! As minhas previsões são otimistas, quer vivamos quer morramos vivemos e morreremos no Senhor!
Quando chegamos ao fim do ano sentimos uma coceira na língua, nos dedos e uma vontade incontrolável de fazer um “balanço” do ano que vai e previsões para o ano que está chegando, não mais novo, mas simplesmente mais velho. Queiramos ou não estamos todos com uma certeza de que ninguém pode duvidar: com um ano a menos de vida, um ano mais velhos, com mais rugas, mais cabelos brancos, menos saúde. Quem sabe com menos dinheiro, mais dívidas mais preocupações. São certezas das quais não podemos fugir. Dizemos com muita facilidade que o ano que passou foi um ano bom, mas poderia ter sido melhor, e que o ano que vem será bem melhor. Com que garantia afirmamos isto?
No ano 2008 prevejo que deve ser um ano em que devemos redobrar a nossa atenção para assumir a nossa fé com alegria, num mundo que tenta cada dia nos afastar dos verdadeiros valores da vida. A vida dos nossos irmãos pobres, despossuídos e marginalizados, se faz cada vez mais dura, sem esperança. Cabe a nós que temos fé, e aos que têm “bens”, ter a coragem de partilhar e de questionar todas as estruturas injustas e pecaminosas porque aumentam os pobres.
O ano 2008, ano da solidariedade universal. Não devemos fechar-nos em nós mesmos, mas sim abrir o coração ao amor generoso e total, para que ninguém, como na primeira comunidade cristã, passe fome ou necessidades. Será um ano decisivo para todos nós: para crescermos na santidade ou diminuir no amor a Deus e ao próximo. A regra de ouro da vida espiritual é a seguinte: não se pode ficar parados, ou se progride ou se regride; não há terceira via.
Desde já devemos pedir ao nosso Deus, porque sem Ele nada podemos fazer, muita saúde para poder trabalhar e ter uma qualidade de vida. Não podemos esperar do governo que se preocupe da saúde pública e nem da cultura, ele tem muitas ocupações e muitas coisas para pensar, especialmente em se “propagandear” a si mesmo e preparar-se assim às eleições. Aos nossos governantes - e o temos visto – não interessa o povo, mas o bolso e só os próprios interesses. Lógico que entre todos há quem luta honestamente e com justiça, mas são moscas brancas. É necessário gritar nos telhados e através de uma “resistência pacífica” a obrigar o poder público a ver as necessidades do povo.
Necessitamos no ano 2008 ser Igreja cada vez mais missionária, comprometida com o povo e com a evangelização. Uma evangelização corpo a corpo, missionária, cada um de nós sentir-se responsável de evangelizar os que encontramos na vida de cada dia nas ida e voltas de trabalho, em todos os lugares.
2008, ano feliz se por nossa parte nos abrirmos a Deus, eu garanto que Deus, como sempre, fará a sua parte. Ele não falha, ele continua a usar de tudo para nos amar: nos envia os seus profetas, cabe a nós a resposta do nosso sim.
Feliz Ano Novo! Mangas arregaçadas, coração em Deus, tudo dará certo. “Quem nos separará do amor de Cristo?”... Nada!
Feliz Ano Novo! As minhas previsões são otimistas, quer vivamos quer morramos vivemos e morreremos no Senhor!
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