

Mártires de Guadalajara
María Pilar de San Francisco de Borja,
Teresa del Niño Jesús e
María Ángeles de San José
Cor litúrgica: Vermelho
Ofício próprio da memória na OCD ou
Liturgia das Horas: 1671-1667-1093
Oração das Horas: 1543-1540-1085
Leituras próprias: Rm 8,31b-39 – Sl115 – Jô 17,11-19
“O mundo os odiou.”
Nem a morte, nem a vida, nem criatura alguma nos poderá separar do amor de Cristo (cf Rm 8,38-39).
María Pilar de San Francisco de Borja(Jacoba Martínez Garcia)
Nasceu em Tarazona (Zaragoza) no dia 30 de dezembro de 1877, sendo batizada neste mesmo dia na Igreja Catedral. Seus pais se chamavam Gabino e Luiza. Foi a última de onze irmãos. Foi crismada no dia 1º. de agosto de 1879 na Igreja de Santa Maria Madalena de Tarazona. Fez a sua primeira comunhão na quinta-feira da Ascenção, o dia 11 de maio de 1889, tendo sido preparada pelo seu irmão Dom Julián, que fora pároco. Em 1891, em meados de novembro, a família toda se muda, pais e irmãos, para Corella (Navarra). Ali viveria até seu ingresso no convento. Seu pai, Dom Gabino, morreu em 1896 e a 12 de outubro de 1898, dia do Pilar, ingressa no convento das carmelitas descalças de São José de Guadalajara. Nesse mesmo dia tomou o hábito. No domingo, dia 15 de outubro de 1899, festa de Santa Teresa, faz sua Profissão religiosa tomando o nome de Jacoba Pilar de São Francisco de Borgia. Sua mãe, Dona Luiza, faleceu em Corella em outubro de 1914 e seu irmão Dom Julián em 1919.
Ao entardecer de 22 de julho de 1938, com as demais religiosas, sai do convento e se refugia, com outras quatro, no Hotel Ibéria, Rua Tenente Figueiro no. 3, e aos 58 anos de idade e 38 de vida religiosa, em 24 de julho de 1836, à tarde, seu corpo foi crivado pelas balas dos milicianos da rua Francisco Cuesta e em meio a terríveis dores e angústias que sentia, exclamou repetidas vezes, antes de morrer, como seu Divino Esposo na cruz: ”Meu Deus, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem.” Morre, finalmente, no Hospital Ortiz de Zárate.
Nasceu em Mochales (Guadalajara) no dia 5 de março de 1909, filha de Juan e Eulália, sendo a segunda de oito irmãos. Morreu aos 27 anos de idade e 11 de vida religiosa. Os milicianos enganá-la e abusar dela. Saiu correndo e antes de cair, atravessada por balas, exclamou, com os braços em cruz: “Viva Cristo Rei!”
María Ângeles de São José
(Marciana Valtierra Tordesillas)
(Marciana Valtierra Tordesillas)
Nasceu em Getafe (Madrid) no dia 6 de março de 1905. Morreu com 31 anos de idade e 7 de vida religiosa. Desde que era noviça suspirava pelo martírio. Dissera certa vez no recreio comunitário. Que felicidade se pudéssemos derramar o sangue por Cristo. Em um livro de seu uso, foi encontrado um papel com estas palavras escritas por sua mãos: “Meu Deus, recebe minha vida entre as dores do martírio e em testemunho de meu amor por Vós, como recebestes a de tantas almas que vos amaram e morreram por vosso amor.”

As três professaram no monastério de São José das Carmelitas Descalças de Guadalajara (Espanha) e sofreram o martírio em 24 de julho de 1936, depois de confessar a fé em Cristo Rei e oferecer a própria vida pela Igreja. Ela são as primeiras mártires da guerra civil espanhola de 1936-1939. Foram beatificadas por João Paulo II em 29 de março de 1987.
Oração: Ó Deus, fortaleza dos humildes, que de modo admirável infundiste às Beatas María Pilar, Teresa e María Ángeles, vírgens, constância no martirio, concede-nos, por sua intercessão, que, asím como elas derramaram com generosidade o sangue por Cristo Rei, também nos mantenhamos leais a ti e à tua Igreja até a morte. Por nosso Senhor Jesus Cristo que vive e reina pelos séculos. Amém.
“Nesta noite árida cresce a solicitude de Deus e as ânsias para servi-lo.”
São João da Cruz – 3S 27.4
Carta de Santa Teresa de Jesus em 24
1576 – C 108 – A D. Lorenzo de Cepeda, em Ávila – “O mestre de cerimônias.” Linda cela a de Toledo. Zelos de Juan de Ovalle. Os manuscritos das Fundações. Uma cópia da Vida. Marmelos e marmelada. A educação dos filhos de D. Lorenzo.
SANTO DO DIA
São João da Cruz – 3S 27.4
Carta de Santa Teresa de Jesus em 24
1576 – C 108 – A D. Lorenzo de Cepeda, em Ávila – “O mestre de cerimônias.” Linda cela a de Toledo. Zelos de Juan de Ovalle. Os manuscritos das Fundações. Uma cópia da Vida. Marmelos e marmelada. A educação dos filhos de D. Lorenzo.
SANTO DO DIA

São Charbel Makhluf
Eremita
Charbel, cujo nome de batismo era José, nasceu em Buga-Kafra, povoação do Norte do Líbano, em 1828. Filho de numerosa família pobre, mas profundamente religiosa, órfão de pai em tenra idade, desde criança sentia o chamamento de Deus para a vida religiosa. Aos 20 anos entrou no mosteiro da ordem libanesa maronita em Maifuc, seguindo depois para Annaya. No noviciado recebeu o nome de Charbel, santo martirizado em Edessa, cuja festa é celebrada pelos maronitas no dia 5 de Dezembro. Foi ordenado sacerdote em 1859. No ano seguinte, por pouco escapou à horrível invasão turca, na qual morreram milhares de jovens cristãos e muitas igrejas e mosteiros foram saqueados e destruídos. A sua vida religiosa resumia-se à prática da profissão evangélica e da austeridade, à assiduidade na oração e à obediência aos superiores. Em 1875, Charbel obteve licença para viver como eremita no ermo dos santos apóstolos Pedro e Paulo, a 1200 metros de altitude. Procurava, assim, viver na maior austeridade de vida com mais rigor ainda do que no convento. Charbel não foi pregador nem missionário. Contudo, seu eremitério era muito procurado para conselho e orientação espiritual. No dia 16 de Dezembro de 1898, no momento da elevação da hóstia e do cálice, sentiu-se arrebatado numa visão: era o fim da missa de sua vida terrena. Levada para a sua cela, estendido sobre tábuas nuas com um pedaço de madeiro por travesseiro, entrou em agonia. Exalou o seu último suspiro em 24 de Dezembro, para iniciar o seu Natal no céu.
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