sábado, 6 de outubro de 2012

JUVENTUDE RUMO AO RIO COM O CARMELO


Vossa sou, para vós nasci que mandais fazer de mim?

(Santa Teresa)

 

 

Em preparação à JMJ, acontecerá em Caratinga - MG, O encontro Juventude rumo ao Rio com o Carmelo, no dia 28 de outubro, com inicio as 08hs e 30min e encerramento com a Santa missa às 16hs.

 

Na programação do encontro está previsto reflexões sobre o tema da JMJ e sobre o tema da DNJ 2013. Também estão previstos momentos oracionais, música, dança, teatro e vídeos sobre a Juventude. O almoço será fornecido no encontro.

 

Local: UNEC II - Bairro das Graças.

Informações pelo número - 33 3321 - 2825. Ou pelo email: juventudecarmelo@gmail.com com Tais e Luisa- alpinistas da fé.

 

Convidamos a todos e esperamos por vocês, contando com suas orações.  

 

Abraços fraternos.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

JÁ COMPÔS NOSSO HINO PARA OCDS?


TENHO CERTEZA QUE NOSSO HINO FICARÁ LINDO!!!
UNAMOS NOSSAS MÃOS E CORAÇÕES!!!
SOMOS MUITOS E OS DONS MUSICAIS ESTÃO POR AI ESPALHADOS!!!

VAI SER MARAVILHOSO TERMOS NOSSO HINO OFICIAL PARA OCDS.
NÃO ACHA?


JUNTEMOS NOSSAS IDÉIAS E

 COM CRIATIVIDADE E MUITO AMOR,SURGIRÁ O TÃO ESPERADO HINO!!!

OS FUTUROS CARMELITAS SECULARES ESTARÃO CANTANDO COM ALEGRIA!!!

UM BEIJO PARA VOCÊ COM MUITO AMOR!!!


COM AS BENÇÃOS DE NOSSA SENHORA


MARIA EDUARDA

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

CATEQUESE DO PAPA - ORAÇÃO LITÚRGICA


A oração cristã é olhar constantemente e de maneira sempre nova a Cristo
Catequese de Bento XVI na Audiência Geral de quarta- feira



CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 03 de outubro de 2012 (ZENIT.org) – Apresentamos as palavras de Bento XVI dirigidas aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a tradicional Audiência Geral de quarta-feira.  
***
Queridos irmãos e irmãs,
Na última catequese, comecei a falar de uma das fontes privilegiadas de oração cristã: a liturgia sagrada, que - como afirma o Catecismo da Igreja Católica - é "participação na oração de Cristo, dirigida ao Pai no Espírito Santo. Na liturgia, toda oração cristã encontra a sua fonte e o seu termo" (n. 1073). Hoje, eu gostaria que nos perguntássemos: na minha vida, eu reservo espaço suficiente para a oração e, acima de tudo, que lugar na minha relação com Deus ocupa a oração litúrgica, especialmente a Santa Missa, como participação na oração comum do Corpo de Cristo que é a Igreja?
Ao responder a esta questão devemos primeiramente lembrar que a oração é a relação viva dos filhos de Deus com seu Pai que é infinitamente bom, com seu Filho, Jesus Cristo, e com
o Espírito Santo (cf. ibid., 2565). Assim, a vida de oração é o hábito de estar na presença de Deus e ter consciência de viver a relação com Deus como se vive as relações habituais de nossas vidas, com os familiares mais queridos, com amigos de verdade; e de fato, a relação com o Senhor é a que ilumina a todos os nossos outros relacionamentos. Esta comunhão de vida com Deus, Uno e Trino, é possível porque, pelo Batismo fomos introduzidos em Cristo, passamos a ser um com Ele (cf. Rm 6:5).
De fato, somente em Cristo podemos dialogar com Deus Pai como filhos, caso contrário não é possível, mas em comunhão com o Filho também nos podemos dizer como Ele disse: "Abba". Em comunhão com Cristo, podemos conhecer a Deus como verdadeiro Pai (cf. Mt 11:27). Por isso, a oração cristã é olhar constantemente e de maneira sempre nova a Cristo, conversar com Ele, ficar em silêncio com Ele, ouvi-lo, agir e sofrer com Ele. O cristão descobre sua verdadeira identidade em Cristo, "primogênito de toda  criatura», em quem todas as coisas (cf. Cl 1,15 ss). Identificando-se com Ele, sendo um com Ele, redescubro a minha identidade pessoal, a de verdadeiro filho que vê a Deus como um Pai cheio de amor.
Mas não esqueçamos: Cristo, nos o encontramos, o conhecemos como uma pessoa viva, na Igreja. É o "seu corpo". Esta corporeidade pode ser entendida a partir das palavras bíblicas sobre o homem e a mulher: os dois serão uma só carne (cf. Gn 2:24; Efésios 5,30 ss; 1 Cor 6,16 s.). O vínculo indissolúvel entre Cristo e a Igreja, através do poder unificador do amor, não anula o “você” e o “eu”, mas eleva-as a sua unidade mais profunda. Encontrar a própria identidade em Cristo significa alcançar uma comunhão com Ele, que não me anula, mas eleva-me a mais alta dignidade, àquela de filho de Deus em Cristo: “a história de amor entre Deus e o homem consiste no fato de que esta comunhão de vontade cresce em comunhão de pensamento e de sentimento e, assim, a nossa vontade e a vontade de Deus coincidem cada vez mais "(Encíclica Deus caritas est, 17). Rezar significa elevar-se à altura de Deus através de uma necessária e gradual transformação do nosso ser.
Assim, participando da liturgia, fazemos nossa a linguagem da mãe Igreja, aprendemos a falar nessa e através dessa. Claro que, como eu já disse, isso acontece gradualmente, pouco a pouco. Devo imergir progressivamente nas palavras da Igreja, com a minha oração, com a minha vida, com o meu sofrimento, com a minha alegria, com o meu pensamento. É um caminho que nos transforma.
Penso que essas reflexões nos permitem responder à pergunta que fizemos no início: como aprendo a rezar, como eu cresço na minha oração? Olhando para o modelo que Jesus nos ensinou, o Pai Nosso, vemos que a primeira palavra é "Pai" e a ​​segunda é "nosso". A resposta, então, é clara: aprendo a rezar, alimento a minha oração, dirigindo-me a Deus como Pai e rezando com outros, rezando com a Igreja, aceitando o dom de suas palavras, que tornam pouco a pouco familiar e rica de sentido. O diálogo que Deus estabelece com cada um de nós, e nós com Ele, na oração inclui sempre um "com"; não podemos rezar a Deus de maneira  individualista. Na oração litúrgica, especialmente a Eucaristia, e - formados pela liturgia - em cada oração, não falamos apenas como pessoa individualmente, mas entramos no "nós" da Igreja que reza. E precisamos transformar nosso "eu" entrando neste "nós".
Gostaria de lembrar outro aspecto importante. No Catecismo da Igreja Católica, lemos: "Na liturgia da Nova Aliança, cada ação litúrgica, especialmente a celebração da Eucaristia e dos sacramentos, é um encontro entre Cristo e a Igreja" (n. 1097), por isso, é o "Cristo total", toda a Comunidade, o Corpo de Cristo unido à sua Cabeça, que celebra. A liturgia é, então, uma espécie de "auto-manifestação" de uma comunidade, mas é a saída de simplesmente "ser para si mesmo", ser fechado em si mesmo para entrar no grande banquete, na grande comunidade viva, na qual o próprio Deus nos alimenta. A liturgia implica universalidade e esse caráter universal deve entrar novamente no conhecimento de todos. A liturgia cristã é o culto do templo universal que é Cristo Ressuscitado, cujos braços estão estendidos na cruz para atrair todos ao abraço do amor eterno de Deus.  É o culto do céu aberto. Nunca é somente o evento de uma única comunidade, com o seu lugar no tempo e no espaço. É importante que cada cristão sinta-se realmente inserido nesse "nós" universal, que fornece o  fundamento e o refúgio ao "eu", no Corpo de Cristo que é a Igreja.
Nisto devemos estar cientes e aceitar a lógica da Encarnação de Deus: Ele se fez próximo, presente, entrando na história e natureza humana, tornando-se um de nós. E esta presença continua na Igreja, seu Corpo. A liturgia, então, não é a memória de eventos passados, mas é a presença viva do Mistério Pascal de Cristo que transcende e une todos os tempos e espaços. Se na celebração não emerge a centralidade de Cristo, não temos a liturgia cristã totalmente dependente do Senhor e sustentada pela sua presença criadora. Deus age através de Cristo e  nós não podemos agir a não ser por meio Dele e Nele. Todos os dias deve crescer em nós a convicção de que a liturgia não é o nosso, o meu "fazer", mas é a ação de Deus em nós e com nós.
Assim, não é o indivíduo - sacerdote ou fiel - ou o grupo que celebra a liturgia, mas é principalmente a ação de Deus através da Igreja, que tem a sua própria história, sua rica tradição e a sua criatividade. Esta universalidade e abertura fundamental, que é característica de toda a liturgia é uma das razões pelas quais não podem ser idealizada ou modificada pela comunidade individual ou por especialistas, mas deve ser fiel às formas da Igreja universal.
Mesmo na liturgia das menores comunidades está sempre presente toda a Igreja. Por esta razão, não há "estrangeiro" na comunidade litúrgica. Em toda celebração litúrgica participa junto toda a Igreja, o céu e a terra, Deus e os homens. A liturgia cristã, mesmo que celebrada em um lugar e um espaço concreto e exprime o "sim" de uma determinada comunidade, é naturalmente Católica, vem do todo e leva ao todo, em união com o Papa, os Bispos, com os fiéis de todos os tempos e lugares. Quanto mais uma celebração é animada por esta consciência, mais frutuosamente nessa se realiza o autentico sentido da liturgia.
Caros amigos, a Igreja torna-se visível de muitas maneiras: na ação caritativa, nos projetos de missão, no apostolado pessoal que cada cristão deve realizar no próprio ambiente. Mas, o lugar no qual a Igreja é experimentada plenamente como Igreja é na liturgia: essa é o ato em que acreditamos que Deus entra em nossa realidade e podemos encontra-Lo, podemos toca-Lo. É o ato no qual entramos em contato com Deus, Ele vem até nós, e nós somos iluminados por Ele. Por isso, quando nas reflexões sobre liturgia nós centramos a nossa atenção somente sobre como torná-la atraente, interessante, bonita, corremos o risco de esquecer o essencial: a liturgia se celebra por Deus e não por nós mesmos; é obra sua; é Ele o sujeito; e nós devemos nos abrir a Ele e nos deixar guiar por Ele e pelo seu Corpo que é a Igreja.
Peçamos ao Senhor para aprendermos a cada dia viver a sagrada liturgia, especialmente a Celebração Eucarística, rezando no "nós" da Igreja, que dirige o olhar não para si, mas para Deus, e nos sintamos parte da Igreja viva de todos os lugares e de todos os tempos. Obrigado.
Amados peregrinos vindos do Brasil e demais peregrinos de língua portuguesa: sede todos bem-vindos! Aprendei a viver bem a liturgia, pois esta é o caminho para dirigir o vosso olhar a Deus, superando todo individualismo e egoísmo, através da comunhão com a Igreja viva de todos os tempos e lugares. Que Deus vos abençoe! Obrigado!

Festa de Santa Teresinha em Caratinga-MG


Santa Teresinha é mesmo missionária!






A celebração da Festa de Santa Teresinha aqui em Caratinga foi com muita participação do povo de  Deus.
Fizemos o tríduo que foi bastante participativo e envolvimento das diversas pastorais e grupos.
Cada dia uma reflexão, acolhida com cartões, orações e até miniatura de Teresinha para os participantes. Também sorteio de bíblias e estampas de Santa Teresinha.
No dia 1º, solenemente, a celebração aconteceu.
Uma missa concelebrada por vários frades e uma multidão compareceu graças à intercessão de Santa Teresinha.
O povo expressou a fé, agradecendo grandes bençãos derramadas.
Unimo-nos à adolescência missionária e a tantas outras jovens para fazer o teatro " Santa Teresinha, um presente para a humanidade."
Aconteceu a benção e a entrega das rosas com muito zelo e alegria.
Agradecemos a todos que se uniram a nós neste tempo de graça.

                                                            Ana Maria-OCDS

ESTÁ CHEGANDO NOSSO CONGRESSO!!!!

JÁ ENVIOU SUA INSCRIÇÃO?
AGUARDAMOS SUA PRESENÇA!!!
SERÃO DIAS DE ENCONTRO E ALEGRIA E VOCÊ NÃO PODE FALTAR!!!
SUA PRESENÇA É IMPORTANTE!!!
VENHA COM O ENTUSIASMO DE SEMPRE!!!



BEIJOS EM TODOS!!
MARIA EDUARDA


terça-feira, 2 de outubro de 2012

FELICIDADES IRMÃOS E IRMÃS

QUERIDOS (AS), QUEREMOS DESEJAR UM DIA FELIZ ,NA DATA EM QUE VOCÊS COMEMORAM MAIS UM ANO DE VIDA!!!
PARA TODOS VOCÊS ,ENVIAMOS NOSSOS ABRAÇOS E ORAÇÕES!!!
MUITAS FLORES NOS SEUS CAMINHOS!!!


NOSSA SENHORA INTERCEDA POR TODOS  VOCÊS!!!

TODOS OS SANTOS CARMELITAS OS ANIMEM NO SEU DIA A DIA!!!


RECEBAM ESTAS FLORES COM NOSSO CARINHO E AMIZADE!!!


NOSSA OCDS CONTA COM VOCÊS!!!




DEUS OS ABENÇOE RICAMENTE!!!
BEIJOS
MARIA EDUARDA






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

SANTA TERESINHA FICA CONOSCO




É FESTA DE SANTA TERESINHA, temos caminhado juntos por 9 dias. Nós temos nos esforçado para sermos melhores, pelo menos eu aqui no Egito, me esforcei para ser bom, não consegui mas vou tentar de novo, hoje e amanhã. Que Santa Teresinha hoje dê um abraço a todos os nossos amigos, a todas as pessoas do mundo.

Homens e mulheres, crianças, velhos e jovens de mãos dadas, queremos do Céu lançar rosas na Terra, tão faminta de paz e de amor. Nunca fechar o nosso coração ao amor e à bondade. Teresinha é santa simpática porque fala sempre com doçura, no seu “estatuto” não há uma palavra dura, pouco cortês, ela é sempre delicada, atenta e cheia de amor. 

Se puder ir à missa, vá e leve com você uma rosa e a dê à primeira pessoa que encontrar, será o presente mais agradável. É Santa Teresinha que a envia. 

Reze por mim, juntos queremos durante o ano até a próxima novena, todos os meses no dia 1º, relembrar Teresinha, nossa amiga.

Santa Teresinha, rogai por nós.

Frei Patrício Sciadini, ocd

“Atraí-me ...”

Frei Alzinir


Mensagem de nosso Delegado Geral para a OCDS
Frei Alzinir Debastiani, ocd


Neste mês de outubro teremos a XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o tema: “A nova evangelização para transmissão da fé cristã”.  No n. 31 do documento de trabalho do sínodo, temos uma definição de evangelização:
“A evangelização é precisamente a oferta do Evangelho que transfigura o homem, o seu mundo, a sua história. A Igreja evangeliza, quando, graças à força do Evangelho que anuncia (cf. Rm 1,16), faz renascer, através da experiência da morte e da ressurreição de Jesus, toda experiência humana (cf. Rm 6,4), emergindo-a na novidade do batismo e da vida segundo o Evangelho, na relação do Filho com o seu Pai para sentir a força do Espírito. A transmissão da fé é a finalidade da evangelização no desígnio de levar o homem por Cristo ao Pai no Espírito (cf. Ef 2,18). Esta é a experiência da novidade do Evangelho que transforma todo o homem.”
Fazendo uma ponte deste texto com o método de evangelizar de S. Teresinha do Menino Jesus, cuja festa celebramos neste 1º de Outubro, podemos ver o valor do testemunho dos santos que, mesmo sem muitas palavras evangelizam.
Ela o explica com  simplicidade profunda através da frase do Cântico dos Cânticos “Atraí-me, corramos ao odor de vossos perfumes...” (cf.:História de uma alma 34f e pág. seguintes – Ed. Loyola).
Estamos em maio de 1896, quando então lhe fora confiado à sua oração pela priora do Carmelo de Lisieux, M. Genoveva, mais um sacerdote, o p. Roulland. Ela hesita no início, pois ela já tinha o encargo de rezar pelo seminarista Bellière e as noviças, mas depois aceita. Escutemos suas palavras.
“Depois que passei a ter dois irmãos e minhas irmãzinhas as noviças, se eu quisesse pedir para cada alma o que ela necessita e pormenorizá-lo, os dias seriam curtos demais e recearia muito esquecer alguma coisa importante. Para as almas simples, não são necessários meios complicados. Como sou uma delas, certa manhã, durante minha ação de graças, Jesus deu-me um meio simples de cumprir minha missão. Fez-me compreender a seguinte palavra dos Cânticos: “Atraí-me, corramos ao odor de vossos perfumes”. Ó Jesus, nem é necessário dizer: atraindo-me, atraí as almas que amo. Essa simples palavra: “Atraí-me”, é suficiente. Compreendo-o, Senhor, quando uma alma se deixou cativar pelo odor inebriante dos vossos perfumes, não conseguiria mais correr sozinha; todas as almas que ela ama são arrastadas por ela. Isso se dá sem coação, sem esforço; é consequência natural da sua atração por vós. Assim como uma torrente que se lança com impetuo­sidade no oceano arrasta atrás de si tudo o que encontrou na sua passagem, assim, ó meu Jesus, a alma que mergulha no oceano sem margens do vosso amor arrasta consigo todos os tesouros que possui… (...)

Madre, creio ser necessário dar-vos mais algumas explicações referentes à passagem do Cântico dos Cânticos: “Atraí-me, corramos”. O que disse me parece pouco compreensível. “Ninguém”, disse Jesus, “pode vir a mim, se meu Pai que me enviou não o atrair”. Depois, por meio de parábolas sublimes e, muitas vezes, sem mesmo usar desse meio tão familiar ao povo, Ele nos ensina que basta bater para que se abra, procurar para encontrar e estender humildemente a mão para receber o que se pede… Acrescenta que tudo o que se pedir a seu Pai, em seu nome, Ele o concede. É por isso sem dúvida que o Espírito Santo, antes do nascimento de Jesus, ditou essa oração profética: Atraí-me, corramos.
O que é pedir para ser atraído, senão unir-se de maneira íntima ao objeto que cativa o coração? Se o fogo e o ferro tivessem raciocínio, que este último dissesse ao outro: Atraí-me, não provaria que deseja identificar-se com o fogo de maneira que o penetre e o impregne da sua ardente substância e passe a fazer um só com ele? Madre querida, eis a minha oração: peço a Jesus que me atraia às chamas do seu amor, que me una tão estreitamente a Ele, que seja Ele quem viva e aja em mim. Sinto que quanto mais o fogo do amor abrasar meu coração, mais repetirei: “Atraí-me”. Mais as almas se aproximarem de mim (...), mais rápido correrão em direção ao odor dos perfumes do seu Bem-amado, pois uma alma abrasada de amor não pode permanecer inativa. ...
Madre querida, quero falar-vos agora do que entendo por odor dos perfumes do Bem-amado. Como Jesus voltou ao Céu, só posso segui-Lo pelas pistas que deixou. Como são luminosas essas pistas, como são perfumadas! Basta lançar o olhar nos santos Evangelhos, que logo respiro os perfumes da vida de Jesus e sei a que lado me dirigir…. Não para o primeiro lugar que vou, mas para o último. ...”

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Que o exemplo de santa Teresinha nos impulsione a viver e buscar a plenitude do ser cristão! Dela brota a força vital de Cristo que ilumina com sua Luz os que nos  são mais próximos.


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