sábado, 25 de junho de 2011

TERCEIRO DIA DO CONGRESSO OCDS NORTE/NORDESTE

Iniciamos nosso sábado, louvando Nossa Mãe, Rainha e Senhora do Carmelo, com a Santa Missa e Laudes, presidida por Frei Wilson. Logo após fomos para café da manhã: abaixo, Efigênia, Maria Eduarda, Frei Wilson e Luciene:

Café da manhã:
A primeira palestra foi com o Frei Valdo Nogueira, da ordem francisca conventual, ele nos falou sobre, Nossa Senhora: terra fértil que acolheu a palavra de Deus. Curiosidade: ele é cearense.

Valdete, Renato e Frei Valdo:

Débora, Ir.Mirian ( Carmelo do Maranhão), e Raimunda de Macapá:





Na sequencia escutamos Jovita(Comunidade de Belém) , com seu testemunho de vida, onde nos falou da Vivência do Carmelita Secular na Igreja:


Intervalo para almoço e reunião dos presidente de comunidade com nossa presidente provincial, Maria Eduarda.

INFORMAMOS QUE O LOCAL DO PRÓXIMO CONGRESSO NORTE/NORDESTE SERÁ EM CAMARAGIBE-PE.

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Postado por Natália Durand, ocds no Blog da Comunidade Rainha do Carmelo (OCDS) em 6/25/2011 10:21:00 AM

CONTINUAÇÃO DO SEGUNDO DIA DO CONGRESSO NORTE/NORDESTE


Continuando nosso segundo dia de congresso, tivemos a palestra de Frei Fabiano, com o tema, Orando com Santa Teresa: oração de recolhimento, mental e quietude. Na sequência, com o tema, Orando com Teresa através da Palavra de Deus, escutamos nossa presidente, Maria Eduarda

As animadoras, Regina e Maria Luiza, trazendo muito alegria para todos:

Congressistas, atentos a tudo que era falado:

A alegria contagiante de Jacyra (Comunidade Rainha do Carmelo)

Abaixo, o ministério de música, sempre com muita alegria e disposição, Eveline, Cristina e Franci:

Após as últimas palestras de sexta-feira, aconteceu nosso recreio, Regina e Maria Luiza apresentaram uma peça onde Regina era a filha e Maria Luiza o pai. Foi muito engraçado:

Membros da Comunidade Santa Teresa do Andes de Belém:

Para fechar o dia, improvisamos uma quadrilha onde nos divertimos bastante, inclusive, pessoas que estavam com algumas dores, ficou totalmente bem:


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Postado por Natália Durand, ocds no Blog da Comunidade Rainha do Carmelo (OCDS) em 6/25/2011 07:07:00 AM

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Segundo dia do Congresso OCDS Norte/Nordestge


























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Postado por Natália Durand, ocds no Blog da Comunidade Rainha do Carmelo (OCDS) em 6/24/2011 11:40:00 AM

VIII CONGRESSO OCDS NORTE/NORDESTE - SÃO LUÍS -MA

Nosso primeiro dia de Congresso!!!

Com muita alegria foi nossa chegada em São Luís-MA, sede do VIII Congresso Norte/Nordeste.

Chegada no Aeroporto: Recepção no aeroporto com o grupo de folclore regional: A Comunidade de São Luís, já nos esperava:O local do Congresso foi no OÁSIS, casa de oração, encontros e cursos, um local com muito verde e com o rio anil nesse local:Cláudia, Jacqueline e Regina: Cláudia, Regina, Eugênia, Efigênia, Débora, Fátima e Jacqueline: Comunidade Rainha do Carmelo aguardando a Missa de abertura do Congresso:Procissão de entrada, missa presidida por Frei Wilson e Frei Fabiano:Assembléia participando da Santa Missa;Santa Missa:Momento do jantar e confraternização:Após o jantar, teve um horário livre para conversarmos e rirmos bastante. Em seguida tivemos a abertura oficial com a apresentação das comunidades e grupos participantes e as palavras dos delegados provinciais Frei Wilson e Frei Fabiano, da presidente provincial Maria Eduarda e do Conselheiro Provincial Luciano Dídimo.

Esse foi nosso primeiro dia de congresso. O Nosso Bom Deus sempre muito fiel com nosso Carmelo. Santa Madre Teresa de Jesus nos conduza e nos cumule de fé e alegria!!
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Postado por Natália Durand, ocds no Blog da Comunidade Rainha do Carmelo (OCDS) em 6/24/2011 06:47:00 AM

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Catequese do Papa: aprendendo a orar com os Salmos



CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 22 de junho de 2011 (ZENIT.org) -

Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos para a audiência geral.

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Queridos irmãos e irmãs:
Nas catequeses anteriores, vimos algumas figuras do Antigo Testamento, particularmente significativas, em nossa reflexão sobre a oração. Falei sobre Abraão, que intercede pelas cidades estrangeiras; sobre Jacó, que, na luta noturna, recebe a bênção; sobre Moisés, que invoca o perdão sobre o povo; e sobre Elias, que reza pela conversão de Israel. Com a catequese de hoje, eu gostaria de iniciar uma nova etapa do caminho: ao invés de comentar episódios particulares de personagens em oração, entraremos no “livro da oração” por excelência, o Livro dos Salmos. Nas próximas catequeses, leremos e meditaremos alguns dos salmos mais belos e mais apreciados pela tradição orante da Igreja. Hoje, eu gostaria de introduzir esta etapa falando do Livro dos Salmos em seu conjunto.

O Saltério se apresenta como um “formulário”de orações, uma seleção de 150 salmos que a tradição bíblica oferece ao povo dos crentes para que se converta em sua (nossa) oração, nosso modo de dirigir-nos a Deus e de relacionar-nos com Ele. Neste livro, encontra expressão toda a experiência humana, com suas múltiplas facetas, e todo o leque dos sentimentos que acompanham a existência do homem. Nos Salmos, entrelaçam-se e se exprimem alegria e sofrimento, desejo de Deus e percepção da própria indignidade, felicidade e sentido de abandono, confiança em Deus e dolorosa solidão, plenitude de vida e medo de morrer. Toda a realidade do crente conflui nestas orações, que o povo de Israel primeiro e a Igreja depois assumiram como meditação privilegiada da relação com o único Deus e resposta adequada em sua revelação na história. Quanto à oração, os salmos são a manifestação do ânimo e da fé, nos quais se pode reconhecer e nos quais se comunica esta experiência de particular proximidade de Deus, à qual todos os homens estão chamados. E é toda a complexidade da existência humana que se concentra na complexidade das diversas formas literárias dos diferentes salmos: hinos, lamentações, súplicas individuais e coletivas, cantos de agradecimento, salmos penitenciais e outros gêneros que podem ser encontrados nestas composições poéticas.

Apesar desta multiplicidade expressiva, podem estar identificados dois grandes âmbitos que sintetizam a oração do Saltério: a súplica, conectada com o lamento, e o louvor, duas dimensões correlacionadas e quase inseparáveis. Porque a súplica está motivada pela certeza de que Deus responderá, e este gesto abre ao louvor e à ação de graças; e o louvor e o agradecimento surgem da experiência de uma salvação recebida, que supõe uma necessidade de ajuda que a súplica expressa. Na súplica, o salmista se lamenta e descreve sua situação de angústia, de perigo, de desolação ou, como nos salmos penitenciais, confessa a culpa, o pecado, pedindo para ser perdoado.

Ele expõe ao Senhor seu estado de necessidade, na certeza de ser escutado, e isso implica um reconhecimento de Deus como bom, desejoso do bem e “amante da vida” (cf. Sb 11, 26), preparado para ajudar, salvar, perdoar. Assim, por exemplo, reza o salmista no salmo 31: “Em ti, Senhor, me refugiei, jamais eu fique desiludido. (…) Livra-me do laço que me armaram, porque és minha força” (v. 2.5). Já no lamento, portanto, pode surgir algo do louvor, que se preanuncia na esperança da intervenção divina e se torna depois explícito quando a salvação divina se converte em realidade. De modo análogo, nos salmos de agradecimento e de louvor, recordando o dom recebido ou contemplando a grandeza da misericórdia de Deus, reconhece-se também a própria pequenez e a necessidade de ser salvos, o que é a base da súplica. Assim, confessa-se a Deus a própria condição de criatura inevitavelmente marcada pela morte, ainda que portadora de um desejo radical de vida. Por isso, o salmista exclama, no salmo 86: “Eu te darei graças, Senhor, meu Deus, de todo o coração, e darei glória a teu nome sempre, porque é grande para comigo o teu amor; do profundo dos infernos me tiraste” (v.12-13). De tal modo, na oração dos salmos, a súplica e o louvor se entrelaçam e se fundem em um único canto que celebra a graça eterna do Senhor que se inclina diante da nossa fragilidade. Exatamente para permitir ao povo dos crentes que se unam neste canto, o Livro dos Salmos foi dado a Israel e à Igreja. Os salmos, de fato, ensinam a rezar. Neles, a Palavra de Deus se converte em palavra de oração – e são as palavras do salmista inspirado –, que se torna também palavra do orante que reza os salmos. É esta a beleza e a particularidade deste livro bíblico: as orações contidas nele, ao contrário de outras orações que encontramos na Sagrada Escritura, não se inserem em uma trama narrativa que especifica o sentido e a função. Os salmos são oferecidos ao crente como texto de oração, que tem como único fim o de converter-se na oração de quem o sassume e com eles se dirige a Deus. Porque são Palavra de Deus, quem reza os salmos fala a Deus com as mesmas palavras que Deus nos deu; dirige-se a Ele com as palavras que Ele mesmo nos dá. Assim, rezando os salmos, aprendemos a rezar. Eles são uma escola de oração.

Algo análogo acontece quando a criança começa a falar: aprende a expressar suas próprias sensações, emoções, necessidades, com palavras que não lhe pertencem de modo inato, mas que aprende dos seus pais e dos que vivem com ela. O que a criança quer expressar é sua própria vivência, mas o meio expressivo é de outros; e ela, pouco a pouco, se apropria desse meio; as palavras recebidas dos seus pais se tornam suas palavras e, através das palavras, aprende também uma forma de pensar e de sentir, acede a um mundo inteiro de conceitos e cresce com eles, relaciona-se com a realidade, com os homens e com Deus. A língua dos seus pais finalmente se converte em sua língua; fala com palavras recebidas de outros que, nesse momento, se converteram em suas palavras. Assim acontece com a oração dos salmos. Eles nos são dados para que aprendamos a dirigir-nos a Deus, a comunicar-nos com Ele, a falar-lhe de nós com as suas palavras, a encontrar uma linguagem para o encontro com Deus. E, por meio dessas palavras, será possível também conhecer e acolher os critérios da sua atuação, aproximar-se do mistério dos seus pensamentos e dos seus caminhos (cf. Is 55,8-9) e, assim, crescer cada vez mais na fé e no amor. Como nossas palavras não são somente palavras, mas nos ensinam um mundo real e conceptual, assim também estas orações nos mostram o coração de Deus, razão pela qual não só podemos falar com Deus, senão que podemos aprender quem é Deus e, aprendendo a falar com Ele, aprendemos a ser homens, a ser nós mesmos.
Para este propósito, parece significativo o título que a tradução hebraica deu ao Saltério. Este é Tehillîm, um termo que quer dizer “louvor”; dessa raiz verbal vem a expressão “Halleluyah”, ou seja, literalmente “Louvai o Senhor”. Este livro de orações, portanto, ainda que seja multiforme e complexo, com seus diversos gêneros literários e com suas articulações entre louvor e súplica, é um livro de louvor, que nos ensina a agradecer, a celebrar a grandeza do dom de Deus, a reconhecer a beleza das suas obras e a glorificar seu Nome Santo. É esta a resposta mais adequada diante da manifestação do Senhor e da experiência da sua bondade. Ensinando-nos a rezar, os salmos nos ensinam que, também na desolação, na dor, a presença de Deus permanece, é fonte de maravilha e de consolo; podemos chorar, suplicar, interceder, lamentar-nos, mas com a consciência de que estamos caminhando rumo à luz, onde o louvor poderá ser definitivo. Como nos ensina o salmo 36: “Em ti está a fonte da vida e à tua luz vemos a luz” (Sl 36,10). Mas, além deste título geral do livro, a tradição hebraica colocou em muitos salmos títulos específicos, atribuindo-os, em sua maioria, ao rei Davi. Figura de notável espessor humano e teológico, Davi é um personagem complexo, que atravessou as mais diversas experiências fundamentais da vida. Jovem pastor do rebanho paterno, passando por alternadas e às vezes dramáticas experiências, ele se converte em rei de Israel, pastor do povo de Deus. Homem de paz, combateu muitas guerras; incansável e tenaz buscador de Deus, traiu o amor e isso é uma característica sua: sempre foi um buscador de Deus, ainda que tenha pecado gravemente muitas vezes; humilde e penitente, acolheu o perdão divino, também o castigo divino, e aceitou um destino marcado pela dor. Davi foi um rei – com todas as suas fraquezas – “segundo o coração de Deus” (cf. 1 Sam 13,14), ou seja, um orante apaixonado, um homem que sabia o que quer dizer suplicar e louvar. A relação dos salmos com este insigne rei de Israel é, portanto, importante, porque ele é uma figura messiânica, ungido pelo Senhor, alguém que, de alguma forma, antecipou o mistério de Cristo.

Igualmente importantes e significativos são a forma e a frequência com que as palavras dos salmos são retomadas no Novo Testamento, assumindo e destacando o valor profético sugerido pela relação do Saltério com a figura messiânica de Davi. No Senhor Jesus, que em sua vida terrena rezou com os salmos, eles encontram seu definitivo cumprimento e revelam seu sentido mais profundo e pleno. As orações do Saltério, com as quais se fala a Deus, nos falam d'Ele, nos falam do Filho, imagem do Deus invisível (Col 1,15), que nos revela completamente o rosto do Pai. O cristão, portanto, rezando os salmos, reza ao Pai em Cristo, assumindo estes cantos em uma perspectiva nova, que tem no mistério pascal sua última chave interpretativa. O horizonte do orante se abre, assim, a realidades inesperadas, todo salmo tem uma luz nova em Cristo e o Saltério pode brilhar em toda a sua infinita riqueza.


Irmãos e irmãs queridíssimos, tenhamos este livro santo nas mãos; deixemo-nos ensinar por Deus para dirigir-nos a Ele; façamos do Saltério um guia que nos ajude e nos acompanhe cotidianamente no caminho da oração. E peçamos, também nós, como discípulos de Jesus: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11,1), abrindo o coração e acolhendo a oração do Mestre, em quem todas as orações chegam à sua plenitude. Assim, sendo filhos no Filho, poderemos falar a Deus chamando-o de “Pai nosso”.

Obrigado.

VIII CONGRESSO OCDS NORTE NORDESTE



INICIAREMOS AMANHÃ NOSSO VII CONGRESSO OCDS NORTE/NORDESTE, DESTA VEZ REALIZADO EM SÃO LUÍS-MA.

ESTAMOS ESPERANDO QUASE 60 PESSOAS E ISTO NOS ANIMA E NOS ALEGRA!!!!

SERÁ UM TEMPO DE ENCONTRO, ESTUDO E CONFRATERNIZAÇÃO!!!!

PEDIMOS AS ORAÇÕES DE TODOS(AS) POR ESTE EVENTO !!!

QUE A GRAÇA DE DEUS NOS ACOMPANHE NESTES DIAS ABENÇOADOS!!!

DEPOIS, ESTAREMOS DANDO AS NOTICIAS E ASSIM PARTILHAREMOS COM TODA NOSSA QUERIDA PROVÍNCIA OCDS.

ABRAÇOS E CONTAMOS COM AS ORAÇÕES DE TODOS. 

MARIA EDUARDA

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Visita de Maria Eduarda às Comunidades OCDS de Macapá e Belém

COM ALEGRIA ESTIVE VISITANDO AS COMUNIDADES BEATA TERESA MARIA DA CRUZ DE MACAPÁ E SANTA TERESA DOS ANDES DE BELEM .FUI MUITO BEM ACOLHIDA E GOSTARIA DE AGRADECER O CARINHO DE TODOS (AS).
PATICIPEI DE VÁRIOS MOMENTOS COM AS COMUNIDADES:

MISSA DE RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS EM MACAPÁ E APOS A REUNIÃO ONDE PARTILHAMOS E CONFRATENIZAMOS NUM MOMENTO MUITO AGRADAVEL.

Missa presidida pelo bispo de Macapá

Renovação das Promessas


na confraternização


Almoço de confraternização
PUDE CONHECER LUGARES MARAVILHOSOS E PARTICIPAR NAS CASAS DE NOSSAS IRMÃS DE SABOROSOS ALMOÇOS COM COMIDAS TIPICAS DA REGIÃO TÃO RICA.


No Marco Zero, com Raimunda, presidente da Comunidade de Macapá


No Quilombo Curiau

Irmãs Carmelitas de Florença em Macapá

EM BELÉM ACONTECEU O MESMO. ESTIVE NO CARMELO EM BENEVIDES SENDO ACOLHIDA POR NOSSAS IRMÃS ÁPOS A MISSA.


Carmelo de Benevides-PA

EM BELEM PARTICIPEI DA MISSA E REUNIÃO ONDE TAM´BÉM PARTILHAMOS NOSSAS EXPERIENCIAS COMO CARMELITAS DESCALÇOS.

Reunião com a comunidade de Belém

PUDE TAMBÉM TER A MESMA DELICADA ACOLHIDA DE NOSSOS IMÃOS E IRMÃS, CONHECI LUGARES NOVOS E ASSIM A RIQUEZA DE NOSSO LINDO BRASIL NOS ENCANTA OS OLHOS.

Basílica de N.S. de Nazaré, em Belém

Visita de frei Fabiano Alcides a nossa Comunidade de Passos-MG


Nossa Comunidade teve a alegria da presença de frei Fabiano Alcides, nosso delegado Provincial ocds no dia 17 de junho. E que também fez uma palestra sobre A dimensão apostólica na formação do Discípulo Missionário- a partir do Doc de Aparecida , II parte , capítulos V E VI., mesma palestra ministrada no CICLA.

Agradecemos ao Frei Fabiano seu carinho de dedicação.
Nosso DEUS LHE PAGUE e nossas ORAÇÕES.












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