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LITURGIA DAS HORAS ON -LINE
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Novos Grupos da OCDS em Ribeirão Preto e João Pessoa
O Conselheiro Provincial para as Regiões Norte e Nordeste, Gustavo Castro, desde o ano passado vem acompanhando um grupo de pessoas interessadas na OCDS na cidade de João Pessoa, na Paraíba.
Na primeira visita realizada em 08/05/2015, Gustavo foi acompanhado de 09 membros da OCDS de Camaragibe-PE, onde houve o primeiro contato e apresentação da Ordem.
A segunda visita foi realizada no final de semana dos dias 30 de abril e 1° de maio de 2016. Na ocasião Gustavo palestrou sobre A IDENTIDADE ESPIRITUAL DA OCDS, com apresentação resumida das Constituições OCDS e sobre a FORMAÇÃO NO CARMELO TERESIANO SECULAR, com a apresentação do documento Ratio Institutionis, sendo feita uma proposta de formação para o Grupo até dezembro/2016.
O novo grupo é formado por 15 jovens e se chama "Pequena Via". Já tem e-mail próprio: ocdsjp@gmail.com.
O Conselho é formado pelos seguintes membros:
Coordenadora: Cláudia Calzavara da Nobrega: 83-8810.6270 / claucalzavara@gmail.com
Encarregado
de Formação: Douglas Andrade de Meneses: 83-9873.5855 /doug.andrade.m@gmail.com
Secretário:
Sérgio Ricardo de Oliveira Brandão: 83-9979.1397
O Conselheiro Provincial de São Paulo, Daniel Roza, acompanhado de membros da OCDS de Franca foram até a cidade de Ribeiro Preto, no Estado de São Paulo, no dia 08/05/2016 e ali fundaram um grupo da OCDS com três membros, sendo Beatriz Zahn, carmelita secular mineira com promessas definitivas que atualmente reside naquela cidade, bem como mais dois membros que já participavam da Comunidade OCDS de Franca.
O novo grupo em breve fará um novo encontro onde apresentará a Ordem a pessoas convidadas e interessadas. O nome do grupo ainda será definido.
Que Deus abençoe os novos grupos que surgem em nossa Província e que o Carmelo Secular cresça cada vez mais em estatura, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens!
terça-feira, 10 de maio de 2016
ORAÇÃO DO XII CONGRESSO DA OCDS DO NORTE/NORDESTE
50º Edição do dia mundial das comunicações sociais.
No último domingo (dia 08/05/2016) foi um dia festivo, foi o dia das mães. Nesse dia também foi comemorado a 50ª edição do Dia Mundial das Comunicações Sociais.
Abaixo retransmitimos a mensagem de sua Santidade Papa Francisco para esse dia:
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE PAPA FRANCISCO
PARA O 50º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
PARA O 50º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
«Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo»
[8 de Maio de 2016]
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a reflectir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das acções da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e acções hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (O mercador de Veneza, Acto IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direcção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cômodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, sms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.
Vaticano, 24 de Janeiro de 2016.
Franciscus
terça-feira, 3 de maio de 2016
PROJETO DE AÇÃO SOCIAL DA OCDS
A promessa da pobreza busca o uso evangélico
dos bens deste mundo e dos talentos pessoais e o exercício das próprias
responsabilidades na sociedade, na família e no trabalho, colocando-se com
confiança nas mãos de Deus. Implica também em um compromisso em favor da
justiça no mundo, para que este responda ao projeto de Deus.
(Constituições OCDS, art. 14)
Carta
Circular 04/2016
Fortaleza,
27 de abril de 2016
Caros membros da OCDS – Província São José,
Conforme decisão do Conselho Provincial
na reunião de 21/11/2014, foi aprovada a criação da AÇÃO SOCIAL da Província.
Tal ação é um sinal de partilha que nos faz lembrar da responsabilidade que nos
é inerente como leigos, na transformação social tão urgente.
A Ação Social da Província trata-se de
um fundo no valor de 5% do saldo final em 31 de dezembro de cada ano,que tem
por objetivo apoiar projetos sociais onde haja a atuação de membros da OCDS, a
fim de estabelecer a esperança entre os menos favorecidos, elevando a todos,
reconstruindo os escombros das inúmeras periferias existenciais do nosso tempo.
Na Assembleia Geral Ordinária ocorrida
no dia 24/04/2016, durante a realização do XXXII Congresso Provincial OCDS, foi
aprovada a inclusão da AÇÃO SOCIAL no novo Estatuto Civil da Associação, cujo
texto também foi aprovado na ocasião.
Dessa forma, venho através desta, lançar
o EDITAL DE SELEÇÃO DOS PROJETOS DE AÇÃO SOCIAL, o qual segue abaixo,
onde constam as regras e os prazos para que os membros da OCDS enviem ao
Conselho Provincial os projetos sociais que concorrerão.
Fraternalmente,
Luciano Dídimo
Camurça Vieira
Presidente
Provincial da OCDS – Província São José
segunda-feira, 25 de abril de 2016
XXXII CONGRESSO PROVINCIAL DA OCDS
Aconteceu de 21 a 24/04/2016 o XXXII Congresso Provincial OCDS, no Centro Teresiano de Espiritualidade, em São Roque-SP. O Congresso teve como tema "OBRAS QUER O SENHOR" (5M, 3 , 2) e como lema "Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé" (Tiago 2, 24).
A missa de abertura foi presidida por Frei André Severo, Delegado Provincial para a OCDS do Norte e Nordeste. Após uma animada acolhida das comunidades e grupos presentes, o Provincial da OCD, Frei Cléber dos Santos proferiu a palestra de abertura do Congresso, com o tema "Obras quer o Senhor". Após, a palestra o dia foi finalizado com a oração das Completas.
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| Acolhida e confraternização das comunidades e grupos presentes |
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| Palestra de abertura do Frei Cléber |
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| Oração das Completas |
Na sexta-feira dia 22/04, a missa da manhã foi presidida por Frei Cléber dos Santos. Nessa manhã tivemos duas palestras: "As obras de Misericórdia Espirituais", por Liz Lelis, ocds, da Comunidade São João da Cruz, de Belo Horizonte-MG, e "As obras de Misericórdia Corporais", por Ruth Leite Vieira, ocds, da Comunidade São José de Santa Teresa, de Fortaleza-CE.
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| Missa presidida por Frei Cléber |
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| Liz Lelis: OBRAS DE MISERICÓRDIA ESPIRITUAIS |
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| Ruth Leite: OBRAS DE MISERICÓRDIA ESPIRITUAIS |
Na parte da tarde, Carlos Signorelli, ex-presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) e atualmente membro da sua Comissão de Assessoria Permanente, proferiu palestra com o tema "Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade", onde fez uma abordagem sobre o Documento 107-A, o qual qual foi recentemente aprovado pela CNBB.
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| Carlos Signorelli |
Ao fim da tarde tivemos um momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, conduzido por Frei André Severo.
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| Momento de Adoração ao Santíssimo |
À noite um divertido Recreio Carmelitano no anfiteatro localizado no subsolo do Centro Teresiano e que estava desativado há vários anos. No local, tivemos a apresentação da peça teatral "Obras quer o Senhor", protagonizada pelos membros da Comunidade Santa Teresa de Jesus, de Campinho, Rio de Janeiro-RJ, seguida pela apresentação do Coral Masculino Alumínio (CMA), de São Roque, que interpretou belíssimas canções. A noite foi finalizada com um farto coquetel de confraternização.
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| Encenação da peça "Obras quer o Senhor" |
| Apresentação do Coral Masculino Alumínio |
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| Coquetel de confraternização |
Na manhã do sábado dia 23/04 tivemos a palestra "Espiritualidade do Avental - O Apostolado do Carmelita Secular", com o Diácono Carlos Almeida, ocds, da Comunidade Alegria da Sagrada Face, de Itapetininga-SP. Em seguida a Oficina de Oração com Elizabete da Trindade - "Eu vim trazer fogo à terra, e como desejaria que já estivesse aceso" (Lc 12, 49), conduzida por Ana Stela Almeida, ocds, da Comunidade São José de Santa Teresa, de Fortaleza-CE.
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| Diácono Carlos Almeida, ocds |
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| Ana Stela conduz a Oficina de Oração com Elizabete da Trindade |
Na parte da tarde, recebemos a Profª. Rosana Manzini, mestre em Teologia, professora da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e Coordenadora Geral da Rede Latinoamericana do Pensamento Social da Igreja (REDLAPSI). Sua palestra teve como tema "A Doutrina Social da Igreja".
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| Profª Rosana Manizini |
Ao final da tarde, tivemos o Momento Mariano, organizado pela Comunidade Alegria da Sagrada Face, de Itapetininga-SP.
À noite uma descontraída noite no Restaurante Fazendinha Santa Adélia, onde desfrutamos de rodízio de pasteizinhos e pizzas ao som de uma animada música ao vivo.
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| No Restaurante Santa Adélia |
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| Rodízio de pasteis e pizzas |
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| A OCDS cai na dança |
No domingo dia 24/04, iniciamos o dia com a missa com laudes presidida por Frei Francisco Sales Amaro, Superior Conventual do CTE, que proferiu em seguida a palestra final com o tema "Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé" (Tiago, 2, 24).
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| Frei Francisco Sales Amaro, ocd |
Em seguida aconteceu a Assembleia Geral Ordinária, onde foi aprovado o texto do novo Estatuto Civil da Associação, bem como foram aprovadas as contas da Província dos anos de 2014 e 2015.
Após, tivemos a Palavra do Presidente Provincial Luciano Dídimo que comunicou as decisões tomadas na Reunião do Conselho Provincial, que aconteceu paralela mente ao Congresso, deu os informes e avisos da Província, bem como entregou os certificados de "Aceite" aos novos associados: Grupo Nossa Senhora do Monte Carmelo, de Maceió-AL, e Comunidade Flor do Carmelo de Santa Teresinha, de Fortaleza-CE, além do certificado de deferimento da promoção do Grupo São José, de Aparecida-SP, à condição de Comunidade.
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| Catarina recebendo o aceite da Com. Flor do Carmelo de Sta Teresinha (Fortaleza-CE) |
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| Frei André, recebendo o aceite do Grupo N. S. do Monte Carmelo, de Maceió |
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| Grupo São José de Aparecida é promovido à Comunidade. |
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| Reunião do Conselho Provincial |
Finalizamos o Congresso com o cântico da Salve Regina, a bênção final pelo Frei André Severo e abraço da paz ao som do Hino da OCDS.
O XXXIII Congresso Provincial da OCDS já está marcado para 02 a 05/11/2017.
| Foto Oficial do XXXII Congresso Provincial OCDS |
segunda-feira, 18 de abril de 2016
BEATA MARIA DA ENCARNAÇÃO, Religiosa de Nossa Ordem.
HOJE, 18 de
abril lembramos na liturgia da Ordem a B. Maria da Encarnação (Bárbara Avillot
era seu nome civil). Nasceu dia 1º de fevereiro de 1566 e foi formada na
família e na escola nas virtudes cristãs e na piedade. Com 14 anos de idade já
dedicava-se assiduamente na via da piedade cristã, nas obras de assistência aos
pobres e de austeridade. Mas os pais vendo esta inclinação a levavam a
frequentar a alta sociedade para tirá-la do desejo da vida consagrada e fazê-la
conhecida; como não conseguiam demovê-la destes seus bons propósitos, a deram e
casamento aos 16 anos a Pedro Acarie, outro nobre francês.
Ainda que
tentasse resistir, acabou por contrair o matrimônio e a exercitar sua condição
de boa esposa e mãe, sendo de exemplo aos empregados, a quem pagava mais além
do salário convencional. Visitava os pobres, viúvas e enfermos e instruía na
doutrina cristã às crianças. Com seu bom exemplo influenciava as esposas de
outros nobres que eram heréticos, convertendo a muitos ao catolicismo.
O tempo em que
ela viveu era o das guerras de religião. Este fato trouxe profunda mudança na
vida do casal pois o marido era partidário da Liga em oposição ao rei Henrique
IV, o qual triunfa na guerra. Em consequência, Pedro perde todos os seus bens.
Bárbara dedica-se à educação dos filhos e pouco a pouco consegue reabilitar o
marido diante do rei e que lhes fossem devolvidos seus bens. Sua casa torna-se
um centro de cultura católica e de promoção e resgate dos valores cristãos na
sociedade parisiense. Neste mesmo tempo seu marido lhe deixa a administração e
que seja ela a encarregar-se dos bens e das visitas inumeráveis que recebem e
que vem por sua causa: era mulher de rara beleza, muito serena e sábia.
Em 1601 conhece
a vida e a obra de Santa Teresa de Jesus. Tem visões da santa que lhe pede para
esforçar-se para trazer à França as Carmelitas Descalças, mesmo que os tempos
fossem difíceis para as congregações religiosas e fossem proibidas novas
fundações na França. Insiste diante do rei e do arcebispo de Paris, mas não
consegue nada.
Como era mulher
espiritual e muito conhecida nos círculos intelectuais católicos, consultou seu
primo, o futuro cardeal de Berulle, o cartuxo D. Beaucosin e seu diretor espiritual,
Andrés Duval, que se tornarão seus apoios. Estes lhe pedem que espere tempos
melhores.
Enquanto isso,
Bárbara contata jovens virtuosas e inicia a formá-las na oração e na penitência
(inicialmente se chamavam as filhas e S. Genoveva), enquanto espera a vinda das
carmelitas da Espanha. Trabalhou neste mesmo tempo pela reforma dos mosteiros de Longchamps, das
beneditinas de Montebraldo e das monjas de Soissons. Fundou em Paris um
mosteiro das Ursulinas para educação das meninas pobres.
Assim dia 29 de
agosto de 1604 saíram da Espanha as 6 primeiras Carmelitas Descalças rumo a
Paris, entre elas a venerável Ana de Jesus e a B. Ana de S. Bartolomeu.
Chegaram em Paris o dia 15 de outubro e dia 18 iniciaram a vida monástica
regular.
A futura B.
Maria da Encarnação fundou também os conventos de Pontoise, Amiens e Dijon,
onde entraram 3 de suas filhas. Em 1613, Pedro, seu marido adoeceu e faleceu.
Bárbara, encaminhados seus filhos e sem compromissos agora com a família, entra
como irmã externa no Mosteiro de Amiens onde estavam suas filhas, dia 7 de
abril de 1614, com o nome de Maria da Encarnação.
Foi grande
devota do Coração de Jesus e vivia na presença de Deus. Em 1616 foi transferida
ao mosteiro de Pontoise, onde viverá ainda por dois anos. Acometida de uma
infecção pulmonar, faleceu dia 18 de abril de 1618. Apenas conhecida sua morte,
grande afluência de pessoas do povo vierem a venerar sua grande benfeitora.
Dia 23 março de
1623 iniciou-se o processo informativo sobre suas virtudes (naquele tempo não
se podia começar um processo antes de 50 anos da morte…) e por isso o processo
foi parado. Em 1788 Pio Vi mandou reabrir o processo e forma reconhecidos os 3
milagres pela intercessão de maria a 10 de abril de 1791, tendo sido
beatificada a 5 de junho deste mesmo ano por Pio VI. Sua memória foi fixada dia
18 de abril e seus restos mortais repousam no Carmelo de Pontoise, o único
mosteiro na França que continua no mesmo lugar onde foi fundado.
Assim a B. Maria
da Encarnação, que viveu um avida familiar exemplar e como leiga, promoveu e
influenciou a sociedade de seu tempo, na Vida religiosa termina sua missão,
sendo um exemplo de amor a Deus que se serve da boa vontade de todos os que se
dispõe a agir pela causa do Reino.
http://www.carmelpontoise.com
http://www.religionenlibertad.com/beata-maria-de-la-encarnacion-alma-carmelitana-41676.htm
sexta-feira, 15 de abril de 2016
I CONGRESSO DE CASAIS DA OCDS
Caros irmãos,
É com muita alegria que convidamos a todos os casais e casados da OCDS para o nosso I Congresso de Casais, onde teremos a oportunidade de partilhar as experiências, alegrias e desafios de ser um casal cristão carmelita no mundo de hoje.
Este Congresso é um antigo sonho de nossa Província que finalmente se concretiza, graças aos esforços da nossa Comissão de Casais da OCDS.
Casais que não sejam da Ordem e que tenham o desejo de conhecer e viver a espiritualidade do Carmelo em seu matrimônio e em sua família também poderão participar.
Seguem abaixo as principais informações.
Fraternalmente,
Luciano Dídimo
INFORMAÇÕES
- O Congresso terá início às 16h00min do dia 22/07/2016 e se encerrará às 12h00min do dia 24/07/2016 (após o almoço).
- Acontecerá no Centro Teresiano de Espiritualidade, em São Roque – SP, localizado na Rodovia Raposo Tavares, KM 64 – CEP: 18130-970 - (Caixa Postal 57) - Telefone: 11-4712-2270.
Inscrições e Informações com:
Fábio e Juliana (OCDS de Bauru-SP)
Fábio e Juliana (OCDS de Bauru-SP)
E-mail: comissaodecasaisocds@gmail.com
WhatsApp: (14) 988203059
WhatsApp: (14) 988203059
- A taxa de inscrição é de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) por casal, que poderá ser depositada em duas parcelas, sendo a primeira até o dia 20/06/2016 no valor de R$ 225,00 (cento e quarenta e cinco reais), e a segunda em igual valor até 20/07/2016. Os depósitos deverão ser efetuados em nome da:
Associação das Comunidades da Ordem dos
Carmelitas Descalços Seculares no Brasil da Província São José
CNPJ: 08.242.445/0001-90
Banco Itaú - Conta corrente: 06234-1 - Agência: 0156
- Os comprovantes de depósito deverão ser enviados por e-mail para comissaodecasaisocds@gmail.com
- Efetuada a inscrição e não havendo o comparecimento no evento, não haverá devolução das parcelas depositadas.
- Solicitamos que levem, além dos objetos pessoais, Liturgia das Horas. Não é necessário levar roupa de cama e banho.
A Comissão de Casais está preparando um cadastro dos casais carmelitas seculares da Província São José. Cadastre-se clicando AQUI.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
O Álbum "Para Vós Nasci Senhor",está concorrendo ao Troféu Louvemos ao Senhor 2016

O Troféu Louvemos ao Senhor está na sua 8ª Edição e trata-se do maior Prêmio Nacional da Música
Católica pelo voto de jurados . Lá estão nomes como de Ziza Fernandes,Anjos de
Resgate,Rosa de Saron,Cantores de Deus,Canção Nova,Padre Reginaldo Manzotti e
outros nomes famosos e conhecidos da música católica .Ao todo são 18 categorias
e para alegria do Carmelo Descalço o cd "Para Vós Nasci", álbum em
comemoração pelos 500 anos de Santa Teresa, está concorrendo ao Troféu Louvemos
o Senhor desse ano nas categorias :Álbum independente e Gravação do Ano.
O projeto conduzido pelo jovem frade
carmelita descalço Frei Marcus Vinícius da Cruz contou com a participação de outros frades carmelitas
descalços da Provícia São José , Frei Marcus Matusbara e Frei
Renato do Espírito Santo.Os
poemas de Santa Teresa foram musicados e cantados com uma roupagem moderna e bem
produzida com lindos arranjos e muito amor, a capa e os encartes também foram
bem pensados e escolhidos. E o cd primoroso contou com a participação especial das cantoras da Canção Nova e
Shalom,Ziza Fernandes e Suely Façanha,Vale a pena conferir e deixar sua
mensagem de apoio na página do facebook do Troféu Louvemos ao Senhor.
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Retiro Espiritual da OCDS- Comunidade Santa Teresinha( Caratinga) e Grupo Elizabete da Trindade( Coronel Fabriciano)
Louvor de Glória!
Com a reflexão do texto do “Último Retiro” da Beata Elizabete da Trindade , e a oração intensa na Palavra de Deus , nosso irmão e amigo Frei Cleber nos presenteou com a orientação do retiro, feito aqui em Piedade de Caratinga- Noviciado São José.
Nestes dias 08,09 e 10/04 experimentamos mais intensamente o silêncio orante fazendo de fato um aprofundamento da vida de oração via Elizabete da Trindade.
Fomos convidados a atrair as almas a Deus e prolongar nossa permanência Nele, sem máscaras. A entender que a oração é um combate, não de um dia, nem de uma hora, mas de uma vida toda.
Foi relevante refletir sobre a oração por atrição e de contrição, sabendo que “ Vive Deus em cuja presença estou. Assim sendo o Carmelo é onde está o Carmelita. No lugar da presença de Deus, o Vivente que a todo momento nos ama e deseja o encontro conosco.
Os escritos da Beata Elizabete entraram pelas reflexões de Frei Cleber, nosso irmão e Padre Provincial como uma flecha na alma que seduz o coração ao amor.
Neste Kairós abundante podendo contar com a orientação espiritual dos frades conventuais ( Frei Marlon, Frei Sebastião e Frei Odair) e do orientador do retiro. Com a participação dos noviços na acolhida fraterna e liturgia é que desfrutamos deste presente que o Ressuscitado nos ofereceu.
No cumprimento da vontade de Deus queremos prosseguir, confiando que Maria espelho de justiça nos toma pela mão e nos guia até Ele- seu filho. Junto a ela reafirmamos nossa vida cristã e carmelita tentando ser dia a dia um louvor de glória.
A todos que rezaram e contribuíram para o bem deste retiro, nossas orações e gratidão.
Ana Maria Scarabelli
Com a reflexão do texto do “Último Retiro” da Beata Elizabete da Trindade , e a oração intensa na Palavra de Deus , nosso irmão e amigo Frei Cleber nos presenteou com a orientação do retiro, feito aqui em Piedade de Caratinga- Noviciado São José.
Nestes dias 08,09 e 10/04 experimentamos mais intensamente o silêncio orante fazendo de fato um aprofundamento da vida de oração via Elizabete da Trindade.
Fomos convidados a atrair as almas a Deus e prolongar nossa permanência Nele, sem máscaras. A entender que a oração é um combate, não de um dia, nem de uma hora, mas de uma vida toda.
Foi relevante refletir sobre a oração por atrição e de contrição, sabendo que “ Vive Deus em cuja presença estou. Assim sendo o Carmelo é onde está o Carmelita. No lugar da presença de Deus, o Vivente que a todo momento nos ama e deseja o encontro conosco.
Os escritos da Beata Elizabete entraram pelas reflexões de Frei Cleber, nosso irmão e Padre Provincial como uma flecha na alma que seduz o coração ao amor.
Neste Kairós abundante podendo contar com a orientação espiritual dos frades conventuais ( Frei Marlon, Frei Sebastião e Frei Odair) e do orientador do retiro. Com a participação dos noviços na acolhida fraterna e liturgia é que desfrutamos deste presente que o Ressuscitado nos ofereceu.
No cumprimento da vontade de Deus queremos prosseguir, confiando que Maria espelho de justiça nos toma pela mão e nos guia até Ele- seu filho. Junto a ela reafirmamos nossa vida cristã e carmelita tentando ser dia a dia um louvor de glória.
A todos que rezaram e contribuíram para o bem deste retiro, nossas orações e gratidão.
Ana Maria Scarabelli
quinta-feira, 7 de abril de 2016
XII CONGRESSO NORTE/NORDESTE DA OCDS - PROVÍNCIA SÃO JOSÉ
Em Seu testamento, Ele disse: “Fazei isto em
memória de mim” (Lc 22,19). O “isto” que Jesus pede que façamos abre-se para
uma perspectiva exigente, oblativa, de doação completa da vida. “Fazei isto”
significa celebrar o mistério eucarístico, atualizar a memória de Jesus. “Fazei
isto” implica doar a vida cotidianamente. “Fazei isto” significa repartir o pão
em todas as suas dimensões e sentidos. ( Padre Benedito Ferraro)
“Queria
mostrar-te a todos, ó pão da vida, e transmitir a todos a tua beleza! ” (Beata Maria Cândida da Eucaristia)
Vivência Eucarística: Fonte de vida cristã para a OCDS.
Carmelita
Secular, faça da Eucaristia a sua fonte
de vivência e apostolado; transforme o mundo por meio da Eucaristia.
A escolha do Tema e do Lema para o XII
Congresso Norte Nordeste da OCDS teve como inspiração o XVII
Congresso Eucarístico Nacional que Belém do Pará sediará de 15 a 21 de agosto
de 2016 cujo tema "E ELES O
RECONHECERAM NO PARTIR DO PÃO (Lc 24, 35), também inspirou o Tema do Círio de
Nossa Senhora de Nazaré de 2015, "Maria, Mulher Eucarística”. Para inscrições no XVII Congresso Eucarístico
Nacional acesse o site cen2016.com.br.
CARTA-CONVITE
A Comunidade Santa Teresa dos Andes, OCDS Belém-PA
tem a imensa alegria de convidar todas as Comunidades associadas da Ordem dos
Carmelitas Descalços Seculares no Brasil da Província São José a participarem
do XII Congresso OCDS Norte/Nordeste que terá como tema: EUCARISTIA:
FONTE DE VIDA PARA OCDS e como Lema :
“FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE
MIM” (Lc 22, 19)
- Evento: XII Congresso Norte/Nordeste da OCDS
- Data: 26, 27, 28 e 29 de maio de 2016
- Início: 16:00 hs de 26/05/2015
- Encerramento: 13:30 hs de 29/05/2016
- Local: Centro Mariápolis Glória – Movimento dos
Focolares Norte
- Endereço: Av. Augusto Meira Filho nr. 100 –
Benevides PA Fone: 91 -3714-1358 E-mail: cmariapolisgloria@gmail.com
- Taxa de Inscrição: R$500,00 (quinhentos reais)
–(incluído alojamento c/ar condicionado, roupa de cama e banho, refeições).
- Parcelamento da taxa: parcelas mensais de
R$100,00 de dez/2015 a abril/2016,
- Pagamento Integral: Inscrevendo-se a partir de
abril
- As inscrições serão encerradas em 10/05/2016
- Não havendo comparecimento ao Evento não haverá
devolução das parcelas pagas.
- Os depósitos devem ser efetuados no Banco do
Brasil conta corrente nr. 68.576-3 Agencia 0765-X - Maria do Socorro Vasconcelos Neves
(tesoureira).
- As inscrições deverão ser efetuadas pelo
Presidente da Comunidade através do o
email santeresandes.ocdsbelem@gmail, bastando enviar o nome completo do congressista e o comprovante do(s) depósito(s).
- Não há limitação de vagas.
- Mais
informações pelo telefone 91 9 9632 3847 e 91 3229 1834 com Maria da Graça de
Souza Ewerton (Presidente) .
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