sábado, 16 de julho de 2016

MENSAGEM DO NOSSO DELEGADO GERAL FREI ALZINIR

Caros Irmãos/ãs da OCDS do Brasil, paz.


(Imagem na Igreja San Angel, Cidade do México)​

No dia em recordamos e agradecemos a intercessão da Rainha e Formosura do Carmelo, peço que ela interceda pela paz nas famílias e nas nações. Que seu exemplo e dedicação total ao Filho nos estimule a viver em meios às ocupações diárias com a atenção voltada ao seu Filho, fazendo o que Ele nos ensinou.

Um fraterno abraço 
Fr. Alzinir F. Debastiani OCD



“… el mirar de Dios es amar;… 
él por su gran misericordia… 
se bajó a mirarnos y a provocar…
 nuestro amor, dándole valor y fuerza para ello…”
 (S. Juan de la Cruz, Cántico espiritual 31,8)



quarta-feira, 13 de julho de 2016

SANTA TERESA DE LOS ANDES, Virgem (memória facultativa em nossa Ordem).



Quais eram os anseios mais profundos de Juanita Fernandez Solar, essa moça carinhosa e bela, que nos deleita com seu trato afetuoso e alegre? Sua alma, excessivamente pura para ficar no mundo, ansiava se converter em esposa mística de Cristo.


Observe, leitor, a fotografia de “Juanita” Fernández Solar. É uma jovem de 18 anos, nas vésperas de entrar para um austero convento carmelita no qual tomou o nome de Irmã Teresa de Jesus. Viveu santamente nesse convento durante nove meses apenas. Morreu aos 19 anos, como vítima expiatória pelos sacerdotes, por sua família, pela sociedade em que brilhara. E hoje é conhecida e venerada em todo o mundo como Santa Teresa de los Andes.

Numa primeira vista, sua fisionomia agrada. Ela é bela e acolhedora. Em seu rosto, ainda muito jovem, destacam-se luminosamente seus lindos olhos azuis. Embora aristocráticos e altivos, cientes de seu próprio valor, eles não rejeitam quem está diante de si. Pelo contrário, parecem nos acolher, nos introduzir na presença desta jovem, não de uma forma protocolar como quem diz: "Prazer em conhecê-lo", mas envolvendo-nos com um afeto suave e discreto de tal forma que, após alguns segundos contemplando-a, nos sentimos como se ela já fizesse parte de nossa vida.

A fotografia denota uma pureza alcandorada, uma inocência reluzente. Juanita até dá a impressão de que a Providência a tenha limpado do pecado original já nos primeiros instantes de sua vida. Como todas as impressões, estas têm algo de pessoal, mas por certo o efeito que esta fotografia produz em nós tem muito a ver com a jovem por ela representada.


Santa Teresa de Los Andes aos 03 anos de idade
Alma contemplativa

Primeira santa carmelita latino-americana, Santa Teresa de los Andes nasceu em Santiago do Chile, em 13 de julho de 1900, numa família católica e aristocrática. "Jesus não quis que eu nascesse como Ele, pobre. E nasci no meio das riquezas, mimada por todos" - escreve em seu diário.

Seus biógrafos coincidem em ressaltar que ela era sempre o centro das atenções onde estivesse, pela sua amabilidade, graça e simpatia. Era alegre e comunicativa, mas também séria e de um temperamento enérgico.

Suas brincadeiras eram animadas e entusiasmadas. À sua casa acorriam muitos parentes e amigos. Uma tarde anunciou a todos os seus irmãozinhos e primos que presenciariam algo nunca visto por olhos humanos. Eles teriam o privilégio de assistir à Assunção da Santíssima Virgem. Os meninos se puseram diante de uma mesa sobre a qual estava uma imagem de porcelana da Virgem Maria, com uma coroa de metal. Juanita escondeu-se atrás de um biombo e "magicamente" a imagem começou a subir, ante a admiração dos pequenos, até desaparecer por trás de um cortinado. O "milagre" tinha sido operado por Juanita por meio de um delgado fio amarrado na coroa da imagem.

Santa Teresa de Los Andes, a primeira sentada da esquerda para a direita, entre amigos e familiares

*   *   *

Quando se tratava de brincar, era a primeira de todas, a mais animada, a mais alegre, a mais ativa. Na fazenda Chacabuco, de seus pais, andava a cavalo montada de lado como uma grande dama. Era difícil ultrapassá-la nos passeios a galope com seus irmãos e primos. Nas férias, no balneário de Algarrobo, perto de Valparaíso – em um ambiente de pudor e compostura hoje difícil de imaginar – era ela uma ousada nadadora. Jogava tênis. Fazia caminhada com as amigas.

Mas, sobretudo, contemplava. Em carta a uma amiga, escrevia: "Não podes imaginar paisagens mais bonitas que as que víamos... colinas cobertas de árvores e no fundo uma abertura onde se via o mar, sobre o qual se refletiam nuvens de diversas cores. E, por trás, o sol ocultando-se. Não podes imaginar coisa mais bela, que faz pensar em Deus, que criou a terra tão formosa. Que será o Céu? - pergunto-me muitas vezes."

E à Madre Priora do Carmelo que a iria acolher, contava: "O mar, em sua imensidade, me faz pensar em Deus, na sua infinita grandeza. Sinto então uma sede do infinito." Estando já no Carmelo, e sabendo que sua mãe passaria férias de novo na mesma praia, lhe escrevia: "Cada vez que a senhora olhar o mar, ame a Deus por mim, mãezinha querida."


Santa Teresa e sua irmã, Rebeca,
que mais tarde também se
faria monja carmelita. 
Festejada por todos

Suas companheiras de aula a descrevem como sendo uma moça alegre e amável, suave no trato, de maneiras muito finas, firme e constante na ação. Entretida e divertida por seu caráter alegre e sem complicações. Muito bonita, com belos olhos azuis, nariz bem cortado, tez branca, bastante alta. Todas a festejavam. Tinha uma bela voz de contralto e sempre lhe pediam que cantasse.

Durante as férias na fazenda, muito cedo se dirigia à capela para saudar o Senhor Sacramentado e tocar o harmônio como forma de oração. Durante as tardes, após o rosário em família, pediam-lhe para tocar também o harmônio, o que ela fazia com encanto de todos, mas, sobretudo, de Deus. Escrevia muito bem, e no colégio obtinha as melhores notas em literatura, história, religião e filosofia. Suas colegas sempre procuravam sua companhia e a chamavam carinhosamente de mater admirabilis.


O afeto e o carinho familiar que uma sociedade perdeu

Na vida hostil, impura e materialista de nossos dias, é difícil entender o que era o afeto existente nas famílias católicas, há poucas décadas. Vejamos, a título de amostra, alguns trechos de uma carta que Juanita escreveu a seu pai, o qual ficara no campo trabalhando, enquanto a família passava férias de verão no balneário de Algarrobo. Depois de narrar-lhe belos passeios e exercícios de natação, Juanita manifesta a seu pai seu filial carinho: "Como o senhor vê, paizinho, não falta mais que o senhor para sermos felizes. Enquanto nós nos divertimos aqui, o senhor está trabalhando, de sol a sol, para nos proporcionar comodidade. Não temos, paizinho, meio de lhe pagar, pois é grande demais seu sacrifício. Mas nós, seus filhos, compreendemo-lo e o enchemos de carinho e cuidados, pois achamos que esta é a melhor maneira de agradecer a um pai. Por que não vem aqui pelo menos por uns dias? Não sabe a tristeza que me dá quando vejo as outras meninas felizes com seus papais. Por favor, venha, pois nós o temos tão pouco durante o ano!"

Em outra carta, assim se despede do pai: "Receba, paizinho, abraços e beijos de mamãe e de meus irmãos, mais mil beijos e carinhos desta sua filha que mais lhe quer e que se lembra a cada momento de seu paizinho querido."

O pai, por sua vez, mostra a reciprocidade do afeto, numa carta escrita depois de tê-la autorizado a entrar no Carmelo:

"Minha filhinha querida:
Recebi as duas cartas pelo que muito te agradeço, embora me façam tanto sofrer, ao pensar que quem me escreve e que me toca desta forma a alma vai se separar de mim para sempre. Mas o sacrifício está feito e eu o ofereci a Deus para que me perdoe por aquilo em que eu O tenha ofendido na minha vida. E como o sacrifício é tão grande, Ele o vê e o terá em conta.
Minha querida filhinha, não sabes o bem tão grande que tuas cartas me fazem, não só agora, mas antes mesmo de tua resolução, porque via nelas tanto carinho e ternura. Elas me deram nova vida e desejo de trabalhar por teus irmãos (...)
Feliz, tu, mil vezes, minha filhinha, que te consideras feliz e sentes essa paz de alma que tão poucos podem sentir e que há tanto tempo foge de mim. Só desfruto algo dela depois das férias que passamos juntos na intimidade” (...)
Não creias em nenhum momento, minha querida filhinha, que me tenha arrependido de haver-te dado meu consentimento. Muito pelo contrário. Pois creio que as preces de uma alma tão pura como a tua serão ouvidas por Deus, e elas me acompanharão o resto de minha vida e serão meu melhor refúgio para me preservar dos muitos perigos. E não te esqueças jamais que meu pensamento te acompanhará noite e dia (...) Que Deus me mande todas as provas e sofrimentos e os afaste de ti.
"Não te canses, minha filhinha, de continuar pedindo por teu pobre papai... Para ti, um milhão (de beijos e abraços) de teu pai que não te esquece um instante."


Santa Teresa em sua Primeira Comunhão
As graças místicas iluminaram toda a sua vida

Aos dez anos, a pequena Juanita fez sua Primeira Comunhão. Desde então, como ela revelou a seu confessor, o Pe. Antonio Falgueras, SJ, "Nosso Senhor me falava depois de comungar; dizia-me coisas das quais eu não suspeitava. E quando eu Lhe perguntava, me revelava coisas que iam suceder e que de fato aconteciam. Mas eu achava que ocorria o mesmo com todas as pessoas que comungavam."

Em carta a seu pai, pedindo permissão para ser carmelita, narra: “Desde pequena amei muito a Santíssima Virgem, a quem confiava todos os meus assuntos. Só com Ela me desafogava. Ela correspondeu a esse carinho; protegia-me, e escutava sempre o que eu lhe pedia. E Ela me ensinou a amar Nosso Senhor (...) Um dia (...) ouvi a voz do Sagrado Coração que me pedia que eu fosse toda d'Ele. Não creio que isso tenha sido uma ilusão, porque nesse mesmo instante me vi transformada: aquela que procurava o amor das criaturas, não desejou senão o de Deus”.
Foto tirada antes de sua entrada no
Carmelo. Para servir de lembrança
a seus familiares.

Já no Carmelo de Los Andes, escreve ao Padre Colón, SJ: "Também Nosso Senhor se apresenta a mim, às vezes, interiormente e me fala. Durante aproximadamente uma semana, vi-O na agonia, mas de uma maneira tal como jamais teria sonhado. Sofri muito, porque essa imagem me aparecia constantemente e me pedia que O consolasse. Depois foi o Sagrado Coração, no tabernáculo, com o rosto muito triste. E, por último, no dia do Sagrado Coração, apresentou-Se a mim com uma ternura e beleza tal que minha alma se abrasava em seu amor."







Única foto da Santa após a entrada no
Carmelo. Está com hábito de noviça.
Escrava de Maria, grandes provações

A jovem Juanita ingressou no convento de Los Andes no dia 7 de maio de 1919. Recebeu o hábito de noviça em 14 de outubro do mesmo ano, tomando o nome de Irmã Teresa de Jesus. No dia 8 de dezembro, consagrou-se como escrava de Maria, segundo o método ensinado por São Luís Grignion de Montfort. Doravante, seus atos e sacrifícios seriam todos para Nossa Senhora. "Combinei com a Santíssima Virgem que Ela passasse a ser meu sacerdote, que me oferecesse a cada momento pelos pecadores e pelos sacerdotes, mas banhada com o sangue do Coração de Jesus" - escreveu.

Rebeca, irmã da Santa
No curto tempo passado por Juanita no convento, sua superiora, com um extraordinário senso das almas, determinou que continuasse seu apostolado por meio de cartas à sua família e às suas amigas. Os resultados não se fizeram esperar. Sua mãe se fez carmelita descalça secular. Sua irmã menor, Rebeca, ingressou no mesmo convento, meses após a morte da Irmã Teresa. Várias de suas amigas, moças da melhor sociedade, tinham por ela tal estima e admiração que decidiram também consagrar suas vidas a Jesus, no Carmelo ou em outros institutos religiosos. Atravessando crises e ambientes adversos, perduram até hoje os efeitos de seu bom exemplo, atraindo muitas jovens para a vida contemplativa e para as atividades de apostolado leigo na sociedade.

No dia 1º de abril de 1920, a Irmã Teresa adoeceu gravemente. Ante a iminência de sua morte, e dada a santidade de sua vida, a madre superiora permitiu que fizesse os votos de carmelita professa e Esposa de Cristo, in articulo mortis, no dia 7 desse mês.


Velório de Santa Teresa de Los Andes
Mas estavam por vir as grandes provações espirituais que uma vítima expiatória costuma receber. Quis Deus que ela, como outros santos, sofresse a terrível sensação de ter sido não só abandonada, mas condenada por Ele. Assim, ardendo em febre, fazia esforços para retirar seu escapulário e afastar os objetos de piedade que a rodeavam. Num tom de voz acabrunhador, exclamou: "Nunca pensei que a Santíssima Virgem fosse me abandonar!". Depois de certo tempo de luta terrível, foi-se acalmando aos poucos, até que num momento disse sorrindo, como se tivesse uma visão: “Meu esposo”! Morreu suavemente três dias depois, em 12 de abril de 1920.

De forma inesperada, o povo da cidade de Los Andes acorreu em grande número ao velório dessa até então desconhecida freira, que vivera apenas nove meses no Carmelo. Todos pediam para tocar seus objetos de piedade no corpo da "santa", todos recebiam graças de paz, de benquerença, de afervoramento e de piedade.

Em 03 de abril de 1987, S.S. João Paulo II beatificou a Irmã Teresa. Sua fama de santidade cresceu de forma impressionante no Chile e em todo o mundo, sem que ninguém se preocupasse em difundi-la. Por fim, o mesmo Papa a canonizou, no dia 21 de março de 1993. Um imponente santuário foi construído em sua honra, tendo como fundo de quadro uma grandiosa vista da Cordilheira dos Andes.


(Fonte: Revista Arautos do Evangelho, Fev/2003, n. 14 e Março/2003, n. 15)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Convite primeiras promessas - Comunidade Santa Teresinha - Caratinga


ADMISSÃO DE MEMBRO NO GRUPO MARIA, MÃE E MESTRA DO CARMELO (PARNAÍBA-PI)

Com grande alegria o Grupo Maria, Mãe e Mestra do Carmelo no dia 12 de maio, durante a confraternização da Pascoela acolheu Gilka Soraya Araújo Fontenelle ao período de formação.
A admissão foi presidida pelo Frei Francisco Sergio Albuquerque Viana, OFMCap, pároco da Paróquia São Sebastião.
Com a proteção da Virgem Maria e de todos os santos carmelitas abraçamos esta nossa irmã e rogamos à Virgem Maria, Rainha e Formosura do Carmelo, que lhe conceda perseverança neste período de formação.









Formatura e Encerramento Módulo IV Polo Fortaleza da Escola de Formação Edith Stein - Gerando Formadores Segundo o Coração de Deus



“Agora começamos, e procurem ir começando sempre, de bem em melhor” (F 29, 32).

E por causa de ir começando sempre, tentando sempre de bem em melhor, é que encerramos mais um módulo da Escola de Formação Edith Stein em Fortaleza. 

Nos dias 7, 8, 9 e 10 de julho, último final de semana, tivemos em Fortaleza/CE, no Seminário de Teologia São José, o módulo IV da Escola de Formação Edith Stein, Dimensão Espiritual. Esse módulo, o último de um ciclo de quatro módulos, visa estimular uma vivência espiritual em comunidade, através da conversão pessoal adquirida e construída através da oração.


Prof. Francisco Renaldo


O conteúdo desse módulo encerra o ciclo de quatro módulos presentes no nosso Plano de Formação OCDS. Neste o tema foi: Dimensão Espiritual. Esse módulo visa estimular uma vivência espiritual em comunidades através da conversão pessoal construída através da oração. “Não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana” (Pierre Teihard de Chardin).

No sábado, tivemos a formatura dos participantes que se prepararam para serem possíveis formadores. Foram momentos de grande alegria, comunhão fraterna e ação de graças ao Senhor, por seu amor e seus dons. 





Secretária Claúdia Rodrigues da EFES


Início das aulas do módulo IV, com o Prof. Moisés Rocha




Apostila e exercícios do Módulo IV


Durante a primeira parte da manhã o tema abordado foi: “O que é a oração, sua história ao longo da caminhada cristã desde o Antigo Testamento, Novo Testamento até os dias atuais”. Tipos de oração, como Jesus orava e como deve ser a nossa oração. A partir da oração a nossa conversão pessoal, a metanóia, o homem velho deve dar lugar ao homem novo.

No período da tarde tivemos algumas dinâmicas muito animadas e desafiadoras, com momentos de partilha.



Concentração e empenho da turma 

Os alunos atentos à formação. 


Dinâmica da montanha russa momento 
de descontração e autoconhecimento


Escritora Maria Inês e sua família, 
membros da Comunidade Alegria da 
Sagrada Face, de Itapetininga /SP



Irmãos das OCDS  de Camaragipe/PE
 e de Maceió/AL

Depois tivemos pausas para o lanche e cafezinho,  oportunidades de fazer novas amizades e laços fraternos com irmãos  de vários estados  que  aqui estiveram presentes para participar dos quatro dias de formação: Teresina (Piauí), Macapá (Amapá), Parnaíba (Piauí), Camaragibe (Pernambuco), Itapetininga (São Paulo), Fortaleza (Ceará), Maceió (Alagoas), Quixadá (Ceará), Juazeiro do Norte (Ceará) e membros de outras congregações e amigos da família carmelitana, como a Irmã Aldenira, da Congregação das Filhas de Santa Teresa, estudiosa de Santa Teresa, e a Sra. Lairte, da Comunidade Shalom, mestre em Santa Teresa pela CITES, e, atualmente, visitante da Comunidade São José de Santa Teresa.



Facilitador Prof .Francisco Renaldo e a primeira 
Turma do Módulo IV  


      O segundo e terceiro dias foram recheados de formações para trabalhar o autoconhecimento e a vivência fraterna nas comunidades. Ferramentas de análise pessoal, projetos, história de vida, fraquezas e fortalezas.



Hora do "selfie": membros de Fortaleza,
Teresina e Parnaíba 


Tivemos oficinas de liturgia das horas e de lectio divina, nas aulas que trataram da importância da liturgia das horas na vida da Igreja.  Os grupos de leigos onde quer que se encontrem reunidos, seja qual for o motivo destas reuniões, oração, apostolado ou outro motivo, são igualmente convidados a desempenhar esta função na Igreja. Através do culto público e da oração, eles podem atingir todos os homens e contribuir muito para a salvação do mundo inteiro.



Membros OCDS de Fortaleza e a Sra. Lairte, 
membro da Comunidade Shalom 

Sábado à noite tivemos uma grande festa de entrega dos diplomas aos concludentes do módulo IV Polo - Fortaleza da EFES com a presença do Presidente da Associação das Comunidades e Grupos da OCDS, Luciano Dídimo, a Conselheira Provincial do Norte e Nordeste Ana Stela Almeida  e a Secretária da Província  Ruth Leite. Destaque para o momento cívico de execução do hino nacional, a dança da valsa dos formandos, e momentos emocionantes de homenagens à secretária Cláudia Rodrigues, grande colaboradora e do idealizador e coordenador da escola Moisés Rocha. No final muita descontração e animação.



Palavra de abertura da Formatura
do idealizador  e coordenador 
da Escola de Formação,
Moisés Rocha, OCDS.
 
Oradora da turma, Srta. Rosilene, 
de Maceió (Alagoas) 


Compondo a mesa: a Conselheira Provincial, 
Srta. Ana Stela Almeida, o Presidente da 
Associação das Comunidades e Grupos 
OCDS da Província São José, Sr. Luciano Dídimo 
e a secretária da EFES, Srta. Cláudia Rodrigues 


Valsa dos Formandos Módulo IV



Brinde festivo a conclusão desta etapa  final no Norte e Nordeste


                                                              
Formandos das Comunidades irmãs de Fortaleza: Danielle Cabral
 (presidente da Flor do Carmelo de Santa Teresinha), 
o Sr. Gerardo e sua esposa, Sra. Mônica Dodt  
(presidente da Rainha do Carmelo) 
a Sra. Regina Grêgo, formadora da Rainha do Carmelo. 

Formandos comemorando á alegria de abraçar
esse sonho."para quê andar, se podemos voar!"






Encerramento no domingo com a espetacular palestra ministrada pela Madre Priora do Carmelo de Santa Teresina em Fortaleza, Madre Maria Bernadette. Falou como alguém que conhece e vive profundamente o primado da oração em sua vida. Discorreu com maestria sobre os conceitos de oração e como viver uma vida de oração. “Jesus nos ensina a encontrar o Pai. Esse encontro com o Pai é no amor do Espírito Santo”.  

Madre Maria Bernadette citou exemplos de vida de mestres de oração, como a Virgem Maria, São José, Santo Elias, os eremitas do monte Carmelo, Santa Madre Teresa, Santa Margarida Maria Redi. No final, nos lembrou de que “Deus quer amigos fieis que sejam capazes de suportar junto com Ele as dores da humanidade.”.



Foto oficial dos Formandos  da Primeira Turma do IV 
Módulo da EFES - Polo Fortaleza 2016 com 
Madre Bernadete e o Presidente das OCDS Luciano Dídimo 





 Palavra da Vice-Presidente das Comunidades e Grupos Ocds
                                                                                                   Rose Piotto

Podem surgir dúvidas se esta Escola de Formação é de  utilidade à Ocds como um todo. Então, no intuito de esclarecer isto, venho como diretora da Escola, informar  que cada Módulo é preparado conforme nosso Plano de Formação e nossa Rattio, assim é mais que precioso cada assunto, cada aula e cada ensinamento apresentado por professores capacitados para isso. Nossa OCDS na Província São Jose tem se dedicado a fazer o melhor pelos seus membros, levando longe o que era antes um grande sonho, e agora se faz realidade que é a formação e orientação das Comunidades para que caminhem seguras e com amor fraterno se desenvolvam no coração da Igreja.

Gerando formadores segundo o Coração de Deus! Como será isso? O que sabemos é que para nós carmelitas Teresianos a formação é de grande valor e importância. Isso vem do nosso berço materno. Nossa Mãe Teresa valoriza a formação quando diz: “A falta de formação religiosa é a causa primordial de muitas incoerências da fé. Por isso a Santa, referindo-se a esta ignorância, diz que “– “porque um espírito que não comece pela verdade melhor faria em não orar. Além disso a instrução é muito boa porque ensina aos que pouco sabemos e nos dá luz, para que, chegando às verdades da Sagrada Escritura, façamos o que devemos e de devoções tolas, livre-nos Deus” (V 13,16).

Nossa constituição OCDS no n. 32 nos diz : O objetivo central do processo de formação na Ordem Secular, é a preparação da pessoa para viver o carisma e a espiritualidade do Carmelo em seu seguimento de Cristoa serviço da missão.”   

A formação há de ser permanente. É como o respirar, nunca podemos deixar! É algo inseparável da comunidade em que a vocação ao Carmelo nos insere. “A caridade aumenta ao ser transmitida”. Teresa quis formar comunidades orantes. O amor de umas para com as outras, por exemplo, será a primeira condição para poder começar um caminho de oração.

Formar segundo o Coração de Deus é ter plena consciência de nossa vida leiga, sem querer formar nossas comunidades para que sejamos frades ou monjas. Precisamos nos inteirar do que a Igreja quer de nós. Pois há muitos seculares que não tem plena consciência de quem eles realmente são; não buscam saber, não leem e não se formam, e nem aceitam a formação proposta pela igreja e /ou pela Ordem Secular. Para isso temos os nossos documentos nos orientando:  As Constituições, a Ratio, Estatutos, Doc. da Igreja e tantos outros. É preciso que nós carmelitas seculares  nos eduquemos  nesta dimensão para tomarmos consciência de que formamos parte de um povo que tem a mesma dignidade de filhos e filhas.


domingo, 10 de julho de 2016

Comunidades e Grupos da OCDS compartilham suas atividades nas redes sociais




Reunião da Comunidade Nossa Senhora do Carmo, na Basílica Santa Teresinha (Rio de Janeiro-RJ)

Reunião da Comunidade Santa Teresa de Jesus (Rio de Janeiro-RJ)

Palestra da Madre Bernadette sobre "Oração Carmelitana" na Escola de Formação Edith Stein - Polo Fortaleza
Retiro das Comunidades Santa Face (Tremembé-SP) e São José (Aparecida-SP)



Os membros da OCDS que desejarem entrar nos grupos de WhatsApp, podem enviar suas solicitações para Luciano Dídimo: (85) 988955966


Grupos de WhatsApp da OCDS da Província São José:
  • OCDS PROVÍNCIA SÃO JOSÉ
  • PRESIDENTES OCDS
  • ENCARREGADOS DE FORMAÇÃO
  • CARMELO JOVEM
  • CASAIS OCDS

sábado, 9 de julho de 2016

Lançamento do Livro "Elizabeth da Trindade e sua Missão Espiritual" em Montes Claros-MG



O Carmelo Maria Mãe da Igreja e Paulo VI, de Montes Claros-MG, convida para o lançamento do Livro "Elizabeth da Trindade e sua Missão Espiritual", de autoria do teólogo alemão Hans Urs Von Balthasar e traduzido para o português pela Ir. Maria Angélica, que se realizará no dia 16/07/2016 logo após a missa das 17h (Solenidade de Nossa Senhora do Carmo). O preço do livro é R$25,00 e as encomendas podem ser feitas pelo telefone 38 32124260.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

OCDS VIVA - Atividades das Comunidades e Grupos nos dias 02 e 03/07/2016

A Comunidade Santa Teresinha, de Teresina-PI, teve formação com o Pe. Júlio

O Grupo São José, de Sete Lagoas-MG, fez distribuição de alimentos e agasalhos com moradores de rua

Comunidade Santa Teresinha, de Caratinga-MG, teve formação com Márcia Andrade, da OCDS de |Itapetininga-SP

Comunidade Santa Teresinha, de Camaragibe-PE, celebra o aniversário da Ir. Maria José, ocd

Membros das comunidades da OCDS de Fortaleza tem o primeiro encontro do Grupo de Estudo sobre Elizabeth da Trindade

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