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LITURGIA DAS HORAS ON -LINE
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Liturgia - 24 de dezembro - 5a-FEIRA DA 4a. SEMANA DO ADVENTO


Cor litúrgica: Rosa
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Laudes: Liturgia das Horas: 279-341-959
Oração das Horas: 142-144-1085
“Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e resgatou o seu povo.”
Esta visita de salvação cumpre as promessas feitas a Davi, aos patriarcas de Israel e aquelas feitas pelos profetas Malaquias e Isaias.
“Tudo isto é teu e tudo para ti. Não te rebaixes, nem atente às migalhas caídas da mesa de teu Pai.”
TEMPO DE NATAL
O Tempo de Natal se estende desde as I Vésperas do Natal do Senhor até o Domingo após o dia 6 de janeiro (NALC, N.330.É a comemoração do nascimento do Senhor em que celebramos a `troca de dons entre o céu e a terra´, pedindo que possamos participar da divindade daquele que uniu ao Pai a nossa humanidade (Oração sobre as oferendas, missa da noite de Natal). Na Epifania, celebramos a manifestação de Jesus Cristo, Filho de Deus, `luz para iluminar todos os povos no caminho da salvação´ (Prefácio da Epifania).” (Guia Litúrgico Pastoral, pág.12)

Santa Adélia de Pfalzel
A tradição oral germânica nos conta que Adélia ou Adele era a irmã mais nova de Ermina, ambas princesas, filhas do rei da Austrasia Dagoberto II, o Bom. Hoje todos são venerados nos altares com Santos da Igreja. Embora esse parentesco ainda seja motivo de controvérsias e por isso continua sendo pesquisado. Adélia foi identificada também como a abadessa Adola, a quem Elfrida, abadessa do mosteiro de Streaneshalch, teria enviado uma carta.


terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Comunidades do Rio de Janeiro se reúnem
Liturgia - 23 de dezembro - 4a-FEIRA DA 4a. SEMANA DO ADVENTO


Cor litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Liturgia das Horas: 279-283-946-335
Oração das Horas: 142-144-1071-162

Antífona do Magnificat: O Emmanuel
Nas Laudes e Vésperas antífonas próprias da 4ª-feira
Leituras: Ml 3,1-4.23-24 – Sl 24(25) – Lc 1,57-66
“João é o seu nome. E todos ficaram pasmados.”
João Batista personifica todo ser humano: suas aspirações, sua missão, seus compromissos, a busca de um sentido para a própria vida.
“Viva neste mundo como se só com Deus vivesse, para que o coração não se detenha em coisas humanas.”
São João da Cruz – D 142
Cartas de Santa Teresa de Jesus em 23
1561 – C 2 – A D. Lorenzo de Cepeda, em Quito – Agradece a S. Lorenzo uma remessa de várias quantias. Oportunidade com que chegou esse dinheiro, para ela, e para suas irmãs D. Maria e D. Juana. Projeto da reforma do Carmo. Elogio de Antonio Morán e de D. Juana de Ahumada.
1574 – C 73 – À D. Ana Enríquez, em Toro – Sentimento por não estar D. Ana em Valadolid. Elogio de Pe. Baltazar Alvarez e de algumas Descalças desta casa. Um sermão do Pe. Báñez.
SANTO DO DIA
São João Câncio,
Presbítero
CmFac
Na noite de Natal de 1473, o nascimento no céu de São João Câncio, sacerdote polonês. Primeiro foi professor na universidade de Cracóvia, onde defendeu a doutrina católica, e depois vigário de paróquia, quando acolheu, como a Cristo, todos os pobres que encontrava durante suas numerosas peregrinações.
São João Câncio nasceu em Kety, pequena localidade da Polônia, no ano 1390. Em Cracóvia fez os seus estudos, laureou-se e foi ordenado sacerdote. Obteve a cátedra universitária no momento em que a controvérsia hussita se tornava mais acesa. João discutiu com vários opositores, recebendo nestas disputas mais insultos que argumentações objetivas. Quando a sua humildade e a sua paciência eram postas à prova, sem perder a costumeira serenidade de espírito, se limitava a responder: "Graças a Deus!"
Durante uma das suas peregrinações a Roma, a diligência em que viajava foi assaltada e depredada por um grupo de bandidos, que infestavam os arredores de Roma. Também, João foi roubado mais percebendo que no fundo de um bolso tinha ficado uma moeda de prata, correu atrás dos bandidos, dizendo: "Vocês esqueceram esta". O biógrafo, que conta o episódio, afirma que os bandidos, comovidos, restituíram todo o dinheiro do assalto.
São João Câncio morreu em Cracóvia, com a idade de oitenta e três anos, na noite de Natal de 1473 e foi canonizado em 1767. A memória do santo, celebrada a 20 de outubro, foi agora trazida para mais perto da data de sua morte.
O Mistério do Natal - St. Edith Stein
Ó troca maravilhosa! O criador do gênero humano encarnando-se, concede-nos a sua divindade. Por causa desta obra maravilhosa o Redentor veio ao mundo. Deus se tornou Filho do homem, para que os homens se tornassem filhos de Deus. Um de nós rompeu o laço da filiação divina, e um de nós devia reatar o laço, pagando pelo pecado. Nenhum da antiga e enferma raça podia fazê-lo. Devia ser um rebento novo, sadio e nobre. Tornou-se um de nós e, mais do que isto: unido conosco. O maravilhoso no gênero humano é que todos somos um. Se fosse diferente, estaríamos lado a lado, como indivíduos autônomos e separados, e a queda de um não poderia ter se tornado a queda de todos. Podia ter sido pago e atribuído a nós o preço da expiação, mas não teria passado a sua justiça para os pecadores, e não teria sido possível nenhuma justificação. Mas Ele veio, para tornar-se conosco um corpo místico. Ele, nossa cabeça, nós, os seus membros. Ponhamos nossas mãos nas mãos do Menino-Deus, pronunciando o nosso “Sim” ao seu Siga-me”. Então, nos tornamos Seus, e o caminho está livre, para que a sua vida divina possa passar para a nossa.
3.2 - SER UM EM DEUS
Ser um com Deus: este é o primeiro passo. Mas, o segundo é a conseqüência do primeiro. Cristo sendo a cabeça e nós membros do corpo místico, estamos unidos elo a elo, todos somos um em Deus, uma única vida divina. Se Deus é Amor e está em nós, então não pode ser diferente o nosso amor para com os irmãos. Por isto o amor humano é a medida do nosso amor a Deus. Mas, é algo mais do que o simples amor humano. O amor natural se dirige a um outro, ligado pelos laços do sangue ou por afinidades de caráter ou por interesses comuns. Os outros são “estranhos”, que “não nos importam”, talvez até por seu jeito antipático, de forma que mantemos a devida distância. Para o cristão não existe “gente estranha”. Próximo é aquele que encontramos em nosso caminho e que mais necessita de nós; indiferentemente, se é parente ou não, se a gente gosta dele ou não, se ele é “moralmente digno” da nossa ajuda ou não. O amor de Cristo não tem limites, ele nunca termina, ele não recua diante da feiura ou sujeira. Ele veio por causa dos pecadores e não por causa dos justos. E se o amor de Cristo mora em nós, então, façamos como Ele, indo ao encontro das ovelhas perdidas.
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Mistério do Natal - Santa Edith Stein - Tradução de Hermano José Cürten - Edusc Editora
FELICITAÇÕES NATALINAS

Pedidos Natalinos
Dia 15 comemorou-se São João da Cruz
Na terceira Semana do Advento
O Natal se aproxima
O que pedir ou agradecer ou ambas as coisas?
Talvez este período possa, iluminado pelas comemorações do Centenário Teresiano, ser fonte para nos perguntarmos: O que queres de mim Senhor?
Ou o que não queremos no mundo, em nossos cotidianos, em nossas vidas...........
Na utopia ou em nossos sonhos, ou ao percorrer as noites escuras, pode-se pensar e rezar para que...
Os jornais noticiem menos violência
O número de divórcios diminua
Pais e filhos estão se entendendo e se respeitando
As famílias estão se amando e respeitando mais
A fome e pobreza estão diminuindo, as condições climáticas estão melhores
A caridade se tornou ato cotidiano na vida das pessoas
O objetivo de vida se tornou o amor
Relações comunitárias se tornam mais respeitosas
Os interesses trabalhistas e políticos são pelo crescimento do próximo
Mais sacerdotes e religiosas estão nascendo na Igreja
Mais leigos estão engajados na obra de Deus
Mais Santos estão florescendo no anonimato ou na sociedade
Estamos dizendo mais sim e menos não
Os idosos estão sendo valorizados e respeitados
O mundo está mais sereno e místico como João da Cruz
Mais perseverante e orante como a Santa Madre
Mais servidor e persistente como Ana de São Bartolomeu
Mais oculto, mais discreto como Teresa Margarida Reddi
Mais gentil, mais contemplativo e missionário como Teresinha do Menino Jesus
Mais puro e dócil como Teresa de Los Andes
Mais trinitário como Elisabete da Trindade
Mais justo e verdadeiro como Edith Stein
Mais Eucarístico como Rafael Kanilowski
Mais amável como aquelas Carmelitas que no oculto de suas celas
Ou no silêncio contemplativo oram pelo mundo
Mais assistenciais como os Frades em relação a suas Irmãs e comunidade
Enfim...
Pensemos que estes atos e esforços devem nos alçar as moradas superiores...
Com estes gestos e ações quem sabe não se torna mais real a leitura do Livro da Vida
Quem sabe os Cânticos Espirituais fiquem mais suaves
Quem sabe a Ciência da Cruz fique mais compreensível
Quem sabe a História de uma Alma fique ainda mais bela
Quem sabe a Subida ao Monte Carmelo fique mais fácil
Quem sabe nossos jovens e nossas jovens escutem mais o chamado de Deus
Quem sabe o barulho seja substituído pela solidão sonora
Quem sabe nossas crianças recebam mais presença e amor e menos presente e dor
Quem sabe nossas OCDS perfumem mais o mundo com a espiritualidade carmelitana
Quem sabe...
Acreditamos que Ele sabe
E nós
Devemos fazer deste Natal
Não mais um
Mais o verdadeiro
Com o Menino da Manjedoura
Em nossos corações
Esperando os Reis Magos
Esperando o nascimento verdadeiro do Deus verdadeiro
Enfim
Um Natal repleto de saúde, paz e felicidades e
Um ano de 2010 coberto pelo manto sagrado da Virgem do Carmo.
São os pedidos Natalinos ao Bom Pastor.
Professor Hercílio Martelli Júnior, ocds
Comunidade Beata Elisabete da Trindade – Montes Claros-MG
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Liturgia - 22 de dezembro - 3a-FEIRA DA 4a. SEMANA DO ADVENTO


Cor litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Liturgia das Horas: 279-283-933-327
Oração das Horas: 142-159-1059
Nas Laudes e Vésperas antífonas próprias da 3ª-feira
Leituras: ISm 1,24-28 – Cânt. 1Sm 2,1.4-5.6-7 – Lc 1,46-56
“Minha alma engrandece ao Senhor, meu espírito exulta em Deus, meu Salvador.”
Maria nos introduz no mistério de Deus e nos alimenta com a Palavra, que é o próprio Deus.
“Alegre-se sempre em Deus que é a sua saúde, considerando um bem sofrer, de qualquer maneira, por Aquele que é bom.”
São João da Cruz
Carta de Santa Teresa de Jesus em 22
1578 – C 265 – A Roque de Huerta, em Madrid – Envia-lhe uma carta ao confessor do Rei. Dinheiro para os Descalços de S. José de Ávila. Cartas de vários Conventos de monjas. Boatos sobre a mudança da Madre Teresa a outro Convento.
SANTA DO DIA
Santa Francisca Xavier Cabrini
Religiosa


domingo, 20 de dezembro de 2009
Liturgia - 21 de dezembro - 2a-FEIRA DA 4a. SEMANA DO ADVENTO

2ª-FEIRA DA 4ª SEMANA DO ADVENTOCor litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento – Antífonas próprias
Nas Laudes e Vésperas, antífonas próprias de 2ª-feira
Liturgia das Horas: 279-283-919-319
Oração das Horas: 142-143-157-1046
Antífona do Magnificat: O OriensLeituras: Ct 2,8-14 ou Sf 3,14-18a- Sl 32(33)- Lc 1,39-45
“Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo.”
O meu “sim”, no meu dia-a-dia, aos convites de Deus, pode ser início de uma grande obra.
São João da Cruz – D 33
Carta de Santa Teresa de Jesus em 21
1578 – c 264 – Ao Pe. Jerônimo Grancián – Quadra bem ao Pe. Gracián o nome de Pablo.
SANTO DO DIA
São Pedro Canísio,
Presbítero e Doutor
(CmFac)

CARMELO SECULAR DO PORTO LANÇA CD EM HOMENAGEM À SANTA TERESA

Tel: 255 531 364 e 255 538 150
Email: editorial@carmelo.pt
sábado, 19 de dezembro de 2009
Liturgia - 20 de dezembro - 4o. DOMINGO DO ADVENTO


Cor litúrgica: Roxo
Ofício dominical do Advento
IV Semana do Saltério
Liturgia das Horas: 279-906-311
Oração das Horas: 142-144-1022-154
“O sim de Maria.”
Maria, com a sua obediência à Palavra de Deus, é apresentada como protótipo ideal do crente.
“Sendo a conformidade perfeita, a união e transformação sobrenatural será consumada.”
São João da Cruz – 2S 5,4
Carta de Santa Teresa de Jesus em 20
1577 – C 217 – Ao Pe. Frei Jerônimo de Gracián – Deve dar ao sono o tempo necessário. Conselhos sobre a oração.
SANTO DO DIA
São Zeferino,Papa
Zeferino foi o 14o papa a substituir são Pedro. Enfrentou um período difícil e tumultuado, com perseguições para os cristãos e de heresias entre eles próprios, que abalavam a Igreja mais do que os próprios martírios. As heresias residiam no desejo de alguns em elaborar só com dados filosóficos o nascimento, a vida e a morte de Jesus Cristo. A confusão era generalizada, uns negavam a divindade de Jesus Cristo, outros se apresentavam como a própria revelação do Espírito Santo, profetizando e pregando o fim do mundo.
Mas o papa Zeferino, que não era teólogo, foi muito sensato e, amparado pelo poder do Espírito Santo, livrou-se dos hereges. Para isso uniu-se aos grandes sábios da época, como santo Irineu, Hipólito e Tertuliano, dando um fim ao tumulto e livrando os cristãos da mentira e dos rigorismos.
O papa Zeferino era dotado de inspiração e visão especial. Seu grande mérito foi ter valorizado a capacidade de Calisto, um pagão convertido e membro do clero romano, que depois foi seu sucessor. Ele determinou que Calisto organizasse cemitérios cristãos separados daqueles dos pagãos. Isso porque os cristãos não aceitavam cremar seus corpos e também queriam estar livres para tributarem o culto aos mártires.
O papa Zeferino conseguiu que as nobres famílias cristãs, possuidoras de tumbas amplas e profundas, transferissem-nas para a Igreja. Assim, Calisto começou a fazer galerias subterrâneas ligando umas às outras e, nas laterais, foi abrindo túmulos para os cristãos e para os mártires. Todo esse complexo deu origem às catacumbas, mais tarde chamadas de catacumbas de Calisto.
Esse foi o longo pontificado de Zeferino, encerrado pela intensificação às perseguições e pela proibição das atividades da Igreja, impostas pelo imperador Sétimo Severo.
O papa são Zeferino foi martirizado junto com o bispo santo Irineu, em 217, e foi sepultado numa capela nas catacumbas que ele mandou construir em Roma, Itália.
Fonte: http://www.paulinas.org.br/
Liturgia - 19 dde dezembro - NOVOS VENERÁVEIS
O Santo Padre Bento XVI proclamou, hoje, dia 19 de dezembro, VENERÁVEIS os papas João Paulo II (Karol Wojtyla) e Pio XII (Eugênio Pacelli), aprovando os decretos de reconhecimento das “virtudes heróicas” desses dois valorosos papas da história da Igreja. Este foi, portanto o primeiro ato para o processo de Beatificação de ambos.
João Paulo II
João Paulo II, foi o primeiro papa não-italiano em 455 anos, e teve um dos mais longos papados da história, com 26 anos de pontificado.
Foi considerado a figura mais importante para a igreja católica dos últimos tempos. Foi um sacerdote exemplar, visitou quase todos os países do mundo e imprimiu mais democracia e popularidade à Igreja Católica, tornando possível a aproximação de Roma às massas, ao povo menos favorecido em todos os cantos do mundo.
Pio XII foi certamente o Pontífice Romano de maior prestígio no Século XX, não obstante grandes pontificados anteriores e posteriores ao seu reinado, em meados da década de 50, Pio XII dirigia uma Igreja prodigiosas. "Nunca, na história do mundo, um homem tivera tanta influência sobre os corações e mentes dóceis de tantas pessoas".
O Vaticano realizará um Congresso sobre o magistério do Papa e uma mostra fotográfica "Pio XII: o homem e o pontificado".
Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli (Roma, 2 de Março de 1876 — 9 de Outubro de 1958) foi eleito Papa no dia 2 de março de 1939 até a data atual foi o único Papa Romano desde 1724 e foi o único Papa do século XX a exercer o Magistério Extraordinário da infalibilidade pontifícia quando definiu, ex-cátedra, o dogma da Assunção da Virgem Maria aos Céus em corpo e alma, em 1950, através da Constituição Apóstólica Munificentissimus Deus, que foi o único decreto pontifício utilizado por um papa do século XX com as prerrogativas do dogma da infalibilidade papal, que fora promulgado pelo Concílio Vaticano I em 1870 e promulgado por Pio IX.A morte de Pio XII e a eleição de João XXIII, que também completa 50 anos, são fatos que marcaram profundamente a Igreja Católica no Século XX. Se Pio XII era um monarca absoluto, João XXIII, mais dado a participação dos bispos no governo da Igreja, dará passos no sentido de atualizar a Igreja, inclusive a figura e missão do Papa.Em fevereiro, o Cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos (CPCS), disse no Vaticano que o processo de beatificação de Pio XII decorria dentro dos trâmites normais da Santa Sé. "A causa de beatificação não foi adiada, muito menos posta de lado", teria afirmado o Cardeal. Sobre o Papa que guiou a Igreja durante a II Guerra Mundial (foi eleito em 1º de março de 1939), o Cardeal português disse que "o famoso silêncio de Pio XII sobre a condenação do nazismo não é uma verdade histórica." "Este ano acontece o 50º aniversário da sua morte e julgou-se oportuno aproveitar a data para promover certas iniciativas que levem a um conhecimento mais perfeito da sua figura e espiritualidade", disse Dom Saraiva Martins. "A este respeito foi constituída uma Comissão para aprofundar uma figura que marcou a história da Igreja moderna", concluiu. Assim como sua coroação seus funerais foram grandiosos. L'Oservatore Romano descreveu como o maior da longa história de Roma, superando até o de Júlio César e até mesmo o funeral de João Paulo II, em 2005, prestigiado internacionalmente, não o superou em magnitude e pompa. Diz-se que o futuro João XXIII o acompanhou pela tv italiana e espantou-se diante de tanta grandiosidade e papas posteriores teriam mudado o cerimonial das exéquias papais motivados, também, por aquele "espetáculo" fúnebre, que fora realizado num mundo que se modernizava e atualizava os seus símbolos.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Liturgia - 19 de dezembro - SÁBADO DA 3a. SEMANA DO ADVENTO

SÁBADO DA 3ª. SEMANA DO ADVENTOCor Litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Laudes: Liturgia das Horas: 279-284-893-303
Oração das Horas: 142-145-1022-151
I Vésperas: Liturgia das Horas: 277-269-899
Oração das Horas: 141-136-1029

(Por estes dias, a Igreja canta as chamadas "antífonas maiores", que começam todas pela interjeição Ó. Maria, Senhora do Ó, é o modelo e a inspiradora deste louvor alegre e suplicante; ela é o centro dos desejos do povo de Israel e de todo o povo de Deus que, no fundo do seu coração, vive o advento do Salvador.)
Leituras: Jz 13,2-7.24-25a – Sl 70(71) – Lc 1,5-25
“Não temas Zacarias, porque a tua súplica foi ouvida, e Isabel, tua mulher, vai te dar um filho.”
Zacarias recebe, no templo, que representa o coração do judaísmo, o anúncio do nascimento de seu filho.
“A pessoa crucificada interior e exteriormente com Cristo, viverá feliz e satisfeita e, na paciência, possuirá a sua alma.”
São João da Cruz – D 85
Cartas de Santa Teresa de Jesus em 19
1577 – C 211 – Ao Pe. Jerônimo Gracián – Perfeição do Pe. Gracián. Recomenda-lhe de novo que durma o tempo suficiente. Confiança em Deus.
1577 – C 216 – À Madre Maria de S. José, Priora de Sevilla – Chegaram em bom estado os limões e batatas e o pipote. Recomenda às orações das religiosas os dois Descalços presos e as monjas da Encarnação. Lembranças aos conhecidos de Sevilla. Recomenda à Priora que cuide de sua saúde.
SANTO DO DIA

Nascido em Grisac, França, foi eleito papa em Avinhão, em 6 de Novembro de 1362, como sucessor de Inocêncio VI (1352-1362). Era monge beneditino, abade de Saint-Germain-d'Auxerre e de São Vítor de Marselha, e, como tal, foi encarregado de várias missões diplomáticas para o Estado Pontifício. Logo depois da sua eleição percebeu que os acontecimentos na Itália levariam a prejuízos irrecuperáveis caso o papa não retornasse a Roma. Assim, cinco anos mais tarde, após convencer a resistência da coroa francesa, deixou Avinhão e desembarcou na Itália (1367). Três anos depois, por causa da revolta na Perúgia, hostilizado pelos romanos e temendo por suas vidas, ele e seus amigos decidiram voltar a Avinhão, apesar dos apelos do Rei de Aragão, de Santa Brígida da Suécia e de muitos monges. Morreu em 19 de Dezembro de 1370, em Avinão, pouco dias após a volta, e foi sucedido por Gregório XI (1370-1378).
Zacarias e Isabel
pais de São João Batista
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Liturgia - 18 de dezembro - 6a-FEIRA DA 3a. SEMANA DO ADVENTO


6ª-FEIRA DA 3ª. SEMANA DO ADVENTO
Cor litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Liturgia das Horas: 279-284-878-296
Oração das Horas: 142-144-1009-148
Antífona do Magnificat: O Adonai
Leituras: Jer 23,5-8 – Sl 71(72) – Mt 1,18-24
“Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa:
Deus conosco.”
No sonho, o anjo diz a José: “Não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.”
“Só deve pôr os olhos e todo o seu gozo em servir e honrar ao Senhor, com seus bons costumes e virtudes.”
São João da Cruz
Cartas de Santa Teresa de Jesus em 18
1576 – C 164 – A D. Diego de Guzmán y Cepeda, em Ávila. Sobre o aluguel de uma casa para seu irmão D. Pedro. Condolências pela morte de uma filha de D. Diego.
1579 – C 304 – Ao Pe. Jerônimo Gracián, em Alcalá – Boas notícias de Gracián e de seus sermões. Vão-se aperfeiçoando as monjas desta casa. Pouco trato com os confessores, mesmo santos. Uma lembrança triste da noite de Natal.
Santos Rufo e Zózimo
Mártires

O eremita São Zózimo dá a Comunhão a Santa Maria do Egito no deserto
Desenho do final do Século XVII
São Rufo e São Zózimo pertenciam ao número dos discípulos do Senhor. Segundo a tradição, foram os fundadores da Igreja de Cristo entre os judeus e os gregos. A notícia que temos sobre estes dois santos nos veio através de São Policarpo, o qual refere-se a eles na sua carta aos Filipenses: "Estou muito satisfeito convosco em Nosso Senhor Jesus Cristo, por terdes recebido os modelos da verdadeira caridade. Eu vos exorto a obedecerdes e a exercerdes a vossa paciência, aquela que tendes visto com vossos próprios olhos, não só nos bem-aventurados Inácio, Rufo e Zózimo, mas também em outros vossos concidadãos, no próprio Paulo e nos outros apóstolos. Estejam certos de que todos estes não têm corrido em vão, mas na fé e na justiça, que eles estão juntos do Senhor, no lugar que lhes é devido pelos sofrimentos que suportaram. Porque eles não amaram o século presente, mas Aquele que por nós morreu e que para nós foi ressuscitado por Deus."
Sofreram o martírio provavelmente entre os anos 107 e 118, em Filipos, na Macedônia. A comunidade de Filipos foi fundada por São Paulo; surgiu como a primeira comunidade cristã em solo europeu.

Catedral de São Rufo

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Liturgia - 17 de dezembro - 5a-FEIRA DA 3a.SEMANA DO ADVENTO

5ª-FEIRA DA 3ª. SEMANA DO ADVENTOCor litúrgica: Roxo
Ofício do dia de semana do Tempo do Advento
Liturgia das Horas: 279-284-863-288
Oração das Horas: 142-145-995-148
Antífona do Magnificat: O Sapientia
PREPARAÇÃO PRÓXIMA DO NATAL
(17-24 de dezembro)
Nas Laudes e Vésperas antífonas próprias do dia do Tempo do Advento
Os dias de semana deste período visam de modo mais direto à preparação do Natal do Senhor (NALC, n.42)
O Ofício e a Missa são sempre do dia, mas pode haver Comemoração facultativa de algum santo.
Leituras: Gn 49,2.8-10 – Sl 71(72) – Mt 1,1-17
“Genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.”
Jesus, o homem, é parte de uma raça, de uma família, de uma cultura, com todas as suas implicações.
“A alma, vendo-se favorecida por graças tão extraordinárias, muitas vezes concebe secretamente boa opinião de si mesma – o que é contra a humildade .”
Carta de Santa Teresa de Jesus em 17
1576 – C 162 – A D. Francisco de Salcedo – Sobre algumas jovens de Ávila que pretendiam o hábito, e certos negócios dos irmãos da Santa.
SANTOS DO DIA

Lázaro de Betânia, na Judéia, irmão de Marta e de Maria, hospedou várias vezes a Jesus, que aí passava horas de humana tranqüilidade. Lázaro era estimadíssimo na sociedade hebraica, devido à sua origem nobre, sua honestidade e religiosidade de sua família. Não se sabe quando se deram seus primeiros contatos com o divino mestre. É provável que tenha sido dos primeiros discípulos. As expressões usadas pelos evangelistas para caracterizar o relacionamento de Lázaro com Jesus não deixam dúvida de que eram muito amigos. O fato da ressurreição de Lázaro está detalhado em Jo 11,1-44, que principia assim: "Havia um enfermo, Lázaro, de Betânia, vilarejo de Maria e de Marta, sua irmã. Maria era aquela que ungiu o senhor com perfume e lhe enxugou os pés com os cabelos; o enfermo era seu irmão Lázaro". No capítulo 12,1-11, João narra a ceia de Betânia na casa de Lázaro. A casa de Betânha e o túmulo foram meta de peregrinação já na primeira época do cristianismo, como refere o próprio S. Jerônimo. Lázaro teve o privilégio de ter dois túmulos, porque morreu duas vezes. O primeiro túmulo de onde foi ressuscitado por Jesus ficou vazio e assim é mostrado até os nossos dias aos turistas e peregrinos que demandaram a Terra de Santa. Uma antiga tradição o faz bispo e mártir em Chipre, onde teria tido o seu segundo túmulo. Daí foi transportado no ano 900 para Constantinopla no tempo do imperador Leão IV, o filósofo. Essa tradição encontra apoio em achados arqueológicos de antigos afrescos encontrados na ilha de Chipre.

(301-408)
Ao ficar viúva do governador de Constantinopla, Olímpia recebeu muitas propostas para um novo casamento, mas recusou todas porque queria entregar-se à vida religiosa. A sua insistente recusa motivou, mesmo, o confisco de todos os seus bens.
Olímpia nasceu em 361, na Capadócia. Pertencia a uma família muito ilustre e rica dessa localidade, mas ficou órfã logo cedo. Foi educada por Teodósia, irmã do bispo Anfíloco, futuro santo, o que lhe garantiu receber, logo cedo, os ensinamentos cristãos. Aos vinte anos de idade, casou-se com o governador de Constantinopla, ficando viúva alguns meses depois. Desejando ingressar para a vida religiosa, afastou-se de todos os possíveis pretendentes. O fato muito contrariou o imperador Teodósio, que queria vê-la como esposa do seu primo, um nobre da Corte espanhola. Olímpia, entretanto, perseverou na sua decisão. Como vingança, o soberano mandou que todos os seus bens fossem confiscados e administrados pelo prefeito da cidade. Ao invés de reclamar, Olímpia agradeceu, porque não precisaria mais perder tempo com a administração das propriedades. Pediu que os bens fossem definitivamente confiscados e doados aos pobres. Não foi atendida. Em seguida, o imperador fez uma longa viagem e, ao voltar, três anos depois, ficou tão impressionado com as informações sobre sua vida santa e repleta de humildade e caridade que restituiu os bens a ela. Assim, Olímpia continuou suas obras de caridade com maior intensidade. Mas seu sofrimento não acabou. Contraiu doenças dolorosas. Conta a tradição que Olímpia jamais pronunciou qualquer reclamação. Desse modo, tornou-se um modelo perfeito aos cristãos de seu tempo. Seu nome foi envolvido em denúncias graves infundadas, por isso se tornou vítima de perseguições injustas. Foi acusada de ser cúmplice de são João Crisóstomo no incêndio de uma catedral. Mas ela declarou, categoricamente, que nada fizera, muito menos Crisóstomo, que doava muito dinheiro para a construção de igrejas, portanto não poderia destruir uma. Essas acusações partiam do antipatriarca Arsácio, inimigo declarado de Crisóstomo, que mandou Olímpia deixar a cidade. O principal motivo desse exílio foi porque ela era a mais estimada assistente de Crisóstomo, chamado de "o maior pregador da Antigüidade". Era tão competente que, aos trinta anos de idade, se tornou diaconisa da Igreja, dignidade só concedida às viúvas com mais de sessenta anos. Logo Olímpia decidiu voltar, declarando ao próprio prefeito que não reconhecia autoridade no antipatriarca por ser usurpador de um poder que a Igreja não lhe concedera. Assim, tornou-se a principal vítima de Arsácio, pois Crisóstomo já havia sido exilado de sua pátria pelo cruel prefeito, cúmplice do antipatriarca. Olímpia morreu no ano 408. Santa Olímpia é celebrada, no Oriente, nos dias 24 e 25 de julho, e, na Igreja de Roma, no dia 17 de dezembro.

