NOVOS VENERÁVEIS
O Santo Padre Bento XVI proclamou, hoje, dia 19 de dezembro, VENERÁVEIS os papas João Paulo II (Karol Wojtyla) e Pio XII (Eugênio Pacelli), aprovando os decretos de reconhecimento das “virtudes heróicas” desses dois valorosos papas da história da Igreja. Este foi, portanto o primeiro ato para o processo de Beatificação de ambos.
João Paulo II
Aos 02 de abril de 2005, ele sucumbia frente ao mal de parkinson, que há muito sofria. Karol Józef Wojtyła, polonês, nascido aos 18/05/1920, foi uma das figuras mais importantes do século XX. Promoveu uma ampla reforma na igreja católica, maximizando os ensinamentos da Igreja de Cristo, e levando a Palavra a todos os cantos do planeta.
João Paulo II, foi o primeiro papa não-italiano em 455 anos, e teve um dos mais longos papados da história, com 26 anos de pontificado.
Foi considerado a figura mais importante para a igreja católica dos últimos tempos. Foi um sacerdote exemplar, visitou quase todos os países do mundo e imprimiu mais democracia e popularidade à Igreja Católica, tornando possível a aproximação de Roma às massas, ao povo menos favorecido em todos os cantos do mundo.
João Paulo II, foi o primeiro papa não-italiano em 455 anos, e teve um dos mais longos papados da história, com 26 anos de pontificado.
Foi considerado a figura mais importante para a igreja católica dos últimos tempos. Foi um sacerdote exemplar, visitou quase todos os países do mundo e imprimiu mais democracia e popularidade à Igreja Católica, tornando possível a aproximação de Roma às massas, ao povo menos favorecido em todos os cantos do mundo.
Em 2008 completou-se 50 anos da morte de Pio XII, que aconteceu em 9 de outubro de 1958.
Pio XII foi certamente o Pontífice Romano de maior prestígio no Século XX, não obstante grandes pontificados anteriores e posteriores ao seu reinado, em meados da década de 50, Pio XII dirigia uma Igreja prodigiosas. "Nunca, na história do mundo, um homem tivera tanta influência sobre os corações e mentes dóceis de tantas pessoas".
O Vaticano realizará um Congresso sobre o magistério do Papa e uma mostra fotográfica "Pio XII: o homem e o pontificado".
Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli (Roma, 2 de Março de 1876 — 9 de Outubro de 1958) foi eleito Papa no dia 2 de março de 1939 até a data atual foi o único Papa Romano desde 1724 e foi o único Papa do século XX a exercer o Magistério Extraordinário da infalibilidade pontifícia quando definiu, ex-cátedra, o dogma da Assunção da Virgem Maria aos Céus em corpo e alma, em 1950, através da Constituição Apóstólica Munificentissimus Deus, que foi o único decreto pontifício utilizado por um papa do século XX com as prerrogativas do dogma da infalibilidade papal, que fora promulgado pelo Concílio Vaticano I em 1870 e promulgado por Pio IX.A morte de Pio XII e a eleição de João XXIII, que também completa 50 anos, são fatos que marcaram profundamente a Igreja Católica no Século XX. Se Pio XII era um monarca absoluto, João XXIII, mais dado a participação dos bispos no governo da Igreja, dará passos no sentido de atualizar a Igreja, inclusive a figura e missão do Papa.Em fevereiro, o Cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos (CPCS), disse no Vaticano que o processo de beatificação de Pio XII decorria dentro dos trâmites normais da Santa Sé. "A causa de beatificação não foi adiada, muito menos posta de lado", teria afirmado o Cardeal. Sobre o Papa que guiou a Igreja durante a II Guerra Mundial (foi eleito em 1º de março de 1939), o Cardeal português disse que "o famoso silêncio de Pio XII sobre a condenação do nazismo não é uma verdade histórica." "Este ano acontece o 50º aniversário da sua morte e julgou-se oportuno aproveitar a data para promover certas iniciativas que levem a um conhecimento mais perfeito da sua figura e espiritualidade", disse Dom Saraiva Martins. "A este respeito foi constituída uma Comissão para aprofundar uma figura que marcou a história da Igreja moderna", concluiu. Assim como sua coroação seus funerais foram grandiosos. L'Oservatore Romano descreveu como o maior da longa história de Roma, superando até o de Júlio César e até mesmo o funeral de João Paulo II, em 2005, prestigiado internacionalmente, não o superou em magnitude e pompa. Diz-se que o futuro João XXIII o acompanhou pela tv italiana e espantou-se diante de tanta grandiosidade e papas posteriores teriam mudado o cerimonial das exéquias papais motivados, também, por aquele "espetáculo" fúnebre, que fora realizado num mundo que se modernizava e atualizava os seus símbolos.
Pio XII foi certamente o Pontífice Romano de maior prestígio no Século XX, não obstante grandes pontificados anteriores e posteriores ao seu reinado, em meados da década de 50, Pio XII dirigia uma Igreja prodigiosas. "Nunca, na história do mundo, um homem tivera tanta influência sobre os corações e mentes dóceis de tantas pessoas".
O Vaticano realizará um Congresso sobre o magistério do Papa e uma mostra fotográfica "Pio XII: o homem e o pontificado".
Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli (Roma, 2 de Março de 1876 — 9 de Outubro de 1958) foi eleito Papa no dia 2 de março de 1939 até a data atual foi o único Papa Romano desde 1724 e foi o único Papa do século XX a exercer o Magistério Extraordinário da infalibilidade pontifícia quando definiu, ex-cátedra, o dogma da Assunção da Virgem Maria aos Céus em corpo e alma, em 1950, através da Constituição Apóstólica Munificentissimus Deus, que foi o único decreto pontifício utilizado por um papa do século XX com as prerrogativas do dogma da infalibilidade papal, que fora promulgado pelo Concílio Vaticano I em 1870 e promulgado por Pio IX.A morte de Pio XII e a eleição de João XXIII, que também completa 50 anos, são fatos que marcaram profundamente a Igreja Católica no Século XX. Se Pio XII era um monarca absoluto, João XXIII, mais dado a participação dos bispos no governo da Igreja, dará passos no sentido de atualizar a Igreja, inclusive a figura e missão do Papa.Em fevereiro, o Cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos (CPCS), disse no Vaticano que o processo de beatificação de Pio XII decorria dentro dos trâmites normais da Santa Sé. "A causa de beatificação não foi adiada, muito menos posta de lado", teria afirmado o Cardeal. Sobre o Papa que guiou a Igreja durante a II Guerra Mundial (foi eleito em 1º de março de 1939), o Cardeal português disse que "o famoso silêncio de Pio XII sobre a condenação do nazismo não é uma verdade histórica." "Este ano acontece o 50º aniversário da sua morte e julgou-se oportuno aproveitar a data para promover certas iniciativas que levem a um conhecimento mais perfeito da sua figura e espiritualidade", disse Dom Saraiva Martins. "A este respeito foi constituída uma Comissão para aprofundar uma figura que marcou a história da Igreja moderna", concluiu. Assim como sua coroação seus funerais foram grandiosos. L'Oservatore Romano descreveu como o maior da longa história de Roma, superando até o de Júlio César e até mesmo o funeral de João Paulo II, em 2005, prestigiado internacionalmente, não o superou em magnitude e pompa. Diz-se que o futuro João XXIII o acompanhou pela tv italiana e espantou-se diante de tanta grandiosidade e papas posteriores teriam mudado o cerimonial das exéquias papais motivados, também, por aquele "espetáculo" fúnebre, que fora realizado num mundo que se modernizava e atualizava os seus símbolos.

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