domingo, 23 de agosto de 2009


Missa de Admissão e Promessas dos membros da Comunidade Santa Teresinha-SL/MG
22/08/2009
Quem diz sim ao amor infinito de Deus, pode dizer como Maria: "O Poderoso fez em mim maravilhas e santo é o seu Nome."

sábado, 22 de agosto de 2009

Liturgia - 23 de agosto - 21o. DOMINGO DO TEMPO COMUM




21º. DOMINGO DO TEMPO COMUM

Cor litúrgica: Verde

Ofício dominical comum
I semana do Saltério
Liturgia das Horas
: 131-579
Oração das Horas: 709-763

Leituras próprias: IICor 10, 17-11,2 – Sl 148 – Mt 13,44-46
“Isto é muito difícil! Quem o pode admitir?”
O maior tesouro que alguém pode encontrar é o Reino dos Céus no mais profundo do coração do homem.


SANTO DO DIA




Santa Rosa de Lima,
Virgem e Padroeira da América Latina
(festa omitida hoje )



Em 1617, o nascimento no céu de Santa Rosa de Lima, a “Primeira Flor de Santidade” do Peru. Isabel Flores y de Oliva era o nome de batismo de Santa Rosa de Lima que nasceu em 1586, em Lima, Peru. Os seus pais eram espanhóis, que se haviam mudado para a rica colônia do Peru. O nome Rosa foi-lhe dado carinhosamente por uma empregada índia, Mariana, pois a mulher, maravilhada pela extraordinária beleza da menina, exclamou admirada: "Você é bonita como uma rosa!" Levada à miséria com a sua família, ganhou a vida com duro trabalho da lavoura e costura, até alta noite. Aos vinte anos, ingressou na Ordem Terceira de São Francisco, pediu e obteve licença de fazer os votos religiosos em sua própria casa, como terceira dominicana. Construiu para si uma pequena cela no fundo do quintal da casa de seus pais. A cama era um saco de estopa, levando uma vida de austeridade, de mortificação, de abandono à vontade de Deus. Vivia em contínuo contacto com Deus, alcançando um alto grau de vida contemplativa e de experiência mística. Soube compreender em profundidade o mistério da paixão, morte de Jesus, completando na sua própria carne o que faltava à redenção de Cristo. Era muito caridosa e em especial com os índios e com os negros.Todos os anos, na festa de São Bartolomeu, passava o dia inteiro em oração: "Este é o dia das minhas núpcias eternas", dizia. E foi exatamente assim. Morreu depois de grave enfermidade no dia 24 de agosto de 1617, com apenas 31 anos de idade .



Uma vida austera e carregada de penitências. Construiu uma cela estreita nos fundos do quintal da casa de seus pais onde vivia uma vida religiosa. Foi extremamente caridosa para com todos, especialmente para com os índios e negros, aos quais prestava os serviços mais humildes em caso de doença. Conta-se que era constantemente visitada pela Virgem Maria e pelo Menino Jesus, que quis repousar certa vez entre seus braços e a coroou com uma grinalda de rosas, que se tornou seu símbolo. Também é afirmado que tinha constantemente junto a si seu Anjo da Guarda, com quem conversava. Ainda em vida lhe foram atribuídos muitos favores; milagres de curas, conversões, chuvas e até mesmo o impedimento do saque de Lima pelos piratas holandeses em 1615.
Assemelhou-se tanto ao seu divino mestre que teve a graça de ganhar a morte com os sofrimentos da Paixão de seu amado Senhor


“Podemos também entender por estas formosas grinaldas, as que por outro nome se chamam auréolas, de lindas e níveas flores, que são todas as almas virgens, cada uma com sua auréola de virgindade, as quais, unidas juntamente, serão uma só auréola para coroar o Esposo Cristo.”
São João da Cruz – C 30,7

“É verdade que essas virtudes têm a capacidade de se ocultar da pessoa que as possui, de modo que ela nunca as vê e nem chega a acreditar que as tem, mesmo que lho digam.”
Santa Teresa de Jesus – C 10,4



Convite - promessas definitivas em São Roque-SP


A COMUNIDADE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS MUITO SE ALEGRA COM AS PROMESSAS DEFINITIVAS DA NOSSA IRMÃ NILZA E CONVIDA A TODOS OS IRMÃOS A SE ALEGRAREM CONOSCO E A ESTAREM PRESENTES NESTE MOMENTO.



(clique na imagem para ampliar)

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Liturgia - 22 de agosto - NOSSA SENHORA RAINHA






NOSSA SENHORA RAINHA

Cor
litúrgica: Branco

Ofício da memória
Laudes: Liturgia das Horas: 1217-1531-1104
Oração das Horas: 1338-1463-1109
I Vésperas: Liturgia das Horas: 569-127
Oração das Horas: 758-709

Leituras próprias: Is 9,1-6 – Sl 112(113) – Lc 1,26-38
“Todos vós sois irmãos.”
As escolhas de Deus são para os mais humildes.


Comemoração da Bem aventurada Virgem Maria Rainha, em quem a Igreja celebra a mulher que apareceu no céu vestida de sol, com a lua sob os pés, e trazendo na cabeça uma coroa de doze estrelas, Mãe d’Aquele que deve reinar sobre todas as nações (cf. Ap 12).
A festa de hoje foi instituída por Pio XII, em 1955. Antecedida pela festa da Assunção de Nossa Senhora, celebramos hoje aquela que é a Mãe de Jesus, Cabeça da Igreja, e nossa Mãe. Pio XII assim fala de Nossa Senhora Rainha: "Procurem, pois, acercar-se agora com maior confiança do que antes, todos quantos recorrem ao trono de graça e de misericórdia da Rainha e Mãe Nossa, para implorar auxílio nas adversidades, luz nas trevas, conforto na dor e no pranto ... Há, em muitos países da terra, pessoas injustamente perseguidas por causa da sua profissão cristã, e privadas dos direitos humanos e divinos da liberdade ... A estes filhos atormentados e inocentes, volva os seus olhos misericordiosos, cuja luz serena as tempestades e dissipa as nuvens, a poderosa Senhora das coisas e dos tempos, que sabe aplacar as violências com o seu pé virginal; e à todos conceda que em breve possam gozar da merecida liberdade ... Todo aquele, pois, que honra a Senhora dos celestes e dos mortais, invoque-a como Rainha sempre presente, Medianeira de paz".




“É humilde quem se esconde em seu próprio nada e sabe abandonar-se em Deus.”
São João da Cruz

“No primeiro ano em que fui priora na Encarnação, ao começar o Salve, vi na cadeira prioral, onde está Nossa Senhora, descer com grande multidão de anjos a Mãe de Deus e pôr-se ali.”
Santa Teresa de Jesus – R 25


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Liturgia - 21 de agosto - SÃO PIO X, Papa



SÃO PIO X,
Papa

Cor litúrgica: Branco

Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1644-1086
Oração das Horas: 1523-1097
Leituras: Rt 1,1.3-6.14b-16.22 – Sl 145(146) – MT 23,34-40
“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito.”
Os escolhidos por Deus podem ser aqueles que sabem como seguir, no momento certo, o chamado de Jesus.


São Pio X, nascido Giuseppe Melchiorre Sarto, (Riese, 2 de Junho de 1835), era o segundo de dez filhos de uma família rural da província de Treviso (Itália). Ordenado em 1858, estudou direito canônico e a obra de São Tomás de Aquino.Em 10 de Novembro de 1884 foi elevado a Bispo de Mântua e em 1896 a Patriarca de Veneza sendo eleito Papa em 4 de Agosto de 1903 com 55 dos 60 votos possíveis no conclave. Em sua primeira encíclica, Pio X anunciava que sua meta primordial era a de "Renovar tudo em Cristo".Governou a Igreja Católica com mão firme numa época em que esta enfrentava um laicismo muito forte e diversas tendências do modernismo, encarado como a síntese de todas as heresias nos campos dos estudos bíblicos e teologia. São Pio X introduziu grandes reformas na liturgia, sempre num sentido tradicional e facilitou a participação popular na Eucaristia, permitiu a prática da comunhão freqüente e fomentou o acesso das crianças à Eucaristia quando da chegada à chamada idade da razão, por essas medidas ficou conhecido como o “Papa da Eucaristia”. Sua divisa era “Restaurar tudo em Cristo.” Favoreceu a organização da Cúria e a fundação de um Instituto Bíblico em Roma. Pouco inclinado às finezas diplomáticas, não cuidou das relações da Igreja com o poder público.Publicou 16 encíclicas, promoveu ainda o estudo do catecismo e o canto gregoriano. Criou a Pontifícia Comissão Bíblica e colocou as bases do Código de Direito Canônico, promulgado em 1917 após a sua morte em Roma, 20 de Agosto de 1914. Na lápide do seu túmulo na Basílica de São Pedro no Vaticano, lê-se: A sua tiara era formada por três coroas: pobreza, humildade e bondade. Foi beatificado em 1951 e canonizado em 3 de Setembro de 1954 por Pio XII, tendo sua memória litúrgica celebrada no dia 21 de Agosto.Há exatamente cem anos, no dia 8 de Setembro de 1907, São Pio X publicava a magistral encíclica "Pascendi Dominici Gregis", através da qual denunciava e condenava solenemente a heresia modernista, bem como os métodos utilizados pelos propagadores desta. Tal heresia, mau-grado os avisos proféticos daquele Santo Papa, conduziria a Igreja ao longo do século XX, e muito especialmente após o Concílio Vaticano II, para o estado de caos e semi-destruição que nela presentemente persiste, pese embora o esforço desenvolvido pelo Pontífice atualmente reinante, Bento XVI, para inverter tal estado de coisas. Ora, num triste tempo em que os cargos de responsabilidade na Igreja, muito em especial ao nível episcopal, continuam a ser ocupados por modernistas, ou seja, como São Pio X lhes chamava, por inimigos internos do Catolicismo, os quais não hesitam em lutar com tenacidade infernal contra toda e qualquer tentativa de restauração católica, nada mais oportuno do que conhecer o retrato que deles e das suas práticas é feito em tal encíclica pelo Papa que tinha por mote "Renovar tudo em Cristo."


São Pio X, rogai por nós!

“Em tudo eleve o coração a Deus, gozando-se e alegrando-se de que nele estejam encerradas eminentemente todas essas belezas e graças, num grau infinitamente superior às perfeições das criaturas”
São João da Cruz – 3S 21,2

Carta de Santa Teresa de Jesus em 21

1580 – C 339 – A D. Diego de Mendonza – Agradece a carta que acaba de receber deste cavalheiro e aconselha-lhe resignação ao ver que não é tão favorecido como merece por seus méritos. Modo de praticar a caridade. A Santa e suas monjas comungarão no dia de Santo onomástico de D. Diego. Carta a algumas religiosas.




quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Informativo Monte Carmelo Julho-Agosto 2009

Liturgia - 20 de agosto - SÃO BERNARDO, Abade e Doutor







SÃO BERNARDO,
Abade e Doutor

Cor litúrgica: Branco

Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1209-1705-1067
Oração das Horas: 1336-1551-1085

Leituras: Jz 11,29-39ª – Sl 39(40) – Mt 22,11-14
“Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes.”
Jesus nos revela que o trabalho a serviço de Deus é, em si mesmo, uma graça e uma recompensa.

São Bernardo nasceu no Castelo de Fontaine, próximo de Dijon na França no ano de 1090, o terceiro de seis irmãos. Tescelino, pai de Bernardo, ficou consternado quando, ainda muito jovem, ele decidiu tornar-se monge no convento cistercienses, fundado por São Roberto, em 1098: um após outro, os filhos abandonavam o conforto do castelo para seguir Bernardo: Guido, o primogênito, deixou até a esposa, que também se fez monja; Nissardo, o mais novo, também optou por abandonar os prazeres do mundo, seguido pela única irmã, Umbelina e pelo tio Gaudry, que despiu a pesada armadura para vestir o hábito branco; também Tescelino entrou no mosteiro onde estava praticamente toda a família. Um êxodo tão completo como este nunca se verificou em toda história da Igreja. Por terem muitos outros jovens desejado tornar-se cistercienses, foi necessário fundar outros mosteiros. São Bernardo, então, deixou Citeaux, abraçando uma pesada cruz de madeira e seguido de doze religiosos que cantavam hinos e louvores ao Senhor.Experientes trabalhadores, como todos os beneditinos, os monges logo levantaram um novo mosteiro, dando-lhe o nome de Claraval. A antiga regra beneditina era aí observada com todo rigor: oração e trabalho, sob a obediência absoluta ao abade. São Bernardo sempre preferiu os caminhos do coração: "Amemos - ele dizia a seus monges - e seremos amados. Naqueles que amamos encontraremos repouso, e o mesmo repouso oferecemos a todos os que amamos. Amar em Deus é ter caridade; procurar ser amado por Deus é servir a caridade." Por 38 anos foi guia de uma multidão de monges; cerca de 900 religiosos fizeram votos em sua presença. Para abrigar todos os monges foram construídos mais de 343 mosteiros.São Bernardo depois de laboriosas jornadas retirava-se para a cela para escrever obras cheias de otimismo e de doçura, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos que é uma declaração de amor a Maria. É também o compositor do belíssimo hino Ave Maris Stella. Também é sua a invocação: " Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria" da salve-rainha. Foi chamado pelo Papa Pio XII "O último dos Padres da Igreja, e não o menor".
Por seus escritos místicos e a sua pregação exerceu considerável influência na Igreja de seu tempo, da qual foi considerado como a “Consciência”. Espalhou por toda a Europa a Ordem Cisterciense que herdou sua doutrina mariana enraizada na Escritura.
Morreu no dia 20 de agosto do ano 1153.



“Quando o coração se sente movido pelo gosto vão dos bens naturais, deve lembrar-se quanto é inútil, perigoso e prejudicial alegrar-se em outra coisa que não seja servir a Deus.”
São João da Cruz – 3S 22,6

“Quem não ama o próximo não Vos ama, Senhor meu, pois vimos demonstrado com tanto sangue o amor tão grande que tendes aos filhos de Adão.”
Santa Teresa de Jesus – E 2,2



terça-feira, 18 de agosto de 2009

Liturgia - 19 de agosto - SÃO JOÃO EUDES, Presbítero



SÃO JOÃO EUDES,
Presbítero e Fundador

Cor litúrgica: Branco

Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1207-1047
Oração das Horas: 1335-1071

Leituras: Jz 9,6-15 – Sl 20(21) – MT 20, 1-16a
“Ide, também vós, para a vinha.”
Ninguém pode servir-se da ajuda ao necessitado para acumular méritos, seria um egoísmo imperdoável.


São João Eudes, nasceu em Ri, perto de Argentan, na França, no ano de 1601. Ingressou na Congregação do Oratório, fundada por Bérulle, e ordenado sacerdote, dedicou-se à pregação entre o povo. Dois anos se passaram, estourando a epidemia da peste na Normandia e João foi para lá prestar assistência aos doentes. Nunca temeu ser contaminado. Quando o mal parecia debelado, João contraiu-o, mas superou a crise. Restabelecendo-se, retomou suas missões entre o povo. Era um grande pregador, eficaz e seguido.O Século XVII foi marcado pelo jansenismo, quietismo, filosofismo; é o século da desconfiança, do esquecimento e do desprezo no que se refere à espiritualidade cristã, mas também é o século de grande renovação da piedade e da devoção realizada por homens como Bérulle, Condren, Olier, Vicente de Paulo, Grignon de Montfort e João Eudes.No ano de 1643, João Eudes fundou a Congregação de Jesus e Maria, cuja finalidade principal era a preparação espiritual dos candidatos ao sacerdócio e a pregação das missões ao povo. Paralelamente a esta, surgiu a congregação feminina chamada Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, da qual no século XIX derivou a Congregação do Bom Pastor.São Pio X definiu São João Eudes pai, doutor e apóstolo da devoção aos sacratíssimos corações de Jesus e de Maria. A influência deste santo foi grande não só em seu país, renovando a velha Normandia, pobre de vida cristã, como também em todo o mundo cristão.São João Eudes morreu em Caen no dia 19 de agosto do ano 1680, com setenta e nove anos de idade. Foi canonizado no ano de 1925.



ORAR COM JOÃO EUDES


Na Escola Francesa de espiritualidade, que enfatiza o mistério da Encarnação do Senhor, são João Eudes, no século XVll, convidava todos os cristãos, que tinham esquecido os compromissos adquiridos por seu batismo, a reencontrar a riqueza deste compromisso batismal. Nas missões que pregava, nos seminários e nas casas de Nossa Senhora da Caridade, ele oferece meios bem concretos para viver a cada dia como um verdadeiro batizado e assim "fazer viver e reinar Jesus" em cada cristão que para ele é "outro Jesus Cristo na terra".


Um caminho de oração


São João Eudes legou-nos sua maneira de orar em quatro movimentos:
ADORAR: contemplar, maravilhar-se, admirar.
DAR GRAÇAS: reconhecer os dons do Senhor, dizer obrigado...
VIVER O PERDÃO: tomar consciência da distância que existe entre minha própria vida e as maravilhas do Amor de Deus.
DAR-SE A JESUS: dar-se para ser testemunha, dar-se para a Missão...
Estes quatro movimentos são quatro atitudes interiores que temos de desenvolver e que supõem tomar tempo para acolher-se, acolher o Outro, Deus, e receber-se da parte de Deus.
Adoremos a Deus no imenso Amor que ele tem para com todas as suas criaturas e para com cada um de nós em particular. Bendigamo-lo, amemo-lo.

Agradeçamos-lhe pelos benefícios inúmeros do seu Amor.

Peçamos-lhe perdão por todas as nossas ingratidões para com ele e por nossas faltas de caridade para com o próximo.

Demo-nos ao Amor de Deus, para que ele quebre todas as nossas resistências e reine perfeitamente em nós.



“É necessário renunciar a qualquer apetite ou gosto que não seja puramente para honra e glória de Deus, e ficar sem nada por amor dele que nesta vida não teve e nem quis ter mais do que fazer a vontade de seu Pai, à qual chamava sua comida e manjar.”-
São João da Cruz – D 158

Carta de Santa Teresa de Jesus em 19

1578 – C 251 – Ao Padre Jerônimo Gracián, em Madrid – Temores da Santa até que Gracián fale ao Sr. Núncio. Morte do Rei de Portugal D. Sebastião. Antes de tudo, a Província separada de Descalços. Ninguém procura a liberdade daquele Santo Frei João. Uma carta ao geral do Carmo. Deseja a Santa que termine de uma vez a visita do Padre Gracián.





Notícias de Barra do Piraí

Nossa Comunidade "Pequena Flor de Santa Teresinha "de Barra do Piraí ,tem seu novo Conselho eleito no dia 12 de agosto :

Presidente:Maria Eduarda Barboza de Souza
Mestra de Formação:Maria Julieta Werneck Monteiro
Conselheiras:
Teresa Vasques de Oliveira
Elisabete da Siva Oliveira
Marilene Bueno Junqueira
Secretária:Elisabete da Silva Oliveira
Teseoureira:Marilene Bueno Junqueira

Nossa posse foi no dia 17 com uma missa celebrada por nosso assistente Padre Alfredo e com presença de alguns irmãos da Comunidade de Santa Teresinha.Depois tivemos nosso gostoso café da manha na casa de nossa irmã Teresa .Foi um momento agradavel e feliz!!!!
Que o Senhor possa nos abençoar neste trienio nos dando força e sabedoria para caminharmos segundo sua Vontade.
Maria Eduarda pela Comunidade Pequena Flor de Santa Teresinha

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Liturgia - 18 de agosto - Bvs. JOÃO BATISTA, MIGUEL LUÍS E TIAGO DE ROCHEFORT, Presbíteros e Mártires





Bvs JOÃO BATISTA, MIGUEL LUÍS e TIAGO DE ROCHEFORT,
Presbíteros e Mártires

Cor litúrgica:Vermelho

Ofício próprio da memória facultativa na OCD ou
Liturgia das Horas: 1588-1029
Oração das Horas: 1493-1059

Leituras próprias: 1Jo 5,1-5 – Sl 30(31) – Jo 15,18-21
“Se me perseguiram, também perseguirão a vós.”
Nossa fé é capaz de transformar situações, nossos corações e o meio em que habitamos.


Na enseada de Rochefort (França), morreram amontoados em dois navios 547 sacerdotes e religiosos durante a Revolução Francesa. Entre eles estavam três carmelitas descalços: Frei João Batista Duverneuil que morreu por padecimentos e doença: Frei Miguel Luís Brulard e Frei Tiago Gagnot. O amor incondicional a Cristo, o apego e a fidelidade à Igreja, a compaixão para com todos, o perdão dos próprios perseguidores foram os traços comuns destes filhos de santa Teresa, beatificados no dia 1º de outubro de 1995, juntamente com outros 61 mártires mortos na mesma circunstância.

* BEATO JOÃON BATISTA DUVERNEIL, (P. Léonard de Angoulême) Martir. Nasceu em Limoges em 1737. Alguns historiadores aventuram outro lugar e outra data de nascimento;
*BEATO MIGUEL LUIS BRULARD Veio à luz em Chartres a 11 de junho de 1758. Mártir do Convento de Charenton.
*BEATO TIAGO GAGNOT (Uberto di S. Claudio), veio ao mundo em Frolois a 9 de fevereiro de 1753. Mártir de Nancy.
Os três, por diversos caminhos, seguiram a chamada do Carmelo Teresiano. Sua vida na Ordem foi uma generosa preparação para afrontar vitoriosamente seu futuro martírio. Estes irmãos nossos, pela fidelidade a Deus, à Igreja e ao Papa, foram alvo de fustigação, condenação e prisão. Confinados, com muitos outros companheiros, num barco negreiro, sofreram toda sorte de penalidades, privações e injúrias. Nesta situação dramática, exercitaram com os demais prisioneiros os atos mais delicados de caridade e serviço. Exauridos pelos sofrimentos físicos e morais, consumaram o martírio: o P. João Batista em janeiro de 1794, o P. Miguel Luís em 25 do mesmo mês e o P. Tiago a 10 de setembro do citado ano. Estas muertes por la fe tuvieron lugar en la bahía de Rochefort, en el litoral atlántico de Charente-Maritime. Fueron beatificados por el Papa Juan Pablo II el 1 de Octubre de 1995.


Oração: Senhor nosso Deus, que aos Beatos João Batista, Miguel Luís e Tiago, sacerdotes e companheiros mártires, deste a graça a graça da fidelidade e do perdão nos momentos de sofrimento e provação, concedemos, por sua intercessão , viver sempre fiéis à tua Igreja e abertos a reconciliação com nossos irmãos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.


“O espírito tem aqui tanta força, e mantém a carne sob tal domínio, que não faz mais caso dela do que a árvore de uma de suas folhas.”-
São João da Cruz – 2N 19,4

"O Senhor me ensinou um modo de oração que me deixa muito mais benefícios, com muito maior desapego das coisas desta vida e com muito mais ânimo e liberdade.
Santa Teresa de Jesus - R 2,2



SANTO DO DIA



Santo Alberto Hurtado Cruchaga
Presbítero

Nasceu em Viña del Mar (Chile), no dia 22 de Janeiro de 1901. Aos quatro anos perdeu o pai e foi obrigado a experimentar a pobreza, pois a mãe teve que vender a sua modesta propriedade para pagar as dívidas. Contudo, graças a uma bolsa de estudos, ele pôde frequentar o Colégio dos Jesuítas em Santiago, onde se tornou membro da Congregação Mariana, manifestando imediatamente um vivo interesse pelos pobres. No dia 14 de Agosto de 1923 entrou no noviciado da Companhia de Jesus em Chillán e em 1925 foi mandado para Córdova (Argentina) para completar os estudos humanísticos. Recebeu a Ordenação sacerdotal em Lovaina (Bélgica) no dia 24 de Agosto de 1933. Retornou ao Chile em 1936 e iniciou o ensino de religião no Colégio Santo Inácio e de pedagogia na Universidade Católica. Encarregado dos estudantes pela Congregação Mariana, conseguiu envolvê-los na catequese para os pobres. Durante um dos cursos de Exercícios, o Pe. Hurtado dirigiu um apelo aos participantes a favor dos muitos pobres da cidade: o pedido foi prontamente acolhido e constituiu o começo da iniciativa que o tornou especialmente conhecido El Hogar de Cristo ("O Lar de Cristo"). Tratava-se de uma forma de atividade caritativa que previa não só dar uma acomodação aos desabrigados, mas oferecer-lhes também um ambiente semelhante ao da família, onde pudessem experimentar a bondade e o carinho.
Desde sua canonização , em 23 de outubro de 2005, pelo papa Bento XVI, é venerado como Santo.



Temos dois novos Casais na OCDS






Temos dois novos casais na OCDS:

Maria e Márcio da Comunidade de Goiânia-GO, em celebração presidida pelo Frei Deneval, contraíram núpcias em 18/07/09, no Carmelo de Trindade. Estiveram presentes membros da OCDS de outras Comunidades e Grupos. A Equipe de Música OCDS estava representada pela Elisa Maria, da Comunidade de Itapetininga-SP. Havia duas irmãs como madrinhas: Madre Marinalva e Irmã Terezinha!

Zarifa e Marcelo. da Comunidade de Brasília-DF, celebraram seu matrimônio em 31/07/09 em Brasília.

Fotos enviadas por Márcio Aparecido dos Santos Comunidade de Goiânia-GO

Pão da vida eterna

Queridos irmãos e irmãs!

Ontem nós comemoramos a grande festa da Assunção de Maria ao Céu, e hoje lemos no Evangelho estas palavras de Jesus: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu" (Jo 6, 51). Não se pode ficar indiferente a esta correspondência, que gira em torno do símbolo do "céu": Maria foi "assunta" ao local de que seu filho tinha "descido". Evidentemente, esta linguagem, que é bíblica, expressa em termos figurados coisas que não entram completamente no mundo dos nossos conceitos e da nossa imaginação. Mas vamos parar um momento para refletir! Jesus se apresenta como o "pão vivo", ou seja, alimento que contém a própria vida de Deus e é capaz de comunicá-la a quem d’Ele se alimenta, o verdadeiro nutrimento que dá a vida, nutre realmente em profundidade. Jesus diz: "Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo”. Bem, de quem o Filho de Deus tomou esta sua "carne", a sua humanidade concreta e verdadeira? Da Virgem Maria. Deus recebeu d’Ela o corpo humano para entrar na nossa condição mortal. A sua vez, no fim da existência terrena, o corpo da Virgem foi assunto ao céu por Deus e entrou na condição celeste. É uma espécie de intercâmbio, no qual Deus tem sempre a plena iniciativa, mas, como vimos em outras ocasiões, tem também necessidade de Maria, do “sim” da criatura, da sua carne, da sua existência concreta, para preparar a matéria do seu sacrifício: o corpo e o sangue, a ser oferecido na Cruz como instrumento de vida eterna e, no sacramento da Eucaristia, como alimento e bebida espirituais.

Queridos irmãos e irmãs, o que aconteceu a Maria, vale, de outras maneiras, mas realmente, para cada homem e cada mulher, porque a cada um de nós Deus pede acolhê-Lo, colocar à disposição o nosso coração e o nosso corpo, a nossa inteira existência, para que Ele possa habitar no mundo. Convida a unir-nos a Ele no sacramento da Eucaristia, Pão repartido pela vida do mundo, para formar juntos a Igreja, seu corpo histórico. E se dissermos sim, como Maria, na mesma medida desse nosso sim, ocorre também para nós e em nós aquele misterioso intercâmbio: somos admitidos na divindade d’Aquele que assumiu a nossa humanidade. A Eucaristia é o meio, o instrumento desse recíproco transformar-se, que tem sempre Deus como fim e como ator principal: Ele é a Cabeça e nós os membros, Ele é a Videira, nós os ramos. Quem come deste Pão e vive em comunhão com Jesus, deixando-se transformar por Ele e n’Ele, é salvo da morte eterna: certamente morre, como todos, participando também do mistério da Paixão e da Cruz de Cristo, mas não é mais escravo da morte, e ressuscitará no último dia, para desfrutar da festa eterna com Maria e com todos os Santos.

Este mistério, esta festa de Deus começa aqui: é mistério de fé, de esperança e de amor, que se celebra na vida e na liturgia, especialmente eucarística, e se exprime na comunhão fraterna e no serviço ao próximo. Rezemos à Virgem Santa, a fim de que nos ajude a nutrirmos sempre com fé do Pão da vida eterna para experimentar já na terra a alegria do Céu.

[Após o Angelus, o Papa dirigiu-se aos peregrinos em vários idiomas; em português, disse:]

Saúdo os jovens brasileiros da Comunidade Missionária Villareggia e demais peregrinos de língua portuguesa que quiseram participar neste momento diário de louvor e gratidão ao Verbo divino, que Se fez homem no seio da Virgem Maria para ficar connosco todos os dias até ao fim do mundo. Deixai Cristo tomar posse da vossa vida, para serdes cada vez mais vida e presença de Cristo!

[© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana]


domingo, 16 de agosto de 2009

Liturgia - 17 de agosto - 2a-FEIRA DA 20a. SEMANA DO TEMPO COMUM





2ª-FEIRA DA 20ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Cor litúrgica: Verde

Ofício do dia de semana
IV Semana do Saltério
Liturgia das Horas
: 1009
Oração das Horas: 1045

Leituras: Jz 2,11-119 – Sl 105(106) – MT 19, 16-22
“Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?”
Os ricos e os fartos também estão convidados para entrarem no reino de Deus; mas entrarão somente sob uma condição: que ajudem os outros a serem menos pobres.

“Ora, não pretendemos falar na aquda pobreza material que não despoja o coração ávido dos bens deste mundo; mas nos ocupamos de desnudez do gosto e apetite, que deixa a alma livre e vazia de tudo, mesmo possuindo muitas riquezas.”
São João da Cruz – 1S 3,4

“Feliz quem tiver se dedicado a mar somente a Vós! Parece, Senhor, que provais com rigor quem vos ama, para que no extremo do sofrimento possa entender o maior extremo do Vosso amor.”
Santa Teresa de Jesus – V 25,17

SANTOS DO DIA



SANTA BEATRIZ DA SILVA
Virgem e Fundadora



Nasceu em terras portuguesas, em Campo Maior ou, talvez, em Ceuta. Pertencia à mais alta nobreza de Portugal, sendo aparentada com a própria Família Real. Ainda jovem, acompanhou como dama de honra sua prima D. Isabel, Infanta portuguesa que partiu para Castela a fim de se casar com o rei daquela nação, João II. Na Corte castelhana, a beleza deslumbrante de Beatriz logo atraiu para ela todas as atenções e a nova rainha, com ciúmes, concebeu o propósito de matá-la. Para isso prendeu-a numa arca sem ventilação. Dias depois, abriu a arca esperando encontrar um cadáver, mas achou Santa Beatriz viva e em perfeita saúde. A Santíssima Virgem aparecera-lhe durante a prisão e fizera-lhe companhia, preservando miraculosamente sua vida e incumbindo-a de fundar uma Ordem religiosa destinada a venerar a Imaculada Conceição. A rainha arrependeu-se da sua maldade e autorizou Beatriz a retirar-se para um convento dominicano, em Toledo, onde viveu mais de 30 anos, não como religiosa, mas como pensionista, à espera da hora em que pudesse realizar a fundação. Já idosa, recebeu certo dia a visita da rainha Isabel, a Católica, filha daquela que tentara matá-la. Auxiliada por Isabel, fundou a Ordem das Concepcionistas. Desde que se afastou da Corte, Beatriz havia adotado o costume de conservar sempre o rosto velado, para evitar que sua beleza fosse ocasião de pecado. No leito de morte, quando lhe foi ministrada a Santa Unção, descobriram-lhe o rosto e, para grande surpresa, constatou-se que ela, embora tivesse mais de 60 anos de idade, tinha conservado a mesma fisionomia de jovem. Deus quis, por esse milagre, mostrar como Lhe era agradável a ilibada pureza de Santa Beatriz.




SÃO JACINTO,

Apóstolo da Polônia



Batizado com o nome de Jacko, ele nasceu em 1183, na antiga Kramien, hoje Cracóvia, na Polônia. Alguns biógrafos dizem que pertencia à piedosa família Odrovaz, da pequena nobreza local. Desde cedo, aprendeu a bondade e a caridade, despertando, assim, sua vocação religiosa. Antes de ingressar na Ordem dos Predicadores de São Domingos, ele era cônego na sua cidade natal.Foi em Roma que conheceu Domingos de Gusmão, fundador de uma nova Ordem, a dos padres predicadores. Pediu seu ingresso e foi aceito na nova congregação. Depois de um breve noviciado, concluído em Bolonha, provavelmente em 1221, vestiu o hábito dominicano e tomou o nome de frei Jacinto. Na ocasião, foi o próprio são Domingos que o enviou de volta à sua pátria com um companheiro, frei Henrique da Morávia.Assim iniciou sua missão de grande pregador. O trabalho que ele teria de desenvolver na Polônia fora claramente fixado pelo fundador. Jacinto fundou, em Cracóvia, um mosteiro da Ordem de São Domingos. Depois de pregar por toda a diocese, mandou alguns dominicanos missionários para a Prússia, Suécia e Dinamarca, pois esses países pagãos careciam de evangelização.O grande afluxo de religiosos à nova Ordem permitiu, em 1225, por ocasião do capítulo provincial, que se decidisse a fundação de cinco novos mosteiros na Polônia e na Boêmia.Passados três anos, após ter participado do capítulo geral da Ordem em Paris, foi para Kiev, na Rússia, onde desenvolveu mais uma eficiente missão evangelizadora, levando a Ordem dos dominicanos para aquela região.Jacinto foi um incansável pregador da Palavra de Cristo e um dos mais pródigos colaboradores do estabelecimento da nova Ordem naquelas regiões tão distantes de Roma. Foram quarenta anos de intensa vida missionária.No ano dia 15 de agosto 1257, morreu no Mosteiro de Cracóvia, Polônia, consumido pelas fadigas, aos setenta e dois anos de idade. Considerado pelos biógrafos uma das glórias da Ordem Dominicana, foi canonizado em 1524 pelo papa Clemente VII. A festa de são Jacinto, o "apóstolo da Polônia", era tradicionalmente celebrada um dia depois da sua morte, mas, em razão da veneração da Assunção de Maria, foi transferida para o dia 17 de agosto.




sábado, 15 de agosto de 2009

Liturgia - 16 de agosto - ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA



ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Cor litúrgica: Branco

Ofício solene próprio
Liturgia das Horas
: 1199-580
Oração das Horas: 1331-764

Leituras: Ap 11,19a;12,1-3-6a.10ab – Sl 44(45) – 1Cor 15,20-27a – Lc 1,39-56
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre.”
Na Assunção de Maria, a terra e o céu se encontram.


A solenidade da Dormitio de Maria Santíssima foi celebrada no Oriente a partir do século VII, por decreto do imperador bizantino Maurício. Foi logo introduzida em Roma, pelo papa oriental Sérgio I. Um século após, o termo dormitio, que significa “passagem para a outra vida”, deu lugar a “Assunção”. Em 1950, Pio XII promulgou uma definição dogmática declarando que Maria não precisou esperar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter também a ressurreição corpórea, colocando em evidência o caráter único de santificação pessoal da Santa Mãe de Deus.
A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo. É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos. A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a "igreja da Dormição", magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim vê-se rodeada de cemitérios católico, grego, armênio e protestante anglicano.Por meio da Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus", definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.



Cheia de graça, a Rainha está
à vossa direita, ó Senhor

À vossa direita se encontra a Rainha,
Com veste esplendente de ouro de Ofir.
As filhas de reis vêm ao vosso encontro,
Com veste esplendente de ouro de Ofir.

Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:
“Esquecei vosso povo e a casa paterna!”
Que o Rei se encante com vossa beleza!
Prestai-lhe homenagem: é nosso Senhor!

Entre cantos de festa e com grande alegria,
Ingressem, então, no palácio real.
Cheia de graça, a Rainha está
À vossa direita, ó Senhor.


“O Verbo, Filho de Deus, juntamente com o Pai e o Espírito Santo, está essencial e realmente escondido no íntimo de cada ser.”
São João da Cruz – C 1,6


“Era grandíssima a beleza que vi em Nossa Senhora, embora não tenha podido observar nenhum traço particular seu, mas o conjunto do rosto, estando Ela vestida de branco, com enorme resplendor, não a do tipo que deslumbra, mas algo suave. Não vi o glorioso São José tão claro, mas percebi a sua presença, como nas visões de que falei, em que não se vêem imagem. Nossa Senhorame pareceu muito jovem. Estiveram comigo mais um pouco, estando eu cheia de glória e de júbilo, numa intensidade que eu talvez nunca tenha sentido e que não quisera chegar ao fim. Pareceu-me então vê-los subir ao céu com uma enorme corte angélica.

Santa Teresa de Jesus – V 33,15


SANTO DO DIA

Beata MARIA SACRÁRIO DE SÃO LUIS GONZAGA
Virgem e Mártir OCD
(memória omitida hoje)

Maria Sacrário de São Luís Gonzaga nasceu em Lillo, Província de Toledo, Espanha, no dia 8 de janeiro de 1881. Em 1915 entrou no mosteiro das Carmelitas Descalças de Santa Ana e São José de Madri, demonstrando ser uma mulher de “caráter forte e enérgico, capaz de levar até ao fim os mais altos ideais de santidade”, como foi testemunhado pela sua Mestra de noviças. No início de julho de 1936, Madre Maria Sacrário foi de novo eleita Priora da comunidade, e após alguns dias o Carmelo foi assaltado por uma multidão violenta que saqueou e destruiu muitas coisas. No dia 14 de agosto desse mesmo ano, os soldados levaram a Madre prisioneira. No dia 15 de agosto ela foi fuzilada, concretizando-se assim o seu desejo de morrer mártir por Cristo, imolando-se pelo bem da Igreja.





sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Liturgia - 15 de agosto - SÁBADO DA 19a SEMANA DO TEMPO COMUM











Cor litúrgica: Verde

Ofício do dia de semana
Laudes: Liturgia das Horas: 972
Oração das Horas: 1021
I Vésperas: Liturgia das Horas: 1192-1514
Oração das Horas: 1329-1459

Leituras: Js 24,15-29 – Sl 15(16) – 1 Cor 15,54-57 – Lc 11,27-28
“Deixai vir as crianças e não as impeçais de virem a mim, pois elas é o reino dos Céus”
As crianças ocupam um lugar privilegiado na comunidade cristã, mesmo porque Jesus nos ensina a amar de modo especial os marginalizados, os necessitados.

“Ao pobre que está despido vestir-se-á; à alma que se despe de seus apetites, quereres e não quereres, vesti-la-á Deus com sua pureza, gosto e vontade.”


São João da Cruz – D 96




Carta de Santa Teresa de Jesus em 15


1570 - C 28 - A Diego Ortiz - Sobre algumas cláusulas demasiadamente pesadas, com que este cavalheiro onerava a fundação de Descalças, especialmente em relação ao canto.



SANTO DO DIA





Beato Isidoro Bakanja,


Mártir do Escapulário



O Beato Isidoro Bakanja (Bonkendela- Congo), entre 1880/1890– 15 de Agosto de 1909) foi um católico leigo mártir africano. Foi batizado ainda adolescente, sendo o primeiro católico da sua região. Ainda criança foi obrigado a trabalhar como pedreiro ou nos campos. Converteu-se ao cristianismo em 1906. Recebeu o Escapulário e começou por fazer parte da "Família Carmelitana". Nutriu sempre uma especial devoção a Maria através do Rosário e do Escapulário. Conhecido como Mártir do Escapulário. Zelosamente dedicado à difusão do cristianismo através da oração e de obras de caridade, recusou tirar o Escapulário, sendo, por isso, flagelado sem piedade. Enquanto trabalhava para os colonizadores em uma plantação em Ikili, foi proibido pelo patrão de catequizar os seus companheiros de trabalho que eram pagãos. No dia de 22 de Abril de 1909 o superintendente, depois de rasgar o Escapulário carmelita que Isidoro usava como testemunho visível da sua própria fé cristã, mandou açoitá-lo duramente até sangrar. Apesar das feridas causadas por este castigo, com fé suportava pacientemente e perdoava. Morreu, por consequência dos açoites, no dia 15 de Agosto de 1909, rezando pelo seu algoz. Foi beatificado por João Paulo II no dia 24 de Abril de 1994 durante a Assembléia Especial para a África.

ORAÇÃO: Senhor nosso Deus, fonte e origem de toda a vida, que destes a força do vosso Espírito ao bem-aventurado jovem mártir Beato Isidoro Bakanja para que no martírio proclamasse o amor pelo Escapulário e a fidelidade do perdão, concedei-nos, por sua intercessão, viver sempre fieis à vossa Igreja e a descobrir em cada acontecimento da vida a força e a proteção de Maria nossa Mãe.







quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Liturgia - 14 de agosto - SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE











S. MAXIMILIANO MARIA KOLBE,
Presbítero e Mártir

Cor litúrgica: Vermelho

Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1612-953-1188
Oração das Horas: 1509-1009-1328

Leituras: Js 24, 1-13 – Sl 135 (136) – Mt 19,3-12
“É permitido repudiar a própria mulher por qualquer motivo?”
No casamento, a sexualidade é complementada no compromisso com o cônjuge e com os filhos.

São Maximiliano Maria Kolbe


Raimundo Kolbe nasceu no dia 8 de janeiro de 1894, em Zdunska Wola, na Polônia, numa família de operários profundamente religiosos, que lhe deram pouco conforto material, mas proporcionaram-lhe um ambiente de fé e acolhida da vontade de Deus. Por volta dos nove anos, ajoelhado diante do oratório na modesta casa de seus pais, apareceu-lhe a Virgem Maria, segurando uma flor branca – representando a virgindade – e uma vermelha – simbolizando o martírio – e perguntou-lhe qual preferia; ele, angustiado pela difícil escolha, respondeu: “As duas”. Aos 13 anos, entrou no seminário dos Frades Menores Conventuais e, emitindo sua profissão religiosa, recebeu o nome de Maximiliano Maria. Concluindo os estudos preliminares, foi enviado a Roma para obter doutorado em filosofia e teologia. Em 1917, movido por um incondicional amor a Maria, fundou o movimento de apostolado mariano “Milícia da Imaculada”. A milícia seria uma ferramenta nas mãos da Medianeira Imaculada para a conversão e santificação de muitos. No ano seguinte, 1918, foi ordenado sacerdote e voltou à sua pátria, onde foi designado para lecionar no Seminário Franciscano, em Cracóvia. Então, organizou o primeiro grupo da milícia fora da Itália. Recebendo a permissão de seus superiores para dedicar-se mais à promoção da milícia e desejoso de que muitas almas conhecessem a Deus e amassem a Nossa Senhora, começou a evangelizar através da imprensa escrita. Em 1922, mesmo sem dispor de recursos financeiros, fundou uma revista mensal intitulada “Cavaleiro da Imaculada”, que poucos anos depois chegava à elevada tiragem de um milhão de exemplares. A esta revista seguiram-se outras iniciativas editoriais: uma revista para crianças, “Pequeno Cavaleiro da Imaculada”; uma revista latina para sacerdotes, “Miles Immaculatae”, e um diário que chamou de “Pequeno Jornal”, com 200 mil exemplares. O apostolado da imprensa era seu carisma. Em 1929, fundou o convento chamado “Niepokalanow”, que significa cidade de Maria. Era um verdadeiro recanto de oração e caloroso posto de trabalho para aqueles franciscanos engajados na evangelização através da imprensa. Dois anos depois, atendendo ao pedido do Santo Padre aos religiosos para auxiliar os esforços missionários da Igreja, foi para o Japão e fundou outra cidade da Imaculada, a “Mugenzai no Sono”. Em Nagasaki fundou também a revista “Cavaleiro da Imaculada”, que, apesar do restrito meio católico, alcançou a tiragem de 50 mil exemplares. Desejava ir para a Índia e para os países árabes e, também lá, fundar revistas e jornais que propagassem a devoção à Imaculada, como instrumento de divulgação do Reino. No entanto, teve de retornar à Polônia, como diretor espiritual de Niepokalanow, em 1936. De 1936 a 1939, início de Segunda Grande Guerra, Maximiliano Kolbe redobrou seu zelo no apostolado da imprensa, enquanto se ocupava também da direção do convento e da formação de 200 jovens. No dia 1º de setembro de 1939, as tropas nazistas tomaram a Polônia de surpresa, destruindo qualquer resistência. Os frades foram dispersos e Niepokalanow foi saqueada. Frei Maximiliano e cerca de 40 outros frades foram levados para os campos de concentração. Na celebração da Imaculada Conceição do mesmo ano foram libertos. Para incriminar Frei Maximiliano Maria Kolbe, a Gestapo permitiu uma impressão final do “Cavaleiro da Imaculada”, em dezembro de 1940. No dia 17 de fevereiro de 1941, foi preso e levado à prisão Pawiak, na Varsóvia, e, ao fim de maio do mesmo ano, foi transferido para o campo de extermínio de Auschwitz, perto de Cracóvia.

Era um campo de horrores. Lá foram mortos, depois de incríveis sofrimentos, quatro milhões de seres humanos. Os judeus e os padres eram os mais perseguidos. Os judeus tinham o direito de viver duas semanas, e os padres católicos, um mês. Em resposta ao ódio dos guardas da prisão, Frei Maximiliano era obediente e sempre pronto a perdoar. E aconselhava os colegas prisioneiros a confiar na Imaculada, a perdoar, a amar os inimigos e orar pelos perseguidores: “O ódio não é a força criativa; a força criativa é o amor”. Era notado pela generosidade em dar o seu alimento aos outros, apesar dos prejuízos da desnutrição que sofria, e por ir sempre ao fim da fila da enfermaria, apesar da tuberculose aguda que o afligia. Na noite de 3 de agosto de 1941, um prisioneiro escapou com sucesso da mesma seção onde Frei Maximiliano estava detido. Em represália, o comandante ordenou a morte por inanição de 10 prisioneiros, escolhidos aleatoriamente. O sargento Franciszek Gajowniczek, que fora escolhido para morrer, gritou lamentando que nunca mais veria a esposa e os filhos. Então, saiu da fila o prisioneiro nº 16670, pedindo ao comandante o favor de poder substituir aquele pai de família. "Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!". Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial com a decisão própria de um mártir da caridade, ou seja, substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: "Sou um Padre Católico". O comandante perguntou, aos berros, quem era aquele “louco”, e, ao ouvir ser um padre católico, aquiesceu ao pedido. Os 10 prisioneiros, despidos, foram empurrados numa pequena, úmida e totalmente escura cela dos subterrâneos, para morrer de fome. Durante 10 dias Frei Maximiliano conduziu os outros prisioneiros com cânticos e orações, e os consolou um a um na hora da morte. Após esses dias, como ainda estava vivo, recebeu uma injeção letal e partiu para o paraíso. Era o dia 14 de agosto de 1941. O corpo de Maximiliano Kolbe foi cremado e suas cinzas atiradas ao vento. Numa carta, quase prevendo seu fim, escrevera: “Quero ser reduzido a pó pela Imaculada e espalhado pelo vento do mundo”.Ao final da Guerra, começou um movimento pela beatificação do Frei Maximiliano Maria Kolbe, que ocorreu em 17 de outubro de 1971, pelo Papa Paulo VI. Em 1982, na presença de Franciszek Gajowniczek, que sobreviveu aos horrores do campo de concentração, São Maximiliano foi canonizado pelo Papa João Paulo II, como mártir da caridade. Por seu intenso apostolado, é considerado o patrono da imprensa.


ORAÇÃO



Ó Deus, que inflamastes São Maximiliano Maria, presbítero e mártir, com amor à Virgem Imaculada e lhe destes grande zelo pastoral e dedicado ao próximo. Concedei-nos, por sua intercessão, que trabalhemos intensamente pela vossa glória no serviço do próximo, para que nos tornemos semelhantes ao vosso Filho até a morte. Por nosso senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do espírito Santo.




“A posse de Deus por união de amor se alcança pela mortificação total dos vícios e inclinações, e da própria natureza.”
São João da Cruz – Ch 2,32

Carta de Santa Teresa de Jesus em 14

1578 – C 250 – Ao Padre Jerônimo Gracián, em Madrid – Pesar da Santa por ver sofrer o Padre Gracián. O Rei e os Descalços. Conselhos ao Padre Gracián acerca de seu cargo de Visitador. As Monjas penalizadas com os trabalhosdo Padre Gracián. Nas festividades da Virgem “vêm os trabalhos e os alívios, como dons de sua mão.”






quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Liturgia - 13 de agosto -5a-FEIRA DA 19a SEMANA DO TEMPO COMUM




5ª-FEIRA DA 19ª. SEMANA DO TEMPO COMUM

Cor
litúrgica: Verde

Ofício do dia de semana
Liturgia das Horas: 1186-1588-931
Oração das Horas: 1327-1493-995

Leituras: Js 3, 7-10ª .11.13-17 – Sl 113(114) – Mt 18,21 – 19.1
“O perdão deve ser sem limites.”
Perdão é ato de lucidez e liberdade; é acolher o outro com as suas fraquezas, não obstante diante do mal que nos fez.


“Perde a força das paixões e da mesma concupiscência, sem que possa produzir coisa alguma, por falta de gosto, assim como seca o leite no peito quando não é tirado.”
São João da Cruz – 1N 13,3

Carta de Santa Teresa de Jesus em 13


1578 – C 254 – Ao Padre Frei Jerônimo Gracián, em Madrid – Trabalhos de S. João da Cruz no cárcere. Deles tenho “grandíssima inveja.” Devem informar de tudo ao Núncio.


SANTOS DO DIA




Ss. Ponciano Papa e Hipólito Presbítero


Mártires São Hipólito foi um dos escritores mais destacados da Igreja de Roma dos primeiros séculos. Pode ser comparado a Clemente de Alexandria ou Orígenes. Mas por ter escrito suas obras em grego,sua memória ficou bastante diminuída até obscurecer-se quase por completo ao latinizar-se a Igreja ocidental a partir do século IV. Muitas de suas obras perderam-se por esta causa, como seus comentários ao Antigo Testamento, mas ainda se conservam numerosos escritos seus de tipo exegético, apologético ou moral, que compõem um corpo de doutrina sobre os pontos mais importantes da fé católica. Presbítero da Igreja de Roma, entrou em conflito com o Papa Calisto, por pensar que o novo Papa,ao relaxar a legislação demasiado dura sobre o casamento e a penitência, estava abandonando a tradição apostólica. Com este motivo, para justificar sua posição, Hipólito escreveu o tratado sobre "A Tradição Apostólica", fonte de primeira importância, para conhecermos a Igreja de seu tempo. Alguns pensam que esta postura intransigente o levou até o cisma. Ano mais tarde, ao ser assassinado o imperador Severo Alexandre e seu sucessor Maximino reiniciar a perseguição contra os católicos, Hipólito foi desterrado com o Papa Ponciano à ilha insalubre de Sardenha, morrendo assim mártir (+235). , Sardenha, por terem ensinado o Evangelho. Morreram, então, reconciliados em um mesmo testemunho de fé e de caridade. É atribuída a Santo Hipólito uma das mais antigas anáforas eucarísticas conhecidas ainda hoje utilizada no rito etíope e restaurada na liturgia romana.








FREI ADILSON COMEMORA SEUS 25 ANOS DE ORDENAÇÃO



Ontem, dia 11/08 foi um dia de festa na Basílica de Santa Teresinha, no Rio. A celebração dos 25 anos de sacerdócio de fr. Adilson começou bem cedo, com a oração da manhã. Ele quis também concelebrar a primeira Missa na Paróquia neste dia e recebeu dos presentes o carinho e os abraços pela ocorrência.
O almoço foi festivo, e foi o momento em que a comunidade dos frades pôde celebrar com ele. Presentes, além dos seus irmãos de comunidade, fr. Alzinir Debastiani, nosso Provincial, e fr. Rafael, da comunidade de S. Paulo. Durante todo o dia fr. Adilson pôde provar, através das pessoas que o encontravam e dos telefonemas que recebeu, como o povo se alegra com ele pelo imenso dom do sacerdócio.

À noite foi a vez da comunidade paroquial manifestar-se. Numa Missa lotada, às 18:30h, fr. Adilson presidiu a celebração, e ouviu a homilia de fr. Alzinir que falou do sacerdócio como dom de Deus para a Igreja; relembrou sua trajetória na Província, nos diversos conventos pelos quais passou e nas diversas missões que lhe foram confiadas; falou do seu jeito ativo e disse que suas limitações não impediram que ele exercesse seu ministério, principalmente, com o testemunho de vida. No fim da Santa Missa, sob uma chuva de confetes prateados
, como gotas de bênçãos que descem do céu, fr. Adilson recebeu uma aliança das mãos de sua irmã, símbolo de sua união com o Cristo, o Esposo de sua alma sacerdotal. Depois de ter-nos abençoado, a comunidade ofereceu, no salão paroquial, uma recepção que contou com uma exibição de fotos de sua vida no carmelo e a alegria da confraternização.
Parabéns Fr. Adilson e que o Senhor continue abençoando seu ministério.

RETIRADO DO SITE :FRADES CARMELITAS
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