
ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA
Cor litúrgica: Branco
Ofício solene próprio
Liturgia das Horas: 1199-580
Oração das Horas: 1331-764
Leituras: Ap 11,19a;12,1-3-6a.10ab – Sl 44(45) – 1Cor 15,20-27a – Lc 1,39-56
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre.”
Na Assunção de Maria, a terra e o céu se encontram.
Cor litúrgica: Branco
Ofício solene próprio
Liturgia das Horas: 1199-580
Oração das Horas: 1331-764
Leituras: Ap 11,19a;12,1-3-6a.10ab – Sl 44(45) – 1Cor 15,20-27a – Lc 1,39-56
“Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre.”
Na Assunção de Maria, a terra e o céu se encontram.
A solenidade da Dormitio de Maria Santíssima foi celebrada no Oriente a partir do século VII, por decreto do imperador bizantino Maurício. Foi logo introduzida em Roma, pelo papa oriental Sérgio I. Um século após, o termo dormitio, que significa “passagem para a outra vida”, deu lugar a “Assunção”. Em 1950, Pio XII promulgou uma definição dogmática declarando que Maria não precisou esperar, como as outras criaturas, o fim dos tempos, para obter também a ressurreição corpórea, colocando em evidência o caráter único de santificação pessoal da Santa Mãe de Deus.
A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo. É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos. A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a "igreja da Dormição", magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim vê-se rodeada de cemitérios católico, grego, armênio e protestante anglicano.Por meio da Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus", definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.
A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo. É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos. A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a "igreja da Dormição", magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim vê-se rodeada de cemitérios católico, grego, armênio e protestante anglicano.Por meio da Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus", definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.
Cheia de graça, a Rainha está
à vossa direita, ó Senhor
À vossa direita se encontra a Rainha,
Com veste esplendente de ouro de Ofir.
As filhas de reis vêm ao vosso encontro,
Com veste esplendente de ouro de Ofir.
Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:
“Esquecei vosso povo e a casa paterna!”
Que o Rei se encante com vossa beleza!
Prestai-lhe homenagem: é nosso Senhor!
Entre cantos de festa e com grande alegria,
Ingressem, então, no palácio real.
Cheia de graça, a Rainha está
À vossa direita, ó Senhor.
“O Verbo, Filho de Deus, juntamente com o Pai e o Espírito Santo, está essencial e realmente escondido no íntimo de cada ser.”
São João da Cruz – C 1,6
“Era grandíssima a beleza que vi em Nossa Senhora, embora não tenha podido observar nenhum traço particular seu, mas o conjunto do rosto, estando Ela vestida de branco, com enorme resplendor, não a do tipo que deslumbra, mas algo suave. Não vi o glorioso São José tão claro, mas percebi a sua presença, como nas visões de que falei, em que não se vêem imagem. Nossa Senhorame pareceu muito jovem. Estiveram comigo mais um pouco, estando eu cheia de glória e de júbilo, numa intensidade que eu talvez nunca tenha sentido e que não quisera chegar ao fim. Pareceu-me então vê-los subir ao céu com uma enorme corte angélica.
Santa Teresa de Jesus – V 33,15
SANTO DO DIA
Beata MARIA SACRÁRIO DE SÃO LUIS GONZAGAVirgem e Mártir OCD
(memória omitida hoje)
Maria Sacrário de São Luís Gonzaga nasceu em Lillo, Província de Toledo, Espanha, no dia 8 de janeiro de 1881. Em 1915 entrou no mosteiro das Carmelitas Descalças de Santa Ana e São José de Madri, demonstrando ser uma mulher de “caráter forte e enérgico, capaz de levar até ao fim os mais altos ideais de santidade”, como foi testemunhado pela sua Mestra de noviças. No início de julho de 1936, Madre Maria Sacrário foi de novo eleita Priora da comunidade, e após alguns dias o Carmelo foi assaltado por uma multidão violenta que saqueou e destruiu muitas coisas. No dia 14 de agosto desse mesmo ano, os soldados levaram a Madre prisioneira. No dia 15 de agosto ela foi fuzilada, concretizando-se assim o seu desejo de morrer mártir por Cristo, imolando-se pelo bem da Igreja.

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