
5ª-FEIRA DA 19ª. SEMANA DO TEMPO COMUMCor litúrgica: Verde
Ofício do dia de semana
Liturgia das Horas: 1186-1588-931
Oração das Horas: 1327-1493-995
Leituras: Js 3, 7-10ª .11.13-17 – Sl 113(114) – Mt 18,21 – 19.1
“O perdão deve ser sem limites.”
Perdão é ato de lucidez e liberdade; é acolher o outro com as suas fraquezas, não obstante diante do mal que nos fez.
“Perde a força das paixões e da mesma concupiscência, sem que possa produzir coisa alguma, por falta de gosto, assim como seca o leite no peito quando não é tirado.”
São João da Cruz – 1N 13,3
Carta de Santa Teresa de Jesus em 13
SANTOS DO DIA

Mártires São Hipólito foi um dos escritores mais destacados da Igreja de Roma dos primeiros séculos. Pode ser comparado a Clemente de Alexandria ou Orígenes. Mas por ter escrito suas obras em grego,sua memória ficou bastante diminuída até obscurecer-se quase por completo ao latinizar-se a Igreja ocidental a partir do século IV. Muitas de suas obras perderam-se por esta causa, como seus comentários ao Antigo Testamento, mas ainda se conservam numerosos escritos seus de tipo exegético, apologético ou moral, que compõem um corpo de doutrina sobre os pontos mais importantes da fé católica. Presbítero da Igreja de Roma, entrou em conflito com o Papa Calisto, por pensar que o novo Papa,ao relaxar a legislação demasiado dura sobre o casamento e a penitência, estava abandonando a tradição apostólica. Com este motivo, para justificar sua posição, Hipólito escreveu o tratado sobre "A Tradição Apostólica", fonte de primeira importância, para conhecermos a Igreja de seu tempo. Alguns pensam que esta postura intransigente o levou até o cisma. Ano mais tarde, ao ser assassinado o imperador Severo Alexandre e seu sucessor Maximino reiniciar a perseguição contra os católicos, Hipólito foi desterrado com o Papa Ponciano à ilha insalubre de Sardenha, morrendo assim mártir (+235). , Sardenha, por terem ensinado o Evangelho. Morreram, então, reconciliados em um mesmo testemunho de fé e de caridade. É atribuída a Santo Hipólito uma das mais antigas anáforas eucarísticas conhecidas ainda hoje utilizada no rito etíope e restaurada na liturgia romana.

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