

S. JOÃO MARIA BATISTA VIANNEY,
Presbítero
Patrono dos Padres Diocesanos
Dia do Padre
Cor litúrgica: Branco
Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1145-1644-753
Oração das Horas: 1524-866-1309
Leituras: Nm 12 , 1-13 – Sl 50(51) – Mt 14,22-36
“Tende confiança, sou eu, não tenhais medo.”
Bem sabemos que, ao nosso lado, está Jesus Ressuscitado sendo que, nos momentos difíceis, Ele nos estende a mão e nos comunica a sua força.
Presbítero
Patrono dos Padres Diocesanos
Dia do Padre
Cor litúrgica: Branco
Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1145-1644-753
Oração das Horas: 1524-866-1309
Leituras: Nm 12 , 1-13 – Sl 50(51) – Mt 14,22-36
“Tende confiança, sou eu, não tenhais medo.”
Bem sabemos que, ao nosso lado, está Jesus Ressuscitado sendo que, nos momentos difíceis, Ele nos estende a mão e nos comunica a sua força.
São João M
aria Batista Vianney, o Cura d´Ars, nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Gostava de freqüentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.Mas para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução.Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo. Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo. O seu corpo, incorrupto, encontra-se na igreja da paróquia de Ars, que se tornou um grande santuário de peregrinação. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa escolhido para celebrar o Dia do Padre.
aria Batista Vianney, o Cura d´Ars, nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França. Gostava de freqüentar a igreja e desde a infância dizia que desejava ser um sacerdote.Mas para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade ele foi para o Seminário de Écully, onde os obstáculos existiam por causa de sua falta de instrução.Foram poucos os que vislumbraram a sua capacidade de raciocínio. Para os professores e superiores, era considerado um rude camponês. Entretanto era um verdadeiro exemplo de obediência, caridade, piedade e perseverança na fé em Cristo. Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote. Mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém para Deus ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo. O seu corpo, incorrupto, encontra-se na igreja da paróquia de Ars, que se tornou um grande santuário de peregrinação. São João Maria Batista Vianney foi proclamado pela Igreja Padroeiro dos Sacerdotes e o dia de sua festa escolhido para celebrar o Dia do Padre. "É assim como acontece aos bem-aventurados no céu: uns vêem mais a Deus, e outros menos; mas todos o vêem e todos estão felizes, porque cada um tem satisfeita a própria capacidade.”
São João da Cruz – 2S 5,10
Carta De Santa Teresa de Jesus em 04
1577 – C 200 – A D. Álvaro de Mendonza, Bispo de Ávila, em Olmedo – Agradece-lhe ter conseguido ceder à Ordem a jurisdição do convento de S. José. Amor que a Dom Álvaro tem as Descalças e o Padre. Gracián. Um casamento. Canonicato para Daza.
São João da Cruz – 2S 5,10
Carta De Santa Teresa de Jesus em 04
1577 – C 200 – A D. Álvaro de Mendonza, Bispo de Ávila, em Olmedo – Agradece-lhe ter conseguido ceder à Ordem a jurisdição do convento de S. José. Amor que a Dom Álvaro tem as Descalças e o Padre. Gracián. Um casamento. Canonicato para Daza.
Mãe da Divina Providência
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