segunda-feira, 29 de setembro de 2008

ORAÇÃO DA FAMÍLIA


1- Senhor nosso Deus, nós vos louvamos e bendizemos pela família de Santa Teresinha do Menino Jesus, que no seu empenho de vivência cristã e santidade nos convida a construir a Igreja doméstica no amor, na fé e na união.
2- Afastai de nossa família o perigo do desamor, da divisão, de qualquer atentado à vida, de qualquer mal.
1- Senhor, que pela intercessão de Santa Teresinha e de seus pais, os veneráveis Luís e Zélia, possamos experimentar a força do amor que nada e ninguém pode destruir.
2- Unidos no vosso amor, nós vos pedimos que a nossa família e todas as famílias, superando as dificuldades, tornem-se presença viva do vosso amor.
1- No trabalho, na saúde, na paz, possamos caminhar juntos aqui na terra para um dia juntos vivermos a bem-aventurança do vosso Reino por toda a eternidade.
Santa Teresinha, rogai por nós.



ORAÇÃO


Visitai, Senhor, esta casa, e afastai as ciladas do inimigo;
Nela habitem Vossos santos Anjos, para nos guardar na
paz e que vossa bênção fique sempre conosco. Por Cristo, Nosso Senhor!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

10 A 1 9 DE SETEMBRO DE 2008 MORAMANGA – MADAGASCAR DEFINITÓRIO EXTRAORDINÁRIO OCD

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Com a presença do Superior geral da Ordem dos Carmelitas Descalços, os 8 Definidores, os Provinciais das 37 Províncias, 2 Semi-províncias, 6 Comissariados, 6 Delegados da Delegações gerais, 8 Vigários e Delegados das Delegações regionais, mais 6 Secretários e tradutores e 3 expertos, éramos cerca de 77 pessoas reunidos no Centro N. S. do Monte Carmelo de Moramanga, Madagascar, nos dias 10 a 19 de setembro deste ano de 2008.


Cabe mencionar que a organização e acolhida feita pelos frades do Comissariado do Madagascar e Terra Santa foi muito boa e eficaz, nos ajudando no visto de entrada no país, no passeio ao parque de Andasibe (onde tivemos oportunidade de conhecer os lêmures e crocodilos) e também na saída, agilizando as coisas junto à guarda e fiscalização policial.


Durante estes dias foi possível conviver com a grande diversidade da Ordem presente em todo o mundo, de Ocidente a Oriente, Norte e Sul e perceber a riqueza da diversidade de povos e culturas que buscam viver o carisma carmelitano teresiano. Foram momentos de comunhão e de busca de novos caminhos de atualização e de resposta aos desafios nas varias partes onde nos encontramos e que a cada dia nos chamam a voltar ao essencial de nossa vida e vocação.

A liturgia de cada dia era celebrada ou em espanhol, ou francês, ou inglês ou italiano e preparada por um grupo lingüístico ou de uma região.

Tivemos oportunidade de conhecer mais de perto a realidade de toda a Ordem e deste país, com a presença de bispos e de um político católico, presidente da Assembléia do Governo. No dia 14 celebramos os 40 anos de presença dos frades OCD no Madagascar, com uma bem preparada e longa celebração eucarística, que contou com a presença de vários bispos e um Cardeal, numerosas religiosas e povo.

Após uma apresentação de cada participante, Pe. Geral, Luís Aróstegui, informou-nos sobre a realidade da Ordem.

Mas o grande tema estudado neste Definitório preparativo ao 90º Capítulo Geral (17 abril a 8 de maio de 2009, em Fátima, Portugal), foi o Documento Para vós Nasci, como proposta de preparação às celebrações do 5º Centenário do nascimento de S. Teresa de Jesus (1515- 2015).

Reunimo-nos em grupos, conforme as áreas geográficas ou de acordo com as línguas, a fim de facilitar a comunicação: América Latina, grupo Inglês, Italiano, Ibérico, Europa Central, Ásia/Oceania, Índia, Francês. Depois do estudo e partilha sobre cada capítulo do documento havia um plenário com a síntese das discussões feitas. Todo este material será proposto à comissão de elaboração do Documento, que deverá ser estudado nas Províncias e aprovado no próximo Capítulo geral.

Também tivemos oportunidade de conhecer a história e a realidade dos frades em Madagascar, com a colocação do fr. Gino Pizzuto e das Monjas, com a apresentação da Presidente da associação Notre dame des Îles, Ir. Marguerite du Christ.


Fr. Aloysius Deeney, delegado Geral para a Ordem secular fez apresentação da realidade da OCDS nas várias partes do mundo e apresentou um esboço da Ratio institutionis para a formação dos membros da OCDS, como havia sido proposto pelo Capítulo Geral de Ávila de 2003 ( n. 103).

Outros temas discutidos ou apresentados foram: o Teresianum, o Centro Internacional Teresiano-sanjoanista de Ávila, a economia da Ordem, a situação da Terra Santa, o problema das saídas da Ordem, a revisão das conclusões operativas do Capítulo 2003.

Em sua mensagem final na Conclusão do Definitório, o pe. Geral nos exortava à renovação de nossa vida espiritual através da leitura das Obras de Santa Teresa e da necessidade de colaboração entre as Províncias para levar adiante a missão que temos e cuidar das instituições pelas quais somos responsáveis.

Para quem desejar mais conhecimentos gerais sobre a cultura, povo e sobre a Ordem no Madagascar, pode acessar o site www.ocdmadoi.com

Concluindo, agradeço às orações de cada um de vocês e de suas comunidades. Posso dizer que a grande impressão que fica da participação deste Definitório é que há uma busca em toda a Ordem de viver os ensinamentos de nossos santos e como eles, responder aos desafios presentes em cada parte do mundo.


Um abraço e que Deus nos abençoe.

Fr. Alzinir

S. Paulo, 24 de setembro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

BARRO NAS MÃOS DO OLEIRO

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O divino Oleiro é o arquiteto de toda a criação.
Cada peça é cuidadosamente sonhada e projetada.
O barro disforme nas mãos do oleiro deixa-se transformar
numa obra original e irrepetível. O barro, por si só, não se transforma
em vaso, cântaro, pote, vasilha. A pessoa não pode, por suas
próprias forças, transformar-se e resgatar sua identidade.

O BARRO É ESCOLHIDO

Dentre duzentos tipos de barro conhecidos,
somente oito servem para fazer vasos.
O divino Oleiro escolhe o barro. Se você é escolhido por Deus,
isso significa que você é um barro bom e que o divino Oleiro deseja
fazer de você uma obra de arte.

O BARRO É CURTIDO

O barro é escolhido e deixado de lado para repousar por um tempo.
Ele deve ser curtido com a finalidade de criar maior liga.
Quanto maior o vaso, mais longo é o tempo do curtimento.
A fase do curtimento em sua vida pode significar o silêncio do divino Oleiro.
Parece que Ele fala com todo mundo, menos com você.
Esta fase depende do tipo de vaso que o divino Oleiro quer fazer.

O BARRO É PRENSADO

Depois de superada esta fase, o barro necessita ser prensado
para que o ar, as pedras, as raízes e as impurezas sejam retirados,
formando uma massa consistente.
Pode ser angustiante ser prensado sem entender o porquê e nem o para quê.
Deus permite que você seja humilhado,
pisado para poder tirar todo orgulho, vaidade ...
Parece que todos falam mal de você, ninguém o entende, julgam suas atitudes ...
Sem a presença do Espírito Santo, sem a humildade,
sem a disponibilidade, sem a fé e confiança o "vaso" fica inconsistente.

O BARRO É MODELADO

Chegou a hora decisiva: um punhado de barro nas mãos do oleiro vai ganhar a forma desejada.
É o momento da entrega total. Ele é colocado sobre a roda de moldar.
Deixa-se modelar: de barro a vaso.
Esta atitude requer abrir mão de todos os caprichos, ambições
e permitir que o Oleiro modele o barro segundo Sua sabedoria.
O oleiro não retira o olhar da obra que está construindo.
Nada desvia sua atenção. Inicia a obra com leves toques periféricos regados com água.
Depois, decididamente, rasga o barro, abrindo espaço no interior
para trabalhar o vaso como havia concebido no coração.
Após a obra concluída, pára e contempla.

O VASO MODELADO FICA EM REPOUSOO vaso depois de concluído
necessita de alguns dias de repouso,
preparando-se para enfrentar o calor do fogo que o tornará consistente.

O VASO VAI AO FORNO

Com cuidado o oleiro leva o vaso para o forno para ser temperado.
O fogo abrasador leva-o ao seu limite de resistência.
Sente o calor permear cada fibra.
Somente o vaso que suportar o calor no forno está hábil para cumprir sua tarefa.

O VASO É PROVADO

O oleiro retira cada peça do forno e verifica a sua capacidade de resistência,
dando-lhe um peteleco. O som emitido é a prova.
Se o som é chocho voltará ao forno, porque ainda não está pronto,
mas se ele “cantar” é porque está apto para seguir seu destino.

O VASO É DESTINADO

Quando o “vaso” está pronto, o divino Oleiro o enche do Seu Espírito
e o envia a ser “vaso de benção”
a quem encontrar no caminho.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Estende-se violência contra cristãos na Índia


Várias igrejas atacadas no domingo passado


Por Inma Álvarez

NOVA DELI, quarta-feira, 17 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Longe de diminuir, os atos de violência contra os cristãos se estenderam a outros estados da Índia, segundo informa a Conferência Episcopal Católica da Índia (CBCI).

No domingo passado, várias igrejas e centros de culto cristão foram atacados em Mangalore, Udupi e Belthangady (Karnataka), supostamente por ativistas do Bajrang Dal. Na capela católica de Milagres, um crucifixo e uma imagem de São José foram despedaçados.

No total, 13 centros foram atacados, 4 deles católicos, e vários fiéis, entre eles mulheres e crianças, foram golpeados pelos assaltantes. Nesta ocasião, o principal alvo eram as igrejas pentecostais, a quem o Bajrang Dal acusa de promover as conversões.

Trata-se dos ataques mais graves registrados nos últimos dias após a tragédia de Orissa. Sete pessoas, inclusive dois pastores protestantes e uma monja católica, ficaram feridos.

Poucas horas depois de tomar conhecimento dos ataques, milhares de cristãos se manifestaram em Mangalore, cercando várias estradas, inclusive a rodovia 17, sendo brutalmente reprimidos pela polícia.

Em Madhya Pradesh, a igreja Msihi Mandir, pertencente à Igreja do Norte da Índia (protestante) foi atacada e queimada no sábado passado.

Segundo afirmou à agência Asianews o porta-voz da diocese de Cuttack-Bhubaneshwar, Pe. Dibyasingh Parichha, no domingo passado «foram incendiadas 12 casas de cristãos no povoado de Makabali, mais outras duas em Debari e Murudikupuda. Na segunda-feira foi assassinado um cristão perto de Raikia».

Também no vizinho estado de Kerala, no distrito de Kasargode, registrou-se um assalto contra um asilo católico durante a noite de 14 a 15 de setembro.

Por outro lado, no epicentro da violência, o estado de Orissa, os ataques continuam. O reverendo Patnayak, do Orissa Missionary Movement, denunciou que na noite do sábado várias igrejas foram queimadas em Anchhla, Borigumma e Koraput.

Os bispos católicos condenaram os ataques em Karnataka, em uma nota emitida pela CBCI e assinada pelo porta-voz, Babu Joseph, e pedem às autoridades que façam o possível por deter a violência.

O presidente da Conferência, cardeal Varkey Vithayathil, expressou sua dor e estupor pelos ataques contra os cristãos, e afirmou que tais ataques «são a manifestação da crescente intolerância de certos setores da sociedade, que desafiam claramente os direitos constitucionais dos cidadãos do país».

«Nós lhes pedimos que desistam de provocar as minorias cristãs e que sigam um caminho de diálogo e dignidade na hora de abordar as questões sociais, religiosas e políticas.»

Os bispos insistem em que os ataques não tinham recebido provocação: «a comunidade cristã se comportou até agora de forma pacífica, inclusive em situações de extrema provocação. Isso não deve ser entendido como fraqueza, mas como opção preferencial pelos princípios de uma convivência civilizada».

Rejeitam também as acusações de proselitismo, já que, insistem, a comunidade cristã «continua oferecendo seus serviços a todos os setores da sociedade da Índia sem discriminação alguma».

«As acusações infundadas de conversões fraudulentas se devem aos interesses de grupos empenhados em polarizar a sociedade segundo suas crenças religiosas. Nós, como cidadãos responsáveis da Índia, não sucumbiremos a estas táticas que buscam a divisão», acrescentam os bispos.

Por outro lado, o arcebispo de Bangalore, Dom Bernard Moraes, em sua nota de condenação dos ataques, fez um apelo à unidade dos cristãos neste momento.

«Chegou o momento dos cristãos se unirem e crescerem em força», afirmou.

Pra ouvir e meditar

http://br.youtube.com/watch?v=xMErQ6zNYx4

terça-feira, 16 de setembro de 2008

«Agora permanecem a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade»


LEITURA I 1 Cor 12, 31 -- 13, 13


Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
Aspirai com ardor aos dons espirituais mais elevados.
Vou mostrar-vos um caminho de perfeição que ultrapassa tudo:
Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,
se não tiver caridade,
sou como bronze que ressoa ou como címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom da profecia
e conheça todos os mistérios e toda a ciência,
ainda que eu possua a plenitude da fé,
a ponto de transportar montanhas,
se não tiver caridade, nada sou.
Ainda que distribua todos os meus bens aos famintos
e entregue o meu corpo para ser queimado,
se não tiver caridade, de nada me aproveita.
A caridade é paciente, a caridade é benigna;
não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa;
não é inconveniente, não procura o próprio interesse;
não se irrita, não guarda ressentimento;
não se alegra com a injustiça,
mas alegra-se com a verdade;
tudo desculpa, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.
O dom da profecia acabará,
o dom das línguas há-de cessar,
a ciência desaparecerá;
mas a caridade não acaba nunca.
De maneira imperfeita conhecemos,
de maneira imperfeita profetizamos.
Mas quando vier o que é perfeito,
o que é imperfeito desaparecerá.
Quando eu era criança, falava como criança,
sentia como criança e pensava como criança.
Mas quando me fiz homem, deixei o que era infantil.
Agora vemos como num espelho e de maneira confusa,
depois, veremos face a face.
Agora, conheço de maneira imperfeita,
depois, conhecerei como sou conhecido.
Agora permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança e a caridade;
mas a maior de todas é a caridade.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Pintura de 300 anos é encontrada em igreja de João Pessoa

Do UOL Notícias
Em São Paulo
UOL Links Patrocinados
Uma pintura de estilo barroco com cerca de 300 anos de idade foi encontrada debaixo de camadas de tinta no forro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo em João Pessoa (PB). A descoberta foi feita durante os trabalhos de restauração no templo, que começaram em 2007. Agora, as tábuas que continham a obra estão sendo preparadas para voltar ao teto do local.

Segundo o diretor técnico da Superintendência Regional do Instituto do Patrimônio Histório e Artístico Nacional (Iphan) para a Paraíba e o Rio Grande do Norte, Umbelino Peregrino, a pintura barroca foi feita em têmpera entre o final do século 17 e o começo do século 18 e traz motivos relacionados à ordem católica dos carmelitas, como querubins, anjos e imagens dos santos Eliseu e Elias. Ela se localizava em um espaço de 114m² na área da capela-mor da igreja, onde deverá ser recolocada.

"Em algumas partes, havia até nove cadamas de tinta acima da pintura", diz Peregrino. Para recuperar a obra, as camadas superiores de tinta foram retiradas manualmente com bisturi, e as mais próximas ao desenho original receberam aplicações de solvente à base de água.

A estrutura das tábuas estava comprometida por cupins e também está sendo reformada. O forro da capela-mor deverá ser entregue para ser reinstalado até março de 2009. Depois, o forro da nave da Igreja do Carmo também passará por tratamento.

De acordo com o diretor técnico do Iphan na região, não é incomum encontrar obras de arte escondidas por camadas de tinta mais recentes em igrejas de todas as regiões do Brasil.

"Muitas vezes o forro de uma igreja se deteriorava, e para evitar a degradação, pintava-se por cima de uma pintura. Achava-se que não tinha mais jeito e pintava-se", explica Peregrino. Foi o que aconteceu com as igrejas de São Francisco e da Misericórdia, que assim como o Carmo foram construídas a partir do século 16 no centro de João Pessoa. Os três templos são tombados como Patrimônio Histórico.

sábado, 13 de setembro de 2008

«Venerai a Cruz, ainda que isso traga escárnio e perseguição»




Papa aos jovens: «Venerai a Cruz, ainda que isso traga escárnio e perseguição»

Confia-lhes dois tesouros, a Confirmação e o sinal da cruz

PARIS, sábado, 13 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI fez um chamado aos jovens franceses para que venerem o sinal da cruz, ainda que isso traga consigo «escárnio e até mesmo perseguição», durante seu discurso dirigido a milhares de rapazes e moças reunidos na região da catedral de Notre Dame.
Diante deles, e antes de iniciar a Vigília de oração, o Papa quis confiar aos jovens «dois tesouros, o Espírito Santo e a Cruz», em um discurso repleto de referências à Jornada Mundial da Juventude de Sydney, ocorrida em julho passado.

«Muitos de vocês levam pendurada no pescoço uma corrente com uma cruz. Também eu carrego uma, como por outro lado, todos os Bispos. Não é um adorno nem uma jóia. É o precioso símbolo de nossa fé, o sinal visível e material do vínculo com Cristo», explicou o Papa.

Para os cristãos, a cruz é «símbolo da sabedoria de Deus e seu amor infinito revelado no dom redentor de Cristo morto e ressuscitado para a vida do mundo», explicou o Papa, mas também «o testemunho mudo dos sofrimentos dos homens e, ao mesmo tempo, a expressão única e preciosa de todas as suas esperanças».

São Paulo, continuou Bento XVI, «chegou à conclusão de que a Cruz manifesta a lei fundamental do amor, a fórmula perfeita da vida verdadeira».

«Que esta descoberta impressionante lhes alente a respeitar e venerar a Cruz», afirmou o Papa, entregando-a aos jovens como um tesouro.

«Queridos jovens, sei que venerar a Cruz às vezes também traz consigo o escárnio e até mesmo a perseguição. A Cruz coloca em perigo, em certa medida, a segurança humana, mas manifesta, também e sobretudo, a graça de Deus e confirma a salvação».

O Papa desejou que «a alguns o aprofundamento no mistério da Cruz lhes permita descobrir o chamado a servir a Cristo de maneira mais total na vida sacerdotal ou religiosa».
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