quinta-feira, 30 de abril de 2009

Liturgia - 1o. de maio - SÃO JOSÉ, OPERÁRIO







SÃO JOSÉ, OPERÁRIO

1ª. Sexta-Feira do Mês

Cor litúrgica: Branco


Ofício próprio da memória
Liturgia das Horas
: 1560-1479
Oração das Horas: 1243-1211

Leituras: Gn 1,26-2,3 – Sl 89(90) – Mt 13,54-58


“Não é este o filho do carpinteiro?”


A resposta que Jesus encontra para esta situação é a citação de um antigo provérbio sobre o profeta desprezado em pátria: seus conterrâneos negaram-lhe a honra e os seus sinais e palavras tornaram-se credores.

São José, carpinteiro de profissão, cooperou pelo trabalho de suas mãos com a obra criadora e redentora de Deus, ganhando o pão para a Sagrada Família.


O Milagre da Escada de São José


Na cidade de Santa Fé, capital do estado norte-americano do Novo México, encontramos na Capela Loretto uma prova da existência de São José e de seus milagres na vida cotidiana. Trata-se da Escada Milagrosa, atribuída a São José Carpinteiro.
Na segunda metade do século XIX, foi construída uma capela em estilo gótico para servir às irmãs de Loretto, na cidade de Santa Fé. Em 1878, ano de sua conclusão, constatou-se que não havia nenhum acesso ao piso superior, onde deveria ficar localizado o coro da Igreja. Vários engenheiros, arquitetos e carpinteiros foram chamados para dar uma solução ao problema. Todos eram unânimes em afirmar que a única solução implicaria na mudança da estrutura interna da Capela.
Preocupadas com o problema e objetivando encontrar uma solução, as irmãs de Loretto iniciaram uma novena a São José - o santo padroeiro dos carpinteiros. Conta a história que, no nono dia da novena, apareceu um homem procurando por emprego com um burro e uma caixa de ferramentas. Meses depois, a escada em forma espiral estava pronta e o carpinteiro havia desaparecido sem receber seu pagamento, nem tampouco agradecimentos pela bela obra deixada. Após procurarem o carpinteiro por toda a região, com anúncios no jornal local, muitos concluíram que se tratava de um milagre, ou seja, a escada havia sido construída pelo próprio São José.
São José, o carpinteiro, havia construído uma escada de estrutura fenomenal. O desenho arquitetônico era inovador para a época (séc. XIX). A escada, em forma circular, possui 33 degraus (a idade de Cristo), dois ângulos de 360 graus e não há nela nenhum suporte central. A escada foi construída sem nenhum parafuso e cola, apenas com pregos de madeira. Constatou-se também que a madeira utilizada na construção da referida escada não é oriunda de Santa Fé e proximidades.
Ainda hoje, quem visita esta bela cidade histórica de Santa Fé, colonizada inicialmente pelos espanhóis, fica encantado com a Escada Milagrosa. Milhares de turistas e peregrinos acorrem à Capela Loretto, que hoje funciona como um museu aberto à visitação pública. A Capela também é usada para a realização de casamentos e solenidades especiais.

Fonte: http://portalcot.com/livros/nbsj/milagre-de-sao-jose.php


“Deus quer de ti o menor grau de obediência e sujeição, que todos esses serviços que pensas prestar-lhes.”
São João da Cruz – 2S 12,6

Carta de Santa Teresa

1579 – C 280
– A Madre Ana de Jesus – Agradece-lhe tudo quanto estava fazendo pelo bem da Reforma, sobretudo pelos religiosos que iam a Roma.



Liturgia - DESTAQUES DO MÊS DE MAIO




MÊS DE MARIA





“A paz esteja convosco.” Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado e continuou: “Recebei o Espírito Santo...”

“Com muito acerto é dado aqui o nome de sopro ao amor causado pelo vôo, pois o Espírito Santo, que é amor, também se compara ao sopro na Sagrada Escritura, por ser a expiração do Pai e do Filho.”
São João da Cruz – C 13,11

“Para nós a vontade de Deus consiste apenas em duas coisas: no amor a Deus e no amor ao próximo. Nisso deverão convergir todos os esforços; e, se fizermos com perfeição, cumpriremos a vontade de Deus e estaremos unidos a Ele.”
Santa Teresa de Jesus

Intenção missionária do mês:
Uma Igreja missionária
Para que as Igrejas Católicas de recente fundação, agradecidas ao Senhor pelo dom da fé, estejam dispostas a participar na missão universal da Igreja, oferecendo disponibilidade a pregar o Evangelho ao mundo inteiro.




DESTAQUES DO MÊS


01– São José, Operário



10 – Dia das Mães



14 – São Matias, Apóstolo



16 – SÃO SIMÃO STOCK, Presbítero de nossa Ordem



22 – SANTA JOAQUINA DE VEDRUNA, Religiosa,



Fundadora da Congregação das Irmãs Carmelitas da Caridade



24 – Ascenção do Senhor



25 – SANTA MARIA MADALENA DE PAZZI, Virgem de nossa Ordem



31 – Pentecostes





Mensagem da CNBB para o Dia do Trabalhador



Mensagem da CNBB para o Dia do Trabalhador

INDAIATUBA, quarta-feira, 29 de abril de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a mensagem da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para o Dia do Trabalhador, 1º de maio, divulgada hoje.

* * * 

“O salário que vós deixastes de pagar está gritando 
e o clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor” (Tg 5,4).

Ao celebrar o Dia do Trabalhador, a CNBB confirma seu compromisso em favor dos direitos sociais do povo e, em especial, dos direitos trabalhistas e dos esforços para consolidar as suas organizações. Expressa também a solidariedade com todos os desempregados, vítimas da crise ou dos que se aproveitam dela. Os princípios da Doutrina Social da Igreja - a dignidade da pessoa humana, a destinação universal dos bens da terra e a prioridade do trabalho sobre o capital - inspiram alternativas para uma nova ordem econômica, em vista de um mundo justo e solidário.
 
Neste ano, o dia 1º de maio acontece no contexto da crise que assola o conjunto da economia mundial. A crise mostra a sua face mais cruel ao se deslocar do capital financeiro para o setor produtivo, dizimando milhares de postos de trabalho, na cidade e no campo. Os países e as populações pobres sofrem mais diretamente as conseqüências do atual modelo capitalista de desenvolvimento, incapaz de assegurar a dignidade humana, garantir os direitos sociais básicos e preservar a vida em nosso planeta. 

Na origem da crise estão o sistema neoliberal globalizado e a falta de ética na economia e na regulamentação do mercado, gerando corrupção e especulação. O mercado financeiro, na medida em que comanda as relações dos seres humanos entre si e com a natureza, reforça o consumismo comprometendo a justiça social e o equilíbrio ambiental. A crise financeira e econômica é apenas uma parte da crise mais profunda que é social, política, cultural, ambiental, ética e espiritual. Todas essas dimensões devem ser consideradas com coragem e lucidez, na busca de uma saída sustentável.

A crise atinge, sobretudo, os trabalhadores, os pobres, as pequenas e médias empresas. Os bancos recebem verbas milionárias dos governos para salvar o sistema financeiro. No entanto continuam as demissões, levando muitas pessoas a buscarem sua sobrevivência no trabalho informal. Tal situação corre o risco de ser agravada, caso seja aprovada a Proposta de Emenda Constitucional sobre a Reforma Tributária, do modo como está sendo apresentada. Ela atingiria o cerne do sistema de Seguridade Social e reduziria gravemente a proteção de mais de 36 milhões de trabalhadores aposentados e pensionistas. 

Os tempos atuais, mesmo difíceis, representam oportunidades para as mudanças necessárias em direção a uma nova ordem econômica. Nesse contexto, a Igreja faz ressoar o clamor dos trabalhadores por vida e dignidade. As aspirações do povo trabalhador, por meio de suas organizações, indicam caminhos para a consolidação dos direitos, tais como: não às demissões, valorização das aposentadorias, queda nos juros, redução da jornada de trabalho sem redução dos salários, reforma agrária e fortalecimento da agricultura familiar e agro-ecológica, combate ao trabalho escravo e degradante, valorização dos movimentos de trabalhadores desempregados, incentivo às iniciativas de economia popular solidária, investimento nas políticas públicas de saúde, educação e moradia.
    
A CNBB convida trabalhadoras e trabalhadores a manterem viva a fé, a esperança e a alegria em Jesus Cristo Ressuscitado. Que Nossa Senhora Aparecida e São José Operário, o Carpinteiro de Nazaré, intercedam junto a Deus, a fim de que as mais copiosas bênçãos sejam derramadas sobre todos os que, irmanados pelos laços do trabalho, constroem o nosso País.

Indaiatuba- SP, 28 de abril de 2009.

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana-MG
Presidente da CNBB 

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus-AM
Vice-Presidente da CNBB 

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro-RJ
Secretário Geral da CNBB

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Liturgia - 30 de abril - 5a-FEIRA DA 3a. SEMANA DA PÁSCOA







Cor litúrgica: Branco

Ofício do dia de semana do Tempo Pascal
Liturgia das Horas: 487-1259-657
Oração das Horas: 462-995-526

Leituras: At 8,26-40 – Sl 65(66) – Jo 6,44-52
“Jesus insiste na necessidade de crer.”
O homem sente atração por Deus e Jesus pode satisfazer essa necessidade. Só se conhece a Deus ao experimentá-lo, pessoalmente, na vida através da oração, da contemplação e na ajuda ao próximo.

“Quem não ama o próximo a Deus aborrece.”
São João da Cruz




“Não, irmãs não; o Senhor quer obras. Se vedes uma enferma a quem podeis dar algum alívio, não vos importeis em perder essa devoção e tende compaixão dela. Se ela sente alguma dor, doai-vos como se a sentísseis vós. E, se for necessário, jejuais para que ela coma; não tanto por ela mas porque sabeis que o vosso Senhor deseja isso.”
Santa Teresa de Jesus – M 5, 3.11


SANTO DO DIA




São Pio V,
Papa – MFac
(1566 – 1572)


Nascido no norte da Itália, ingressou aos 14 anos na Ordem dominicana e fez uma brilhante carreira eclesiástica, como bispo, cardeal, inquisidor-mor e por fim Papa. Teve um ponfificado breve, mas extremamente fecundo. Aplicou as decisões do Concílio de Trento, estabeleceu o texto oficial da Santa Missa e do Ofício Divino, foi responsável pela publicação do Catecismo Romano e ordenou o ensino da Teologia tomista nas universidades. Sua principal obra foi a convocação de uma Cruzada contra o perigo muçulmano. Num excelente conclave, 53 cardeais elegeram o piedoso dominicano Miguel Ghislieri, nascido aos 17-1-1504 em Boscomarengo (Alexandria). Chamou Pio V, em sinal de respeito ao seu antecessor, do qual divergira outrora em sua habitual franqueza. Fôra Geral da Inquisição, bispo de Sutri e Nepi, e cardeal sob Paulo IV. Abraçando o são princípio de que o Concílio de Trento devia reformar a Igreja "na cabeça e nos membros", levou vida rígida e santa. Dormia sobre pobres palhas, jejuava freqüentemente; afastou de Roma, sob pena de morte, um seu sobrinho relapso. Aboliu costumes mundanos de funcionários da sua Cúria. Proibiu em Roma as touradas e o uso de máscaras. Dava audiência semanal de dez horas à gente pobre. Fundou os montepios, para subtrair os pobres à usura dos Judeus. Abriu estradas, reformou aquedutos. Mandou trazer e difundir o Catecismo Tridentino. Reformou o Breviário e o Missal romanos. - Abençoou os príncipes favoráveis à reforma tridentina. Concedeu a Cosme de Médici, da Toscana, o título de Grão Duque, e aos príncipes da Casa de Áustria (para não suscitar ciúmes), o de Arquiduques... Insistiu sobre o valor da bula "In coena Domini", que condenava os crimes dos soberanos e era por eles mal aceita. Excomungou a rainha Isabel da Inglaterra, que impunha o cisma à nação e cujo governo perseguia cruelmente os católicos, espoliando-os de seus bens materiais e de seus direitos à prática de sua religião. - Uniu os católicos na gloriosa vitória de Lepanto (7-10-71), dos 243 navios sob D. João de Áustria contra os 283 dos muçulmanos. São Pio V, pouco depois da batalha, tem uma visão e sabe o resultado. As notícias chegaram na madrugada do dia 22 de outubro, sendo que o papa chora copiosamente pela vitória, exultante de alegria.A boa notícia é proclamada no Vaticano, depois de uma procissão e um solene Te Deum. Em oração, São Pio teve visão da batalha; acrescentou às Ladainhas de Nossa Senhora a invocação "Auxilium Chistianorum". Morreu em 1-5-1572.
Foi a partir daí que a data de 7 de outubro foi dedicada em honra a Nossa Senhora das Vitórias, posteriormente ao Santo Rosário.

NOTA DE FALECIMENTO

+ FREI MIGUEL ANGEL FERNADEZ PEÑA

Nome Religioso: Frei Miguel Ângel da Imaculada
Data de Nascimento: 
21/02/1944
Primeira Profissão: 
30/07/1961
Ordenação: 
22/03/1969
+ 28/04/2009 
Residia na cidade de Porto Alegre como mestre dos estudantes da Teologia, fazendo parte da Comunidade
 São João da Cruz- Glória
Que desde a GLÓRIA interceda por nós.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Liturgia - 29 de abril - SANTA CATARINA DE SENA, Virgem, Doutora e co-protetora da Europa




Cor litúrgica: Branco

Ofício da memória
Liturgia das Horas: 1801-1245
Oração das Horas: 1523-983

Leituras: At 8,1b-8 – Sl 65(66) – Jo 6,35-40

“Esta é a vontade de meu Pai: toda pessoa que vê o Filho e nele crê terá a vida eterna.”
Somente essa fé verdadeira, genuína, pregada por Cristo, é capaz de dar um novo significado a toda a nossa vida.


Memória de Santa Catarina de Sena, virgem e Doutora da Igreja e co-potetora da Europa. Terciária dominicana, e inflamada por um constante diálogo com seu esposo místico, teve uma irradiação maternal sobre seus discípulos, que se beneficiaram de sua doutrina, e exerceu influência decisiva junto ao papa em favor da unidade da Igreja. Santa Catarina nasceu em Sena, no dia 25 de março de 1347. Na Europa, a peste negra e as guerras semeavam o pânico e a morte. A Igreja sofria por suas divisões internas e pela existência de "antipapas" (chegaram a existir três papas, simultaneamente). Desejando seguir o caminho da perfeição, aos 15 anos, Catarina ingressou na Ordem Terceira de São Domingos. Viveu um amor apaixonado e apaixonante por Deus e pelo próximo. Lutou ardorosamente pela restauração da paz política e pela harmonia entre os seus concidadãos. Contribuiu para a solução da crise religiosa provocada pelos antipapas, fazendo com que Gregório XI voltasse a Roma. Embora analfabeta, ditava as suas cartas endereçadas aos papas, aos reis e líderes, como também ao povo humilde. Foi, enfim, uma mulher empenhada social e politicamente e exerceu grande influência religiosa na Igreja de seu tempo. As suas atitudes não deixaram de causar perplexidade nos seus contemporâneos. Adiantou-se séculos aos padrões de sua época, quando a participação da mulher na Igreja era quase nula ou inexistente. Deixou-nos o "Diálogo sobre a Divina Providência", uma exposição clara das suas idéias teológicas e da sua mística, o que coloca Santa Catarina de Sena entre os Doutores da Igreja. Morreu aos 33 anos de idade, no dia 29 de abril de 1380.


“Doze estrelas para chegar à suma perfeição: amor de Deus,amor ao próximo, obediência, castidade, pobreza, assistência ao coro, penitência, humildade, mortificação, oração, silêncio, paz.”
São João da Cruz – D 154

“Com efeito, não é possível saber se amamos a Deus (embora haja grandes indícios para entender que o amamos); já o amor ao próximo pode ser comprovado. E convencei-vos; quanto mais praticardes este último, tanto mais estareis praticando o amor a Deus. Isso porque é tão grande o amor que Deus nos tem que, para recompensar aquele que demonstramos pelo próximo, faz crescer por mil maneiras o amor que temos por ele. Disso não posso duvidar.”
Santa Teresa de Jesus – M 5,3.8

Cria-se Sociedade de Pensamento Edith Stein

Na Arquidiocese de Granada


GRANADA, terça-feira, 28 de abril de 2009 (ZENIT.org).- O Instituto de Filosofia Edith Stein, da arquidiocese de Granada, criou a Sociedade de Pensamento Edith Stein (SPES), dedicada ao estudo de uma das mais importantes filósofas do século XX.

«O interesse por Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz, padroeira da Europa) nasce de que sua filosofia oferece um modelo de excelência à filosofia cristã de hoje», explicou a Zenit o Instituto de Filosofia Edith Stein. 

Judia de religião e de etnia, foi uma das primeiras mulheres que obteve um doutorado em filosofia na Alemanha, mas pelo fato de ser mulher, nunca pôde ter uma posição acadêmica. Foi discípula e ajudante de Husserl. 

Em sua obra, Edith Stein não descarta nenhum dos elementos que constituem a experiência do real. Sabia, como escreveu a um companheiro ao ter notícia da morte de seu professor Husserl, que «jamais pude pensar que a misericórdia de Deus se reduza aos limites da Igreja. Deus é a verdade. Quem busca a verdade busca Deus, tanto se percebe isso como se não». 

Seu compromisso vital com a verdade recebeu seu impulso definitivo pelo encontro com Cristo, como mártir em Auschwitz. Sua filosofia levou a fenomenologia a abrir-se a novas questões e a um reencontro com a tradição, especialmente com São Tomás. 

«Carmelita e mártir, vítima de uma das mais terríveis ideologias totalitárias do século XX, nela descobrimos uma trajetória filosófica que possibilita um verdadeiro diálogo, a partir da fé cristã, com a cultura e as posições intelectuais do homem de hoje», sublinha o Instituto de Filosofia Edith Stein. 

A assinatura do ata fundacional da SPES está prevista para o dia 29 de junho, na sede do Instituto de Filosofia Edith Stein (Seminário Maior de Granada). 

O Instituto de Filosofia Edith Stein pode ser visitado em www.if-edithstein.org.

"Ser membro do Carmelo Secular não só significa receber bens da Ordem, mas também pertencer à Ordem significa dar"

 

P. Aloysius Deeney

Mathew Liow

Elizabeth Korves

 

O Delegado Geral para OCDS, P. Aloysius Deeney,  Mathew  Liow, da Malásia  e   Elizabeth Korves, de Oklahoma , membros da Ordem Secular-  apresentaram aos capitulares  o tema: " As Constituições na vida da ORDEM CARMELITA DESCALÇO SECULAR, e as relações entre os Seculares e os Frades."

 

Em alusão AO APOSTOLADO, destacou que os Seculares compartilham da mesma missão apostólica dos frades e monjas e as constituições vêem nos seculares colaboradores no ministério da  espiritualidade e da Ordem.  Alguns destes Seculares organizam dias de retiros, outros administram centros de retiros e espiritualidade,preparam livros, folhetos de nossos santos , etc.

 

Falou-se do programa de formação OCDS, com estrutura de uma formação animadora e atraente.   Frei Aloysius  apresentou o programa de formação das Filipinas que é um programa de 6 anos. 

 

Destacamos aqui o nosso  programa de formação da  Província do Sudeste que  também é um plano elaborado em etapas formativas de 7 anos em média.

 

 

 A TARDE FOI PROGRAMADO ESTUDOS EM GRUPOS SOBRE A RATIO OCDS.

 

Retirado de : http://www.carmelitasdescalzos.com/capitulo/index.php?Seccion=vernoticia&Id=92

26 de abril - NOVAS CANONIZAÇÕES



Nuno De Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431)



NUNO ALVARES PEREIRA nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, muito provavelmente em Cernache do Bonjardim, sendo filho ilegítimo de fr. Álvaro Gonçalves Pereira, cavaleiro dos Hospitalários de S. João de Jerusalém e Prior do Crato, e de D. Iria Gonçalves do Carvalhal. Cerca de um ano após o seu nascimento o menino foi legitimado por decreto real, podendo assim receber a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo. Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezasseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim. Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.
Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, o domingo de Páscoa, 1 de Abril de 1431, passando imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.
Mas, embora a fama de santidade de Nuno se mantenha constante, chegando mesmo a aumentar, ao longo dos tempos, o percurso do processo de canonização será bem mais acidentado. Promovido desde logo pelos soberanos portugueses e prosseguido pela Ordem do Carmo, depara com numerosos obstáculos, de natureza exterior. Foi somente em 1894 que o Pe. Anastasio Ronci, então postulador geral dos Carmelitas, consegue introduzir o processo para o reconhecimento do culto do Beato Nuno “desde tempos imemoriais”, acabando este por ser felizmente concluído, apesar das dificuldades próprias do tempo em que decorre, no dia 23 de Dezembro de 1918 com o decreto Clementissimus Deus do Papa Bento XV.
As suas relíquias foram trasladadas numerosas vezes do sepulcro original para a Igreja do Carmo, até que, em 1961, por ocasião do sexto centenário do nascimento do Beato Nuno, se organizou uma peregrinação do precioso relicário de prata que as continha; mas pouco tempo depois é roubado, nunca mais tendo sido encontradas as relíquias que contivera, tendo sido depostos, em vez delas, alguns ossos que tinham sido conservados noutro lugar. A descoberta em 1966 do lugar do túmulo primitivo contendo alguns fragmentos de ossos compatíveis com as relíquias conhecidas reacendeu o desejo de ver o Beato Nuno proclamado em breve Santo da Igreja.
O Postulador Geral da Ordem, P. Felipe M. Amenós y Bonet, conseguiu que fosse reaberta a causa, que entretanto era corroborada graças a um possível milagre ocorrido em 2000. Tendo sido levadas a cabo as respectivas investigações, o Santo Padre, Papa Bento XVI, dispõe a 3 de Julho de 2008 a promulgação do decreto sobre o milagre em ordem à canonização e durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.




Arcangelo Tadini (1846-1912)



ARCANGELO TADINI, sacerdote do interior de Brescia (Itália) que viveu de 1846 a 1912, é figura cristalina e fascinante. Homem de iniciativa, sacerdote autêntico, soube entrelaçar ousadia e fé, amor pelos homens e amor a Deus, austeridade e ternura.
Nasce em Verolanuova (BS) a 12 de outubro de 1846. Terminados os estudos primários na cidade natal, frequenta o ginásio em Lovere (BG).
Sua atenção pastoral dirige-se sobretudo às novas pobrezas: para os trabalhadores dá início à Associação Operária de Mútuo Socorro e constrói uma fiação (fábrica têxtil) para dar trabalho às jovens da cidade que mais sofrem com a insegurança e a exploração.
Em 1900 o Tadini funda a Congregação das Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré: mulheres consagradas, mas “operárias com as operárias” que educam as jovens trabalhadoras não subindo em cátedra, mas trabalhando lado a lado com elas; não proferindo grandes discursos, mas dando o exemplo de ganhar o pão com o suor do próprio rosto. Escândalo para aquela época na qual as fábricas eram tidas por lugares perigosos e desviantes.
Tadini oferece a suas Irmãs o exemplo de Jesus, Maria e José que na Casa de Nazaré, no silêncio e escondimento, trabalharam e viveram com humildade e simplicidade. Aponta o exemplo de Jesus que não só “sacrificou a si mesmo na cruz” mas durante trinta anos, em Nazaré, não se envergonhou de usar as ferramentas do carpinteiro e de “ter as mãos calejadas e o rosto lavado de suor”.
Um de nós quando, cedo pela manhã, percorre as ruas da cidade e o seu passo ressoa como despertador a quem se prepara para iniciar um novo dia de trabalho. Todos sabem que aquele sacerdote, apaixonado por Deus e pela humanidade, levará na oração a vida e as fadigas do seu povo.
Um de nós quando recolhe as lágrimas das mães preocupadas com a precariedade do trabalho dos filhos; quando sonha, projeta e constrói a fiação para as jovens da cidade a fim de que possam redescobrir sua dignidade de mulheres.
Um de nós quando inventa a família das Irmãs Operárias, mulheres consagradas que, nos lugares de trabalho, sejam testemunhas de um Amor maior no simples cotidiano da vida.
Um de nós porque ainda nos sorri, nos acompanha no nosso dia a dia e com suas palavras nos convida a seguir seus passos: “A santidade que nos leva ao céu está em nossas mãos. Se queremos possuí-la, uma coisa apenas precisamos fazer: amar a Deus”.
Com a canonização o Papa Bento XVI o oferece como exemplo para os sacerdotes, o aponta como intercessor para as famílias, o entrega como protetor aos trabalhadores.





Bernardo Tolomei (1272-1348)


BERNARDO TOLOMEI nasceu em Siena em 10 de maio de 1272. Recebeu, no batismo, o nome de Giovanni. Foi educado com os Irmãos Predicantes, no Colégio de São Domingos de Camporeggio, em Siena e promovido cavaleiro do imperador Rodolfo I d´Asburgo (+ 1291). Estudou jurisdição em sua cidade de origem, onde fez também parte da Confraria dos Disciplinados de Santa Maria da Noite, ativo na hospedaria de Scala no serviço dos recuperados. Uma progressiva e quase total necessidade provocou sua renúncia à uma carreira pública.
A extinção da Ordem religiosa, na república de Veneza, em 1771, pelo Granducado de Toscana, no reino de Nápoles, seguida pela nova República cisalpina, em 1808, no reino da Itália (período napoleônico, 1797-1814) e no começo do século XIX, não permitiram de terminar o Processo de canonização. A restauração da Congregação olivetana, na segunda metade do século XIX, culminou em um novo impulso pela Causa no século XX.




Catarina Volpicelli (1839-1894)


CATARINA VOLPICELLI, Fundadora das Servas do Sagrado Coração, pertence à classe dos «apostólos, dos pobres e marginalizados», que no século XIX para Nápoles foram um luminoso sinal da presença de Cristo «Bom Samaritano», que se aproxima de cada homem que sofre no corpo e no espírito, para derramar sobre suas feridas, o óleo da consolação e o vinho da esperança (cf. Missal Romano, 2° ed. Italiana, Roma 1983, Prefácio comum VIII, p. 3752).
Nascida em Nápoles, no dia 21 de janeiro de 1839, Catarina recebeu no seio de sua família de alta burguesia, uma sólida formação humana e religiosa. No colégio educandário San Marcelino, sob a guia sábia de Margarida Salatino (futura fundadora com o Beato Ludovico da Casoria das Irmãs Franciscanas Elisabetinas Bigie), aprendeu letras, línguas e música, o que não era frequente para as mulheres do seu tempo.
O Apostolado da Oração, será o ponto central da espiritualidade de Catarina, que a impulsionará a cultivar o seu ardente amor pela Eucaristia, através do qual será instrumento de Ação Pastoral sob as dimensões do Coração de Cristo, abrindo-se a cada homem, sempre a serviço da Igreja, dos últimos e dos sofredores.
Com as primeiras Zeladoras, no dia 1° de julho de 1874, Catarina funda o novo Instituto das Servas do Sagrado Coração, aprovado antes pelo Cardeal Arcebispo de Nápoles, o Servo de Deus, Sisto Riario Sforza, e em seguida aos 13 de junho de 1890, pelo Papa Leão XIII, que concede à nova família religiosa o «Decreto de louvor ».
Catarina Volpicelli, morreu em Nápoles no dia 28 de dezembro de 1894, oferecendo a sua vida pela Igreja e o Santo Padre.
A causa de Beatificação e Canonização das eminentes testemunhas de caridade do Coração de Cristo, após a instrução do Processo Ordinário nos anos 1896-1902 na Cúria Eclesiástica de Nápoles, foi oficialmente introduzida naquele tempo, à Sagrada Congregação dos Ritos aos 11 de janeiro de 1911. Em 25 de março de 1945 o Santo Padre Pio XII, declarava as virtudes heróicas de Catarina, atribuindo-lhe o titulo de Venerável. Em 28 de junho de 1999, Sua Santidade João Paulo II, aprova a leitura do decreto da sua Beatificação.
No dia 29 de abril de 2001 Sua Santidade Papa João Paulo II a proclamou Bem-aventurada.
No dia 6 dezembro de 2008 o Santo Padre Papa Bento XVI dispõe a promulgação do Decreto a respeito do milagre para a Canonização.




Gertrudes Comensoli (1847-1903)

Canonização comemorada no sul do Brasil, onde existe uma igreja em sua honra.

BIOGRAFIA NÃO DISPONÍVEL


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Liturgia - 28 de abril - 3a-FEIRA DA 3a. SEMANA DA PÁSCOA





Cor litúrgica: Branco

Ofício do dia de semana do Tempo Pascal
Liturgia das Horas: 482-1231-644
Oração das Horas: 460-972-520

Leituras: At 7,51-8,1a – Sl 30(31) – Jo 6,3035

“O verdadeiro pão do céu.”
A Eucaristia a que Jesus se refere aqui é a comprovação de tudo o que o homem anseia e precisa para saciar-se. Deus se faz alimento para ser accessível e sensível à nossa fome, que só ele sacia.


“A fim de começar a elevar-se a Deus deve-se, desde o início, purificar o coração no fogo do amor divino e aí deixar consumir tudo o que é criatura.”
São João da Cruz – 1S 2,2

“É bom e necessário demonstrar algumas vezes ternura na amizade, e até mesmo tê-la, chegando a sentir alguns sofrimentos e enfermidades das irmãs, mesmo pequenos; porque às vezes uma coisa muito leve produz tão grande aflição numa pessoa quanto a produziria em outra um enorme sofrimento, já que há pessoas que, por natureza, se afligem muito por pouca coisa.”
Santa Teresa de Jesus – C 7,5

SANTOS DO DIA




São Pedro Chanel,
Presbítero e Mártir – MFac




São Pedro Maria Chanel é o padroeiro da Oceania. Nasceu em Cuet, França, no ano de 1803. Em 1824, ingressou no seminário de Bourg e em 1827 foi ordenado sacerdote. Foi vigário de Amberieu e de Gex. Entrou depois, para a Sociedade de Maria, sob a guia do Pe. Colin. Em 1837 partiu na companhia de um confrade leigo para Futuna, uma pequena ilha no Oceano Pacífico, no arquipélago de Tonga. A sua pregação logo produziu frutos abundantes entre a geração jovem da ilha. Mas logo veio a reação e a oposição dos líderes mais antigos, segundo eles ciosos das suas tradições e costumes, ameaçados pelo "sacerdote branco". Avisado pelos amigos do risco que corria e para que deixasse a ilha, São Pedro ignorou o aviso e decidiu permanecer e continuar a pregação. O seu martírio deu-se no dia 28 de Abril de 1841. O seu sacrifício não foi inútil. A semente de sua pregação germinou e todos os habitantes acolheram o cristianismo.





São Luís Maria Grignion de Montfort,
Presbítero – MFac
um apóstolo de Maria e dos pobres

S. Luís Maria Grignion de Montfort nasceu a 31 de janeiro de 1673, num pequeno vilarejo chamado Montfort, localizado na Bretanha francesa. Foi batizado no dia seguinte ao seu nascimento. Era o filho primogênito de uma família numerosa. Com 11 anos deu entrada no colégio dos jesuítas de Rennes, onde recebeu uma sólida formação humana e espiritual. Aí conclui curso de filosofia em 1692. Sentindo-se chamado ao sacerdócio decide ir em 1693 para Paris de modo a poder ingressar no Seminário de S. Sulpício, em vista dos estudos teológicos que freqüenta na Universidade de Sorbonne. Recebe uma formação teológica apurada e sistemática na qual apoiará sempre o seu trabalho missionário. Revela-se um aluno brilhante tanto nas ciências teológicas quanto na “ciência dos santos”. É ordenado sacerdote a 5 de junho de 1700. Tinha decidido ser padre para se consagrar à causa da evangelização dos povos em países estrangeiros, socorrer os pobres e proclamar o “Reino de Jesus Cristo por Maria”.
Em julho de 1706 vai a Roma a pé para ser recebido pelo Papa Clemente XI para que o confirmasse na sua vocação missionária. É recebido no dia 6 de julho desse ano. O Papa confere-lhe o título de Missionário Apostólico e lhe pede para ser missionário na França “renovando o espírito do cristianismo nos cristãos”. Em obediência ao Papa, Montfort tornou-se num missionário exímio e destacou-se pela sua grande devoção a Nossa Senhora. Para dar continuidade ao seu ardor missionário fundou a Congregação dos Missionários Monfortinos, a Congregação das Filhas da Sabedoria e dos Irmãos de S. Gabriel. Como complemento à sua atividade missionária escreveu vários livros com destaque para o Tratado da Verdadeira Devoção a Maria. Montfort legou à Igreja uma espiritualidade original, centralizada na Sabedoria e nos meios para alcançá-la; entre esses meios se destaca Maria. Uma espiritualidade que leva a uma consagração total a Jesus por Maria.Morreu a 28 de abril de 1716, com 43 anos, após ter realizado mais de uma centena de missões populares. Foi beatificado em 1888 e canonizado, em Roma, em 1947 pelo Papa Pio XII.S. Luís Maria santificou-se como missionário itinerante, devorado pelo zelo pela evangelização dos pobres. Levava sempre consigo a Bíblia, o crucifixo, o rosário, símbolos e síntese da sua própria experiência espiritual e da mensagem que proclamava: dar a conhecer e amar a Santíssima Virgem para fazer conhecer e amar a Jesus Cristo. Conhecer a vida e a obra de S. Luís de Montfort é percorrer uma estrada que nos leva àquela fonte da qual emana a nossa vocação, para aí bebermos a mesma audácia e o mesmo ímpeto missionário que identificaram este santo. Com Montfort aprendemos a responder à missão do Espírito e a encarnar o “espírito de missão!” Por isso podemos afirmar que continua a ser, para nós, um guia sempre vivo e atual.


domingo, 26 de abril de 2009

Liturgia - 27 de abril - 2a-FEIRA DA 3a. SEMANA DA PÁSCOA





Cor litúrgica: Branco



Ofício do dia de semana do Tempo Pascal
Liturgia das Horas: 482-1216-636
Oração das Horas: 460-959-517

Leituras: At 6,8-15 – Sl 118(119) – Jo 6,22-29
“Vós me procurais, não por terdes visto sinais, mas porque comestes pão e vos saciastes.”
O pão que permanece, a solução da carência humana, é Jesus Cristo, dom de Deus ao mundo. Acreditar nas obras de Deus é acreditar no seu Enviado.

“O que não se deixa levar pelos apetites voa ligeiro segundo o espírito, tal como a ave a que não faltam penas.”


São João da Cruz – D 23



Cartas de Santa Teresa em 27

1579 – C 276 – Ao Padre Jerônimo Gracián, em Alcalá – Lamenta o ocorrido com o Padre Gracián em Alcalá.

1579 – C 277 – Ao Padre Jerônimo Gracián, em Alcalá - Deseja falar ao Padre Gracián em Ávila. Frei Gregório Nacianceno e Maria de S. José devem ser restabelecidos em sues cargos. Cartas ao Rei, a seu embaixador em Roma e ao Vigário Geral do Carmo. Como se há de tratar do negócio da Província. Convém que se vejam descalços de peso em Roma.


SANTO DO DIA


Santa Zita

Santa Zita nasceu em 1218, em Monsagrati, nos arredores da cidade de Lucca. Filha de camponeses, aos 12 anos foi trabalhar como empregada doméstica na casa de uma rica família. Perguntava-se sempre a si mesma: "Isto agrada ao Senhor?" Ou: "Isto desagrada a Jesus?" Foi-lhe confiado o encargo de distribuir as esmolas cada sexta-feira. E dava do seu pouco, da sua comida, das suas roupas, daquilo que possuía, das suas parcas economias. Dizem que um dia foi surpreendida enquanto socorria os necessitados. Mas no seu avental o que era alimento converteu-se em flores. Por 60 anos foi doméstica. Na hora da morte tinha ajoelhada a seus pés toda a família Fatinelli, a quem servira toda a vida. Partiu para o Céu no dia 27 de Abril de 1278. Pio XII proclamou-a padroeira das empregadas domésticas do mundo inteiro.

São Nuno: carmelita português é canonizado hoje


 A Família Carmelita, (a seguir indicada como F.C.), quis saber mais da vida do Beato Nuno de Santa Maria decidiu fazer uma entrevista ao Vice-Postulador, a seguir indicado como F.F.R.

 

F. C. - Refira em poucas palavras a vida de D. Nuno Álvares Pereira?

F. F. R. - Nuno Álvares Pereira nasceu em Cernache do Bomjardim, segundo uns, ou em Flor da Rosa, segundo outros, em 24 de Junho de 13 60,.filho de Ál varo Gonçalves Pereira, Prior do Hospital do Crato e de fria Gonçalves do Carvalhal, e perfihado passado um ano eis Santarém por D. Pedro.

A mãe procurou e conseguiu que ele fosse educado na corte de D. Fernando e D. Leonor. A Rainha D. Leonor, vendo a sua inteligência e esperteza, fá-lo seu escudeiro aos 13 anos. Forma-se na doutrina da Cavalaria e escolhe para si afigura de Galaaz, um dos Cavaleiros da Távola Redonda no qual se inspira para uma. vida de virtude. Como ele, quis ser puro para merecer seguir a sua dama escolhida, Nossa Senhora.

Contudo, aos 16 anos, por obediência ao pai, tem que renunciar aos seus propósitos e contrai matrimônio com D. Leonor Alvim, deixando a corte para ir viver em Pedraça, Cabeceiras de Basto. Do matrimônio nasceram três filhos, dos quais só sobreviveu uma menina de nome Beatriz.

Dali foi, chamado para defender a zona fronteiriça do norte. Logo viu que para se fazer alguma coisa de sucesso precisaria de moralizar as tropas e prepará-las para os grandes feitos que se seguiram. Começou este trabalho em Chaves, dando assim inicio à sua gesta militar. Esta teve como seus pontos altos a vitória de Atoleiros, Aljubarrota e Valverde. Depois de consolidada a independência da nação portuguesa, entra no Convento do Carmo por ele construido, tomando o hábito de Irmão Donato da’Ordem Carmelita. No dia de Todos os Santos de 1431 entregou a sua vida ao criador. Morreu com fama de Santidade.

F. C. - Quais são os seus ideais? F. F. R. -1. Viver o Espírito da Cavalaria, ser mesmo como o Calaaz que de tão puro com a sua lança tocaria o sol no cimo duma montanha.

2. Integridade como homem, como cristão e como cidadão. 3. Amor à Pátria.

4. Amor e fidelidade à Igreja. S. Amor à Verdade.

6. Amor à Castidade e Obediência. Vividas na fé, esperança e caridade.

F. C. - Porque se envolveu na luta contra os castelhanos?

F. F. R. - Para Nuno é muito claro que Portugal tem que ser independente de Castela e nas Cortes de Coimbra manifesta as suas razões:

1.  Pela morte de D. Fernando, deveria suceder-lhe a sua esposa D. Leonor. No en tanto, isto não poderia ser porque, estando D. Leonor amantizada com o Conde Andeiro, era escândalo à moral pública.

2.  Na linha da sucessão estaria a sua filha D. Brites casada com D. João de Castela. Também neste caso, havia impedimento, porque Castela seguia o Papa Cismático de Avignon e Portugal deixaria de ser a nação fidelíssima a Roma.

3.  Então seria D, João, Mestre de Avis, filho de D. Pedro que recolhia melhores condições.

Portugal encontrava-se num estado de crise e índefinição relativamente à sucessão dinástica. Os nobres, por causa da sua palavra, estavam da parte de Castela. D. Nuno vai contra a tendência geral porque põe acima da palavra por Castela, a moral e a fidelidade à Igreja.

F. C. - A quem atribuía ele as Vitórias alcançadas?

F.F. R. - A Deus e a Nossa Senhora,

pois ele afirmava que ‘todo o vencimento vem de Deus e

 

não dos homens”. Dom Nuno antes de cada batalha visitava o santuário Mariano mais próximo e depois voltava para agradecer o bom resultado. Aquando de Atoleiros, vai em peregrinação de pés descalços ao santuário de Assumar, aquando de Aljubarrota vai a Seiça. Procurava andar na presença de Deus. Comungava sempre que era permitido. Comungava os’dias em que era permitido, ou seja, pelo Natal, Páscoa, Pentecostes e Assunção. Assistia a duas Missas por dia e três aos domingos, mesmo durante as batalhas. Levava também os seus homens de armas a viver uma vida cristã como oatesta o cronista dos Carmelitas, Frei José Pereira Santana, quando nos testemunha: “no dia 14 de Agosto de 1385, no dia da batalha de Aljubarrota, todos os homens do exercito português estavam em jejum e quase todos confessados e comungados’.

F. C. - Como era o seu comportamento nas Batalhas?

F. F. R. -  O seu pensamento era a independência da nação portuguesa e não a destruição ou a morte do exército contrário. Ele nunca fez guerra, só defendia, Nunca se vislumbrou nele o sentido da vingança Que mortandade não seria se em Aljubarrota quando o exército castelhano se pôs em fuga ele incitasse o exército Português à perseguição?! Ou

quando em Valverde começa a debandada castelhana, ele entrasse em perseguição?! Antes pelo contrário recebeu e deu terras aos castelhanos que quê .seramficar cá.

F. C. - Como tratava o seu exército e os adversários?

F. F. R. - Com muito respeito, pois para ele todo o homem é irmão e merece respeito e consideração. Muitas das suas riquezas foram divididas pelos seus companheiros de armas. Quanto aos adversários, portugueses e castelhanos, respeitava-os do mesmo modo. Num ano de fome, manda abrir os seus celeiros e distribuiu pelas populações de cá e de Castela as suas provisões. Era exigente com os seus homens de armas e não deixava que se entregassem a exageros para com os vencidos ou os seus haveres, punindo severamente os abusos.

F. C. - Qual a herança que nos deixou?

F. F. R. -  Deixou-nos sem dúvida, o testemunho da sua vida de homem íntegro, amante do Homem e da nação portuguesa e o dom da sua vida por todos, colocando Deus acima de todos os interesses. Deixou-nos um testemunho de uma vida e    consagrada a Deus, uma vida de virtudes e uma grande devoção a Nossa Senhora. Um testemunho a toda a prova de que a nossa nação é merecedora duma vida de luta pelos ideais do bem.

Deixou a herança duma nação independente para seguir o seu rumo.

F. C. - Quais as virtudes e devoções mais arreigadas no Beato Nuno?

F. F. R.   - Esta pergunta pode-se responder cintando o Cronista Carmelita, Frei José Pereira Santana, mas como é demasiado longo, apoiarmeei nele dizendo que as suas devoções mais arreigadas eram a Eucaristia e a veneração a Nossa Senhora. Integrado no seu tempo, comungava as quatro vezes possíveis - Natal, Páscoa, Pentecostes e Assunção da Virgem. Tal era a veneração pela Eucaristia que participava em duas Missas diariamente mesmo nas batalhas e aos domingo três. Depois de religioso, na sua capela privativa passava muitas horas e noites na Adoração do Santíssimo Sacramento, e em actos de penitência. Quanto à devoção a Nossa Senhora, citemos o referido cronista // na presença da soberana imagem Maria Senhora Nossa, com o título da Assunção, derramava copiosas lágrimas: e com elas, melhor o que com as vozes, lhe expunha as suas súplicas, nas ocasiões que para si ou para os seus patrocinados lhe pedia favores”.

Outras virtudes vividas na sua vidaforam a obediência, a castidade, a humildade, a caridade e a penitência. Toda a sua vida era impregnada pela oração,faltando mesmo com o descanso ao corpo para aproveitar da maior parte da noite orando mental e vocalmente.

F. C. - Como viveu a caridade e desprendimento?

F. F. R. - A caridade esteve sempre presente na sua vida particularmente no partilhar tudo o que possuía. O seu desprendimento dos bens foi até ao extremo distribuindo tudo pelos pobres e pelos seus colegas de armas e pelas comunidades e igrejas que construiu. Quando entrou no Convento levava apenas a roupa vestida. Realizou bem em si o que aprendeu de Cristo, que sendo rico se fez pobre, assumindo a condição de servo’: ele que era senhor de mais de metade de Portugal.

F. C. - Depreende-se daqui o que foi a sua vida como religioso?

F. F. R. - Sim. Como religioso, foi um homem de oração intensa. Exercitou a atenção e o respeito a todos. Foi exemplar na sua vida cristã e social. Amava intensamente a nação portuguesa, à qual tributava uma extraordinária fidelidade. Notório o seu zelo pela expansão missionária do Reino de Deus. Incomparável distribuidor de esmolas pelos pobres à porta do Convento e pelas suas casas a quem assistia na pobreza e na doença.

F. C. - Ouvi dizer que foi o fundador do Laicado Carmelita?

F. F. R. - Ele não se preocupava só material e espiritual de todos. Fez uma confraria do Escapulário do Carmo, a quem pertenceram o Rei D. João I e V. Duarte e a maioria dos seus companheiros de armas. O objectivo desta confraria era trabalhar pelo bem das almas, a começar pelas suas. Esta confraria, passados perto de cem anos, passará a ser a primeira Ordem Terceira, que dá origem a outras, Ordens Terceiras e se expande por quase todas as cidades, principalmente no sul. Por isso, é com razão considerado o fundador da espiritualidade dos leigos na Ordem Carmelita.

F. C. - Quando foi que o povo o considerou Santo?

F. F. R. - já durante a sua vida, os pobres lhe chamavam ‘Santo’ e quando os sinos do Carmo anunciaram a morte de Dom Nuno, ouvíu-se em Lisboa o grito ‘morreu o Santo’ ou dimorreu o santinho’. Seis anos depois da sua morte, já D. Duarte pede ao superior dos Beneditinos em Florença para pedir ao Papa a organização da sua canonização. D. João IV, em 1641, volta a insistir sobre o mesmo projecto em Roma. Os milagres começaram a aparecer logo depois da sua morte. O povo rezava-lhe e já o cronista Carmelita, Frei José Pereira Santana tem um longo capítulo de milagres obtidos pela sua intercessão. Quando se fez o processo de culto continuado a partir da sua morte, não foi difícil prová-lo.

Papa Bento XV, como decreto “Clementissímus Deus” de 23 de janeiro de 1918, reconheceu esse culto. Pio XII também o reconheceu, tanto o que desejava canonizar por Decreto. Em 1940 propõem-no como modelo de todas as tropas mesmo em batalha.

Para o povo ele já é o Beato Nuno ou o Santo Condestável e com este título é actualmente o Padroeiro de duas Paróquias, uma em Lisboa e outra em Bragança.

F. C. - Quais os passos dados a preparar a sua Canonização?

F. F. R. -  Desde o “rescrito” de Pio XII em que manda tratar-se do processo normal. De 1941 até 1947 trabalhou-se na organização do mesmo que de repente se interrompeu.’Na celebração do 6’ centenário do seu nascimento um novo impulso se deu com a visita das relíquias a todas as paróquias. No entanto, esta iniciativafoi interrompida pelo estalar da guerra no Ultramar Português. Em 2001 foi retomada a Causa da Canonização que agora chega aofim com êxito. Os passos propriamente dados foram a organização dos Processos sobre as virtudes, incluindo os estudos históricos e o do milagre. Realizádos estes e enviados para a Roma

e lá estudados, o Santo Padre em 3 de julho de 2008 assinou os decretosfinais, ou seja, o reconhecimento das virtudes heróicas e a veracidade do milagre. Agora, no passado dia 21 de Fevereiro o Santo Padre anunciou a cerimônia da Canonização para o dia 26 de Abril de 2009 na Praça de São Pedro.

F. C. - Acha oportuna esta data e esta ocasião para a Canonização?

F. F. R. - Acho muito oportuna, pois é sinal de esperança para o momento de crise que estamos a viver. Quando ele vivia, Portugal passou em 13831 85 a maior crise de sucessão dinástica e de valores nacionais. Nesse contexto, aparece D. Nuno apontando soluções defidelidade a Deus, à Igreja e à moral, Quando é beati

.ficado em 1918, o mundo está a sair da Primeira Guerra Mundial. Portugal tem de consolidar a República que, anos antes, tinha começado: Nossa Senhora em Fátima tinha pedido oração, penitência e conversão para merecermos a paz e protecção de Deus. Hoje a Canonização do Beato Nuno de Santa Maria é novamente um apelo à seriedade de vida humana, cristã e social, regida pelos valores do Evangelho.

 

 

 

sábado, 25 de abril de 2009

Liturgia - 26 de abril - 3o. DOMINGO DA PÁSCOA






Cor litúrgica: Branco

Ofício dominical pascal
III Semana do Saltério
Liturgia das Horas
: 486-1200-628
Oração das Horas: 462-948-513

Leituras: At 3,13-15.17-19 – Sl 4 (59 – I Jo 2,1-5a – Lc 24,35-48

“Jesus ressuscitado aparece aos seus apóstolos.”
Jesus ressuscitado não é um cadáver reanimado (como foram o filho da viúva de Naim ou Lázaro). Jesus, com a sua Ressurreição, foi plenamente assumido na vida divina.

“Comunica-lhe o Amado, sobretudo, os doces mistérios de sua encarnação, bem como os modos e maneira da redenção humana, que é uma das mais elevadas obras de Deus, e, portanto, ainda mais saborosos para a alma.”
São João da Cruz – C 23,1

“... .Então, senhores de nós mesmos, somos capazes de ocupar-nos de Deus com perfeição, entregando-lhe uma vontade pura para que una à sua, pedindo-lhe que venha do céu o fogo abrasador do seu amor sobre esse sacrifício, deixando-o livre de tudo quanto possa descontentá-lo. Porque, nesse ponto, nada teremos deixando de fazer: mesmo com imensos sofrimentos, depositamos sobre o altar tudo o que podemos, razão por que nenhuma relação temos nós e isso tudo com a terra.”
Santa Teresa de Jesus – F 5. 12

Carta de Santa Teresa de Jesus

1578 – C 236 – Ao Padre Jerônimo Gracián, em Alcalá. Gracián, Pai “Prelado” da Santa. D. Juana Dantisco em Ávila. Teresita e Maria Dantisco. A jovem Dantisco quer ir para Valladolid. D. Juana em casa de D. Lorenzo de Cepeda.



SANTO DO DIA


São Pedro de Rates,
Bispo de Braga
Mártir


Conta a tradição que S. Pedro de Rates foi convertido ao Cristianismo pelo Apóstolo S. Tiago, quando da sua peregrinação pela Hispânica, no século I. Durante essa viagem, cumprindo a missão de difundir a mensagem de Cristo, morto e ressuscitado havia pouco tempo, foi deixando sementes que germinaram e fortaleceram as raízes da Igreja Católica Apostólica Romana, num império hostil à nova Fé. Pedro seria um dos 7 varões ordenados pelo Apóstolo, em Santiago de Compostela, e nomeado bispo de Braga.
Na lenda, o episódio que fez dele um mártir teve origem num milagre: solicitado para curar de doença fatal a filha de um poderoso pagão, S. Pedro de Rates conseguiu-lhe tal dádiva. Reconhecida, converteu-se ao Cristianismo, o que causou a ira do pai e consequente desejo de vingança. Avisado, o Santo refugiou-se em Rates, mas foi aí encontrado e assassinado. Ficou sepultado sob as ruínas da pequena capela onde tudo aconteceu, pois, à semelhança da vida do religioso, também foi destruída.
Tempos mais tarde, do alto do monte onde se refugiara, o eremita S. Félix vislumbrava uma luz na escuridão. Guiado pela curiosidade e pela convicção de um chamamento piedoso, dirigiu-se ao local, procedeu à remoção das pedras e encontrou a causa de tal clarão: o corpo de S. Pedro de Rates.
A transladação do corpo intacto para a Sé de Braga faz, também, parte da lenda. Os factores reportam-se somente à transferência, no século XVI, pelo arcebispo Frei Baltazar Limpo, de relíquias do Santo (pequenos ossos que análises realizadas apontam ter pertencido a uma criança com cerca de 12 anos). O corpo, se alguma vez existiu, teria já desaparecido.
Muito devoto do seu Santo, a Vila de Rates colocou-se sob o seu cuidado. Nos limites definidos pelo caminho do cerco ele vela para que nem fome, nem peste, nem a guerra toquem nos seus protegidos. Para tal pode contar com o apoio de S. Sebastião, que é igualmente celebrado pela paróquia, a 20 de Janeiro.
Invocado para muitas graças, S. Pedro de Rates é, no entanto, associado à esterilidade. De uma antiga fonte com o seu nome diz-se que se poderia obter a cura da enfermidade, cumprindo o seguinte ritual: a mulher deveria sentar-se sobre uma pedra furada que aí existia. Talvez por ser mercê tão divina, tem o Santo fama de vingativo para com quem não cumpre o prometido. É, provavelmente por receio desse “humor”, que muitas mulheres grávidas guardam o dia do Santo – 26 de Abril – e até para os animais fêmeas no mesmo estado não é aconselhável a utilização nos trabalhos.»


PASCOELA DE CARATINGA


Pascoela

 

“Nós atraímos Jesus a nós mesmos. Jesus nos arrasta para si... () E este amor nos abrasa, nos consome, nos atrai para a unidade onde nos espera a bem-aventurança. Jesus Cristo pensava nisto quando dizia: “Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco”.. .(Beata Elisabeth da Trindade)

 

Desejosos desse encontro – Pascoela - pequena páscoa é que aguardamos você para celebrarmos como carmelitas.

Dia-01/05- Dia do trabalhador e de São José Operário

Horas - De 8:00 as 16:00

Local-Sítio do Júlio -Estrada p/ B. Jesus do galho, entrada p/ o aterro sanitário. Seguir  à esquerda.

Programação:

 missa, (onde nós seculares renovaremos devocionalmente nossas promessas), 

café, confraternização com tradicional recreio carmelitano e churrasco.


Pascoela - Belo Horizonte-MG

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“Vejam como é bom, como é agradável os irmãos viverem unidos. É como o óleo fino sobre a cabeça, descendo para a barba, a barba de Aarão, descendo sobre a gola de suas vestes. É como o orvalho do Hermon, descendo sobre os montes de Sião. Porque ai Javé manda a benção e a vida para sempre”.
Salmo 133

Queridos Irmãos e Irmãs Carmelitas,

Paz e Alegria!
Vivemos as alegrias da Páscoa e desejamos celebrar este mistério como família Carmelitana. Convidamos para a nossa Pascoela, que acontecerá neste ano, no Convento Edith Stein dos Frades Carmelitas da Antiga Observância: Rua Iracema Souza Pinto 695, bairro Planalto, no dia 17 de Maio de 2009, domingo a partir das 14:30, iniciando com a Celebração Eucarística.

Pedimos confirmação da presença do numero dos participantes de cada comunidade pelo e-mail fernandoalcici@hotmail.com alecarmelcortez@yahoo.com.br até o dia 10 de Maio.

A organização do evento ficará aos cuidados das Comunidades: Santa Teresa de Jesus, OCDS Belo Horizonte e dos Frades Carmelitas da Antiga Observância. Contamos com a presença de todos.

Fraterno abraço

Suely Cecília do Carmo Presidente da Comunidade Santa Teresa de Jesus OCDS
Frei Alexandre Cortez O. Carm

Pela Comissão Organizadora

Palestra - Dr. Gilberto Safra



Tema: Do psíquico ao ontológico: um caminho clínico - Uma clínica segundo Santa Teresa.

Dia: 27 de abril, 2ª feira às 20h30

Palestrante: Prof. Dr. Gilberto Safra, psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), docente no Programa de Estudos Pós-Graduação em Psicologia Clínica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), orientador de teses e pesquisador.

Local: Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus, rua Piauí, 844, Higienópolis, São Paulo.

Contamos com sua presença!

site do Prof. Gilberto Safra: http://www.livrariaresposta.com.br/v2/index.php?tipo=2

Um brasileiro no definitório geral

Um brasileiro no definitório geral

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O Capítulo Geral dedicou-se, no dia 24 de abril à tarde, à eleição dos 8 Definidores Gerais que comporão o ógão governativo da Ordem dos Carmelitas Descalços para o sexênio 2009-2014. Pela primeira vez um brasileiro foi eleito Definidor. Trata-se de Fr. Marcos Juchem, por três vezes provincial da Província de Nossa Senhora do Carmo, do Sul do Brasil, e que participava do Capítulo como Sócio eleito ao Capítulo pela sua Província.  Parabéns Fr. Marcos, e que a Virgem do Carmo e os Santos do Carmelo o ajudem e inspirem em sua nova missão.


Assim ficou a composição do Definitório:
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1. Vigário Geral: Fr. Emilio José Martínez, da Província de Castilla (Espanha)
2. Fr. Albert Wach, da Província de Cracóvia (Polônia)
3.  Agustine Mullor, da Província de Manjumel (Índia)
4. Ribert Paul, da Província de Avignon-Aquitânia (França)
5. Marcos Juchem, da Província do Sul do Brasil
6. Peter Jeong, do Comissariado da Coréia do Sul.
7. George Tambala, da delegação de Malawi (Província de Navarra)
8. John Greenan, da Província Anglo - Hibérnia (Inglaterra - Irlanda)

retirado de :http://provsjose.zip.net/arch2009-04-16_2009-04-30.html#2009_04-25_02_52_13-130010742-26
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