quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

atequese do Papa: Joana d’Arc e o “doce nome” de Jesus Intervenção na audiência geral de hoje

Joan of arc miniature graded.jpg
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Apresentamos, a seguir, a catequese dirigida pelo Papa aos grupos de peregrinos do mundo inteiro, reunidos na Sala Paulo VI para a audiência geral.

***

Queridos irmãos e irmãs:

Hoje, eu gostaria de falar de Joana d'Arc, uma jovem santa do final da Idade Média, morta aos 19 anos, em 1431. Esta santa francesa, citada muitas vezes no Catecismo da Igreja Católica, é particularmente próxima de Santa Catarina de Sena, padroeira da Itália e da Europa, de quem falei em uma recente catequese. São, de fato, duas jovens mulheres do povo, leigas e consagradas na virgindade, duas místicas comprometidas, não no claustro, mas em meio às realidades mais dramáticas da Igreja e do mundo na sua época. São, talvez, as figuras mais características dessas "mulheres fortes" que, no final da Idade Média, carregaram sem medo a grande luz do Evangelho nas complexas vicissitudes da história. Poderíamos colocá-la ao lado das santas mulheres que permaneceram no Calvário, perto de Jesus crucificado e de Maria, sua Mãe, enquanto os apóstolos tinham fugido, e o próprio Pedro havia negado Jesus três vezes. A Igreja, nesse período, vivia a profunda crise do Grande Cisma do Ocidente, que durou quase 40 anos. Quando Catarina de Sena morreu, em 1380, havia um Papa e um antipapa; quando Joana nasceu, em 1412, havia um Papa e dois antipapas. Junto a esta laceração no seio da Igreja, havia contínuas guerras fratricidas entre os povos cristãos da Europa, a mais dramática das quais foi a interminável "Guerra dos Cem Anos", entre a França e a Inglaterra.

Joana d'Arc não sabia ler nem escrever, mas pode ser conhecida no fundo de sua alma graças a duas fontes de valor histórico excepcional: os dois Processos a que foi submetida. O primeiro, Processo de Condenação (PCon) contém a transcrição de numerosos e longos interrogatórios a Joana durante os últimos meses de sua vida (fevereiro-maio de 1431) e inclui as palavras da santa. O segundo, Processo de Nulidade da Condenação, ou de "reabilitação" (PNul), contém o depoimento de cerca de 120 testemunhas oculares de todos os períodos da sua vida (cf. Procès de Condamnation de Jeanne d'Arc, 3 vol. e Procès en Nullité de la Condamnation de Jeanne d'Arc, 5 vol., ed. Klincksieck, Paris l960-1989).

Joana nasceu em Domrémy, uma pequena cidade situada na fronteira entre a França e Lorena. Seus pais eram camponeses prósperos, conhecidos por todos como cristãos muito bons. Deles, ela recebeu uma boa educação religiosa, com uma influência notável da espiritualidade do Nome de Jesus, ensinada por São Bernardino de Sena e difundida na Europa pelos franciscanos. Ao Nome de Jesus sempre se une o Nome de Maria e, assim, no contexto da religiosidade popular, a espiritualidade de Joana é profundamente cristocêntrica e mariana. Desde a infância, ela demonstra uma grande caridade e compaixão para com os pobres, doentes e todos os que sofrem, no contexto dramático da guerra.

De suas próprias palavras, sabemos que a vida religiosa de Joana amadurece como experiência a partir da idade de 13 anos (PCon, I, p. 47-48).Através da "voz" do arcanjo São Miguel, Joana sente-se chamada pelo Senhor a intensificar sua vida cristã e também a comprometer-se, em primeira pessoa, na libertação do seu povo. Sua resposta imediata, o seu "sim", é o voto de virgindade, com um novo empenho na vida sacramental e na oração: participação diária na Missa, Confissão e Comunhão frequentes, longos momentos de oração silenciosa diante do Crucificado ou diante da imagem de Nossa Senhora. A compaixão e o compromisso da camponesa francesa diante o sofrimento de seu povo tornaram-se mais intensos devido à sua relação mística com Deus. Um dos aspectos mais originais da santidade desta jovem é precisamente este vínculo entre experiência mística e missão política. Depois dos anos de vida oculta e de amadurecimento interior, chega o biênio breve, mas intenso, da sua vida pública: um ano de ação e um ano de paixão.

No início de 1429, Joana começa a sua obra de libertação. Vários depoimentos mostram a jovem, de apenas 17 anos, como uma pessoa muito forte e determinada, capaz de convencer homens inseguros e desanimados. Superando todos os obstáculos, encontra o Delfim da França, futuro rei Charles VII, que em Poitiers a submete a um exame por parte de alguns teólogos da Universidade. Seu julgamento é positivo: não veem nela nada de errado, apenas uma boa cristã.

Em 22 de março de 1429, Joana dita uma carta importante ao rei da Inglaterra e aos seus homens, que assediam a cidade de Orléans (Ibid., p. 221-222). Sua proposta é de verdadeira paz, na justiça entre os dois povos cristãos, à luz dos nomes de Jesus e Maria, mas esta proposta é rejeitada e Joana deve se engajar na luta pela libertação da cidade, que acontece em 8 de maio. O outro destaque de sua ação política é a coroação do rei Charles VII em Reims, em 17 de julho de 1429. Durante um ano inteiro, Joana vive com os soldados, realizando entre eles uma verdadeira missão de evangelização. Há muitos testemunhos de sua bondade, sua coragem e extraordinária pureza. É chamada por todos - e ela mesma se define - como "a donzela", ou seja, a virgem.

A paixão de Joana começa em 23 de maio de 1430, quando é presa pelos seus inimigos. Em 23 de dezembro, é conduzida à cidade de Rouen. Lá, leva-se a cabo o longo e dramático Processo de Condenação, que começa em fevereiro de 1431 e termina em 30 de maio, com a fogueira. É um processo grande e solene, presidido por dois juízes da igreja, o bispo Pierre Cauchon e o inquisidor Jean Le Maistre, mas, na verdade, foi totalmente conduzido por um grande grupo de teólogos da famosa Universidade de Paris, envolvidos no processo como conselheiros. Eles são eclesiásticos franceses que, tendo tomado a decisão política oposta à de Joana, têm a priori uma opinião negativa sobre sua pessoa e sobre sua missão. Este processo é uma página comovente da história da santidade e também uma página iluminadora sobre o mistério da Igreja, que, nas palavras do Concílio Vaticano II, é "ao mesmo tempo santa e sempre necessitada de purificação" (LG, 8). É o encontro dramático entre esta santa e seus juízes, que são eclesiásticos. Joana é acusada e julgada por eles, até chegar a ser condenada como herege e enviada à morte horrível da fogueira. Ao contrário dos santos teólogos que haviam iluminado a Universidade de Paris, como São Boaventura, São Tomás de Aquino e o Beato Duns Scotus, de quem já falei em algumas catequeses, esses juízes são teólogos a quem falta a caridade e a humildade necessárias para ver nessa jovem a ação de Deus. Vêm à mente as palavras de Jesus segundo as quais os mistérios de Deus se revelam a que tem o coração das crianças, enquanto permanecem ocultos aos estudiosos e sábios que não têm humildade (cf. Lc 10, 21). Assim, os juízes de Joana são radicalmente incapazes de compreendê-la, de ver a beleza de sua alma: não sabiam que estavam condenando uma santa.

A apelação de Joana à decisão do Papa, em 24 de maio, foi rejeitada pelo tribunal. Na manhã do dia 30 de maio, ela recebeu pela última vez a Santa Comunhão na prisão e logo depois foi levada ao suplício na praça do mercado velho. Pediu a um dos sacerdotes que colocasse na frente da fogueira uma cruz da procissão. Assim morre Joana, vendo Jesus Crucificado e pronunciando muitas vezes e em voz alta o Nome de Jesus (PNul, I, p. 457, cf. Catecismo da Igreja Católica, 435). Quase 25 anos depois, o Processo de Nulidade, aberto sob a autoridade do Papa Calisto III, termina com uma sentença solene que declara a condenação nula (7 julho de 1456; PNul, II, p 604-610). Este longo processo, que inclui o depoimento de testemunhas e juízos de muitos teólogos, todos favoráveis à Joana, destaca a sua inocência e perfeita fidelidade à Igreja. Joana d'Arc foi canonizada em 1920, por Bento XV.

Queridos irmãos e irmãs, o Nome de Jesus, invocado pela nossa santa até os últimos momentos da sua vida terrena, foi como a respiração da sua alma, como o bater do seu coração, o centro de toda a sua vida. O "mistério da caridade de Joana d'Arc", que tanto fascinou o poeta Charles Péguy, é esse amor total a Jesus e aos demais, em Jesus e por Jesus. Esta santa compreendeu que o Amor abraça toda a realidade de Deus e do homem, do céu e da terra, da Igreja e do mundo. Jesus esteve sempre em primeiro lugar durante toda a sua vida, segundo sua belíssima afirmação: "Nosso Senhor é o primeiro a ser servido" (PCon, I, p. 288, cf. Catecismo da Igreja Católica, 223).

Amá-lo significa obedecer sempre à sua vontade. Ela afirmou com total confiança e abandono: "Eu me confio ao meu Deus Criador, eu o amo com todo meu coração" (ibid., p. 337). Com o voto de virgindade, Joana consagra de forma exclusiva toda a sua pessoa ao único amor de Jesus: é a sua "promessa feita ao nosso Senhor de proteger bem a sua virgindade de corpo e de alma" (ibid., p. 149-150). A virgindade da alma é o estado de graça, valor supremo, para ela mais precioso que a vida: é um dom de Deus que ela recebeu e protegeu com humildade e confiança. Um dos textos mais conhecidos do primeiro processo tem a ver com isso: "Interrogada sobre se sabe se está na graça de Deus, responde: ‘Se não estou, Deus nela me ponha: se estou, Deus nela me guarde'" (ibid., p. 62, cf. Catecismo da Igreja Católica, 2005).

Nossa santa viveu a oração como uma forma de diálogo contínuo com o Senhor, que ilumina também seu diálogo com os juízes e lhe confere paz e segurança. Ela pediu com fé: "Dulcíssimo Deus, em honra à vossa santa Paixão, eu vos peço, se me amais, que me reveleis como devo responder a estes homens da Igreja" (ibid., p. 252). Joana vê Jesus como o "Rei do céu e da terra". Assim, em seu estandarte, Joana pintou a imagem de "Nosso Senhor, que sustenta o mundo" (ibid., p. 172), um ícone de sua missão política. A libertação do seu povo é uma obra de justiça humana, que Joana cumpre na caridade, por amor a Jesus. Sua vida é um belo exemplo de santidade para os leigos que trabalham na política, especialmente nas situações mais difíceis. A fé é a luz que guia cada escolha, como testemunhará, um século depois, outro grande santo, o inglês Thomas More. Em Jesus, Joana contempla também a realidade da Igreja, a "Igreja triunfante" do céu e a "Igreja militante" da terra. Em suas palavras, "de Jesus Cristo e da Igreja eu penso que são um só" (ibid., p. 166). Esta afirmação, citada no Catecismo da Igreja Católica (n. 795), tem um caráter verdadeiramente heroico no contexto do Processo de Condenação, na frente de seus juízes, homens da Igreja, que a perseguiram e condenaram. No amor de Jesus, Joana encontrou a força para amar a Igreja até o fim, mesmo no momento da condenação.

Lembro-me com carinho de como Santa Joana d'Arc teve uma profunda influência sobre uma jovem santa dos tempos modernos: Teresinha do Menino Jesus. Em uma vida completamente diferente, transcorrida na clausura, a carmelita de Lisieux se sentiu muito perto de Joana, vivendo no coração da Igreja e participando dos sofrimentos de Jesus para a salvação do mundo. A Igreja as reuniu como padroeiras da França, depois de Nossa Senhora. Santa Teresa expressou seu desejo de morrer como Joana, pronunciando o nome de Jesus (Manoscritto B, 3r); motivava-a o mesmo amor a Jesus e ao próximo, vivendo na virgindade consagrada.

Queridos irmãos e irmãs, com seu luminoso testemunho, Santa Joana d'Arc nos convida a um alto nível da vida cristã: fazer da oração o fio condutor dos nossos dias; ter plena confiança no cumprimento da vontade de Deus, seja ela qual for; viver na caridade sem favoritismos, sem limites; e ter, como ela, no amor a Jesus, um profundo amor à Igreja. Obrigado.

[No final da audiência, o Papa cumprimentou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:]

Queridos irmãos e irmãs:

Falo-vos hoje duma "mulher forte", que levou sem medo a luz do Evangelho às complexas vicissitudes da história: Santa Joana d'Arc. Desde a infância, mostra grande compaixão pelos pobres e atribulados no contexto duma guerra sem fim entre a França e a Inglaterra. A compaixão e o empenho dela em favor do seu povo intensificaram-se ainda mais com sua maturação mística, que teve lugar aos treze anos. Esta ligação entre experiência mística e missão política é um dos aspectos mais originais da santidade desta jovem. Tinha apenas dezenove anos quando - julgada por eclesiásticos, a quem faltava a caridade e a humildade para ver em Joana a ação de Deus - foi condenada como herética, em 1430. Vinte e cinco anos depois, sob a autoridade do Papa Calisto III, abre-se um processo de reabilitação que pôs em evidência a sua inocência e perfeita fidelidade à Igreja, sendo declarada santa pelo Papa Bento XV.

Saúdo, com afeto, a todos vós, amados peregrinos de língua portuguesa, desejando que esta peregrinação a Roma vos encha de luz e fortaleza no vosso testemunho cristão, para confessardes Jesus Cristo como único Salvador e Senhor da vossa vida: fora d'Ele, não há vida nem esperança de a ter. Com Cristo, ganha sentido a vida que Deus vos confiou. Para cada um de vós e família, a minha bênção!

[Tradução: Aline Banchieri.

SANTO HENRIQUE DE OSSÓ E CERVELLÓ - 27/01/2011


Nascido em Vinebre, na Catalunha, a 16 de outubro de 1840, foi ordenado sacerdote a 21 de setembro de 1867. Apóstolo das crianças pela catequese, inspirados de movimentos laicais para uma vivência mais empenhativa do evangelho, diretor de almas. Ficou fascinado pela espiritualidade de santa Teresa de Jesus, mestra de oração e filha da Igreja, à luz de cuja doutrina fundou, em 1876, a Companhia de Santa Teresa. Seus membros devem formar as jovens na escola do evangelho segundo os exemplos da santa de Ávila. Apóstolo dos novos tempos com a pregação e o apostolado da imprensa, após grandes provações e so­frimentos, morreu em Gilet (Valência) a 27 de janeiro de 1896.

Dos Escritos do santo Henrique de Ossó, presbítero
(Um mês na escola do Sagrado Coração, Pról. dos Escri­tos, 3, Roma, 1977, pp. 456-458)

Tende os sentimentos de Cristo

Pensar como Jesus Cristo, sentir como Jesus Cristo, amar como Jesus Cristo, agir como Jesus Cristo, conver­sar como Jesus Cristo, falar como Jesus Cristo. Enfim, conformar toda a nossa vida à de Cristo, revestir-nos de Jesus Cristo! Nisto consiste o único interesse, a ocupação essencial e primária de todo cristão; porque cristão signi­fica alter Christus, outro Cristo. Salvar-se-á aquele que for encontrado conforme à imagem de Cristo. E, para con­formar-nos à vida de Cristo, é necessário antes de tudo estudá-la, conhecê-la, meditá-la. Não porém nos aspectos exteriores, mas penetrando os sentimentos, afetos, dese­jos, intenções de Jesus Cristo, buscando tudo fazer em perfeita união com ele.
É o próprio Jesus, com sua bondade e palavras, quem nos convida a agir assim. Mas como aprenderemos, por exemplo, sua mansidão e humildade? Como em cada ação nos colocaremos diante de Cristo para imitá-lo, se não co­nhecemos os sentimentos de seu Coração ao realizá-la? Porque Cristo viveu, comeu, dormiu, falou, calou-se, ca­minhou, cansou-se, repousou, suou, padeceu fome, sede, pobreza, numa palavra: trabalhou, sofreu, morreu por nós, pela nossa salvação. Portanto, devemos representar-nos Jesus ao natural e realmente; não de maneira teórica e ide­al, que nos levaria a não amá-lo e a não imitá-lo em tudo, como é nosso dever. Jesus é nosso irmão, carne de nossa carne, sangue de nosso sangue, ossos de nossos ossos. Este é o meu Jesus, Deus e homem verdadeiro, vivo, pessoal, que se fez visível sobre esta terra, que viveu, conversou conosco por trinta e três anos. De fato, Verbo eterno do Pai, por nossa salvação desceu do céu, encarnou-se, sofreu, morreu, ressuscitou, subiu ao céu, permanecendo entre nós, no Santíssimo Sacramento do altar, até a consumação dos séculos, para ser nosso companheiro, conforto, alimento.
A vida eterna consiste em conhecer sempre mais a Jesus Cristo, nossa única felicidade no tempo e na eternidade. Quão feliz será a alma que aprender cada dia esta lição e a puser em prática! Que suave pensamento: Viverei, come­rei, dormirei, falarei, calarei, trabalharei, padecerei, tudo farei e sofrerei em união com Jesus, conformando-me à divina intenção e aos sentimentos com que Jesus agiu e quer que sejam os meus no agir ou padecer! Aquele que assim proceder — e devemos todos fazê-lo — viverá, na terra, vida de céu; transformar-se-á em Jesus e poderá re­petir com o Apóstolo: já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim.

Oração

Ó Deus, que em santo Henrique, presbítero, conciliastes admiravelmente o espírito de contínua oração com uma in­fatigável atividade apostólica, por sua intercessão, concedei-nos perseverar no amor de Cristo e servir a vossa Igreja com o testemunho da palavra e da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

É NECESSÁRIO RECONHECER O PAPEL DE NOSSOS LEIGOS COMPROMETIDOS COM A ORDEM


ROMA-ITALIA (11-01-2011)

Refletir sobre o papel e a importância da Ordem Secular no mundo em que vivemos é o principal objetivo da carta do nosso Padre Geral, Saverio Cannistrá, que enviou a todos os frades, monjas e membros da Ordem Secular Carmelo.

No documento, datado da solenidade da Epifana do Senhor, P. Savério afirma a necessidade de reconhecer o papel dos nossos leigos envolvidos com a Ordem no desenvolvimento de nossa missão. O Carmelo Secular é algo mais que um grupo de leigos que se identificam ou simpatizou com um convento, mosteiro ou paróquia Carmelita, os membros da Ordem secular do Carmelo têm um compromisso com a sua vida, com sua missão e com seu caminho espiritual.

A este respeito o Prepósito Geral argumenta que a Ordem Secular comunica a própria espiritualidade Carmelitana para o mundo em torno de si, como expressa Padre Luis Aróstegui em a carta de 2006 para a Província, com ocasião do documento sobre a pastoral assistencial aos membros da secular Carmelo.

Além disso, o P. Savério na sua carta lermbra que a relação que existe entre os frades e o secular é uma graça e a responsabilidade. A responsabilidade de uma formação dos membros maduros na igreja e na ordem e a disponibilidade do laicato na plenitude e cumprimento da missão das províncias, mas sobretudo a graça que envolve o enriquecimento recíproco da vocação e no modo em que cada um vive sua vida.

A relação espiritual que existe entre os frades, as monjas e os Carmelitas Seculares é uma fonte de grande riqueza para cada um de nós como indivíduos e como Carmelitas . É também uma fonte de graça e dinamismo para a Igreja que servimos e para o mundo que precisa conhecer a presença de Deus, conclui o P. Geral.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO DAS COMUNIDADES

AMADOS(AS) IRMÃOS (ÃS),

"PRECISAMOS DE DETERMINADA DETERMINAÇÃO!!!!!!PARA NUNCA PARAR!!!!NEM DESANIMAR!!!!"

QUERIDO(AS),

VOCÊS RECEBERÃO DE SEUS PRESIDENTES POR INTERMÉDIO DO SEU CONSELHEIRO RESPONSÁVEL UMAS FICHAS QUE DEVERÃO SER PREENCHIDAS E DEVOLVIDAS ATÉ 31 DE MARÇO, IMPRETERIVELMENTE, PARA A CONSELHEIRA ELISA, QUE FICOU RESPONSÁVEL POR ESSE SERVIÇO (NA FICHA SE ENCONTRA SEU ENDEREÇO).

ESTAMOS USANDO UM NOVO PROGRAMA PARA QUE NO FUTURO ESTE TRABALHO SEJA EFETUADO COM MAIS FACILIDADE.

AGUARDO E AGRADEÇO SUA ATENÇÃO MAIS UMA VEZ!!!!

POR FAVOR, DIVULGUE ESTE PEDIDO .

MEU CARINHO E ORAÇÕES,

MARIA EDUARDA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O mistério da vocação

REFLEXÃO SOBRE O EVANGELHO DE HOJE
Marcos 3,13-19.
Jesus subiu depois a um monte, chamou os que Ele queria e foram ter com
Ele.
Estabeleceu doze para estarem com Ele e para os enviar a pregar,
com o poder de expulsar demónios.
Estabeleceu estes doze: Simão, ao qual pôs o nome de Pedro;
Tiago, filho de Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais deu o nome de
Boanerges, isto é, filhos do trovão;
André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu,
Simão, o Cananeu,
e Judas Iscariotes, que o entregou.

...............................


Não vou fazer outra coisa senão começar a cantar o que eternamente devo
repetir – «As misericórdias do Senhor»!!! (Sl 88,1) [...] Abrindo [...] o
santo Evangelho, os meus olhos caíram sobre estas palavras: «Tendo Jesus
subido a um monte, chamou a Si aqueles que lhe aprouve; e vieram para Ele».



Eis todo o mistério da minha vocação, da minha vida inteira e, sobretudo, o
mistério dos privilégios de Jesus para com a minha alma... Não chama
aqueles que são dignos, mas aqueles que Lhe apraz ou, como diz São Paulo:
«Deus tem piedade de quem Ele quer e faz misericórdia a quem Ele quer fazer
misericórdia. Não é portanto do que quer nem do que corre, mas de Deus que
faz misericórdia» (Rom 9, 15-16).


Durante muito tempo me perguntei porque é que Deus tinha preferências,
porque é que nem todas as almas recebiam igual medida de graças;
admirava-me ao vê-Lo prodigalizar favores extraordinários aos Santos que o
tinham ofendido, como São Paulo, Santo Agostinho e que Ele forçava, por
assim dizer, a receber as Suas graças; ou então, ao ler a vida dos santos
que Nosso Senhor Se comprazia em acarinhar, deste o berço à sepultura, sem
permitir no seu caminho qualquer obstáculo que os impedisse de se elevarem
para Ele. [...] Jesus dignou-se instruir-me acerca deste mistério. Colocou
diante de mim o livro da natureza e compreendi que todas as flores que Ele
criou são belas. [...] Quis criar os grandes santos que podem ser
comparados aos lírios e às rosas; mas criou também outras, mais pequenas e
estas devem contentar-se com ser margaridas ou violetas, destinadas a
deleitar os olhares de Deus quando as curva aos Seus pés. A perfeição
consiste em fazer a Sua vontade, em ser o que Ele quer que sejamos...


Santa Teresa do Menino Jesus (1873-1897), Carmelita, Doutora da Igreja
MS A, 2 r°-v° (Manuscritos autobiográficos

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Teresianos: renovado impulso para a vida cristã

Mensagem de Bento XVI no centenário da Instituição Teresiana
MADRI, quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Bento XVI, em sua mensagem à família espiritual Teresiana, dedicou palavras de carinho e encorajamento, por ocasião do seu centenário.

Recordando seus inícios, o Papa disse: "Sob o olhar amoroso de Nossa Senhora de Covadonga, nasceu uma ideia, uma boa ideia para dar um renovado impulso para uma vida cristã exigente e uma generosa missão de evangelizar e humanizar os diversos setores sociais".

A abertura oficial do Centenário foi realizada no sábado, 15 de janeiro, na Igreja Colegiada de São Isidoro, de Madri.

Bento XVI também se referiu a São Pedro Poveda, o fundador, de que disse: "Ele colocou em prática [o Instituto Teresiano] com mansidão, determinação e competência, até chegar, hoje, a muitos países em quatro continentes".

São Pedro Poveda

O Santo Padre se une ao agradecimento a Deus "por tantos dons recebidos de sua bondade ao longo destes anos, pelos frutos de santidade alcançados, em particular em seu santo Fundador, na Beata Victoria y Díez e na Venerável Josefa Segovia".

Beata Victoria y Díez

E convida "as teresianas e associados a renovarem com alegria seu compromisso de cultivar com esmero em seu coração a presença de Cristo, segundo a grande mestra nas coisas do espírito, Santa Teresa, de modo que sua vida seja um exemplo no mundo e suas atividades projetem em cada ser humano a luz de Deus".

Confiou a Maria as iniciativas e celebrações de comemoração, "a fim de alcançar muitos frutos nesta tarefa apaixonante de despertar a alma humana e cristã no mundo da cultura, da educação e da promoção da pessoa como um todo"; e envia a todos os membros da Associação sua bênção apostólica.

Com uma longa procissão de sacerdotes concelebrantes, três bispos - Fidel Herráez, auxiliar de Madri, Faustino Sainz, antigo núncio papal na Inglaterra, Ramón del Hoyo, bispo de Jaén, e o cardeal arcebispo de Madri, Antonio María Rouco Varela, começou a Eucaristia na qual a Instituição Teresiana deu graças a Deus no início do primeiro centenário de sua história.

Em sua homilia, o cardeal Rouco expressou sua alegria por presidir a celebração e deu graças pelo centenário da Instituição Teresiana, pela variedade de seus frutos e pela "realidade múltipla e complexa que é, uma grande representação da Igreja na sociedade".

Ele destacou a força das "raízes da Instituição Teresiana, ao estarem arraigadas em Cristo através de expressões e de pessoas santas, entre as quais se destaca o fundador, São Pedro Poveda". Também se referiu à Beata Victoria Díez, professora, membro da Instituição e mártir como Poveda; e a Josefa Segovia, quem desejou ver beatificada em breve.

Destacou, como "uma providencial coincidência", o anúncio da beatificação do Papa João Paulo II em 1º de maio deste ano, no contexto deste centenário. Também anunciou que, em 16 de março, será lançada a pedra fundamental da Paróquia de São Pedro Poveda de Madri.

Ao remontar-se a 1911, o arcebispo de Madri sublinhou que este foi o início dos tempos modernos, poucos anos antes da 1ª Guerra Mundial. E que na sociedade havia um ambiente pouco consciente do que ia acontecer. A ideia de Poveda sobressaiu naquela época como uma resposta de que a sociedade e a Igreja necessitavam. "Ajudou as crianças e jovens através da educação, e a compreender a verdade do homem através do mistério de Cristo", acrescentou.

O cardeal admirou a ousadia implícita no carisma teresiano ao nascer, inspirado em Santa Teresa de Jesus, que conhecia, como poucas pessoas, o que significa uma vida interior que leva a enraizar-se em Cristo.

Concluiu mencionando Covadonga, o berço da Instituição Teresiana e da Espanha contemporânea. Pediu a Nossa Senhora e a São Pedro que acompanhassem aqueles que pertencem ou se sentem parte da instituição neste ano.

Um aplauso forte e prolongado irrompeu no templo, no final da cerimônia religiosa, como um sinal de festa e agradecimento especial a Deus.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Agradeço a Deus por mais esta graça!

Queridos irmãs e irmãs
Só Deus Basta!
Partilho com vocês nossa viagem à Holanda onde fomos a Handel visitar nossos frades e tivemos uma acolhida maravilhosa. As saudades eram muitas!!!!!

Depois, seguimos para Cairo no Egito sendo recebidos na Comunidade onde nosso amado frei Patrício é o superior. Partilhamos por 8 dias deste convívio com nosso irmãos carmelitas que nos hospedaram e nos trataram com um imenso carinho.

Pudemos conhecer vários lugares, num país antigo e totalmente diferente do nosso, onde ouvíamos árabe a todo tempo sem entender nada.

As Pirâmides são realmente uma das sete maravilhas do Mundo, passear no Nilo foi emocionante, o Museu o Cairo cheio de surpresas, o Mercado a céu aberto fabuloso, o bairro Copta bem diferente com igrejas muito antigas, as ruas movimentadas (o transito de São Paulo e Rio de Janeiro é pequeno perto do de Cairo), carros antigos e tocando as buzinas o tempo todo e quase sem sinais de transito, o povo atravessa no meio dos carros..., cinco vezes por dia, a TV e o Radio param a programação transmitindo o chamado para a oração vindo das Mesquitas que existem em abundancia. Em todo canto se escuta este chamado devido ao numero de Mesquitas ,umas perto das outras.As mulheres tem o rosto totalmente coberto ou somente a cabeça com lenços alguns bem bonitos.

Na Comunidade Carmelitana, cada um fala uma língua (inglês, francês, espanhol, italiano e árabe). Mas a linguagem do amor e carinho todos entendem!!!!E assim nos comunicávamos bem!Frederico ajudava nas traduções...
Assistimos missa copta, em árabe e latim. Rezávamos junto com o povo com o nosso coração.
O primeiro milagre de Santa Teresinha foi feito para um muçulmano. Eles entram na Igreja ,que é um santuário e na imagem dela rezam , abraçam e choram.Deus ouve as preces de seus filhos!!!!!
Foi uma experiência maravilhosa!
Conhecemos um dos hospitais cuidados pelos nossos irmãos carmelitas que fica atrás do convento. Há outro hospital e uma escola para 180 crianças em Alexandria.Um trabalho muito útil no meio do povo pobre.
A maioria do povo do Egito é carente e bem sofrido.
Os freis de Handel e Frei Patrício enviaram abraços para nós todos da OCDS do Brasil!
De lá, me lembrei de cada um de vocês daqui do nosso Brasil e pedi ao Senhor que os abençoasse neste ano iniciado!
Possamos nos animar para realiza os nossos projetos para 2011!Deus nos dará forças!
Meu carinho,
Maria Eduarda

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Últimas notícias do Capítulo Provincial


Na manhã do dia 13 de janeiro os Capitulares reunidos em São Roque elegeram os superiores das Comunidades da nossa Província São José, a saber:


Santa Teresinha - São Paulo: Fr. Pierino Orlandini

Santa Teresinha - Rio de Janeiro: Fr. César Cardoso

Centro Teresiano - São Roque: Fr. Leandro

Santa Teresa - Belo Horizonte: Fr. Alzinir Debastiani

São João da Cruz - Belo Horizonte: Fr. Geraldo Afonso

Nossa Senhora do Carmo - Caratinga: Fr. Jorge Jacinto

São José - Piedade de Caratinga: Fr. Aurílio

Nossa Senhora da Assunção - Handel (Holanda): Fr. João Bonten

Beata Elizabete - Brasília: Fr. Cléber dos Santos.



O Capítulo também aprovou por unanimidade uma fundação no Nordeste do Brasil.
 
 
 
Na manhã desta quarta-feira foi eleito o Conselho Provincial para o novo triênio, a sabe

Primeiro Conselheiro: Fr. Alzinir Debastiani

Segundo Conselheiro: Fr. Marcos Matsubara

Terceiro Conselheiro: Fr. George Alves

Quarto Conselheiro: Fr. Cléber dos Santos



A Assembléia Capitular acatou as sugestões dos candidatos ao Conselho dadas pelo Provincial, fr. Rubens. Na escolha dos Conselheiros Fr. Rubens quis contemplar todas as gerações que formam a Província.

CURIOSIDADES CAPITULARES

Este e o terceiro capítulo desde que fomos constituidos como Provincia autônoma da Ordem


É o capítulo com maior numero de participantes: 32

Pela primeira vez o capítulo conta com missionários da Província enviados para o estrangeiro

Das Províncias fundadoras da nossa circunscrição dois frades remanescentes participam do Capítulo: Frei Pierino (originário da Prov. Romana) e Frei João Bontem (originário da Prov. Holandesa). Frei Patrício (originário da Prov. Toscana) encontra-se a serviço da Casa Geral, no Egito.

Todos os Capítulos, desde quando Comissariado, foram realizados em São Roque (SP).

Dos 32 frades presentes 8 participam do Capítulo pela primeira vez. É o Capítulo que reuniu um maior número de jovens frades professos.

Desde que fora constituida a Semi-Província nenhum Provincial foi imediatamente reeleito.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Comissão de Jovens se reúne em São Roque-SP

“Como são maravilhoso e misterioso os encontros proporcionados por Deus em nossas vidas”.

                                                                                                (Edith Sthein)



A Comissão de Jovens se reuniu no fim de semana do dia 08 e 09 de janeiro no Centro Teresiano, em São Roque/SP para a preparação do O VIII ENCONTRO DE JOVENS OCDS, que acontecerá no mês de Julho em Trindade/GO.


Participaram da Reunião os membros da comissão: Esther (Itapetininga/SP), Sergio (Sete Lagoas/MG), Thiago (Trindade/GO), Gardênia (Goiânia/GO), Nossa conselheira Rosangela (São Paulo/SP). Além da presença enriquecedora e fraterna de nosso querido Frei Jorge, Ana Scarabelli (Caratinga/MG) e Elisa (Itapetininga/SP). As ausências dos membros Ceane (Fortaleza/CE) e James (Três Pontas/MG) que não puderam vir foram sentidas, mas agradecemos pelas orações .


AGRADECEMOS EM ESPECIAL OS FRADES DO CARMELO DE SÃO ROQUE QUE NOS RECEBERAM, ACOLHERAM PARA A REUNIÃO E TAMBÉM NOS HOSPEDANDO COM ALEGRIA O NOSSO DEUS LHES PAGUE!!!

Nossa Reunião já fechou varias questões sobre o encontro e em breve todos poderão conferir no blog.

Abraços Fraterno,
Pela Comissão Jovem
Esther ocds.
A Comunidade Santa Teresa de Jesus - RJ, alegra-se em unidade com os demais irmãos da Ordem Carmelita Descalça pela eleição de Frei Rubens Sevilha como Provincial para o triênio 2011 - 2013. Rogamos a Deus as luzes necessárias para bem cumprir sua mais recente missão.
Fraternalmente,

Comunidade Santa Teresa de Jesus - Campinho - RJ

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Frei Rubens é eleito Provincial


Frei Rubens Sevilha foi eleito Provincial da Província São José em eleição ocorrida na sessão eletiva do Capítulo Provincial nesta tarde, em São Roque.
Fr. Rubens já havia sido escolhido Provincial quando nossa circunscrição era Semi-Província. Natural de Tarabay, interior de São Paulo, fr. Rubens ingressou na Ordem ainda pequeno, na Escola Apostólica Santa Teresinha, em São Roque e testemunhou todo o processo recente do qual nasceu a nossa nova Província. No ano passado havia celebrado em São Paulo, onde era superior, os 25 anos de sua ordenação sacerdotal. A ele as orações e o apoio de todos.


NÓS CARMELITAS SECULARES
PARABENIZAMOS
NOSSO NOVO PROVINCIAL
FREI RUBENS SEVILHA!

CONTE SEMPRE COM NOSSAS
ORAÇÕES E AMIZADE FRATERNA.

Ordem dos Carmelitas Descalços: Frei Rubens é eleito Provincial

Blog: Ordem dos Carmelitas Descalços
Postagem: Frei Rubens é eleito Provincial
Link: http://provsjose.blogspot.com/2011/01/frei-rubens-e-eleito-provincial.html

Bonecas de monjas carmelitas



Novidade - quem se interessar, entrar em contato por e-mail: sonia.fernando@hotmail.com ou pelos telefones: (21)2451-2348 ou 3042-5724 para maiores informações.

Um abraço carinhoso e fraterno à todos e fiquem com Deus.
Sonia.

COMUNICADO DA TESOURARIA

COMUNICADO AOS TESOUREIROS E PRESIDENTES OCDS

Conforme aprovado em assembléia geral da OCDS, a partir de janeiro/2011 os serviços de tesouraria serão por conta da nova TESOUREIRA, nossa irmã Carmelita.

Dados para contato:
CARMELITA MARIA SAMPAIO DA SILVA
Grupo São José (Aparecida-SP)
Rua Tocantins, 59 – Pedregulho – Guaratinguetá-SP – CEP: 12.514-660
Telefones: res. 0xx.(12) 31223346 esc. 0xx.(12) 31223613

OBSERVAÇÃO:
1 – A conta para os depósitos continua a mesma;
2 - Somente deverão ser enviados para o antigo tesoureiro (Alencastro), os recibos e documentos com data de operação até 31/12/2010. Tudo que for a partir de 01/01/2011 enviar para endereço da Carmelita.
3 – Quaisquer novas orientações, dúvidas e esclarecimentos entrar em contato com a
Carmelita.

Obrigado e abraços a todos.

Alencastro

Novo provincial

A comunidade Santa Teresa e beata Myriam parabeniza o nosso provincial frei Rubens. Que o seu triênio seja de muita paz e bençãos.

Parabéns frei Marcos

Ao nosso querido frei Marcos,Hideo, o nosso abraço carinhoso pelo seu aniversário dia 10 de janeiro. que Nossa Senhora o abençoe e que por muitos e muitos anos possamos desfrutar da sua presença maravilhosa.
Com amor da comunidade Santa Teresa e beata Myriam de Franca

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Na última reunião de Conselho da Comunidade Santa Teresa de Jesus, realizada em Novembro de 2010, foi aprovada a admissão de Humberto Luiz Macieira Cerqueira. Em conformidade e obediência às nossas Constituições, seu retiro será dentro do mês corrente, e a santa missa no dia 13 de fevereiro.
Caridade incluí-lo em vossas orações.
Deus lhes pague.

Comunidade Santa Teresa de Jesus - RJ

domingo, 2 de janeiro de 2011

01 ano sem Dyonísio


Hoje, dia 02/01, faz um ano que o nosso irmão Dyonísio da Silva partiu para a casa do Pai. A OCDS - Província São José se une em oração pela sua alma e em louvor a Deus por todo o trabalho realizado por ele em nossa província durante a sua caminhada terrena, tanto nas fundações de comunicades OCDS, bem como no preparo de formações, do calendário litúrgico, de suas alegres participações nos recreios carmelitanos e de toda a contribuição dada por ele a este blog no ano de 2009.
Saudades.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...