sábado, 30 de setembro de 2017

Reunião da OCDS Camaragibe na Missa de Santa Teresinha

          Este sábado, de acordo com a Calendário-Programa da OCDS Camaragibe, ocorreu mais uma reunião da Comunidade. Passamos a manhã sob a proteção das árvores do Carmelo da Imaculada Conceição. O tema estudado foi o contido no Livro de Formação: Pequena Via.

          Durante o período da tarde ocorreu a reunião com os "novos". Postulantes a entrar na OCDS. Foram colocados alguns pontos importantes, pois dentre eles alguns frequentaram outras comunidades da Igreja.

          Por fim, a Comunidade assistiu à Missa Solene de Santa Teresinha, presidida pelo Pe César e cuja equipe da liturgia foi composta por membros da OCDS Camaragibe: Fred, Nicole e Mozeiner.










quarta-feira, 27 de setembro de 2017

RECORDAÇÃO DA PROCLAMAÇÃO DE SANTA TERESA DE JESUS A DOUTORA DA IGREJA HOMILIA DO PAPA PAULO VI


Domingo, 27 de Setembro de 1970

Nós conferimos, ou melhor, Nós reconhecemos o título de Doutora da Igreja a Santa Teresa de Jesus.
O facto de proferir o nome desta Santa singularíssima e grandíssima, neste lugar e nesta circunstância, basta para suscitar nas nossas almas uma multidão de ideias.
A primeira seria a de evocar a figura de Santa Teresa. Vemo-la aparecer diante de nós como uma mulher excepcional, como uma religiosa que, coberta inteiramente pelo véu da humildade, da penitência e da simplicidade, irradia à sua volta a chama da sua vitalidade humana e do seu dinamismo espiritual, e depois como a reformadora e fundadora de uma Ordem religiosa insigne e histórica, escritora genialíssima e fecunda, mestra de vida espiritual, incomparável na contemplação e infatigável na acção. Como é grande, como é única, como é humana e como é atraente esta figura!
Antes de tratarmos de outro assunto, sentimo-Nos tentado a falar dela, desta Santa que, sob muitos aspectos, desperta grande interesse. Mas não deveis esperar que, neste momento, falemos da pessoa e da obra de Teresa de Jesus. A dupla biografia, apresentada no livro que a Sagrada Congregação para as Causas dos Santos preparou com tanto cuidado, bastaria para desencorajar quem quisesse condensar em breves palavras a imagem histórica e biográfica desta Santa, que parece transbordar dos traços descritivos que a pretendessem encerrar.
Aliás, não é propriamente sobre ela que desejamos agora fixar, por alguns instantes, a vossa atenção. Mas é sobre o acto que acabámos de realizar, sobre o facto que inscrevemos na história da Igreja e que confiamos à piedade e à reflexão do Povo de Deus; por outras palavras, sobre a atribuição do título de «Doutora» a Santa Teresa de Ávila, a Santa Teresa de Jesus, a grande Carmelita.
O significado deste acto é muito claro. É um acto que intencionalmente quer ser luminoso, que poderia ter a sua imagem simbólica numa lâmpada acesa diante da humilde e majestosa figura da Santa. É um acto luminoso, por causa do facho de luz que a lâmpada do título de Doutora projecta sobre ela, e também por causa do outro facho de luz que este mesmo título de Doutora projecta sobre nós.
Sobre ela, Teresa: a luz do titulo de Doutora põe em evidência valores indiscutíveis que já tinham sido amplamente reconhecidos, como, antes de tudo, a santidade da sua vida, valor que já tinha sido proclamado oficialmente a 12 de Março de 1622 — ela tinha morrido trinta anos antes — pelo Nosso predecessor Gregório XV, na célebre canonização, que, juntamente com a nossa Carmelita, inscreveu, no catálogo dos Santos, Inácio de Loiola, Francisco Xavier, Isidoro Agricultor, todos eles glória da Espanha católica, e Filipe Neri, florentino-romano. Põe, igualmente, em realce « a eminência da doutrina », em segundo lugar, é verdade, mas de um modo especial (cfr. Prospero Lambertini (Bento XIV) De Servorum Dei Beatificatione, IV, 2, c. II, n. 13).
A doutrina de Santa Teresa de Ávila resplandece pelos carismas de verdade, de conformidade com a fé católica, de utilidade para a erudição das almas, e também por outro carisma que podemos sublinhar, o da sabedoria, que nos leva a pensar no aspecto mais atraente e, ao mesmo tempo, mais misterioso do doutorado de Santa Teresa, isto é, no influxo da inspiração divina nesta prodigiosa escritora mística.
De onde tirou Teresa o tesouro da sua doutrina? Sem dúvida, da sua inteligência e da sua formação cultural e espiritual, das suas leituras, dos colóquios com os grandes mestres de teologia e de espiritualidade, da sua singular sensibilidade, da sua habitual e intensa disciplina ascética, da sua meditação contemplativa, numa palavra, da sua correspondência à graça, que ela recebia na sua alma extraordinàriamente rica e preparada para a prática e a experiência da oração. Mas, era esta a única fonte da sua « doutrina eminente » ? Porventura não devemos procurar em Teresa actos, factos, estados de alma, que não provinham dela, mas que eram experimentados por ela, isto é, sofridos, passivos, místicos, no verdadeiro sentido da palavra, para os atribuir a uma acção extraordinária do Espírito Santo ? Encontramo-nos, indubitàvelmente, diante de uma alma, na qual a iniciativa divina extraordinária se manifesta, é experimentada e depois descrita, simples, fiel e maravilhosamente, com uma linguagem literária própria.
Neste ponto, multiplicam-se as questões. A originalidade da acção mística é considerada um dos fenómenos psicológicos mais delicados e mais complexos, em que muitos factores podem intervir e obrigar o observador às mais severas cautelas. Mas as maravilhas da alma humana manifestam-se neles de um modo surpreendente, principalmente a do amor, que celebra nas profundezas do coração as suas expressões mais variadas e mais completas, amor que devemos por fim chamar conúbio, porque é o encontro do Amor divino inundante que desce para se unir com o amor humano, o qual, por sua vez, tende a subir com todas as suas forças. É a união mais íntima e mais forte com Deus que a alma pode experimentar nesta terra, e que se torna luz e sabedoria das coisas divinas e sabedoria das coisas humanas.
E é destes segredos que nos fala a doutrina de Santa Teresa: os segredos da oração. A sua doutrina concentra-se neste ponto. Santa Teresa teve o privilégio e o merecimento de conhecer estes segredos, por meio da experiência, vivida na santidade de uma vida consagrada à contemplação e, ao mesmo tempo, dedicada à acção, experiência sofrida e também gozada, na efusão de extraordinários carismas espirituais. Teresa possuiu a arte de expor estes segredos em grau tão elevado que se classificou entre os maiores mestres da vida espiritual. É, por isso, que a sua estátua nesta Basílica, entre as fundadoras de Famílias Religiosas, tem uma inscrição que define muito bem a Santa: Mater spiritualium.
Esta prerrogativa de Santa Teresa, a de ser mãe e mestra das pessoas que se dedicam à vida espiritual, já tinha sido admitida, podemos dizer, por consenso unânime: mãe de encantadora simplicidade e mestra de admirável profundidade. O apoio da tradição dos Santos, dos teólogos, dos fiéis e dos estudiosos da matéria já lhe tinha sido dado. Nós, agora, confirmamo-lo, fazendo com que ela, ornada deste título de mestra, possa ter uma missão mais autorizada a cumprir na sua Família religiosa, na Igreja orante e no mundo, com a sua mensagem perene e presente: a mensagem da oração.
Esta é a luz, hoje mais viva e penetrante, que o título de Doutora, conferido a Santa Teresa, projecta sobre nós. A mensagem da oração chega até nós, filhos da Igreja, num momento caracterizado por um grande esforço de reforma e de renovação da oração litúrgica. Chega até nós que nos sentimos tentados pelo grande rumor do mundo exterior e pelo empenho com que ele se dá às preocupações da vida moderna, com o risco de perder os verdadeiros tesouros da nossa alma, na conquista dos sedutores tesouros da terra. Chega até nós, filhos do nosso tempo, numa época em que se vão perdendo não só o hábito do colóquio com Deus, mas também o sentido da necessidade e do dever de O adorar e invocar. Chega até nós a mensagem da oração, canto e música do espírito, embebido da graça e aberto à conversação da fé, da esperança e da caridade, enquanto a investigação psicanalítica desagrega o instrumento frágil e complicado, que somos nós, não para tirar dele as vozes da humanidade sofredora e redimida, mas para auscultar o turvo rumor do seu subconsciente animal e o clamor das suas paixões desordenadas e da sua angústia desesperada. Chega até nós a mensagem sublime e simples de oração da sábia Santa Teresa, que nos exorta a compreendermos « o grande bem que Deus faz a uma alma quando a prepara para praticar com ardor a oração mental... porque a oração mental, segundo o meu parecer, é simplesmente um modo amável de tratar que muitas vezes empregamos ao falar a sós com Aquele que sabemos que nos ama» (Vida, 8, 4-5).
Em resumo, é esta a mensagem que nos apresenta Santa Teresa de Jesus, Doutora da Igreja: ouçamo-la e façamo-la nossa.
Devemos agora acrescentar duas observações que Nos parecem importantes.
A primeira é a seguinte: Santa Teresa de Ávila é a primeira mulher a quem a Igreja confere este titulo de Doutora, apesar da severa frase de São Paulo: « Calem-se as mulheres nas assembleias pois que não lhes é permitido falar » (1 Cor 14, 34), o que significa, até hoje, que a mulher não é destinada a ter na Igreja funções hierárquicas de magistério e ministério. Este preceito apostólico foi, porventura, violado?
Podemos responder com clareza negativamente. Na realidade, não se trata de um título que comporte funções hierárquicas de magistério, mas, ao mesmo tempo, devemos declarar que este facto não significa de modo algum uma apreciação menor da sublime missão que a mulher tem no Povo de Deus.
Pelo contrário, a mulher, ao ser recebida na Igreja pelo baptismo, participa do sacerdócio comum dos fiéis, que a habilita e obriga a «professar diante dos homens a fé recebida de Deus por meio da Igreja » (Lumen Gentium, n. 11). E nesta profissão de fé muitas mulheres chegaram aos cumes mais elevados, até serem, com a sua palavra e os seus escritos, luz e guia para os seus irmãos. Luz alimentada todos os dias no contacto íntimo com Deus, também nas formas mais nobres da oração mística, para a qual São Francisco de Sales não hesita em dizer que possuem uma especial capacidade. É luz que se tornou vida, de maneira sublime, para o bem e o serviço dos homens.
Por isso, o II Concílio do Vaticano quis reconhecer a elevada colaboração com a graça divina que as mulheres são chamadas a dar, para a instauração do Reino de Deus na terra, e, ao exaltar a grandeza da sua missão, não duvida em convidá-las igualmente a cooperarem « para que a humanidade não decaia», « para reconciliar os homens com a vida », « para salvar a paz no mundo » (II Concílio do Vaticano, Mensagem às mulheres).
Em segundo lugar, não queremos silenciar o facto que Santa Teresa era espanhola e que a Espanha a considera, com razão, como uma das suas maiores glórias. Na sua personalidade podemos apreciar as características da sua pátria: a fortaleza de espírito, a profundidade de sentimentos, a sinceridade de coração e o amor à Igreja. A sua figura surgiu numa época gloriosa de santos e de mestres, que caracterizaram o seu tempo com o desenvolvimento da espiritualidade. Teresa ouviu-os com a humildade de uma discípula e, ao mesmo tempo, soube julgá-los com a perspicácia de uma grande mestra de vida espiritual, e, como tal, estes consideraram-na.
Por outro lado, dentro e fora das fronteiras da pátria, agitava-se com violência a tempestade da Reforma, lançando os filhos da Igreja uns contra os outros. Santa Teresa, por causa do seu amor à verdade e da sua intimidade com o Divino Mestre, teve que sofrer amarguras e incompreensões de toda a espécie, e o seu espírito não sabia conservar a paz diante da ruptura da unidade. « Sofri muito — escreveu — e, como se pudesse ou fosse alguma coisa, chorava diante do Senhor, suplicando que remediasse tantos males » (Camino de perfección, c. 1, n. 2, em: BAC, 1962, n. 185).
Este seu sentir com a Igreja, provado na dor que ela sentia ao ver a dispersão das forças, levou-a a reagir com o seu carácter castelhano cheio de vigor, no anseio por edificar o Reino de Deus. E, assim, decidiu-se a penetrar no mundo que a circundava, com uma visão reformadora, para imprimir nele um sentido, uma harmonia e uma alma cristã.
Cinco séculos depois, Santa Teresa de Ávila continua a deixar o exemplo da sua missão espiritual, da nobreza do seu coração, sequioso de catolicidade, do seu amor, despojado de todo o afecto terreno para dar-se totalmente à Igreja. Antes do seu último respiro, ela pôde dizer, como epílogo de toda a sua vida: «Finalmente sou filha da Igreja!».
Queremos ver, nesta expressão, que é presságio e prelúdio da glória dos Santos para Teresa de Jesus, a herança espiritual legada a toda a Espanha. Queremos ver também um convite a todos nós, para fazermos eco à sua voz e para a transformar em programa de vida a fim de poder repetir com ela: somos filhos da Igreja.
Damo-vos a Nossa Bênção Apostólica

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Comunidades e Grupos compartilham suas atividades nas redes sociais

Comunidade Santa Teresa de Jesus - Campinho/RJ
A comunidade se reuniu para um lanche partilhado.
Grupo São José - Petrópolis/RJ
Comemoração de 5 anos de fundação do Grupo
.
 Comunidade Santa Teresinha - Sete Lagoas/MG
Reunião de formação com o Frei Hudson.
Comunidade São José de Santa Teresa - Fortaleza/CE
 Lazer da comunidade no qual  tiveram uma dinâmica sobre
"As cinco linguagens do Amor".
Comunidade São João da Cruz - São Luís/MA
A Comunidade recebeu Frei Cléber, que falou um pouco sobre a
" Espiritualidade Carmelitana".
 
Comunidade São José - Sete Lagoas/MG

  II Encontro Carmelitano" Minha Vocação É O Amor"

domingo, 24 de setembro de 2017

Comemoração de 5 Anos de História do Grupo São José - OCDS, de Petrópolis



Com grande entusiasmo, celebramos e comemoramos neste domingo dia 24 de setembro, 5 Anos de Fundação do Grupo São José, de Petrópolis - Santa Missa, Orações e Recreio Carmelitano. 

Cantando e louvando as misericórdias do Senhor, iniciamos o dia com a Santa Missa, celebrada pelo Frei Cleber, OAD, na igreja de Santa Catarina de Alexandria, comunidade paroquial da Paróquia de N.Sra. Imaculada Conceição, onde comumente nos reunimos para diversas atividades da Ordem ao longo do ano. Seguidamente, rezamos as Laudes, recreamos e nos confraternizamos, num misto de diversão e estudo, partilha e profunda alegria. 

Fez parte do momento de "Estudo e Recreação" a dinamização da Carta do nosso Padre Geral - Frei Savério. O grupo, dividido em equipes, apresentou de maneira criativa - em forma de Tele-jornal, Mímicas, Teatros, Música e Poesia - trechos da "Carta", dividos previamente pela formação. 

Assim, estamos compartilhando este momento, renovando diante de Deus e dos irmãos a alegria de estarmos trilhando o caminho deste chamado ao Carmelo e o firme propósito de estar, continuamente, unindo forças para estabelecermos no mundo o Reino de Deus, a partir desta espiritualidade que nos anima, e nos faz dizer como a Santa Madre Teresa que somos "filhos da Igreja". 

Salve o Glorioso São José, nosso advogado!



Estela Márcia da Paz -
Formação do Grupo São José


Terminamos com nossa oração:

Salve os 5 Anos de Fundação do GRUPO SÃO JOSÉ!

"Assim, tomei por advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me muito a ele... A esse Santo glorioso, a minha experiência mostra que Deus permite socorrer em todas as necessidades, querendo dar a entender, que São José, por ter-Lhe sido submisso na terra, na qualidade de pai adotivo, tem no céu todos os seus pedidos atendidos."


[Teresa de Jesus. Obras Completas. Livro da Vida, p. 49.]


Amado Deus, neste dia em que celebramos os 5 (cinco) Anos de Fundação do Grupo São José, agradecemos por ter-nos dado tão caro patrono e intercessor para conosco laborar para estabelecer o vosso Reino no mundo como carmelitas seculares, filhos de Teresa de Jesus e João da Cruz, caminhando e subindo o Monte que é Cristo, com Ele meditando e anunciando a Palavra de Vida que se fortalece na intimidade da vida interior. Assim sendo, Senhor, nos unimos ao glorioso São José, e à Santíssima Virgem Maria do Monte Carmelo, nos apresentamos, pessoal e comunitariamente, pedindo que renove a nossa fé, aumente a nossa esperança e nos faça prosseguir com amor e perseverança, discernindo o nosso chamado e agregando outros ao nosso convívio fraterno.

*Pai Nosso...*

*Ave Maria...*

São José, rogai por nós!

Santa Teresa de Jesus, rogai por nós!
(Intercessão do Grupo São José)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A COMUNHÃO DOM E TAREFA PARA O MUNDO


Durante sete anos fiquei sem poder dar um passo
Quando fui ao grande médico,
Me perguntou: por que levas muletas?
Eu disse: “Porque sou tolhido”.
“Não é estranho” , me disse.
Tenta caminhar. São essas muletas
Que te impedem de caminhar.
Anda, atreve-te, arrasta-te a quatro patas!”
Rindo como um monstro
Tirou-me minhas queridas muletas,
As quebrou em minhas costas e sem deixar de rir,
As jogou no fogo.
Agora estou curado. Ando.
Curou-me um gargalhada
Só quando vejo elas
Caminho algo pior por umas horas.
Bertol Brecht



REFLEXÃO: A COMUNHÃO DOM E TAREFA PARA O MUNDO
Em nosso mundo abundam as situações de guerra, injustiça, violência; umas conhecidas, outras desconhecidas para a opinião pública em geral. A distância entre países ricos eçobres segue aumentando. Miles de crianças e mulheres são explorados e oprimidos.
As gentes do sul veem um mundo norte tão fascinante, que não duvidam nem um instante em subir-se a uma patera (barco) e enfrentar a morte no mar. A divisão de nosso mundo se manifesta nas relações entre as pessoas e os grupos, mas também a nível de coletividades mais amplas: Nações contra nações e bloques de países enfrentados numa ansiosa busca de hegemonia.
Na raiz das rupturas não é difícil individuar conflitos que em lugar de resolver-se com o diálogo, se agudizam na confrontação e o contraste.
Perguntemo-nos:
Terá saída nosso mundo? Haverá algum manancial escondido em que brote água limpa? Que noticias encontramos escondidas nos brotes de primavera ou nos corações de todas as crianças de todos os povos?  Haverá caminhos para a esperança e a alegria?
Quem verá tanta dor, quem ouvirá tanto clamor, e sairá ao seu encontro? Será possível recorrer o caminho da comunhão?
Para aprofundar: “Aos fieis leigos vão dirigidas também as palavras do Mestre quando disse: Vós sois o sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5, 13-14)
Sua vocação cristã é impregnar com a força do evangelho sua vida pessoal e penetrar com ela as estruturas temporais: a politica, os médios de comunicação social, a ciência, o trabalho, a tecnologia, a educação, a indústria e toda a tarefa humana. Neste sentido podemos falar de seculares colaboradores de Deus no mundo.

VOCAÇÃO E MISSÃO:
Cada pessoa tem uma missão própria que cumprir. A missão começou no coração de Deus. Nossa missão é a de deixar as pegadas de Deus em tudo aquilo que nos rodeia. As envolturas e fachadas são coisa secundaria . Mas o amor com que cumprimos nossa missão se manifesta em colocar a serviço todas as qualidades e meios possíveis para tornar realidade a “comunhão” à qual fomos chamados. Depois de ter colocado este tema, cada um dos participantes expressa aquilo que mais chamou a atenção sobre a vocação e missão do Leigo.

PORQUE O IDEAL DO CARMELO É A COMUNHÃO?
Porque a comunhão é a melhor maneira de viver o ideal cristão de unidade e fraternidade. A ifreja é uma comunidade de irmãos, nela, todos estamos chamados a recriar as situações de amor e comunhão que caracterizam nossos ambientes: familiares, laborais e de amigos, sobre tudo no serviço e na doação aos irmãos.
A comunhão cristã tem lugar entre todos aqueles que vivem e participam ou comungam a mesma vida de fé, esperança e caridade, isto é, a comunhão com um Deus que é Pai, Filho e Espirito Santo.
Por isso nossa vocação à vida fraterna tem suas raízes na comunhão trinitária, e encontra na Igreja, mistério de comunhão, sua expressão mais profunda.
Francisco Palau e Quer, um apaixonado da igreja, sentiu-se chamado a entrar e viver em comunhão profunda com sua amada igreja, que para ele eram: “Deus e os próximos”.
Palau é testemunha e profeta de uma experiência de comunhão, se converte num acontecimento de graça que desborda à própria pessoa, a faz palavra evangélica e fecunda nas realidades do mundo de hoje.
Desde a fraternidade, muitos leigos que trabalhamos junto as Carmelitas Missioneiras, em Missão Compartilhada. O Carmelo Secular , estamos chamados a ser “Comunhão encarnada”, ara significar e fazer realidade entre os homens este ideal de unidade. Aí é onde encontramos o melhor de nossa vocação dentro da igreja e o mundo.
ALGUMAS DICAS PARA VIVER A COMUNHÃO EM NOSSOS PRÓPRIOS AMBIENTES:
Descobrir as sementes de comunhão dentro de cada pessoa, de cada grupo, de cada religião, de cada povo. O Espirito Santo nos deu dons, rostos diferentes, vozes e gestos inconfundíveis e nos desafia a colocar tudo em comum para construir a civilização do amor.
Prestar atenção e acolher a cada ser humano com respeito, escuta profunda, olhar transparente. Cada pessoa é um manancial inesgotável de vida. O Espirito de Deus habita em todos.
Aprender  a dialogar. O diálogo e a escuta, são os novos nomes da caridade” (João Paulo II). O diálogo tem muito de gratuidade, de oferenda daquilo que melhor temos e de acolhida daquilo que o outro tem de melhor para nos oferecer.
Abrir portas e sair ao encontro. Como a Trindade que está sempre em permanente êxodo ao encontro de nosso mundo para invitar-nos a uma experiência de comunhão ao redor de uma mesa onde se oferece a todos o pão e o vinho do amor. Sair, olhando o mundo com esperança, indo ao encontro das gentes concretas de cada tempo, estendendo a mão aqueles que estão a beira do caminho, fazendo nossas as vozes que antes não eram nossas, deixando-nos encher pela presença dos outros.
Optar pelos mais pequenos e os mais fracos, onde Deus coloca seu olhar especialmente. Os mais pobres no revelam o melhor do evangelho, o melhor do rosto de Deus. Por isso se fala, e com razão, que os pobres nos evangelizam. Através deles Deus nos mostra seu rosto mais humano. A nós nos toca dar o rosto humano a Deus.

COMPROMISSO:
Cada grupo onde se realiza o talher discernirá a melhor maneira de realizar um compromisso que leve a fomentar a comunhão e a fraternidade entre seus membros. É importante que o compromisso surja dos mesmos leigos.      

 Tradução:  Frei Xavier Yudego Marin, OCD
SITE-http://www.cipecar.org/es

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O CARISMA TERESIANO NO CARMELITA SECULAR




Savério Cannistrà
 Pe. Geral dos Carmelitas no IV Congresso Ibérico 
de Carmelitas Seculares realizado em Ávila de 28 a 01 de maio  de 2012.



 Os carmelitas seculares partilham com os religiosos o mesmo carisma, vivendo cada um conforme seu próprio estado de vida. Como se pode entender esta pertença comum à mesma Ordem?
Ainda continuamos buscando uma resposta: não podemos pensar que tudo se resolve tornando religiosos os leigos ou secularizando a vocação dos religiosos.
O único modo correto de compreender a relação é definir claramente ambas as condições e respeitar as diferenças.
O religioso: professa publicamente os votos (nas mãos do Superior legítimo), vive fraternalmente em comum e em desapego do mundo. Estes elementos não são próprios do estado laical, por isso não podemos confundir, por exemplo, votos e promessas ou vida em comum de um religioso e a pertença a uma fraternidade Secular ou, por último, o desapego do mundo de um religioso e o “não ser do mundo” do leigo.
O estado de vida laical quase sempre é definido de forma negativa: “os leigos não são religiosos”. Para darmos uma resposta correta é necessário revelar aspectos positivos.
Leigo: um termo que pertence à linguagem eclesiástica. Expressa participação e corresponsabilidade na única realidade do povo de Deus. Só depois, a partir do século IV ou V se vai insistir na diferença entre leigo e hierarquia e leigo passa a significar “não sacerdote”. No século XIX a noção de leigo assume outro significado: “tudo o que faz parte da esfera civil”, reconhecida como independente e neutra a respeito de qualquer religião ou culto. Agora já se faz necessário acrescentar ao leigo o adjetivo “cristãos”.
LG 31: “O caráter secular é próprio e peculiar dos leigos pela própria vocação. Tratar de obter o reino de Deus trabalhando os assuntos temporais e ordenando-os segundo Deus. Vivem no mundo, isto é, em todos e em cada um dos deveres e ocupações do mundo”. Contribuem à salvação do mundo nele inseridos, como fermento.
CL 15: Ainda existe uma certa resistência em pensar a secularidade, o mundo, como um lugar de presença do Espírito. Pensamos como realidade negativa, contrária ao cristianismo, e portanto é difícil definir o status do leigo cristão. Porém, para CL, como para o Concílio, o mundo em sua realidade concreta, com suas situações e trabalhos, é o instrumento do qual se serve a graça de Deus para a salvação dos fieis leigos.
O mundo é parte da própria humanidade (LG 48 ).
                        Quem é o leigo carmelita? 
CIC 303: As associações onde os membros levam uma vida apostólica e tendem à perfeição cristã participando no mundo do carisma de um Instituto sob a supervisão deste Instituto recebem o nome de Ordens Terceiras ou outro adequado...
Uma Ordem secular se caracteriza, portanto: pela busca da perfeição cristã e a prática da vida apostólica participando do carisma específico de um Instituto.
O leigo carmelita é uma pessoa que busca a santidade (a plenitude de sua vocação batismal) e coloca toda sua vida ao serviço de Cristo e do Evangelho através do apostolado, sem modificar seu modo de estar no mundo. Está presente em todas as dimensões da existência e as vivem em profundidade evangelizando-as em sua própria pessoa, isto é, unido-as a Cristo, do qual é membro. O Batizado não se converte só em cristão, mas em Cristo mesmo (Santo Agostinho).
Isso significa uma grande riqueza não só para a pessoa, mas também para a Ordem, que pode assim mostrar a potência e capacidade de seu carisma. Que grande e maravilhosa é a missão do Carmelita Secular! Fazer que a realidade da vida de cada dia ( amizade, trabalho, ação política) se revele como espaço em que o Reino de Deus já vem, de fato chegou e está entre nós.
As Ordens Seculares não devem reduzir-se a modelos imitativos da vida religiosa. Por exemplo, as promessas ou votos não se contemplam no Direito como algo característico, essencial para definir o leigo cristão. É difícil expressar a consagração do leigo e por isso se toma o modelo religioso.
O compromisso definitivo é seguir a Cristo, viver em seu obséquio no meio do mundo e conforme o espírito do Carmelo teresiano. Ressalta dois aspetos:
O Carisma de Teresa nasce e se define como resposta ao descobrimento do amor de Deus feito homem, que a ama como ela é, sem condições nem reservas. Por isso seu nome será “de Jesus”.
No Carmelo todos nós estamos por Jesus. Ele nos tocou misteriosamente e nos faz saber, mesmo ainda não entendendo, que olhou para nós. Conhecida esta verdade, não há possibilidade de “livrar-nos de sua companhia” (cf. C 26 )
Tudo o que fizermos, sempre em companhia de Jesus, dando graças através dele ao Pai (cf. Col.) e isso não é uma atitude sentimental ou só sentimental ou afetiva, mas sim um exercício de fé, de vida teologal, que só é possível quando se nutre constantemente da oração como dialogo de amizade com o Senhor, e se alimenta com a escuta da Palavra de Deus.               
O Carisma de Teresa nos coloca a serviço dos outros.
Para os amigos de Jesus não tem sentido viver se não é viver para os outros. A vida de oração não nos fecha em nós mesmos, mas nos joga aos outros com uma sensibilidade e uma generosidade novas. E isso se converte no único sinal visível de que nos encontramos com o Senhor e não com nós mesmos.
Estas características podem se reproduzir nos diversos modos de vida.
O Carisma é rico, mas também exigente, ocupa espaços de nossa vida e os integra. Quem se decide por esta vocação com determinada determinação vai descobrir que não se pertence, que não pode reservar-se para si e que, ao mesmo tempo, possui tudo. O essencial é viver uma vida no Espírito que se acende em nós e nos chama à luz, obrando e transformando nossa realidade.
                        A formação. O cuidado da vocação.
É algo inseparável da comunidade em que a vocação ao Carmelo nos insere. Por exemplo em V 7,22, Teresa nos chamará a “fazer-nos escudos uns aos outros para ir adiante; buscar companhia para defender-se; se não, vão se ver em muito aperto. A caridade aumenta ao ser transmitida”.
Nas Constituições da Ordem Secular parece que não se desenvolveu suficientemente este importante aspecto do Carisma, apesar do que foi dito no n° 40 das mesmas. O tema comunitário parecer reduzir-se a questões de administração ou de governo.
Teresa quis formar comunidades orantes. O amor de umas para com as outras, por exemplo, será a primeira condição para poder começar um caminho de oração. Na solidão e sozinhos é fácil se equivocar, confundir o Deus vivo e verdadeiro com nossas imagens e ídolos ou a Espiritualidade com o espiritualismo. Somente confrontando-me com o outro, relacionando-me com ele, descubro minha verdade mais profunda, que não aparece simplesmente se me e olho no espelho. É aquela que se manifesta com evidência cristalina quando me relaciono com a irmã ou irmão que está a meu lado.
Não quero identificar a comunidade da Ordem Secular com uma comunidade religiosa. A comunidade da Ordem Secular tem características e finalidades diversas: o que a une não é uma interação constante entre seus membros, mas o fato de caminhar juntos ou, melhor, na mesma direção, compartilhando objetivos e finalidades cada um na sua situação concreta na qual se encontra.
Devemos fazer das Comunidades Seculares lugares de intercâmbio e de autêntica revisão de vida. Assim serão atraentes, porque hoje mais do que nunca se sente a necessidade de favorecer o encontro e o discernimento, em uma sociedade que tende à dispersão e à distração. Vai exigir um trabalho e um compromisso não isento de riscos.
Crescer na confiança e no conhecimento recíproco, criar um ambiente no qual possamos nos expressar sem medo de sermos mal interpretados ou traídos. É este o caminho de vossas comunidades?
Teresa nos convida a uma maior coragem diante de nossas dúvidas e temores. Convida-nos a percorrer até o final o caminho que ela mesma nos indica. Porém não temos nada que temer porque o que ama de verdade a Deus, com certeza vai por um caminho amplo e real, longe de precipícios, sem tropeços, pelo vale da humildade. O que tememos para não nos colocarmos no Caminho da Perfeição? A verdadeira segurança está em ir adiantado no caminho de Deus: os olhos Nele e sem medo (Santa Teresa)
Estas palavras nascem de uma vida trabalhada e sofrida, mas também trabalhada e plenamente feliz. Estamos chamados a estar a sua altura, e para isso é preciso que não nos cansemos de examinar-nos. Para isso fomos chamados.


Tradução:  Frei Xavier Yudego Marin, OCD

Carmelitas: Congresso Internacional destacou «clarão que se abriu em Fátima»

Foto: Agência ECCLESIA



Iniciativa inserida no Centenário das Aparições

Fátima, 18 set 2017 (Ecclesia) – A Ordem do Carmo e a Ordem dos Carmelitas Descalços promoveram um congresso internacional em Fátima, dedicado ao Centenário das Aparições, iniciativa que destacou a “atualidade” que o evento da Cova da Iria veio dar ao carisma carmelita.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, o prior geral da Ordem do Carmo recordou que “desde o início os carmelitas tiveram” em Maria uma “figura inspiradora” para a sua existência e ação no mundo, para a “escuta da palavra”, para a “fraternidade” e para o “serviço” junto dos povos.

“E este centenário é uma ocasião para fazer chegar esta dimensão do nosso carisma à Igreja e ao povo de Deus”, apontou o frei Fernando Millán.

Ao contrário de outras ordens religiosas, que têm como patrono a figura, o fundador da congregação, “os primeiros carmelitas, eremitas do Monte Carmelo (em Israel), escolheram como patrona Nossa Senhora”.

“Eram os irmãos da bem-aventurada Virgem Maria”, lembrou o frei Pedro Ferreira, provincial dos Carmelitas Descalços em Portugal, que considerou fundamental “aprofundar tudo o que diz respeito à mãe da Igreja e dos Carmelitas”.

800 anos depois da sua fundação, os carmelitas enfrentam vários desafios, a começar pela “mudança” da realidade “geográfica” da Ordem, antes muito presente na Europa e hoje em “crescimento em continentes como a Ásia e África”.

O segundo desafio diz respeito à “revitalização da congregação na Europa”, onde continua a estar presente “a fatia maior da Ordem” mas cuja ação, alertou o frei Fernando Millán, requer um novo impulso.

Daí a importância deste congresso que decorreu entre 15 e 17 de setembro, com o apoio de vários especialistas, subordinado ao tema “Maria Mãe do Carmelo”, e que contou com a participação de carmelitas vindos de vários continentes.

“Quisemos contagiar as nossas famílias, carismáticas, religiosas, com esta chama, este clarão que se abriu aqui em Fátima”, frisou o padre Joaquim Teixeira, da Ordem dos Carmelitas Descalços.

Segundo este responsável, “os pontos de contacto” entre o Carmelo e Fátima “são mais do que evidentes”, entre os quais a própria irmã Lúcia, uma das videntes da Cova da Iria, que “escolheu o recolhimento, o silêncio do Carmelo” em Coimbra “para viver a mensagem” que tinha recebido de Nossa Senhora.

“Ela reconheceu que o Carmelo e os mestres do Carmelo, esta tradição carmelita, a iria também ajudar a encontrar palavras, experiências, noutros santos, noutros mestres desta Ordem, para que ela melhor pudesse também transmitir a mensagem de Fátima ao mundo”, salientou. 

Ainda sobre esta questão, o padre Saverio Cannistrà, superior-geral da Ordem dos Carmelitas Descalços, destacou a relevância da formação, que para o religioso tem de ser “uma atitude permanente da sua vocação”.

“Creio que há uma atualização do carisma carmelita, na experiência de Fátima”, complementou.

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/nacional/carmelitas-congresso-internacional-destacou-clarao-que-se-abriu-em-fatima/.

Revista Virtual Monte Carmelo - OCDS - Julh/Ago - 2017 - Nº 153

Caríssimos irmãos, com alegria compartilhamos mais uma edição da Revista Virtual Monte Carmelo - OCDS.


Acesse o link: 

Acompanhe as matérias:

- Santo do Mês: Servos de Deus Ulisses e Lélia Amendolagine
- Espiritualidade: Seja tudo para glória e louvor da Virgem Maria...
- Testemunho de Marisa Maria
- Entrevista com Frei João de Deus, ocd.
- 2º Congresso de Casais OCDS
- 2º Congresso de Jovens Carmelitas
- Escola de Formação Edith Stein
- Retiro de Silêncio
- Notícias das Comunidades/Grupos OCDS.


Boa leitura!
Comissão de Comunicação OCDS


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Comunidades e Grupos compartilham suas atividades nas redes sociais

Comunidade  São José - Sete Lagoas/MG
Formação com Psicóloga Jaqueline.
 Comunidade  São José - Sete Lagoas/MG
Formação com o tema: " O Verbo", ministrado pelo Frei Claudiano no
 Carmelo da Imaculada Conceição.
Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus - Caratinga/MG
 Formação sobre São João da Cruz. Foi através do prezi São João da Cruz: o
 doutor mistico.
 A comunidade foi muito participativa já que estão estudando sobre nosso
 Santo Padre nos grupos em casa.
Grupo São José - Petrópolis/RJ
Reunião de formação com o tema: " Virtudes em Santa Teresa",
ministrado pela Isis. 
 Comunidade Beata Elisabeth da Trindade - Montes Claros/MG
Retiro Anual da Comunidade.
Formação com o tema: "
Virtudes Teologais em São João da Cruz"
Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face - Camaragibe/PE
Retiro anual, com o Frei Aurílio.
Comunidade Nossa Senhora do Carmo – Tijuca/RJ
Celebrando 98 anos de fundação da comunidade.
Grupo Vinha do Senhor - Ribeirão Preto/SP
Reunião de formação. 
 
Comunidade São José de Santa Teresa - Fortaleza/CE
A Comunidade se reuniu para o estudo e formação da 
Carta do Padre Geral
à OCDS.
Comentário da Comunidade sobre a carta " Essa carta realmente é uma riqueza
 porque aborda a identidade e a missão do carmelita secular em todos os seus
 aspectos, tudo fundamentado nos documentos da Igreja, em passagens bíblicas,
 nos pensamentos dos santos carmelitas e nos documentos da Ordem!"
Grupo Santa Teresa de Jesus - Taguatinga/DF
Reunião de formação com o tema: "São João da Cruz",
 ministrado pelo Frei Claudiano.
 
Comunidade Maria, Mãe e Rainha do Carmelo – Jabaquara/SP


Comunidade Santa Teresinha - Sete Lagoas/MG
Reunião de formação com o tema:" Liturgia Eucarística"
A reunião também contou com a presença de quatro pessoas que
estão conhecendo a Ordem.
 Comunidade Flor do Carmelo de Sta Teresinha - Fortaleza/CE
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