quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O Poder de Maria para salvar almas e derrotar os planos dos demônios.



O Santo Rosário e o Santo Escapulário do Carmo:
as duas principais devoções marianas. 



Quando São Domingos estava pregando o Rosário perto de Carcassona, trouxeram à sua presença um albigense que estava possesso pelo demônio, parece que mais de doze mil pessoas tinham vindo ouvi-lo pregar. Os demônios que possuíam esse infeliz foram obrigados a responder às perguntas de São Domingos, com muito constrangimento. Eles disseram que:

1 - Havia quinze mil deles no corpo desse pobre homem, porque ele atacou os quinze mistérios do Rosário;

2 - Eles continuaram a testemunhar que, quando São Domingos pregava o Rosário ele impunha medo e horror nas profundezas do inferno e que ele era o homem que eles mais odiavam em todo o Mundo, isto por causa das almas que ele arrancou dos demônios através da devoção do Santo Rosário;

Eles então revelaram várias outras coisas.

* * *

São Domingos colocou o seu Rosário em volta do pescoço do albigense e pediu que os demônios lhe dissessem quem de todos os santos nos Céus eles mais temiam, e quem deveria ser, portanto mais amado e reverenciado pelos homens.

Nesse momento eles soltaram um gemido inexprimível no qual a maioria das pessoas caiu por terra desmaiando de medo... e eles disseram: " Domingos, nós te imploramos, pela paixão de Jesus Cristo e pelos méritos de sua Mãe e de todos os santos, deixe-nos sair desse corpo sem que falemos mais, pois os anjos responderão sua pergunta a qualquer momento...

São Domingos ajoelhou-se e rezou a Nossa Senhora para que ela forçasse os inimigos a proclamarem a verdade completa e nada mais que a verdade.
Mal tinha terminado de rezar viu a Santíssima Virgem perto de si, rodeada por uma multidão de anjos. Ela bateu no homem possesso com um cajado de ouro que segurava e disse: "Responda ao meu servo Domingos imediatamente" .




Então os demônios começaram a gritar:

"Oh, vós, que sois nossa inimiga, nossa ruína e nossa destruição, porque desceste dos Céus só para nos torturar tão cruelmente? Oh, Advogada dos pecadores, vós que os tirais das presas do inferno, vós que sois o caminho certeiro para os Céus, devemos nós, para o nosso próprio pesar, dizer toda a verdade e confessar diante de todos quem é que é a causa de nossa vergonha e nossa ruína? Oh, pobres de nós, príncipes da escuridão: então, ouçam bem, vocês cristãos: a Mãe de Jesus Cristo é todo-poderosa e ela pode salvar seus servos de caírem no Inferno. Ela é o Sol que destrói a escuridão de nossa astúcia e sutileza. É ela que descobre nossos planos ocultos, quebra nossas armadilhas e faz com que nossas tentações fiquem inúteis e sem efeito.

* * *

Nós temos que dizer, porém de maneira relutante, que nem sequer uma alma que realmente perseverou no seu serviço foi condenada conosco; um simples suspiro que ela oferece à Santíssima Trindade é mais precioso que todas as orações, desejos e aspirações de todos os santos.
Nós a tememos mais que todos os santos nos Céus juntos e não temos nenhum sucesso com seus fiéis servos. Muitos cristãos que a invocam quando estão na hora da morte e que seriam condenados, de acordo com os nossos padrões ordinários, são salvos por sua intercessão.

Oh, se pelo menos essa Maria (assim era na sua fúria como eles a chamaram) não tivesse se oposto aos nossos desígnios e esforços, teríamos conquistado a igreja e a teríamos destruído há muito tempo atrás; e teríamos feito que todas as Ordens da Igreja caíssem no erro e na desordem. Agora, que somos forçados a falar, também lhe diremos isto: ninguém que persevera ao rezar o Rosário será condenado, porque ela obtém para seus servos a graça da verdadeira contrição por seus pecados e por meio dele, eles obtêm o perdão e a misericórdia de Deus"

Pequeno Retiro de Carnaval que será promovido por membros da Comunidade Rainha do Carmelo.

    
Maria, Mãe e Rainha do Mundo inteiro


      Alguns membros da Comunidade Rainha do Carmelo, de Fortaleza - Ceará, com a devida permissão da presidente e demais membros do conselho, promoverão um dia de retiro espiritual no dia 04 de março , terça feira de Carnaval, na ermida São José (local de nossas reuniões) e na capela do Carmelo Santa Teresinha. 
        O tema escolhido para o "pequeno retiro" foi são João da Cruz. Serão escolhidos dois textos tirados das obras de nosso santo pai. Cremos que, com a graça de Deus, serão momentos muito ricos de oração, de silêncio, de meditação, de partilha e de encontro com Jesus Eucarístico e sua Mãe santíssima, bem como com nosso santo pai são João da Cruz que, podemos dizer, será nosso "mestre de retiro". 

O "roteiro" escolhido será este: 


07:30 - 08:00: Chegada e acolhida.
08:00- 08:30: Cânticos e oração inicial.
08:30- 09:45: Leitura do primeiro texto e partilha.
09:45 - 10:00: Oração silenciosa (mental), para aprofundar na alma o que foi
lido e partilhado.
10:00-10:30: Pausa para lanche e toalete.
10:30-11:30: Terço Mariano, meditando mais profundamente sobre os Mistérios Dolorosos.
11:30-13:00: Pausa para o almoço e toalete.
13:00- 13:30: Cânticos e orações de intercessão.
13:30-14:30: Leitura do segundo texto e partilha.
14:30-15:00: Intervalo para lanche e toalete.
15:00-15:30: Terço da Misericórdia.
15:30-16:00: Adoração silenciosa ao Santíssimo Sacramento.
16:00-16:30: Momento de partilha  sobre como foi o retiro, o que Deus nos falou aos corações, etc.
16:30-17:00: Oração das Vésperas.
17: 00: Encerramento e volta aos lares.

     Fica aqui a sugestão para todas as demais Comunidades e Grupos OCDS da Província São José que façam, mesmo de forma simples, um momento de encontro com o Senhor justamente neste período "festivo" no qual Ele é tão ofendido em nosso país. 
       Não esqueçamos os apelos urgentes de Nossa Senhora para que nós reparemos com nossas orações, sacrifícios e penitências os pecados da humanidade. Sabemos quantas famílias serão destruídas, quantos jovens se perderão no álcool, drogas e vícios e como essas almas precisam hoje e sempre de nossas orações. 
       Tomo agora para nós as palavras que o Anjo de Portugal dirigiu aos três pastorinhos: "Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas". Os tempos são difíceis. Certamente, o apelo do Céu por oração torna-se ainda mais urgente. 
          Após o retiro, publicarei as fotos sobre os bons momentos que serão por nós vividos, com a benção de Jesus e de Maria. Amém! 

Ser católico significa ser mariano, afirma o Papa.




Ao receber os membros da sua Congregação Mariana de Ratisbona
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 31 de maio de 2011 (ZENIT.org)

 Bento XVI afirmou que o catolicismo implica em uma atitude mariana, ao receber no Vaticano, no sábado passado, uma delegação da Congregação Mariana Mariä Verkündung (Maria Anunciada) de Ratisbona (Alemanha).
“A catolicidade não pode existir sem uma atitude mariana”, afirmou, recordando que “ser católicos quer dizer ser marianos, que isso significa o amor pela Mãe, que na Mãe e pela Mãe encontramos o Senhor”.
O Papa disse que “Maria é a grande crente” que indica a todos “o caminho da fé, a coragem de confiar-nos a esse Deus que se dá em nossas mãos, a alegria de ser testemunhas; e depois, sua determinação de permanecer firme quando todos fogem, a coragem de estar do lado do Senhor quando tudo parecia perdido, e fazer seu o testemunho que conduziu à Páscoa”.
Também expressou sua alegria pelo fato de que “ainda hoje há homens que, junto a Maria, amam o Senhor; que, através de Maria, aprendem a conhecer e a amar o Senhor e, como Ela, dão testemunho do Senhor nas horas difíceis e nas felizes; que estão com Ele aos pés da cruz e que continuam vivendo alegremente a Páscoa junto d'Ele”.
Falando da sua própria experiência no Vaticano, disse que, “por meio das visitas ad limina dos bispos, experimento constantemente como as pessoas – sobretudo na América Latina, mas também nos demais continentes – podem confiar-se à Mãe, podem amar a Mãe e, através da Mãe, depois aprendem a conhecer, a compreender e a amar a Cristo”.
Também confessou que experimenta “como a Mãe continua confiando o mundo ao Senhor”.
Os membros da Congregação Mariana Maria Anunciada viajaram até o Vaticano para comemorar com o Papa o 70º aniversário do seu ingresso nesta congregação.
Sobre este fato, Bento XVI, expressando sua gratidão e alegria, afirmou que “a admissão na Congregação Mariana visa ao futuro e não é simplesmente um fato passado. (…) É por isso que, 70 anos depois, esta é uma data do 'hoje', uma data que indica o caminho rumo ao 'amanhã'”.
Daquele momento histórico, recordou que “eram tempos escuros, havia guerra” e que, pouco depois de ser admitido na congregação, esta foi dispersada, mas reconheceu que “permaneceu como 'data interior' da vida”.
Bento XVI também fez uma breve referência à mariologia que se ensinava nas universidades alemãs depois da guerra, indicando que “era um pouco austera e sóbria”; e acrescentou que acredita que hoje “não tenha mudado muito, nem melhorado”.

Finalmente, agradeceu pelo testemunho dos homens que, pertencendo a uma Congregação Mariana - “caminho aberto pelos jesuítas no século XVI” -, “continuam demonstrando que a fé não pertence ao passado, mas se abre sempre a um 'hoje' e sobretudo a um 'amanhã'”.

Ser missionário em casa ou em qualquer lugar no qual estejamos...


Santa Teresinha do Menino Jesus: Padroeira
Universal das Missões Católicas

Nós, carmelitas descalços seculares, como cristãos católicos e filhos de santa Teresa de Jesus, somos chamados a ser missionários. 
Aqui enumero os "dez passos" ou "dez aspectos" de se ser missionário no mundo no qual vivemos: 

1 - Escutar
Dar oportunidade para o outro falar. Silenciar para saber qual é a vontade de Deus;
2 - Acolher (pessoa e local)
Servir e aceitar a todos sem fazer distinção. Adaptar-se ao local escolhido por Deus para exercer a missão.
3 – Solidarizar
Reconhecer Jesus presente na vida dos irmãos. Fazer caridade ao outro, consciente de que tudo é feito para o próprio Senhor;
4 - Resistir
 Vigiar e orar para resistir as tentações e combater o pecado. A vida de fé é construída sobre a rocha chamada oração;
5 – Esperar
 “Somos oprimidos mas não esmagados...derrubados mas não destruídos, jamais desanimamos...” ( conferir em II Coríntios 4, 7-18). Saber esperar com paciência os momentos de sofrimentos.
6 - Crer no Deus da vida
 Sair do sepulcro do pecado para experimentar a vida nova em Jesus Cristo Ressuscitado;
7 - Amar sem condições
O amor de Deus é infinito (não tem medida), é incondicional (Deus não ama pelo que somos ou fazemos, mas porque Ele é amor e sempre nos perdoa quando nos arrependemos);
8 - Orar sem desanimar
 “Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração” (Romanos 12,12).
9 - Assumir a cruz
 “Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”( Mc 8,34b);
10 - Ser coerente no apostolado
 Proceder com prudência e cautela. Pensar sempre na conseqüência das ações. O apostolado consiste não apenas em exercer a “missão para”, mas a “missão entre”. O missionário assiste e participa da realidade do outro. Deixa de ficar perto para permanecer juntoMissão é relacionamento e não direcionamento.
Todo missionário aponta Jesus como o único Caminho que salva. Muitos estão perdidos sem conhecer a verdade que liberta... Não desperdice a oportunidade de ser um cristão evangelizador!


“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” ( Marcos 16,15).

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Preparemos a Quaresma



Reflexões de Dom Orani João Tempesta, O. Cist., Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Dom Orani João Tempesta, Arcebispo
do Rio de Janeiro. 
   Estamos nos aproximando de um tempo muito importante para nossa vida cristã: tempo de conversão e de retorno à vida batismal: tempo da Quaresma, com sua espiritualidade e suas práticas ascéticas e místicas.

   Para nós, no Brasil, temos a Campanha da Fraternidade que neste ano nos chama a ver os pecados de nossa sociedade com relação ao tráfico humano. Sobre esse assunto já escrevi e tivemos em nossa Arquidiocese a preparação para o lançamento da mesma na Quarta-feira de Cinzas.

   O Papa Francisco também já nos orienta mundialmente sobre o que ele deseja da Igreja Católica neste ano: “Fez-Se pobre para nos enriquecer com a sua pobreza” (cf. 2 Cor 8,9). Esse mesmo teor ele nos indica para a reflexão e prática como tema da Jornada Mundial da Juventude que ocorre em nível diocesano no Domingo de Ramos: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (Mt 5,3). E com essa proposta, já indica os próximos temas dos anos seguintes, dentro do “Sermão da Montanha”.O nosso convite é para que neste tempo vivamos intensamente a vida de silêncio, conversão – preparando-nos para celebrar festivamente a Páscoa da Ressurreição.

   A palavra "Quaresma" vem do latim "quadragésima", isto é, "quarenta", e está ligada a acontecimentos bíblicos, que dizem respeito à história da salvação: jejum de Moisés no Monte Sinai, caminhada de Elias para o Monte Horeb, caminhada do povo de Israel pelo deserto, jejum de Cristo no deserto.  Como outrora, o povo de Deus caminhou 40 anos no deserto, rumo à Terra prometida (Terra de Canaã), e Jesus se retirou 40 dias no deserto, preparando sua paixão, morte e ressurreição, assim, os cristãos, hoje, acompanham os passos do Divino salvador, preparando devotamente a santa Páscoa.

    A Quaresma é um tempo de Preparação Penitencial para a Páscoa, e tem dois momentos distintos: o primeiro vai da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo da Paixão e de Ramos, e o segundo, como preparação imediata, vai do Domingo de Ramos até à tarde de Quinta-feira Santa, quando se encerra então o tempo quaresmal. Aí começamos a celebrar o Solene Tríduo Pascal.O tempo da Quaresma é tempo privilegiado na vida da Igreja. É o chamado tempo forte, de conversão e de mudança de vida. Sua palavra-chave é: "metanóia", ou seja, conversão.

   Nesse tempo, se registram os grandes exercícios quaresmais: a prática da caridade e as obras de misericórdia. O jejum, a esmola e a oração são exercícios bíblicos até hoje recomendáveis na imitação da espiritualidade judaica.

     No Brasil, como dissemos, realiza-se a Campanha da Fraternidade, com sua proposta concreta de ajuda aos irmãos (temos a coleta da solidariedade), focalizando sempre um tema da vida social. Seis são os domingos da Quaresma, sendo o sexto já o Domingo de Ramos. A Quaresma tem o seu domingo da alegria: o 4º domingo, chamado "Laetare".


    A Espiritualidade Quaresmal é caracterizada pela:

1) Escuta da Palavra de Deus: a Palavra de Deus é a luz que ilumina nossos passos, chama à conversão e reanima nossa confiança na misericórdia e bondade de Deus. Vamos ouvir o que Deus quer nos dizer nesta Quaresma através de sua Palavra!

 2) Oração: na Quaresma devemos intensificar a vida de oração pessoal e comunitária. Lembramos as reuniões da CF e da via-sacra em família ou nas comunidades como momento forte de oração comunitária. Pela oração entramos em sintonia e intimidade com Deus e discernimos sua vontade.

3) Caridade: na Quaresma somos chamados ao exercício da caridade fraterna e solidariedade com os irmãos. Caridade que se expressa, sobretudo, através da esmola. A esmola é um exercício de libertação do egoísmo. A partilha dos bens materiais é um gesto de caridade cristã que enobrece a alma humana. Lembramos que neste ano a Arquidiocese vive o “ano da caridade”, e este gesto deveria ser ainda mais intensificado. Porém, dar esmola não é apenas dar dinheiro, roupas e alimentos... É fazer-se doação e entrega aos irmãos no serviço de construção da fraternidade que é  expressão do evangelho. O Papa Francisco nos recorda de comprometer-se com o outro, “olhar o outro” com quem estou partilhando.

A Igreja no Brasil promove neste período a Campanha da Fraternidade, que é um grande chamamento e mobilização em favor de uma sociedade fraterna, justa e solidária. Neste ano temos como tema: Fraternidade e Tráfico Humano e o lema: "É para a liberdade que Cristo nos libertou" (Gl 5,1). 

A Campanha da Fraternidade, desde 1964, tem como objetivo unir os cristãos de todo país e pessoas de boa vontade num grande mutirão pela fraternidade e solidariedade entre as pessoas. Reflexões em comunidades, gestos concretos, aprofundar o tema, viver a conversão e profetizar em nosso tempo: eis os passos importantes para a CF:

a) Jejum: o jejum e a abstinência de carne são gestos exteriores que expressam nosso esforço de conversão e mudança interior. Porquanto, a Quaresma é tempo de retomar o caminho do Evangelho, de renovação espiritual, de morte ao pecado e de cultivo da vida nova ou vida da graça.Assim sendo, preparemos com entusiasmo Cristão a nossa santa Páscoa através da oração, do jejum e da caridade! Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa são dias especiais para manifestarmos esse gesto, além de todos os demais dias de Quaresma, em especial, às sextas-feiras.

b) Confissão: o gesto da celebração penitencial quando reconhecemos nossos pecados e experimentamos a misericórdia de Deus deve ser outro gesto que não pode faltar neste tempo. Para isso as paróquias fazem mutirões de confissões, quando os padres de uma mesma região se unem para atender as pessoas de uma paróquia, dando assim oportunidade de todos se confessarem.

c) A mística deste tempo (a pobreza) tem uma riqueza imensa. O Papa Francisco nos ajuda neste ano com o tema: "Fez-se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza"(cf. 2 Cor 8, 9)Ele nos pergunta em que consiste em ser pobre? "Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na beira da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha.

    A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu 'jugo suave' (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua 'rica pobreza' e 'pobre riqueza', a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogênito (cf. Rm 8, 29)".

   O Papa Francisco nos convida a viver e a testemunhar a pobreza: "Poderíamos pensar que este 'caminho' da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo".

     O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna.São muitas riquezas a serem aprofundadas neste tempo que se aproxima. Desde já vamos nos preparando! Um grande acontecimento tem que ser bem preparado. É este o sentido que queremos viver desde já! Que nesta Quaresma que se aproxima possamos fazer experiência da misericórdia, tornarmo-nos misericordiosos e agentes de misericórdia com um coração e vida de pobre, comprometendo-nos com a libertação das pessoas subjugadas por tantas situações de tráfico humano. Eis que se aproxima a oportunidade de vivermos o “tempo de conversão”.

† Orani João Tempesta, O. Cist.

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ (10 de Fevereiro de 2014)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Escola de Formação Edith Stein

Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares
Província São José

"O propósito da formação é a preparação de indivíduos inspirados pelo Espírito Santo a viver uma vida espiritual de acordo os princípios da espiritualidade dos Carmelitas Descalços". 
(Ratio Institutionis da Ordem Secular, art. 06)


Caros irmãos da Ordem dos Carmelitas Seculares da Província São José,

É com grande alegria que daremos início às atividades da Escola de Formação Edith Stein (EFES), uma escola idealizada por este Conselho para atender a uma antiga e importante necessidade das nossas comunidades e grupos da OCDS, que é a preparação e capacitação dos nossos formadores e futuros formadores.

A Escola está sob a direção de Rose Lemos Piotto (Coordenadora da Comissão de Formação e Vice-Presidente Provincial) e sob a coordenação de Moisés Rocha Farias (Mestre em Filosofia), contando ainda com Maria Aparecida de Paula (Cidinha) como Diretora Acadêmica, Frei Franscisco Sales de Oliveira Amaro, ocd, como Supervisor de Ensino e Liliane Rocha (ocds) como Secretária.

O Curso está dividido em 04 (quatro) módulos semestrais, que abrangerão as quatro dimensões do nosso Programa de Formação: Humana, Doutrinal, Carmelita e Espiritual. No primeiro módulo será vista a Dimensão Humana, dividida em 04 disciplinas: Fundamentos Antropológicos, Fundamentos Psicológicos, Fundamentos Metodológicos e Fundamentos Sociológicos.

A Escola funcionará em dois polos: São Roque-SP e Fortaleza-CE e terá o seguinte calendário neste triênio:

julho/2014
São Roque: Módulo I
janeiro/2015: 
São Roque: Módulos I e II
Fortaleza: Módulo I
julho/2015: 
São Roque: Módulos I, II e III
Fortaleza: Módulos I e II
janeiro/2016: 
São Roque: Módulos I, II, III e IV
Fortaleza: Módulos I, II e III
julho/2016: 
São Roque: Módulos I, II, III e IV
Fortaleza: Módulos I, II, III e IV

Dessa forma, conclamamos a todas as comunidades e grupos que compõem a Associação das Comunidades da OCDS - Província São José para que enviem seus formadores e possíveis formadores para Módulo I do curso, que se realizará de 02 a 06/07/2014, no Centro Teresiano de Espiritualidade, em São Roque-SP.

As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail: escoladeformacaoocds@gmail.com. A taxa tem o valor de R$450,00, que dá direito a todo o material do Módulo, bem como estadia e refeições, podendo ser parcelada em até 05 vezes.

Na certeza de contar com o empenho de todos na divulgação e participação das atividades da Escola, agradeço antecipadamente.


Luciano Dídimo Camurça Vieira
Presidente Provincial



Visite o blog da Escola de Formação Edith Stein: http://escoladeformacaoocds.blogspot.com.br/

Trabalho aos domingos


O repouso aos domingos é um preceito de direito divino

Por Edson Sampel

SãO PAULO, 14 de Fevereiro de 2014 (Zenit.org) - De uns tempos para cá, é comum a abertura do comércio aos domingos nas grandes cidades do país. Na verdade, cada município legisla sobre este tema, podendo ou não autorizar o funcionamento das lojas. 

Em São Paulo, boa parte do comércio abre aos domingos. Este procedimento já vem sendo observado há alguns anos, ininterruptamente. Principalmente os shopping centers ficam abarrotados nesses dias. A coisa piora quando se está próximo de uma data comemorativa, como Natal, dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados etc. 

O bem-aventurado João Paulo II e o papa emérito, Bento XVI, alertaram os católicos a propósito da necessidade de guardar o domingo. Na memorável encíclica Dies Domini, João Paulo II afirma que o domingo (palavra que quer dizer “dia do Senhor”) deve ser dedicado ao culto a Deus, através da participação na missa e também em atividades caritativas, como, por exemplo, visitar um doente, uma família necessitada. Além disso, explica o sumo pontífice, o domingo tem de ser reservado ao legítimo repouso e à recuperação das forças vitais. A doutrina de João Paulo II decerto se baseia no terceiro mandamento do Decálogo: guardar domingos e festas. Bento XVI ratificou este ensinamento, enfocando rapidamente o problema na exortação apostólica Sacramentum Caritatis, na qual assevera a urgência de se resgatar o verdadeiro sentido do domingo para o cristão-católico. 

O argumento de que o desemprego exige o trabalho aos domingos é deveras falacioso. Não creio que haja mais postos de trabalho em razão dessa conduta. São os mesmos empregados da semana que se revezam aos domingos. 

A guarda do domingo, que consiste principalmente em não trabalhar nesse dia, é um dever de direito divino, e não simplesmente canônico ou humano. “É particularmente urgente no nosso tempo lembrar que o dia do Senhor é também o dia de repouso do trabalho”, ensina Bento XVI (Sacramentum Caritatis, n.º74). 

O domingo é o primeiro dia da semana. Viver intensa e cristãmente o preceito dominical é encarar o resto da semana “segundo o domingo”, para usar uma expressão de santo Inácio de Antioquia (iuxta dominicam viventes), ou seja, os outros dias não serão mais fardo pesado, fastio, mas se transformarão em dádivas divinas, incentivo para a prática do evangelho e nosso coração estará preenchido de alegria imensa. 

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Edson Sampel é Teólogo e Doutor em Direito Canônico. Membro da União dos Juristas Católicos de São Paulo (Ujucasp). Acompanhe também Minutos Católicos: http://www.youtube.com/user/Sampelful

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Os frutos de uma vida sem fé. ..



A cruzada do ateísmo militante contra a fé cristã


Os "apóstolos" de um mundo sem Deus. E pensar que tantos
os admiram, seguem e imitam... 
O mundo relativista também tem seus dogmas. Torna-se cada vez mais comum nos dias de hoje a exclusão da fé cristã, como um pressuposto básico para o desencadeamento de uma ação social. O simples ato de crer é considerado um comportamento desumano, tendo-se a impressão de que a fé levaria o indivíduo a uma espécie de alienação de seus direitos, posto que a pessoa se perde em orações e rituais sem sentido. O homem, portanto, deveria ser privado da fé ou, ao menos, esclarecido sobre os males que advêm dela, sobretudo daquelas religiões que pregam a crença num Deus único e pessoal.

A tentativa de eliminar-se a fé das pessoas foi uma constante nos últimos dois séculos. Sob o axioma marxista de que a religião seria o “ópio do povo”, inúmeros governos, mormente aqueles de índole gnóstica e ateia, subjugaram povos inteiros, acusando-os até mesmo de crime contra a pátria, simplesmente por aplicarem a máxima cristã do “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Cf. Mt. 12,15-21).

Foi assim que o governo maçom de Plutarco Elías Calles dizimou centenas de cristãos, no México, durante a chamada Guerra de Cristiada, na década de 20, com o pretexto de impedir o avanço de “crenças fundamentalistas”.

De igual modo, nazistas e comunistas no leste europeu deram cabo de mais de 100 milhões de vidas, em apenas um século, montados nos auspícios do que Pio XI acertadamente chamou de “ideologia neopagã detestável”.

De fato, a loucura revolucionária, segundo os cálculos do professor R.J. Rummel, da Universidade do Havaí, levou à morte mais civis no século XX do que todas as guerras e catástrofes naturais do começo da civilização até hoje somadas. Eis o tamanho do crime: 262 milhões de mortos e contando.

O montante de corpos contabilizados pelas sendas da revolução dá-nos a prova do quão equivocado está aquele professor universitário que, a fim de conquistar a turma e demonstrar ares de superioridade intelectual, precisa fazer troça da Igreja Católica e daqueles que ousam romper o dogma de que é necessário desertar de seu batismo para conquistar um diploma acadêmico. Ateísmo não é sinônimo de inteligência. Pelo contrário, trata-se de uma simples negação da realidade e, em última análise, das suas exigências.

Com efeito, diz-nos Bento XVI: “somente quem reconhece Deus, conhece a realidade e pode corresponder-lhe de modo adequado e realmente humano”.

E essa afirmação se torna tanto mais verdadeira quando confrontada com os frutos do “século do nada” – para usar uma expressão de Gustavo Corção. Seja na ficção científica de Richard Dawkins – a nova coqueluche do neoateísmo –, seja nos diálogos de Nietszche – sobretudo no seu “Assim falou Zaratustra” –, o que se percebe no ateísmo militante é muito mais uma atitude de afetação e preconceito religioso do que de autêntica sabedoria.

Certamente, os ateus que procuram acoimar os cristãos de ignorantes desconhecem a literatura de Chesterton, a profundidade filosófica de Edith Stein, os progressos científicos de Jerome Lejeune – o responsável pela descoberta da trissomia 21, comumente conhecida por Síndrome de Down –, a pesquisa histórica de Paul Johnson e Daniel-Rops ou, quem sabe ainda, a famosíssima mitologia de J.R.R. Tolkien. Não por acaso, C.S. Lewis, outro autor cristão de renome internacional, acabou deixando a bobagem agnóstica para trás justamente pelo exemplo do amigo criador de O Senhor dos Anéis:

[...] Lewis achava difícil aceitar o fato de que seu novo amigo era um dos homens mais interessantes, intelectuais e inteligentes que ele jamais havia conhecido e ainda um cristão devoto - e católico, para começar.

A cruzada ateísta contra a fé cristã não só abre caminho para a falsificação do conceito de realidade, como também para o ressurgimento do paganismo. Quando não se crê em Deus, acaba-se crendo em tudo. “A superstição” – recorda-nos G.K. Chesterton – “ocorre em todas as épocas, e especialmente em épocas racionalistas”.

O resultado não podia ser outro, senão o que já foi visto em todos os períodos em que a humanidade foi deixada à mercê dos falsos deuses. O cristianismo, por sua vez, baseia-se em outra medida: Nosso Senhor Jesus Cristo. É Ele que vem a nós, é Ele o nosso fundamento. A partir disso, constitui-se grande verdade a afirmação do Papa Francisco, na última Mensagem para o dia mundial da paz:

[...] Uma verdadeira fraternidade entre os homens supõe e exige uma paternidade transcendente. A partir do reconhecimento desta paternidade, consolida-se a fraternidade entre os homens, ou seja, aquele fazer-se «próximo» para cuidar do outro.

Quando se coloca Deus entre parêntesis, pretendendo-se assim dar prioridade aos bens materiais, econômicos e políticos, começa-se por incutir no coração do homem uma lógica degladiadora, na qual todos são nivelados à condição de objeto. É humano aquele que tiver mais poder. Disso nasce a famosa frase do ateu Jean-Paul Sartre: “o inferno são os outros”.

O homem deixa de ser irmão para se converter em obstáculo. E uma tal lógica só poderia “terminar por caminhos equivocados e com receitas destruidoras.” Diz-nos o evangelho que uma árvore é reconhecida pelos seus frutos. Certamente, 262 milhões de mortos não são o que poderíamos chamar de “bons frutos”.


(Fonte: Christo Nihil Praeponere)

CARTA CIRCULAR DA ESCOLA DE FORMAÇÃO EDITH STEIN



Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares
Província São José

COMISSÃO DE FORMAÇÃO OCDS
Escola de Formação Edith Stein

JM + JT       Passos  12 de fevereiro de 2014
Queridos irmãos no carmelo,
Lendo e rezando o livro da vida de Santa Teresa, encontrei logo na sua apresentação, um parágrafo que me chamou a atenção por sua interpelação formativa. Interpela, chama a atenção e até mesmo nos convence a nós seus filhos TERESIANOS que somos e desejamos ser pelo seguimento e pelo amor. Nos diz assim:
“Apesar da distância de tempo e lugar, a experiência da de Ávila é iluminadora: por ser experiência evangélica, é capaz de superar as barreiras do tempo e do espaço.
Teresa de Jesus ensina-nos particularmente uma série de atitudes básicas para responder — como ela o fez — ao Senhor da história. Ele, que a interpelou, questiona-nos a nós, os cristãos da América Latina, comprometidos em um trabalho de evangelização libertadora em meio a nossos povos que, apesar de oprimidos, crêem.
Parece-me que Teresa nos ensina especialmente quatro atitudes fundamentais neste momento:
—   saber responder às interpelações de Deus com discernimento teologal;
—   saber responder às interpelações de Deus centrando-nos em Cristo;
—   saber responder às interpelações de Deus em comunhão com a Igreja;
—   saber responder às interpelações de Deus pelo compromisso de uma esperança ativa.”
(V. apresentação de frei Patricio, ocd)

Estas palavras comunga com o nosso proposito de formação na província São José ocds, e nos interpela impulsionando a aprendermos de Nossa Mãe , o desejo incansável de estarmos a serviço, porém , para isso devemos estar preparados !
Como estaremos preparados ?Quando Nossa Madre Teresa precisa de algum conselho, a quem ela buscava?  A quem sabia mais, a quem tinha estudado e se preparado para ajudar os outros! Vemos isso em toda a leitura de suas obras...
Na nossa carta de discernimento vocacional temos também  a observação: “Um Carmelita que não tem interesse em estudar ou aprofundar as raízes de sua identidade por meio da oração e estudo perde sua identidade e não pode mais representar a Ordem.” (Perfil de um carmelita secular  Pe. Aloysius Deeney, ocd)
Assim , é com muito carinho e empenho que a comissão de formação ocds, convida as comunidades e grupos ocds, para a participação do primeiro módulo da  Escola de Formação Edith Stein. A Escola tem a finalidade de nos prepararmos melhor para atender as necessidades de nossas comunidades, na caminhada de um discernimento, de comunhão com a igreja, de compromisso e enfim centralizando nosso olhar Naquele que nos ama.
Este curso é direcionado a todos os formadores, possíveis formadores e interessados na formação ocds. E para isso estamos trabalhando todas as possibilidades para que todos tenham acesso e oportunidade de estar junto nesta caminhada.  Os mesmo módulos da escola de formação  serão oferecidos em dois períodos um em julho de 2013 EM São Roque –Centro Teresiano De Espiritualidade  e outro no mês de janeiro de 2015 em Fortaleza.
Enviamos anexos todas as informações para a participação neste curso.
“Por isso, peço aos que ainda não começaram que, por amor a Deus, não se privem de tanto bem. Não há o que temer, mas o que desejar.” (Vida 8,5)

Rose Piotto, ocds- Pela comissão de Formação ocds- Província São José


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Posse de Frei Fábio


Participaram da missa de posse de Frei Fábio da
Basílica Santa Teresinha as comunidades: Nossa Senhora do Carmo e Santa Teresinha Doutora da Igreja. 

Após a missa com uma confraternização deram-lhe boas vindas como novo Pároco, Frei Fábio muito feliz e as comunidades também!

Antonia Maria

Frei Cardoso com as comunidades em sua despedida como pároco Da Basílica Santa Teresinha.



Estiveram Presente as comunidades: Nossa Senhora do Carmo - Basílica Santa Teresinha e Comunidade Santa Teresinha Dra. da Igreja - Niterói.
 
Foi com grande alegria que estivemos juntos, desejando a ele uma novo momento que ele cumprira em sua nova missão, pois vai deixar muitas saudades. 

Durante o seu mandato, nos acolheu e fez nos sentir parte da família carmelitana. Queremos agradecê-lo por tudo. Deus lhe pague!!!. 

Antonia Maria

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

domingo, 9 de fevereiro de 2014

I ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE CARMELITANA- FRANCA






No dia 26 de janeiro de 2014 deu início o I Encontro de Espiritualidade Carmelitana da Comunidade Santa Teresa e beata Myriam, com a santa Missa presidida pelo nosso querido bispo emérito Dom Diógenes da Silva Mattes.
       
Várias pessoas de outras paróquias tiveram presentes e até de outras cidades como os irmãos de Itajobi.


A 1ª palestra foi de nossa vice - provincial  Rosemeire Piotto onde falou sobre o "Carmelo Secular, uma vida à serviço da Igreja".


Em seguida tivemos a palestra " Oração: a porta de entrada para o castelo interior "feita pela Cidinha.
                                                            

Após o almoço tivemos a palestra " A oração na vida de nossos santos" com a irmã Laura e depois o "Método de oração Carmelitano" onde o Sebastião Silva discorreu sobre o assunto.
                      

Em seguida fizemos a Hora Santa presidida pelo nosso querido bispo Dom Paulo Roberto Belotto, onde tivemos momentos de silêncio  refletindo sobre tudo que ouvimos no dia, agradecendo a Deus, e pedindo suas bençãos sobre cada um de nós.


O nosso agradecimento a todos que ajudaram com que esse encontro acontecesse e em especial a Irmã Laura que ficou conosco o tempo todo, cantando juntamente com André Boleba.                                            

                             

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