terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Confraternização da Comunidade Nossa Senhora do Carmo e Santa Teresa de Jesus



Fim de ano! É Natal! Mais um ano se vai! É tempo de luz, paz e alegria! É tempo de esperança e acolhida, de preparar os nossos corações para a chegada do Menino Deus.    
Aos catorze de dezembro último ( dia de S. João da Cruz) a Comunidade Nossa Senhora do Carmo e Santa Teresa de Jesus - ao encerrar suas atividades, marcou os 500 anos do nascimento da Santa Madre. Ela que soube enfrentar com muita garra e coragem tantas dificuldades, em épocas difíceis, regada de persistência, simplicidade, e muita sabedoria.
Foi assim, que, entre cores, flores, e sabores, ao lado de doces sorrisos e ternas palavras  a Comunidade marcou os caminhos de Teresa. Durante o ano entre leituras de textos, cartas e poesias, visita do cajado e  momentos de partilha e descontração, contemplamos Teresa que com sua humildade nos revelou mensagens tão presentes no nosso cotidiano e nos alerta para o encontro com Cristo, como nosso compromisso de vida.
Uma de nós representou Santa Teresa com muita emoção e o cajado na mão, sua grande devoção veio contemplar o tom da grande espiritualidade vivida por cada um de nós.
Representando o Natal foi lido um trecho de S. João da Cruz pelo Fr. Aurílio, que o representou, e seguiu-se em procissão com dos membros da Comunidade representando a Virgem Maria e S. José.
Uma irmã da Comunidade fez o relato de sua peregrinação a Ávila.
Foi um momento de descontração, fraternidade, comemoração e muita alegria; além de bênçãos espirituais.
Encerramos a festividade com a representação das luzes do Advento quando a presidente da comunidade, Haidê Zakaib  acendeu a  vela e em seguida  passou a vela para os presentes e com uma oração
Como de costume demos o nosso abraço da paz.
Desejamos a todos um feliz e santo Natal e que a alegria do nascimento do menino Jesus invada nossos corações







 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A escolha de vida de uma mãe é a escolha de dar a vida Na Audiência Geral, o Santo Padre deu sequência ao ciclo de catequeses sobre a família



ROMA, 07 de Janeiro de 2015 (Zenit.org) - Na Audiência Geral desta quarta-feira, 7 de janeiro,o Santo Padre deu sequência ao ciclo de catequeses sobre a família. Eis o texto na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia. Hoje continuamos com as catequeses sobre Igreja e faremos uma reflexão sobre Igreja mãe. A Igreja é mãe. A nossa Santa mãe Igreja.
Nestes dias, a liturgia da Igreja colocou diante dos nossos olhos o ícone da Virgem Maria Mãe de Deus. O primeiro dia do ano é a festa da Mãe de Deus, à qual segue a Epifania, com a recordação da visita dos Magos. Escreve o evangelista Mateus: “Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram” (Mt 2, 11).  É a Mãe que, depois de tê-lo gerado, apresenta o Filho ao mundo. Ela nos dá Jesus, ela nos mostra Jesus, ela nos faz ver Jesus.
Continuamos com as catequeses sobre família e na família há a mãe. Cada pessoa humana deve a vida a uma mãe e quase sempre deve a ela muito da própria existência sucessiva, da formação humana e espiritual. A mãe, porém, mesmo sendo muito exaltada do ponto de vista simbólico – tantas poesias, tantas coisas belas se dizem poeticamente da mãe – é pouco escutada e pouco ajudada na vida cotidiana, pouco considerada no seu papel central da sociedade. Antes, muitas vezes se aproveita da disponibilidade das mães a sacrificar-se pelos filhos para “economizar” nas despesas sociais.
Acontece que, mesmo na comunidade cristã, a mãe nem sempre é valorizada, é pouco ouvida. No entanto, no centro da vida da Igreja está a Mãe de Jesus. Talvez as mães, prontas a tantos sacrifícios pelos próprios filhos, e não raro também por aqueles de outros, deveriam encontrar mais escuta. Precisaria compreender mais a luta cotidiana delas para serem eficientes no trabalho e atentas e afetuosas na família; precisaria entender melhor o que elas aspiram para exprimir os frutos melhores e autênticos da sua emancipação. Uma mãe com os filhos sempre tem problemas, sempre trabalho. Em me lembro de casa, éramos cinco filhos e enquanto um fazia uma coisa outro fazia outra, o outro pensava em fazer outra e a pobre mãe ia de um lado a outro, mas era feliz, Deu tanto a nós.
As mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo egoísta. “Indivíduo” quer dizer “que não se pode dividir”. As mães, em vez disso, se “dividem” a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer. São essas, as mães, a odiar mais a guerra, que mata os seus filhos. Tantas vezes pensei naquelas mães quando recebem a carta: “Digo-lhe que o seu filho morreu em defesa da pátria…”. Pobres mulheres! Como uma mãe sofre! São essas a testemunhar a beleza da vida. O arcebispo Oscar Arnulfo Romero dizia que as mães vivem um “martírio materno”. Na homilia pelo funeral de um padre assassinato pelos esquadrões da morte, ele disse, repetindo o Concílio Vaticano II: “Todos devemos estar dispostos a morrer pela nossa fé, mesmo se o Senhor não nos concede esta honra… Dar a vida não significa somente ser morto; dar a vida, ter espírito de martírio, é dar no dever, no silêncio, na oração, no cumprimento honesto do dever; naquele silêncio da vida cotidiana; dar a vida pouco a pouco? Sim, como a dá uma mãe que, sem temor, com a simplicidade do martírio materno, concebe no seu seio um filho, dá à luz a ele,  amamenta-o, fá-lo crescer e cuida dele com carinho. É dar a vida. É martírio”. Termino aqui a citação. Sim, ser mãe não significa somente colocar no mundo um filho, mas é também uma escolha de vida. O que escolhe uma mãe, qual é a escolha de vida de uma mãe? A escolha de vida de uma mãe é a escolha de dar a vida. E isto é grande, isto é belo.
Uma sociedade sem mães seria uma sociedade desumana, porque as mães sabem testemunhar sempre, mesmo nos piores momentos, a ternura, a dedicação, a força moral. As mães transmitem, muitas vezes, também o sentido mais profundo da prática religiosa: nas primeiras orações, nos primeiros gestos de devoção que uma criança aprende, é inscrito no valor da fé na vida de um ser humano. É uma mensagem que as mães que acreditam sabem transmitir sem tantas explicações: estas chegarão depois, mas a semente da fé está naqueles primeiros, preciosíssimos momentos. Sem as mães, não somente não haveria novos fiéis, mas a fé perderia boa parte do seu calor simples e profundo. E a Igreja é mãe, com tudo isso, é nossa mãe! Nós não somos órfãos, temos uma mãe! Nossa Senhora, a mãe Igreja e a nossa mãe. Não somos órfãos, somos filhos da Igreja, somos filhos de Nossa Senhora e somos filhos das nossas mães.
Queridas mães, obrigado, obrigado por aquilo que vocês são na família e por aquilo que dão à Igreja e ao mundo. E a ti, amada Igreja, obrigado por ser mãe. E a ti, Maria, mãe de Deus, obrigado por fazer-nos ver Jesus. E obrigado a todas as mães aqui presentes: saudamos vocês com um aplauso!

enviado por Fr. Alzinir, ocd

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Vamos salvar a Revista Mensageiro de Santa Teresinha! - Mensagem de Frei Aurílio, ocd


São Paulo 07 de janeiro de 2015

Prezados irmãos!
O senhor os abençoe com sua paz!

Saudações a todos! Que este pedido os encontre com saúde, zelo apostólico e solicitude à vinha do Senhor!
Iniciamos este ano de 2015, um ano de muitas esperanças para todo o povo de Deus, ano em que queremos nos unir em oração pedindo à Trindade Santa que derrame muitas bênçãos sobre nosso país, que vive um forte período de conflitos políticos e sobre nossa Igreja que quer acompanhar a modernidade permanecendo fiel ao Evangelho de Cristo; Sua Boa Nova é notícia sempre boa para todos nós!  Procuremos ser fiéis; rezemos sempre, “pois Ele não nos faltará!”.
O ano que se inicia trás para nós o V Centenário de Nascimento de Nossa Mãe Santa Teresa, é tempo de rever nossas origens para permanecer nos trilhos que Ela nos deixou. O Papa Francisco anunciou também 2015, como o “ano da vida consagrada”, afirmando que os consagrados são homens e mulheres que podem acordar o mundo. A vida consagrada é uma profecia; portanto, renovemos nossa consagração conscientes de nossa missão no mundo.
Bem, agora gostaríamos de lembrar que no ano de 2011 celebramos com muita gratidão o centenário da chegada dos quatro primeiros carmelitas descalços ao sudeste do Brasil, oriundos da Província Romana. Nestes cem anos, estivemos presentes em algumas cidades das quais algumas tivemos que deixar, outras casas foram abertas em locais diversos; estamos agora avançando para o nordeste do país e muitas obras foram realizadas pelos nossos saudosos frades que com coragem nos antecederam; deixando-nos um legado espiritual, cultural e patrimonial.
Dentre os feitos de nossos frades, queremos destacar hoje, a criação da “Revista Mensageiro de Santa Teresinha”. A Revista foi criada em 1924 (um pouco antes da Canonização da Pequena de Lisieux), por frei Serafim de Santa Teresa, vigário provincial na época, o intuito dos primeiros frades era difundir a espiritualidade da santinha das rosas e torná-la mais conhecida em nosso querido Brasil; o que conseguiram foi bem mais do que isso. Muitas pessoas nestes 91 anos da circulação da Revista experimentaram em suas vidas a intercessão de Santa Teresinha, muitas foram as partilhas... E têm se mostrado um importante veículo de divulgação e comunhão de nosso carisma em meio às famílias e paróquias que se identificam com o nosso modo de ser Igreja.
Nestes quase 100 anos de circulação da revista, muitas foram as dificuldades para mantê-la, inclusive financeiras. Hoje, deparamo-nos com uma realidade bem desafiadora para mantermos a revista física em circulação; pois são altas as taxas de impressão e envio, e poucos os assinantes fiéis, ou seja, os que contribuem com seriedade anualmente; no momento contamos com apenas 150 assinantes. Destes, poucos contribuem, sendo que a grande maioria recebe a revista como cortesia.
Por isso fazemos um apelo à sua comunidade; por favor, nos ajudem a manter a Revista que caminha rumo ao seu centenário!
Ajudem-nos a conseguir mais assinantes, pelo menos para manter os custos com a editora.
Precisamos aumentar o número de assinantes fiéis!
Para fazer a assinatura, necessitamos do nome, endereço completo, telefones de contato e o número do CPF do assinante, o valor para este ano de 2015 é de R$44,00 (referente aos quatro exemplares da revista).
Qualquer dúvida ou sugestão, fale conosco, nosso telefone é (11) 3660-1220 ou pelo nosso email: edicoesocd@gmail.com.
Grato!



                                   Frei Francisco Aurílio OCD / Vigário Provincial

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

A DESTRUIÇÃO ARQUITETADA POR UM ANJO.


Satanás não é apenas uma "ideia" ou uma "mentalidade", mas, uma criatura real, um ser inteligente
e perverso, que, em seu ódio contra Deus e contra tudo que Deus ama, busca a todo momento
e incansavelmente destruir o projeto de Deus para a salvação dos homens, objetos do beneplácito
divino...  




A lenta e gradual construção da “cidade dos homens” é obra de uma inteligência angélica.


Em uma das muitas alocuções que proferiu, o Papa Pio XII indicou o caminho que o demônio pavimentou, ao longo da história, para destruir o homem, criado à “imagem e semelhança” de Deus [1]:

“Ele se encontra em todo lugar e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral, social, da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé; a liberdade sem a autoridade; às vezes a autoridade sem a liberdade. É um ‘inimigo’ que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto; e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como as principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus. O ‘inimigo’ tem trabalhado e trabalha para que Cristo seja um estranho na universidade, na escola, na família, na administração da justiça, na atividade legislativa, na assembleia das nações, lá onde se determina a paz ou a guerra.” [2]
Nosso pai São João da Cruz deparou-se muitas
vezes com a ação demoníaca em suas atividades
pastorais e lutou contra eles. 
A primeira coisa que Pio XII faz é colocar as pessoas diante do inimigo. O Papa quer convencer os homens de que a obra de destruição que se apresenta aos seus olhos não é fruto do acaso ou, como pregam os progressistas, do zeitgeist – o “espírito dos tempos”. Trata-se, de verdade, de um empreendimento demoníaco. Há, por trás de toda a confusão e barbárie deste e de outros séculos, uma inteligência angélica, que, desde que caiu, trabalha incessantemente para perverter a obra da Criação e fazer perder as almas que Cristo conquistou com o Seu sangue, na Redenção.

Como explicar que o projeto de um anjo se torne tão concreto e visível no decorrer da história, só é possível a partir dos agentes humanos que, juntamente com o demônio, bradaram “non serviam”, a fim de servirem ao mal. Embora seus destinos eternos estejam nas mãos de Deus – e só Ele possa dizer se o “oitavo sacramento”, a ignorância invencível, os salvou –, suas obras humanas denunciaram clamorosamente sua identidade. Do Imperador Nero, no século I, passando pelos iluministas anticristãos, até Karl Marx e seus seguidores, muitos foram os homens que aderiram abertamente ao projeto do mal e muitos foram os passos dados rumo ao “amor de si até ao desprezo de Deus” [3].

A guerra contra Satanás, seus anjos e seus planos
é constante para nós católicos. Como carmelitas,
nosso dever é rezar para que as almas e a Igreja
triunfem em todos os combates contra os
espíritos das trevas. 
É verdade que, hoje, tantas coisas más e perversas que os homens cometem ganham gentilmente outros nomes. Hoje sequer se ouvem mais as palavras “pecado” ou “erro”. Todas as ações humanas transitam entre o “conveniente” e o “socialmente inapropriado”, entre o “agradável” e o “politicamente correto”. Só que nem mil jogos de palavras podem mudar ou desfazer a realidade das coisas. Conscientemente ou não, quem quer que trabalhe para implantar no mundo um “sistema de pecado” – como é o caso de organizações que financiam o aborto, de grupos que querem a destruição da família e de religiosos que pedem a implantação de uma religião única e mundial, sem Cristo e sem a Igreja – está trabalhando para Satanás.


O Beato Francisco Palau, ocd, foi no
seu tempo um famoso exorcista. Tinha um
extraordinário dom para discernir os espíritos
e identificar nos acontecimentos a ação
do demônio, mesmo naqueles aparentemente
"bons" ou "sem perigo"... 
As palavras não são exageradas. O próprio Jesus não poupou palavras para denominar os mentirosos: “Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai”. Semelhantes palavras podem ser dirigidas a quem, obstinado no mal, opera incansavelmente para defender a morte e a mentira, obras daquele “era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade” [4].

É verdadeiramente monstruosa a construção – ou a destruição – que os filhos das trevas fazem no mundo. No entanto, não é sadio que os cristãos se detenham diante dessa imensa Babel, nem que cruzem os braços, inertes. Afinal, “todas as coisas” – inclusive a ação dos anjos decaídos – “concorrem para o bem dos que amam a Deus” [5]. Os filhos de Deus não devem temer: nas batalhas desta vida, são guiados e amparados por “aquela misteriosa presença de Deus na história, que é a Providência” [6].

 (Texto extraído do blog do Padre Paulo Ricardo Azevedo Júnior)

Referências
1.     Gn 1, 26
2.     Pio XII, Discorso agli uomini di Azione Cattolica, 12 ottobre 1952
3.     Santo Agostinho, De Civitate Dei, 14, 28
4.     Jo 8, 44
5.     Rm 8, 28

6.     Centesimus Annus, 59

ALTERAÇÃO NO CONSELHO PROVINCIAL E DISTRIBUIÇÃO DAS COMUNIDADES DO ESTADO DE SÃO PAULO

Comunicamos, que por motivos particulares, pediu demissão do Conselho Provincial a conselheira EDNA DE JESUS ALVES (São Roque-SP), assumindo em seu lugar MÁRCIA APARECIDA ANDRADE (Itapetininga-SP). Por essa razão, foi preciso fazer algumas alterações na distribuição das Comunidades do Estado de São Paulo, ficando assimdividido:





DANIEL GARCIA ROZA
Conselheiro (São Paulo)
Coordenador da Comissão de Congressos
Comunidade Santa Teresa e Beata Myriam
(Franca-SP)

Responsável por: 
Grupo São José (Aparecida-SP)
Comunidade São João da Cruz (São João da Boa Vista-SP)
Grupo Santa Teresinha (Mococa-SP)
Grupo Flor do Carmelo (Bauru-SP)
Comunidade Santa Teresinha (Passos-MG)
Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus (São Roque-SP)


HAIDE ZAKAIB MEZZALIRA
Conselheira (São Paulo)
Comunidade N.S. do Carmo e Sta Teresa de Jesus
(São Paulo-SP)

Responsável por: 
Comunidade Santa Teresinha Menino Jesus, Doutora (Jundiaí-SP)
Comunidade Maria, Mãe e Rainha do Carmelo – Jabaquara (São Paulo-SP)

Grupo Nossa Senhora do Carmo (Paulínia-SP)
Comunidade Santa Face (Tremembé-SP) 
Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus (Campinas-SP)
Comunidade Alegria da Sagrada Face (Itapetininga-SP)




MÁRCIA APARECIDA ANDRADE

Conselheira (São Paulo)
marciaandrade@ig.com.br
Comunidade Alegria da Sagrada Face
(Itapetininga-SP)

Responsável por: 
Comunidade Santa Teresa e Beata Myriam Jesus Crucificado (Franca–SP)
Comunidade N. S. do Carmo e Santa Teresa de Jesus - Higienópolis (São Paulo-SP) 
Comunidade Nossa Senhora do Carmo e Santa Teresinha (Presidente Prudente-SP)
Comunidade Nossa Senhora do Carmo (Avaré)

domingo, 4 de janeiro de 2015

O SANTÍSSIMO NOME DE JESUS - Memória no dia 03 de janeiro.



É em nome do Divino Salvador que a Igreja reza, cura os enfermos, evangeliza os povos, expulsa os demônios, enfim, realiza sua obra de salvação das almas.

E seu nome será: “Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz" (Is 9, 5).

Sim, quanto é maravilhoso, rico e simbólico este nome que, segundo o Profeta Isaías, significa "Deus conosco"! Como o Arcanjo Gabriel deve ter enlevado a Santíssima Virgem Maria - que ponderava todas as coisas em seu coração - com estas palavras no momento da Anunciação: "E Lhe porás o nome de JESUS"! (Lc 1,31).


Fecunda fonte de inspiração

Esta frase, que ficou indelevelmente gravada no Imaculado Coração de Maria, chega aos ouvidos dos fiéis de todos os tempos, no orbe terrestre inteiro, fecundando os bons afetos de todo homem batizado. Ao longo dos séculos, diversas almas monásticas e contemplativas foram inspiradas por ela a tal ponto que inúmeras composições de canto gregoriano versam sobre o suave Nome do Filho de Deus.

Dentre tantos nomes que poderiam
ter sido escolhidos, nossa Mãe
quis ser apenas "de JESUS".
Há uma misteriosa e insondável relação entre o Nome de Jesus e o Verbo Encarnado, não sendo possível conceber outro que lhe seja mais apropriado.

É o mais suave e santo dos nomes. Ele é um símbolo sacratíssimo do Filho de Deus, e sumamente eficaz para atrair sobre nós as graças e favores celestiais. O próprio Nosso Senhor prometeu: "Qualquer coisa que peçais a meu Pai em meu nome, Ele vo-la concederá" (Jo 14,13). Que magnífico convite para repeti-lo sem cessar e com ilimitada confiança!


Invoque este nome poderosíssimo!

A Santa Igreja, mãe próvida e solícita, concede indulgências a quem invocá-lo com reverência, inclusive põe à disposição de seus filhos a Ladainha do Santíssimo Nome de Jesus, incentivando-os a rezá-la com frequência.

No século XIII, o Papa Gregório X exortou os bispos do mundo e seus sacerdotes a pronunciar muitas vezes o Nome de Jesus e incentivar o povo a colocar toda sua confiança neste nome todo poderoso, como um remédio contra os males que ameaçavam a sociedade de então. O Papa confiou particularmente aos dominicanos a tarefa de pregar as maravilhas do Santo Nome, obra que eles realizaram com zelo, obtendo grandes sucessos e vitórias para a Santa Igreja.

Um vigoroso exemplo da eficácia do Santo Nome de Jesus verificou-se por ocasião de uma epidemia devastadora surgida em Lisboa em 1432. Todos os que podiam, fugiam aterrorizados da cidade, levando assim a doença para todos os recantos de Portugal. Milhares de pessoas morreram. Entre os heroicos membros do clero que davam assistência aos agonizantes estava um venerável bispo dominicano, Dom André Dias, o qual incentivava a população a invocar o Santo Nome de Jesus.

Ele percorria incansavelmente o país, recomendando a todos, inclusive aos que ainda não tinham sido atingidos pela terrível enfermidade, a repetir: JESUS, JESUS! "Escrevam este nome em cartões, mantenham esses cartões sobre seus corpos; coloquem-nos, à noite, sob o travesseiro; pendurem-nos em suas portas; mas, acima de tudo, constantemente invoquem com seus lábios e em seus corações este Nome poderosíssimo".

Maravilha! Em um prazo incrivelmente curto o país inteiro foi libertado da epidemia, e as pessoas agradecidas continuaram a confiar com amor no Santo Nome de nosso Salvador. De Portugal, essa confiança espalhou-se para a Espanha, França e o resto do mundo.

"Ao Nome de Jesus todos os joelhos se dobrarão no Céu, 
na Terra e abaixo da terra"... 


Uma retribuição agradável a Deus

O ardoroso São Paulo é o apóstolo por excelência do Santo Nome de Jesus. Diz ele que este é "o nome acima de todos os nomes", e louva seu poder com estas palavras: "Ao nome de JESUS dobrem-se todos os joelhos nos céus, na terra e nos infernos" (Fil 2,10).

São Bernardo era tomado de inefável alegria e consolação ao repetir o nome de Jesus. Ele sentia como se tivesse mel em sua boca, e uma deliciosa paz em seu coração. São Francisco de Sales não hesita em dizer que quem tem o costume de repetir com frequência o nome de Jesus, pode estar certo de obter a graça de uma morte santa e feliz. Outro imenso favor!


Mas este grande dom não nos pede alguma retribuição?

Sim. Além de muita confiança e gratidão, o desejo sincero de viver em inteira consonância com as infinitas belezas contidas no santíssimo Nome de Jesus. E também - a exemplo do venerável bispo português Dom André Dias - o empenho em divulgá-lo aos quatro ventos. Digna de honra e louvor é a mãe verdadeiramente católica, que ensina seus filhos a pronunciar os doces nomes de Jesus e de Maria mesmo antes de dizer mamãe e papai, bem como a pautar sua vida pela desses dois modelos divinos.



* * * * * * * * * *

Muitos habitantes de Jerusalém assistiram à cena tão bem narrada nos Atos dos Apóstolos, que o leitor tem a impressão de estar também presente.

Pedro e João subiam ao Templo para rezar. Um coxo de nascença, postado na Porta Formosa, lhes pediu esmola.

- Olha para nós! - disse-lhe o Príncipe dos Apóstolos. - O pobre fitou-os com atenção, perguntando- se quanto iria receber.

- Não tenho prata nem ouro, mas dou-te o que tenho: em nome de JESUS de Nazaré, levanta-te e anda. - Dando um salto, o aleijado pôs-se de pé e entrou com eles no Templo, saltando e louvando a Deus. E de tal forma agarrou-se aos dois Apóstolos que em torno destes juntou-se uma multidão estupefata. Ao ver isso, Pedro assim falou:

- Varões israelitas, por que olhais para nós, como se por nosso poder tivéssemos feito andar este homem? O Deus de nossos pais glorificou seu filho Jesus. Mediante a fé em seu nome é que esse mesmo nome deu a cura perfeita a este homem que vós vedes e conheceis.


 
Coube a nosso pai São José
conferir oficialmente ao Filho de Deus
o Santíssimo Nome de Jesus... 
Não há outro nome pelo qual sejamos salvos

Continuou São Pedro seu discurso, exortando os ouvintes à conversão, até ser interrompido por alguns sacerdotes e saduceus, acompanhados do chefe da guarda do Templo, o qual prendeu os dois homens de Deus. No dia seguinte, foram eles conduzidos à presença do Sumo Sacerdote e seu Conselho.

- Com que poder e em nome de quem fizestes isso? - perguntaram-lhe. A resposta veio serena, mas firme:

- Príncipes do povo e anciãos, ouvi- me! Já que somos aqui interrogados sobre a cura de um homem enfermo, seja notório a todo o povo de Israel que é em nome de Jesus Cristo Nazareno, é por ele que este homem está são diante de vós. Não há salvação em nenhum outro, porque não há sob o céu nenhum outro nome pelo qual devamos ser salvos.



Por que proibir?

A firmeza do Primeiro Papa deixou desconcertados os inimigos de Jesus. Fazendo-os sair da sala do Conselho, deliberaram entre si: "Que faremos destes homens? Porquanto o milagre por eles feito se tornou conhecido de todos os habitantes de Jerusalém, e não o podemos negar. Todavia, para que esta notícia não se divulgue mais entre o povo, proibamos que no futuro falem a alguém nesse nome" (At 4, 16-17).

Chamaram, então, de volta os dois discípulos do Senhor e os intimaram terminantemente a nunca mais falar ou ensinar em nome de Jesus. Ordem à qual, aliás, Pedro e João declararam de forma categórica que não obedeceriam, pois deviam obediência a Deus antes de tudo. Qual o motivo de tão injustificada proibição?

Na perspectiva dos inimigos de Deus e de sua Igreja, não é difícil entender a razão: muitos dos que ouviram aquela pregação de São Pedro creram, "e o número dos fiéis elevou-se a mais ou menos cinco mil" (At 4, 4). Compreende-se, assim, a sanha do Sinédrio, pois percebia bem que, nessa proporção, em pouco tempo a Igreja se expandiria por todo o mundo.





Pregar o Evangelho é proclamar o nome de Jesus

Como poderia a Santa Igreja deixar de orar, pregar, batizar e curar em nome de Jesus?
Desde os primeiros dias do Cristianismo, pregar o Evangelho é proclamar esse nome glorioso entre todos. É pelo seu poder divino que se operam os milagres: "Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas (...) imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados" (Mc 16, 17-18).

O nome do Redentor não podia deixar de ocupar um lugar proeminente na vida da Igreja, uma vez que Ele próprio afirmou: "Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei" (Jo 14, 13). E no ato do Batismo, pelo qual nasce o cristão, é "em nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus" que a alma é lavada, santificada e justificada (Cf. 1Co 6, 11).

Tudo isso tem uma valiosa aplicação em nossa vida de católicos: a invocação do Santíssimo Nome de Jesus é uma fonte inesgotável de graças para a santificação pessoal e as obras de evangelização.


(Revista Arautos do Evangelho, Janeiro/2005, n. 37, p. 22-25)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Despedida dos aspirantes 2014

Damos graças ao Bom Deus pelo Aspirantado OCD 2014.
Dia 26-12 aqui em Caratinga deu-se por encerrado a etapa do aspirantado desse ano.
A celebração foi presidida pelo Mestre de Formação Frei Jorge e concelebrada por Frei(s) Ronan, Marlon e Odair. Contamos com a participação na música e liturgia dos noviços e Ordem secular
Deus tem providenciado vocações e a Ele rogamos a perseverança para nossos jovens ( Lucas, Adriano, Ronan, Bruno, Estevam, Felipe, Luiz Eduardo).
Louvamos a Deus pela equipe formativa que os preparou até então.
Unidos pela eucaristia !




A GLÓRIA DE MARIA, MÃE DE DEUS.


Em teus braços, ó Mãe
Santíssima, descansou
e dormiu o Senhor do
universo! 
Nosso Deus é um Deus de AMOR, Sua misericórdia é eterna! Seu Nome Santo e Onipotente faz tremer o inferno e extasia o Céu! Sua glória exuberante e magnífica enleva as multidões de Anjos que, sem cessar, O adoram diante de Seu Trono. Sua majestade divina é imperscrutável até para os Arcanjos e Serafins. O universo inteiro obedece diligentemente a Sua Vontade. Tudo vê. Tudo sabe. É Senhor e Rei de tudo que existe e poderá existir. Ele é o Rei dos reis. Ele é o Senhor dos senhores. Sua honra colossal e inatingível inunda a todos os Anjos e Santos, deixando-os em profundíssima reverência. À vontade de sua boca se submete o tempo e o espaço. A maior das galáxias e o menor dos átomos são humildes servos de Sua glória e poder.
Mas, apesar de tudo isso, uma mulher foi DIGNA de ser sua MÃE, e mereceu gerar esse Deus eterno no tempo e na história humana, tê-lo em seus braços, amamentá-lo e cuidar dele em sua vida oculta em Nazaré. Por suas virtudes excelsas e sua alma e corpo repletos de toda a graça, pôde ser a Mãe desse Deus. Quantas vezes o próprio Criador e Supremo Rei a chamou de “mamãe”! Sim, Mãe, Mãe de Deus! A Theotókos! O maior título e dignidade possíveis a uma pura criatura! Poderia, por acaso, o maior dos Anjos deixar de se prostrar diante da Mãe de seu Deus? Poderia a terra ter ousado consumir o corpo e o sangue daquela que nutriu e sustentou o Santíssimo Corpo e Sangue do Senhor do universo? Como sua Mãe, deixaria ela de participar da Glória do Senhor da Glória?
O olhar terníssimo e dulcíssimo
de Jesus contempla maravilhado
a mais bela das criaturas: sua
própria Mãe. 
É inconcebível imaginar o contrário! Poderia o corpo que acolheu o Senhor Três Vezes Santo ser pecador e sujeito à iniquidade? Absurdo pensar que sim! Caso ela fosse uma pecadora, igual a qualquer ser humano, ela não seria a CHEIA DE GRAÇA, pois o pecado tira o brilho, a pureza da alma e a afaste de Deus. Ela, que foi repleta do Espírito Santo na Encarnação do Verbo e no Pentecostes, poderia ser uma pecadora, como nós? Não! Ela é a Virgem Imaculada, a Eleita, a Escolhida por Deus, desde toda a eternidade, preparada para ser a Mãe de Deus. 
A ela também as multidões de Anjos servem. Em sua honra, hinos de louvor são entoados pelos coros celestiais. Seu nome, como o de Jesus, encanta e enleva os Querubins e os Santos: MARIA!
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