domingo, 29 de março de 2015

Proclamação de Santa Teresa de Jesus, nossa Mãe, como Doutora da Igreja - Papa Beato Paulo VI.


(Homilia do Beato Paulo VI no dia em que Santa Teresa foi proclamada Doutora da Igreja)

Nós conferimos, ou melhor, nós reconhecemos o título de Doutora da Igreja a Santa Teresa de Jesus.

O fato de proferir o nome desta Santa singularíssima e grandíssima, neste lugar e nesta circunstância, basta para suscitar nas nossas almas uma multidão de ideias.

A primeira seria a de evocar a figura de Santa Teresa. Vemo-la aparecer diante de nós como uma mulher excepcional, como uma religiosa que, coberta inteiramente pelo véu da humildade, da penitência e da simplicidade, irradia à sua volta a chama da sua vitalidade humana e do seu dinamismo espiritual, e depois como a reformadora e fundadora de uma Ordem religiosa insigne e histórica, escritora genialíssima e fecunda, mestra de vida espiritual, incomparável na contemplação e infatigável na ação. Como é grande, como é única, como é humana e como é atraente esta figura!



Antes de tratarmos de outro assunto, sentimo-nos tentado a falar dela, desta Santa que, sob muitos aspectos, desperta grande interesse. Mas, não deveis esperar que, neste momento, falemos da pessoa e da obra de Teresa de Jesus. A dupla biografia, apresentada no livro que a Sagrada Congregação para as Causas dos Santos preparou com tanto cuidado, bastaria para desencorajar quem quisesse condensar em breves palavras a imagem histórica e biográfica desta Santa, que parece transbordar dos traços descritivos que a pretendessem encerrar.

Aliás, não é propriamente sobre ela que desejamos agora fixar, por alguns instantes, a vossa atenção. Mas, é sobre o ato que acabamos de realizar, sobre o fato que inscrevemos na história da Igreja e que confiamos à piedade e à reflexão do Povo de Deus; por outras palavras, sobre a atribuição do título de “Doutora” a Santa Teresa de Ávila, a Santa Teresa de Jesus, a grande Carmelita.

O significado deste ato é muito claro. É um ato que intencionalmente quer ser luminoso, que poderia ter a sua imagem simbólica numa lâmpada acesa diante da humilde e majestosa figura da Santa. É um ato luminoso, por causa do facho de luz que a lâmpada do título de Doutora projeta sobre ela, e, também, por causa do outro facho de luz que este mesmo título de Doutora projeta sobre nós.

Sobre ela, Teresa: a luz do titulo de Doutora põe em evidência valores indiscutíveis que já tinham sido amplamente reconhecidos, como, antes de tudo, a santidade da sua vida, valor que já tinha sido proclamado oficialmente a 12 de Março de 1622 — ela tinha morrido trinta anos antes — pelo nosso predecessor,  Gregório XV, na célebre canonização, que, juntamente com a nossa Carmelita, inscreveu, no catálogo dos Santos, Inácio de Loiola, Francisco Xavier, Isidoro Agricultor, todos eles glória da Espanha católica, e Filipe Neri, florentino-romano. Põe, igualmente, em realce “a eminência da doutrina”, em segundo lugar, é verdade, mas de um modo especial (cfr. Prospero Lambertini (Bento XIV) De Servorum Dei Beatificatione, IV, 2, c. II, n. 13).

A doutrina de Santa Teresa de Ávila resplandece pelos carismas de verdade, de conformidade com a fé católica, de utilidade para a erudição das almas, e também por outro carisma que podemos sublinhar, o da sabedoria, que nos leva a pensar no aspecto mais atraente e, ao mesmo tempo, mais misterioso do doutorado de Santa Teresa, isto é, no influxo da inspiração divina nesta prodigiosa escritora mística.

De onde tirou Teresa o tesouro da sua doutrina? Sem dúvida, da sua inteligência e da sua formação cultural e espiritual, das suas leituras, dos colóquios com os grandes mestres de teologia e de espiritualidade, da sua singular sensibilidade, da sua habitual e intensa disciplina ascética, da sua meditação contemplativa, numa palavra, da sua correspondência à graça, que ela recebia na sua alma extraordinariamente rica e preparada para a prática e a experiência da oração. Mas, era esta a única fonte da sua “doutrina eminente”? Porventura não devemos procurar em Teresa atos, fatos, estados de alma, que não provinham dela, mas que eram experimentados por ela, isto é, sofridos, passivos, místicos, no verdadeiro sentido da palavra, para os atribuir a uma ação extraordinária do Espírito Santo? Encontramo-nos, indubitavelmente, diante de uma alma, na qual a iniciativa divina extraordinária se manifesta, é experimentada e depois descrita, simples, fiel e maravilhosamente, com uma linguagem literária própria.

Neste ponto, multiplicam-se as questões. A originalidade da acção mística é considerada um dos fenómenos psicológicos mais delicados e mais complexos, em que muitos factores podem intervir e obrigar o observador às mais severas cautelas. Mas as maravilhas da alma humana manifestam-se neles de um modo surpreendente, principalmente a do amor, que celebra nas profundezas do coração as suas expressões mais variadas e mais completas, amor que devemos por fim chamar conúbio, porque é o encontro do Amor divino inundante que desce para se unir com o amor humano, o qual, por sua vez, tende a subir com todas as suas forças. É a união mais íntima e mais forte com Deus que a alma pode experimentar nesta terra, e que se torna luz e sabedoria das coisas divinas e sabedoria das coisas humanas.

E é destes segredos que nos fala a doutrina de Santa Teresa: os segredos da oração. A sua doutrina concentra-se neste ponto. Santa Teresa teve o privilégio e o merecimento de conhecer estes segredos, por meio da experiência, vivida na santidade de uma vida consagrada à contemplação e, ao mesmo tempo, dedicada à ação, experiência sofrida e também gozada, na efusão de extraordinários carismas espirituais. Teresa possuiu a arte de expor estes segredos em grau tão elevado que se classificou entre os maiores mestres da vida espiritual. É, por isso, que a sua estátua nesta Basílica, entre as fundadoras de Famílias Religiosas, tem uma inscrição que define muito bem a Santa: Mater spiritualium.


Esta prerrogativa de Santa Teresa, a de ser mãe e mestra das pessoas que se dedicam à vida espiritual, já tinha sido admitida, podemos dizer, por consenso unânime: mãe de encantadora simplicidade e mestra de admirável profundidade. O apoio da tradição dos Santos, dos teólogos, dos fiéis e dos estudiosos da matéria já lhe tinha sido dado. Nós, agora, confirmamo-lo, fazendo com que ela, ornada deste título de mestra, possa ter uma missão mais autorizada a cumprir na sua Família religiosa, na Igreja orante e no mundo, com a sua mensagem perene e presente: a mensagem da oração.

Esta é a luz, hoje mais viva e penetrante, que o título de Doutora, conferido a Santa Teresa, projeta sobre nós. A mensagem da oração chega até nós, filhos da Igreja, num momento caracterizado por um grande esforço de reforma e de renovação da oração litúrgica. Chega até nós que nos sentimos tentados pelo grande rumor do mundo exterior e pelo empenho com que ele se dá às preocupações da vida moderna, com o risco de perder os verdadeiros tesouros da nossa alma, na conquista dos sedutores tesouros da terra. Chega até nós, filhos do nosso tempo, numa época em que se vão perdendo não só o hábito do colóquio com Deus, mas também o sentido da necessidade e do dever de O adorar e invocar. Chega até nós a mensagem da oração, canto e música do espírito, embebido da graça e aberto à conversação da fé, da esperança e da caridade, enquanto a investigação psicanalítica desagrega o instrumento frágil e complicado, que somos nós, não para tirar dele as vozes da humanidade sofredora e redimida, mas para auscultar o turvo rumor do seu subconsciente animal e o clamor das suas paixões desordenadas e da sua angústia desesperada. Chega até nós a mensagem sublime e simples de oração da sábia Santa Teresa, que nos exorta a compreendermos « o grande bem que Deus faz a uma alma quando a prepara para praticar com ardor a oração mental... porque a oração mental, segundo o meu parecer, é simplesmente um modo amável de tratar que muitas vezes empregamos ao falar a sós com Aquele que sabemos que nos ama» (Vida, 8, 4-5).

Em resumo, é esta a mensagem que nos apresenta Santa Teresa de Jesus, Doutora da Igreja: ouçamo-la e façamo-la nossa.

Devemos agora acrescentar duas observações que Nos parecem importantes.

A primeira é a seguinte: Santa Teresa de Ávila é a primeira mulher a quem a Igreja confere este titulo de Doutora, apesar da severa frase de São Paulo: «Calem-se as mulheres nas assembleias pois que não lhes é permitido falar » (1 Cor 14, 34), o que significa, até hoje, que a mulher não é destinada a ter na Igreja funções hierárquicas de magistério e ministério. Este preceito apostólico foi, porventura, violado?

Podemos responder com clareza negativamente. Na realidade, não se trata de um título que comporte funções hierárquicas de magistério, mas, ao mesmo tempo, devemos declarar que este facto não significa de modo algum uma apreciação menor da sublime missão que a mulher tem no Povo de Deus.

Pelo contrário, a mulher, ao ser recebida na Igreja pelo Batismo, participa do sacerdócio comum dos fiéis, que a habilita e obriga a «professar diante dos homens a fé recebida de Deus por meio da Igreja » (Lumen Gentium, n. 11). E nesta profissão de fé muitas mulheres chegaram aos cumes mais elevados, até serem, com a sua palavra e os seus escritos, luz e guia para os seus irmãos. Luz alimentada todos os dias no contato íntimo com Deus, também nas formas mais nobres da oração mística, para a qual São Francisco de Sales não hesita em dizer que possuem uma especial capacidade. É luz que se tornou vida, de maneira sublime, para o bem e o serviço dos homens.

Por isso, o II Concílio do Vaticano quis reconhecer a elevada colaboração com a graça divina que as mulheres são chamadas a dar, para a instauração do Reino de Deus na terra, e, ao exaltar a grandeza da sua missão, não duvida em convidá-las igualmente a cooperarem «para que a humanidade não decaia», « para reconciliar os homens com a vida », « para salvar a paz no mundo » (II Concílio do Vaticano, Mensagem às mulheres).

Em segundo lugar, não queremos silenciar o facto que Santa Teresa era espanhola e que a Espanha a considera, com razão, como uma das suas maiores glórias. Na sua personalidade podemos apreciar as características da sua pátria: a fortaleza de espírito, a profundidade de sentimentos, a sinceridade de coração e o amor à Igreja. A sua figura surgiu numa época gloriosa de santos e de mestres, que caracterizaram o seu tempo com o desenvolvimento da espiritualidade. Teresa ouviu-os com a humildade de uma discípula e, ao mesmo tempo, soube julgá-los com a perspicácia de uma grande mestra de vida espiritual, e, como tal, estes consideraram-na.

Por outro lado, dentro e fora das fronteiras da pátria, agitava-se com violência a tempestade da Reforma, lançando os filhos da Igreja uns contra os outros. Santa Teresa, por causa do seu amor à verdade e da sua intimidade com o Divino Mestre, teve que sofrer amarguras e incompreensões de toda a espécie, e o seu espírito não sabia conservar a paz diante da ruptura da unidade. « Sofri muito — escreveu — e, como se pudesse ou fosse alguma coisa, chorava diante do Senhor, suplicando que remediasse tantos males » (Camino de perfección, c. 1, n. 2, em: BAC, 1962, n. 185).

Este seu sentir com a Igreja, provado na dor que ela sentia ao ver a dispersão das forças, levou-a a reagir com o seu carácter castelhano cheio de vigor, no anseio por edificar o Reino de Deus. E, assim, decidiu-se a penetrar no mundo que a circundava, com uma visão reformadora, para imprimir nele um sentido, uma harmonia e uma alma cristã.

Cinco séculos depois, Santa Teresa de Ávila continua a deixar o exemplo da sua missão espiritual, da nobreza do seu coração, sequioso de catolicidade, do seu amor, despojado de todo o afeto terreno para dar-se totalmente à Igreja. Antes do seu último respiro, ela pôde dizer, como epílogo de toda a sua vida: «Finalmente sou filha da Igreja!».

Queremos ver, nesta expressão, que é presságio e prelúdio da glória dos Santos para Teresa de Jesus, a herança espiritual legada a toda a Espanha. Queremos ver também um convite a todos nós, para fazermos eco à sua voz e para a transformar em programa de vida a fim de poder repetir com ela: somos filhos da Igreja.

Damos-vos a Nossa Bênção Apostólica.»


HOMILIA DO PAPA PAULO VI
Domingo, 27 de Setembro de 1970



Fonte:http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/homilies/1970/documents/hf_p-vi_hom_19700927_po.html

sábado, 28 de março de 2015

Poema Quero ser Teresa - Luciano Dídimo, OCDS.

Quero ser a luz de Teresa, quero ser Teresa!




Hoje nós da Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares, juntamente com toda a família carmelitana, com toda a Igreja e com todo o povo de Deus, celebramos os 500 anos de nascimento de Santa Teresa de Jesus!

Santa Teresa foi uma mulher à frente do seu tempo, guerreira, andarilha, missionária, mestra, doutora, nunca mediu esforços e sempre foi incansável em cumprir tudo aquilo o que Deus lhe pedia.

Como forma de celebrar esse V Centenário e revivendo esse espírito missionário e andarilho de Santa Teresa, a relíquia do seu cajado saiu em peregrinação pelo mundo a partir do dia 15/10/2014 no chamado Caminho de Luz, saindo de Ávila e iniciando o percurso de 30 países pelo Brasil. 

Foi a OCDS quem recebeu o Cajado em São Paulo! Para nós isso é muito significativo, pois Santa Teresa quis iniciar sua peregrinação primeiramente pelos leigos, através dos carmelitas seculares, para depois chegar na vida religiosa através dos frades e das monjas carmelitas!


Isso também gera uma grande responsabilidade para nós, pois é como se a Luz de Santa Teresa precisasse atingir primeiro o laicato, o povo de Deus, para que assim essa Luz pudesse ser irradiada para o clero e para os religiosos, iluminando assim toda a Igreja! 


E qual não foi minha surpresa, que o Caminho de Luz finalizou exatamente com o Papa Francisco, que tocou e beijou o cajado, confirmando assim o grande amor que toda a Igreja tem por Santa Teresa, e que não só o Carmelo, mas toda a Igreja tem a missão levar a Luz de Teresa para iluminar e mostrar ao mundo todo, que o caminho a seguir é aquele que nos leva a Jesus. 

O nosso Padre Geral, Frei Savério Canistrà, em sua mensagem por ocasião do início do ano jubilar teresiano, sabiamente nos advertiu de que não celebraremos adequadamente só fazendo coisas para honrar a memoria de Santa Teresa, mas sim fazendo-nos Teresa” Ou seja, a melhor maneira que podemos honrá-la é sendo Teresa

Seremos Teresa no mundo de hoje se conseguirmos vivenciar os três pontos fundamentais do carisma teresiano, que é a humildade, o desapego e o amor fraterno, combatermos os três grande males da humanidade, que são a ânsia pelo poder, pelo possuir e pelo prazer, respectivamente. 

A mensagem de Santa Teresa continua e continuará sempre atual, pois tudo aquilo que ela ensinou serve para nós como exemplo, como direcionamento, como testemunho. Teresa nasceu para Deus e para todos nós e é como ela que eu quero ser. Quero ser a luz de Teresa, quero ser Teresa!



Feliz Festa de Santa Teresa! 

Luciano Dídimo
Presidente da OCDS - Província São José

FELIZ ANIVERSÁRIO, SANTA MADRE TERESA DE JESUS! PARABÉNS!



     Hoje, todo Carmelo Descalço rejubila de alegria pelo aniversário de 500 anos de nossa Santa Madre Fundadora, Teresa de Jesus! Todos os Carmelos, de frades e monjas, e todos os lares dos carmelitas seculares, vivem, cada um com seu jeito próprio, um dia de graça e de muita gratidão ao Senhor Deus pelo dom da vida de nossa Santa Madre. 
       Celebrar o nascimento de nossa mãe, quer biológica, quer do coração, é o mesmo que celebrarmos o nosso próprio nascimento, pois, o que seríamos de nós sem ela? Fomos plasmados em seu ventre, gestados e esperados por nove meses, dados à luz em meio a dores, acolhidos em seus braços, alimentados em seus seios, embalados ao som de sua voz, amparados em nossas primeiras doenças e em nossa limitação pueril. Numa só palavra: somos frutos de seu amor materno. 
     Teresa nasceu hoje, há 500 anos atrás. E ela é nossa mãe. O que significa seu nascimento para nós, carmelitas? Tanto já foi dito nesses últimos cinco anos de preparação... Nós, seus filhos e filhas espalhados pelo mundo inteiro, nos debruçamos em seus escritos: nos livros e cartas por ela deixados. Avidamente "devoramos" suas palavras de luz e de fogo, e nos "alimentamos" de sua sã doutrina, totalmente evangélica, porém, que lança uma luz nova e brilhante em cada alma, em cada casa teresiana, onde ainda hoje Santa Madre vive e respira. 
      O que falamos anteriormente em relação às nossas mães biológicas ou do coração podemos aplicar também à nossa mãe Santa Teresa de Jesus. Somos seus filhos. Fomos "gestados" em seu coração. No Céu ela pediu a Jesus por nós e continua a pedir a todo instante, a cada momento. Fomos alimentados no "seio" de sua doutrina mística e oracional. Se somos carmelitas é porque nos apaixonamos por essa mulher maravilhosa e pedimos a ela que nos adotasse, que nos amparasse e nos alimentasse. Como somos felizes! Ah se correspondêssemos a seu amor sendo seus imitadores e a extensão de sua existência no mundo que nos rodeia! 
    Sim! Nosso estimado Padre Geral, Frei Savério Canistrá, ocd, nos intima a não sermos apenas "admiradores" ou "devotos" de Teresa, mas sermos seus imitadores, ao ponto de nos transformarmos outras "teresas" no mundo. 
     Assim como o mundo tem sede de Cristo, podemos dizer sem erro, que o mundo tem "sede de Teresa", pois ela não é nada mais, nada menos, do que uma "portadora" de Cristo e um santuário onde Ele habita. 
     Deus, em sua misericórdia infinita, concedeu ao mundo Teresa de Jesus. Na Luz de Cristo, ela é "nova luz" a nos inspirar, a nos fortalecer, a nos educar, a nos preparar, a nos animar e santificar.          Ela nos aponta de forma bem clara um Caminho a seguir, uma Vida a ser vivida e uma Verdade sempre nova, sempre atual, que renova todas as coisas. Sem sombra de dúvida, Teresa é um PRESENTE DE DEUS para a humanidade! Ela é um bálsamo, um "remédio", um "alimento", para um mundo tão cansado, tão carente e necessitado de Deus. 
     Que ela nos inspire, sempre mais, a sermos como ela: "inquietos e andarilhos" a levar a todos os cantos da terra, a Luz, a bondade, o amor e a misericórdia de Cristo. Amém! 
     Obrigado, Senhor, por nossa Mãe Santa Teresa. Que na gloriosíssima Morada, onde está, ela continue intercedendo por cada um de seus filhos e filhas; que ela nos acompanhe em nossas lidas e lutas diárias; que ela nos fortaleça em nosso cansaço; que ela nos anime em nossas cruzes e nos apresente sempre ao Amado Senhor, ao divino Rei, Sua Majestade, que precisa ser servido, muito bem servido, por todos nós. Amém! 


(Giovani Carvalho Mendes, ocds, Comunidade Rainha do Carmelo, Fortaleza - Ceará - Brasil) 




Santa Teresa: guia e modelo atraente de doação total a Deus


Hoje, 28 de Março, faz 500 anos que Santa Teresa d’Ávila nasceu. Por esta ocasião, o Papa, que já tinha aderido à iniciativa dos Carmelitas Descalços de 1 hora de oração pela paz no mundo, dirigiu uma carta ao Superior Geral da Congregação, P. Savério Canistrá, em que se une juntamente com toda a Igreja universal  à acção de graças da grande família Carmelita Descalça pelo carisma desta mulher excepcional.

O Papa considera uma graça providencial que este aniversário coincida com o Ano dedicado à Vida Consagrada, na qual Santa Teresa de Jesus resplandece como guia segura  e modelo atraente de doação total a Deus. Trata-se – escreve o Papa – de um motivo a mais para olhar para o passado com gratidão, e para redescobrir  a “faísca inspiradora” que deu impulso aos fundadores e às primeiras comunidades.

O Pontífice recorda depois que Santa Teresa é sobretudo uma maestra de oração, oração contínua e em diferentes ocasiões e lugares. Ela pede-nos para sermos perseverantes, fiéis,  mesmo em situações árduas, de dificuldades pessoais ou de necessidades prementes que nos interpelam.

A partir do seu encontro com Jesus – prossegue o Papa na sua missiva ao P. Canistrá – Santa Teresa viveu “uma outra vida”, transformando-se numa incansável comunicadora do Evangelho. E perante os problemas do seu tempo não ficou de braços cruzados. Na sua condição de mulher e de frágil saúde quis fazer – dizia ela própria – o pouco que dependia dela, isto é seguir os conselhos evangélicos com toda a perfeição possível e fazer com que as suas religiosas fizessem o mesmo. Esta dimensão missionária e eclesial – frisa o Papa – marca desde sempre os carmelitas descalços, homens e mulheres.  Também hoje  Santa Teresa nos abre a novos horizontes, procurando amar como Jesus amou.

O Papa faz notar em terceiro lugar, que Santa Teresa sabia que nem a oração, nem a missão são sustentáveis sem uma autentica vida comunitária. Por isso, o fundamento dos seus mosteiros é a fraternidade, convidando todos amar-se e a ajudar-se reciprocamente, pondo de lado o perigo da auto-referencialidade, ciúmes, criticas, intrigas. Mas sim a pôr-se ao serviço dos outros.

“Com estes nobres valores, as comunidades teresianas são chamadas a tornar-se casas de comunhão, capazes de dar testemunho do amor fraterno e da maternidade da Igreja, apresentando ao Senhor as necessidades do mundo, lacerado por divisões e guerras” – conclui o Papa agradecendo aos carmelitas pelas suas orações e pedindo ao Senhor para que, tal como Santa Teresa, também os testemunho de vida dos carmelitas deixem transparecer a alegria e a beleza de viver o Evangelho e atraiam muitos jovens a seguir Cristo de perto. 
Fonte: RadioVaticana

V CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SANTA TERESA DE JESUS (1515-2015)

 

A Igreja e as diferentes Ordens e Congregações de espiritualidade carmelita e teresiana celebram de 15 de Outubro de 2014 até 15 de Outubro de 2015 o V Centenário do Nascimento de Santa Teresa de Jesus. Apresentamos, em traços muito breves, o «bilhete de identidade» desta Santa Carmelita.

Teresa de Ahumada e Cepeda nasceu em Ávila, Espanha, a 28 de Março de 1515. Era a filha mais nova de 9 irmãos e 3 irmãs. Foram seus pais Alonso de Cepeda, descendente de judeus conversos, e Beatriz de Ahumada, de família nobre, ambos «pais virtuosos e tementes a Deus» (Vida 1,1), que a educaram na piedade e nos afazeres da casa. Aos 14 anos, Teresa perde a sua mãe. A experiência prematura de orfandade levou-a até aos pés da Virgem Maria, e pede-lhe que seja sua Mãe (Vida 1,7).

Aos 16 anos, após um período de vaidade e instabilidade, próprios da fase juvenil, é internada por seu pai durante um ano e meio no convento das Irmãs Agostinhas de Nossa Senhora das Graças, na cidade de Ávila. A amizade com uma santa religiosa infundiu-lhe o desejo de abraçar a Vida Consagrada. Aos 20 anos, contra a vontade de seu pai, ingressa no Carmelo da Encarnação. Fez a sua profissão a 3 de Novembro de 1537.

Pouco tempo depois, devido a uma doença misteriosa, vê-se obrigada a abandonar o Convento. Neste período de repouso, em casa de uns familiares, entra em contacto com os livros espirituais da sua época. Deixa-se cativar pelo Terceiro Abecedário de Francisco de Osuna que a inicia na prática da oração mental (Vida 4,6). Durante o Verão de 1539, a doença agrava-se e, durante três dias, fica como morta. Só a tenacidade de seu pai impede que a enterrem (Vida 5,9). Recuperou mas esta crise deixou marcas. Regressou, meia paralisada, ao seu Convento de Ávila (Vida 6,1-2). Atribuiu o seu completo restabelecimento a uma intervenção especial de São José (Vida 6,6-8), de quem se tornou muito devota. No entanto, a falta de saúde marcará toda a sua vida.

Reformadora do Carmelo

Deus, querendo unir Teresa mais a Si como sua esposa, purificou-a durante 18 anos com toda a espécie de provas: doenças, securas, dúvidas de fé... Um dia, quando decorria o ano de 1554, com 39 anos, diante de uma imagem de Cristo muito chagado e atado à coluna, o coração grande e terno de Teresa perturbou-se e, desfeita em lágrimas, entregou-se verdadeira e incondicionalmente à vontade de Deus. Comprometeu-se a fazer sempre o mais perfeito, rompendo com todos os laços que a prendiam às criaturas. A partir deste momento, como que morre Teresa de Cepeda e nasce Teresa de Jesus; é «outra vida» a que agora inicia. Ao ler, por esta altura, as Confissões de Santo Agostinho sente-se confirmada na mudança de rumo (Vida 9,8-9). Como fruto de uma intensa evolução espiritual, Teresa, com um punhado de amigas íntimas, decide-se a abraçar uma vida carmelita mais perfeita (Vida 32,9-10), voltando à observância da Regra Primitiva da Ordem. Funda, a 24 de Agosto de 1562, o Convento de S. José, em Ávila, enfrentando muitas oposições, chegando mesmo a pensar que tudo estava perdido (Vida 36). Mas depois de meses de luta, Teresa prossegue com a reforma da sua Ordem.

Poucos anos depois, o Senhor revela-lhe outra missão: fundar mais conventos segundo um novo estilo de vida: um pequeno grupo de Irmãs, não mais que 21, que recordasse o grupo dos apóstolos, onde a relação com Jesus pela oração fosse um exercício contínuo, onde se cultivasse a amizade entre as Irmãs e que todas colocassem as grandes preocupações da Igreja e do Mundo nas suas preces e orações. Mas Teresa ainda deseja ir mais longe e estende a Reforma das Irmãs também aos Frades, tal como veio a acontecer, depois de conhecer S. João da Cruz, em 1567, em Medina del Campo, cativando-o para a sua obra. O primeiro Convento de Frades Descalços é fundado em Duruelo, a 28 de Novembro de 1568, marcado por uma vida orante, fraterna e apostólica.

Amiga de Cristo, mulher de oração e escritora

A relação mais viva com Cristo deu-se através da leitura e meditação do Evangelho e das Vidas de Cristo. O Evangelho era o seu livro preferido. Teresa, depois de 1554, centrou-se sempre mais em Cristo, cultivando as virtudes humanas e cristãs, tais como a verdade, a humildade, o amor, a afabilidade, a determinação, os grandes desejos, como condição fundamental para crescer na oração e contemplação. À medida que o tempo passa, Teresa sente-se mais submergida em Cristo, ao ponto de exclamar como São Paulo: «Já não sou eu que vivo, mas sois Vós, Criador meu, que viveis em mim» (Vida 6,9).

Professou sempre uma terna devoção a Jesus Menino. A Paixão e Morte do Senhor foram sempre a sua meditação favorita. Teresa contemplava todo o mistério de Cristo à luz da Ressurreição, sobre a qual tem uma rica e abundante doutrina. Juntamente com o seu vivo amor a Jesus, a Santíssima Virgem e São José foram os modelos e intercessores mais marcantes na sua vida.

A oração, concebida «como trato de amizade com Quem sabemos que nos ama» (Vida 8,5), ocupa um lugar central na sua experiência espiritual e na sua doutrina. Teresa legou à Igreja, com os seus escritos, um método completo de oração mental e vocal, estudando todas as etapas que deve percorrer a pessoa para chegar à contemplação, isto é, aos últimos graus da oração, à união de amor com Deus, que ela também chama de matrimónio espiritual.

Teresa de Ávila escreveu muito, não por vontade própria mas por ordem dos seus confessores e superiores. Os seus escritos têm como tema central a sua experiência de Deus. Deixou-nos uma ampla doutrina e conselhos para a vida espiritual. As principais obras, carregadas de humanismo e vivacidade, são: Livro da Vida, Caminho de Perfeição, Castelo Interior ou As Moradas, Fundações, Cartas, Poesias e outros escritos menores.

Morreu a 4 de Outubro de 1582, num dos seus carmelos, em Alba de Tormes, a caminho de Ávila, deixando fundados, à sua morte, 17 carmelos por toda a Espanha. Contava a idade de 67 anos, 6 meses e 7 dias. Teresa de Jesus amou tanto a Igreja, ao ponto de se dispor a morrer por ela. As suas últimas palavras, no seu leito de morte, foram exactamente: «Morro filha da Igreja» e «Chegou a hora, Esposo meu, de nos encontrarmos». Paulo VI, a 27 de Setembro de 1970, proclamou-a Doutora da Igreja Universal.

«Santa Teresa de Jesus é uma verdadeira mestra de vida cristã para os fiéis de todos os tempos. Na nossa sociedade, muitas vezes desprovida de valores espirituais, Santa Teresa ensina-nos a ser incansáveis testemunhas de Deus, da sua presença e da sua acção; ensina-nos a sentir realmente essa sede de Deus que existe no nosso coração, esse desejo de ver Deus, de buscá-lo, de ter uma conversa com Ele e de ser seus amigos. Esta é a amizade necessária para todos e que devemos buscar, dia após dia, novamente» (Bento XVI).

Possam estas breves notas sobre a vida de Santa Teresa de Jesus estimular a descoberta do legado desta mulher extraordinária, «Mestra dos Espirituais», cuja principal herança são os seus escritos e a grande família que gerou na Igreja.

Dia de Oração

Dia de ORAÇÃO MUNDIAL em reparação à Globalização da Indiferença, realizado no Convento Beata Elisabeth da Trindade em Brasília, no dia 14/03.























FELIZ ANIVERSÁRIO TERESA DE JESUS!


sexta-feira, 27 de março de 2015

Nota de Falecimento na Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus, em São Roque (SP).

Maria do Carmo - Comunidade Santa
Teresinha do Menino Jesus, São Roque

Faleceu no dia de hoje (dia 27 de março de 2015) nossa irmã em Cristo e no Carmelo, Maria do Carmo Della Vechia Morita, uma flor que com certeza está a desabrochar no céu, rezemos pela sua alma e para que Deus conforte toda a família.
A família do Carmelo Teresiano, frades, monjas e seculares, unem-se a seus familiares em laços de solidariedade, de amor e oração, na certeza de que o Amado Jesus e a Santíssima Virgem do Carmo, a acolheram. Amém. 

POR TUDO DAI GRAÇAS! Mensagem do Frei André Severo, ocd, delegado provincial para o N/NE e assistente da Comissão Jovem.



  Marechal Deodoro/AL, 26 de março de 2015

  Caros irmãos em Cristo e no Carmelo Descalço Secular,

   A PAZ!

  Em nome da nossa Província São José/Brasil, dos Frades Carmelitas Descalços, venho através desta manifestar-lhes meus votos de uma fecunda e alegre festividade do V Centenário de Nascimento de Santa Teresa de Jesus, nossa Mãe — 28 de março de 2015 —, uma abençoada Semana Santa e uma feliz Páscoa do Senhor!
  Neste fim de semana (de 27 a 29 de março de 2015) estarei junto com a Comunidade OCDS de Camaragibe/PE para pregar o seu retiro espiritual anual, e, dentro das festividades do V Centenário de Nascimento da nossa Santa Madre, congratular-me com esta Comunidade por ocasião do ingresso e celebração das Primeiras Promessas de alguns membros, bem como pela sua Ereção Canônica, dada em Roma, pela Casa Geral da Ordem do Carmelo Descalço, no dia 22 de fevereiro de 2015!

  "Por tudo dais graças" (1Ts 5,18)! Fraternalmente, em Cristo, Senhor da Vida,








Frei André Severo de Araújo, OCD
Delegado Provincial para a OCDS nas regiões Norte/Nordeste do Brasil e Assistente para a Comissão Jovem OCDS

Papa inicia oração mundial pela paz

 

2015-03-26 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco deu iniciou nesta quinta-feira, 26 de março, durante a misa celebrada na Casa Santa Marta, à oração mundial pela paz, em vista dos 500 anos do nascimento de Santa Teresa d’Ávila, em 28 de março de 1515.
O Santo Padre proferiu as seguintes palavras:

“Queridos irmãos e irmãs,

Depois de amanhã, 28 de março, celebraremos o quinto centenário de nascimento de Santa Teresa de Jesus, Virgem e Doutora da Igreja. A pedido do padre geral dos Carmelitas Descalços, presente aqui hoje com o padre vigário, naquele dia se realizará em todas as comunidades carmelitas do mundo, uma hora de oração mundial pela paz. Uno-me de coração e esta iniciativa para que o fogo do amor de Deus vença os incêndios da guerra e da violência que afligem a humanidade e que prevaleça o diálogo sobre o confronto armado.

Santa Teresa de Jesus intercede por esta nossa súplica”, concluiu o pontífice.

O prepósito-geral dos Carmelitas Descalçõs, Pe. Saverio Cannistrá, recorda numa nota que este evento foi preparado durante os últimos anos em todos os mosteiros, conventos e irmandades do carmelo secular.

“Dois dias antes de seu aniversário convido os filhos e filhas de Santa Teresa a oferecê-la uma hora de oração. Uma hora de oração especial em que a intenção de todos seja a paz no mundo. O mundo está em chamas, dizia Santa Teresa vendo os conflitos e divisões que devastavam a socieddae de sua época. O nosso mundo também está em chamas. Não somos sensíveis ou não temos a fé necessária para crer que podemos apagar o fogo que nos circunda. Absorvidos, às vezes, por pequenas coisas da vida cotidiana e pelos problemas imediatos, nos esquecemos de levantar o olhar para o horizonte e descobrir os sinais de sofrimento presentes em nossa sociedade: guerras, conflitos, terrorismo, violência pública e domésticca, e gritos de dor. Nesse dia, a voz de Santa Teresa deve ecoar em nossos corações”, concluiu o prepósito-geral dos Carmelitas Descalços. (MJ)
(from Vatican Radio)

Carmelo Santa Teresinha de Fortaleza/Ce ora pela Paz!

Orando com teresa de Jesus pela Paz -26 de março

Atendendo ao apelo do Papa Francisco, o superior geral da Ordem dos Carmelitas Descalços , Frei Saverio Cannistra, convoca á todos os carmelitas a fazer uma hora de oração pela paz mundial.Foi nesse espírito de obediência e amor aos irmaos que monjas e seculares das Comunidades de Fortaleza, Rainha do Carmelo e São José de Santa Teresa reuniram-se para rezar pela Paz nesse último dia 26 de março de 2015 no Carmelo Santa Teresinha em Fortaleza ás 19:00.A oração iniciou-se com com vésperas e em seguida adoração do Santíssimo.Logo depois a Via Sacra e no final completas.Todos participaram com muito amor e devoçao .
Adoraçao Eucarística




Via Sacra
"O mundo está sendo tomado pelo fogo"nos alerta Santa Teresa e este grito ecoa intensamente hoje. Conflitos,guerras,violência,exploraçoes,terrorrismo..coloquemos os olhos em Cristo porque Ele é a paz,Ele é a nossa Paz.Sua Palavra ilumina toda escuridão.Sua presença nos enche de paz.Apoiemo-nos neste Deus de Paz e seguremos em sua mão com confiança que a Paz é possível com Ele.

Madre Bernadete Carmelo Santa Teresinha
Fortaleza /CE



quinta-feira, 26 de março de 2015

Carmelo São José de Jundiaí/SP reza pela paz mundial





 
Uma hora de oração dedicada à paz mundial é o presente que a Ordem das Carmelitas irá oferecer, quinta-feira (26), em comemoração aos 500 anos de nascimento de Santa Teresa de Jesus (de Ávila), fundadora da ordem das Carmelitas Descalças. Em Jundiaí, o Carmelo São José abrirá das 6h às 18h para o público participar das orações. 

A orientação para a hora de oração foi um pedido do Superior Geral da Ordem, Frei Savério Cannistrà. Segundo a irmã Maria Madalena, todo o dia 26 será dedicado à oração pela paz. "O Papa Francisco irá abrir o dia com a oração das 6h. Todos que quiserem participar poderão orar em casa, sozinhos ou em grupos, por uma hora. Quem puder colocar uma vela acesa do lado de fora do local onde está rezando é um sinal de participação", explica a religiosa.

Para quem quiser participar no Carmelo São José, em Jundiaí, o momento de oração será das 6h às 7h, seguido de missa, mas a igreja estará aberta até as 18h para quem se interessar. O Carmelo está localizado na avenida Dom Pedro I, 531 Anhangabaú.


Santa - Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha, em 28 de março de 1515 e foi uma das responsáveis pela fundação do Carmelo Descalço. Ela morreu em Alba de Tormes, no dia 4 de outubro de 1582. O Papa Paulo VI a declarou Doutora da Igreja em 27 de setembro de 1970. 
por Luciana Muller 
http://www.jj.com.br/noticias-13346-carmelo-sao-jose-reza-pela-paz-mundial


 
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