terça-feira, 26 de julho de 2011

Sobre o Processo de Canonização da Beata Elisabete da Trindade!

“No dia 11 de julho de 2011, no Arcebispado de Dijon, na presença do Monsenhor Roland Minnerah, Arcebispo da Diocese, teve início o processo “Super Miro” para a canonização da Beata Elisabete da Trindade (1880-1906).
Depois de uma breve oração, estando na presença de uma relíquia da carmelita de Dijon, os membros do tribunal prestaram juramento: Monsenhor Ennio Apeciti, da Arquidiocese de Milão, como juiz delegado arquidiocesano, o Cônego Paul Chadeuf, como promotor de justiça, e Dom Yves Frot como notário.

O Chanceler Arquidiocesano, Cônego Marc Galen, leu o “Supplice Libello” do Vice-Postulador da Causa, Padre Antonio de la Madre de Dios, OCD, com o qual pediu o
início do processo em virtude do suposto milagre, atribuído à intercessão da Beata.
Logo na primeira sessão, ocorreu o interrogatório das três carmelitas descalças do Carmelo de Dijon-Flavignerot, onde ocorreu o suposto milagre da cura da senhorita belga Marie-Paul Stevens. Professora de ensino religioso no Instituto dos Irmãos Maristas de Malmedy (Bélgica), Marie-Paul começou, em maio de 1997, a experimentar problemas na salivação e dificuldade para articular as palavras.

Algumas semanas depois, uma amiga médica lhe aconselhou a fazer alguns exames clínicos. Constatou-se, então, que ela havia contraído a síndrome de Sjogren, a qual atinge gradualmente o organismo. Durante a doença, muitas pessoas fizeram a novena da Irmã Elisabete da Trindade pedindo a cura de Marie-Paul. Por sugestão de vários médicos, ela iniciou a quimioterapia, a qual não obteve nenhum resultado.
A situação piorava e havia risco de morte. Por isso, ela decidiu viajar ao Carmelo de Flavignerot para agradecer à Irmã Isabel por tê-la sustentado durante esse tempo de doença. No dia 2 de abril de 2002, depois de ter rezado na capela do Carmelo e ter agradecido à Irmã Isabel, sentou-se em uma pequena pedra do jardim do mosteiro. De repente, e diante da admiração dos amigos que lhe acompanhavam, levantou-se e, com as mãos elevadas ao céu, exclamou cheia de alegria: “Não tenho mais nenhuma doença!” Desde então, retomou sua vida normal.” (Fonte: http://www.portalcarmelitano.org).
Beata Elisabete da Trindade, rogai por nós!

http://comsantateresa.org.br/




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