Evangelho do Dia 25/01/10 - (Mc 16, 15-18)
(Quem crer e for batizado será salvo)

“Anunciai a Boa Nova à toda a criação"
(Quem crer e for batizado será salvo)

“Anunciai a Boa Nova à toda a criação"
"Ouvistes o Senhor que disse aos seus discípulos... Enviou-os a pregar o Evangelho, e eles fizeram-no. Escutai: “por toda a terra caminha o Seu Eco até aos confins do universo a Sua Palavra” (Sl 18,5). Passo a passo, o Evangelho chegou até a nós e até aos confins da terra. Em poucas palavras, o Senhor, dirigindo-se aos seus discípulos, estabeleceu o que devemos fazer e o que devemos esperar. Com efeito, Ele disse, como haveis escutado: “Quem acreditar e for baptizado será salvo”. Ele pede a nossa fé e oferece-nos a Salvação. É tão precioso o que nos oferece que o que nos pede não é nada. “Os filhos dos homens abrigam-se à sombra das Vossas asas…, na torrente das Vossas delícias lhes dais de beber, em Vós está a Fonte da Vida” (Sl 35,8s). Jesus Cristo é a Fonte da Vida".
(Santo Agostinho-Sermão 233)
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(Santo Agostinho-Sermão 233)
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"Conversão de S. Paulo: "Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim" (Ga 2,20)

O encontro com Cristo no caminho de Damasco revolucionou literalmente a vida de Paulo... É importante que nos apercebamos de quanto Jesus Cristo possa incidir na vida de um homem e portanto também na nossa própria vida: Como acontece o encontro de um ser humano com Cristo? E em que consiste a relação que dele deriva?... Paulo ajuda-nos a compreender o valor absolutamente fundante e insubstituível da fé. Eis quando escreve na Carta aos Romanos: "Pois estamos convencidos de que é pela fé que o homem é justificado, independentemente das obras da lei" (3, 28). E também na Carta aos Gálatas: "O homem não é justificado pelas obras da lei, mas unicamente pela fé em Jesus Cristo; por isso, também nós acreditamos em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da lei; porque pelas obras da lei nenhuma criatura será justificada" (2, 16). "Ser justificados" significa ser tornados justos, isto é, ser acolhidos pela Justiça Misericordiosa de Deus, e entrar em comunhão com Ele, e por conseguinte poder estabelecer uma relação muito mais autêntica com todos os nossos irmãos. E isto com base num perdão total dos nossos pecados. Pois bem; Paulo diz com muita clareza que esta condição de vida não depende das nossas eventuais boas obras, mas de uma mera Graça de Deus: "Sem o merecerem, são justificados pela Sua Graça, em virtude da Redenção realizada em Cristo Jesus" (Rm 3, 24). Com estas palavras São Paulo expressa o conteúdo fundamental da sua "conversão", o novo rumo da sua vida que resultou do seu encontro com Cristo ressuscitado. Paulo, antes da conversão, não tinha sido um homem afastado de Deus e da sua Lei. Ao contrário, era um observante, com uma observância fiel até ao fanatismo. Mas à Luz do encontro com Cristo compreendeu que com isso tinha procurado edificar-se a si mesmo, à sua própria justiça, e que com toda essa justiça tinha vivido para si mesmo. Compreendeu que era absolutamente necessária uma nova orientação da sua vida. E encontramos expressa nas suas palavras esta nova orientação: "E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a Si mesmo se entregou por mim" (Gl 2, 20). Por conseguinte, Paulo já não vive para si, para a sua própria justiça. Vive de Cristo e com Cristo".
(Papa Bento XVI Audiência geral de 2006)
"Não se trata portanto de inventar “um novo programa”. O programa já existe: é o de sempre, tirado do Evangelho e da Tradição viva. É centrado, em última análise, no próprio Cristo, que é necessário conhecer, amar, imitar, para viver Nele a Vida Trinitária e para transformar com Ele a história, até ao seu acabamento na Jerusalém celeste... É todavia necessário que se traduza por orientações pastorais adaptadas às condições de cada comunidade... É nas Igrejas locais que se podem fixar os elementos concretos de um programa... que permitam ao anúncio de Cristo de contar com as pessoas, de modelar as comunidades, de agir em profundidade pelo testemunho dos Valores evangélicos sobre a sociedade e sobre a cultura... É pois uma obra de renovação pastoral entusiasmante que nos espera. Uma obra que nos envolve a todos".
(João Paulo II)
"Óh Senhor, fazei que eu Vos sirva com Amor Puro e Total, sem interesse de gozo, satisfação, conforto e louvor. Que eu Vos sirva sem outra intenção e gosto a não ser Vossa Honra e Glória"
(São João da Cruz-OCD)
(Papa Bento XVI Audiência geral de 2006)
"Não se trata portanto de inventar “um novo programa”. O programa já existe: é o de sempre, tirado do Evangelho e da Tradição viva. É centrado, em última análise, no próprio Cristo, que é necessário conhecer, amar, imitar, para viver Nele a Vida Trinitária e para transformar com Ele a história, até ao seu acabamento na Jerusalém celeste... É todavia necessário que se traduza por orientações pastorais adaptadas às condições de cada comunidade... É nas Igrejas locais que se podem fixar os elementos concretos de um programa... que permitam ao anúncio de Cristo de contar com as pessoas, de modelar as comunidades, de agir em profundidade pelo testemunho dos Valores evangélicos sobre a sociedade e sobre a cultura... É pois uma obra de renovação pastoral entusiasmante que nos espera. Uma obra que nos envolve a todos".
(João Paulo II)
"Óh Senhor, fazei que eu Vos sirva com Amor Puro e Total, sem interesse de gozo, satisfação, conforto e louvor. Que eu Vos sirva sem outra intenção e gosto a não ser Vossa Honra e Glória"
(São João da Cruz-OCD)
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